Política

Câmara rejeita urgência para deliberação de projeto de lei das fake news

Foto: Paulo Sergio/Câmara dos Deputados

A Câmara rejeitou nesta quarta-feira (6) a urgência para a deliberação do projeto de lei das fake news, que estabelece regras para o uso de redes sociais por autoridades públicas, determina penalidades para quem disseminar informações falsas e estipula que empresas jornalísticas sejam remuneradas por conteúdo publicado na internet.

Foram 249 votos a favor, 207 contrários e 1 abstenção. Era necessário ter maioria absoluta para a aprovação, ou seja, 257 votos porque se tratava de “urgência urgentíssima”. Na urgência apenas, o requerimento poderia ter sido aprovado por maioria simples. Faltaram 8 para a aprovação.

Um novo requerimento de urgência pode ser apresentado ou o projeto pode ser analisado por comissões. Se a urgência tivesse sido aprovada, ele poderia ser votado diretamente em plenário.

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), tentou fechar um acordo com os partidos para que, pelo menos esta etapa fosse vencida. Mas partidos da base do governo acabaram por orientar contra o avanço da proposta . Durante a discussão, muitos deputados alegaram que é preciso fazer diversos ajustes ao texto.

Durante a sessão, Lira reclamou do que chamou de “politização” em torno do projeto durante o encaminhamento da votação. “Eu estou dizendo que nós deveríamos discutir o assunto, não politizar o assunto. Esse é um assunto sério, que vai influenciar para o bem ou para o mal a vida de todo mundo”, disse.

O PL, Novo, PTB e Cidadania orientaram contra a votação da urgência. O líder do governo, deputado Ricardo Barros (PP-PR), também orientou contra a urgência para a proposta. O PP liberou a bancada. Alguns partidos, como o PSDB e Republicanos, defenderam a aprovação da urgência, mas ressaltaram que não há compromisso da bancada com a aprovação do conteúdo da proposta.

O relator, deputado Orlando Silva (PC do B), deve continuar trabalhando para construir maioria pela aprovação do texto. Ele deve promover mudanças ao relatório já apresentado.

Ao defender a proposta, Silva afirmou entender que o período pré-eleitoral possa contaminar a discussão, mas negou que tenha foco nas eleições. “O texto não é para a eleição. São regras para o funcionamento da internet, para uma internet mais saudável, conexão entre pessoas, estímulo da atividade econômica”, disse.

Silva também afirmou que o Congresso precisa se posicionar sobre o tema, sob o risco de a omissão do Legislativo gerar maior “judicialização da política”. “Nós não podemos ser omissos em não fixar parâmetros, regras, para o funcionamento na internet. Se não fizermos isso, o poder Judiciário fará, tomará decisões interpretando a Constituição Federal”, disse.

O deputado afirmou ainda que o objetivo do texto é “encontrar um caminho para identificar quem é o autor da fake news que se espalha por aí”.

“Nós criamos mecanismos para que haja não só o direito de contraditório, para impedir a vitalização das mentiras e que as plataformas cumpram com determinadas regras que farão com que a internet ajude o desenvolvimento econômico, mas que os impostos captados que deveriam ser pagos no Brasil sejam pagos no Brasil, que hoje muito fica no mundo afora”, disse.

Deputados da base bolsonarista, principalmente, se opuseram ao mérito da proposta. A deputada Bia Kicis (PL-DF) afirmou que o teor do projeto é “preocupante”.

“Porque o que se diz é um projeto de combate às fake news é um projeto que, na verdade, entrega o monopólio da informação aos grandes veículos, como O Globo, por exemplo”, disse.

Investigado por atos antidemocráticos e fake news, o deputado Daniel Silveira (PTB-RJ) discursou contra a proposta representando o PTB, partido para o qual migrou na janela partidária. Para ele, o texto não pode ser aprovado em ano eleitoral. “Vai suprimir toda a liberdade de expressão da sociedade. […] Se aqui nessa Casa for aprovado com toda certeza neste ano teremos uma caça às bruxas de todos os conservadores”, disse.

Para o deputado Giovani Cherini (PL-RS), o tema deveria ser discutido após as eleições deste ano. “Agora ele está contaminado. é a forma que a esquerda tem para tentar voltar ao poder”, disse.

As chamadas big techs, grandes empresas de tecnologia como Google e Facebook, também têm se posicionado contra o projeto. No sábado (2.abr.2022), o Google lançou uma campanha publicitária em que alega que texto pode “obrigá-la” a financiar notícias falsas.

É a mais recente manifestação pública das empresas com duras críticas ao projeto. As plataformas têm feito forte lobby para evitar que a proposta avance, ao menos com a redação atual.

Silva alterou seu parecer em relação ao que tinha sido apresentado em um grupo de trabalho, mas a nova redação ainda não agradou às empresas e aos bolsonaristas.

“Eu tenho feito reuniões com as plataformas. E realmente o projeto tem muitos pontos que precisam ser discutidos, debatidos, alterados, sob pena de realmente acabarmos tendo um monopólio da notícia, da informação, acusando os outros de desinformação”, afirmou Kicis.

Leia algumas mudanças previstas:

  • remuneração para mídia – big techs que se beneficiam ao divulgar material jornalístico de terceiros (como resultados em buscadores) passam a ter que remunerar veículos de comunicação;
  • representação no Brasil – obriga provedor de serviços digitais a ter representante legal no país;
  • LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) – permite o uso de dados de usuários de redes sociais para a venda de publicidade direcionada nos termos da lei já em vigor;
  • imunidade parlamentar – estende a imunidade às redes sociais de congressistas;
  • multas – estabelece punições para as empresas que não seguirem as regras.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. Antenado e José Macedo, como bons cabos eleitorais de Bolsonaro, são apologistas das Fake News.

  2. Walter Alves e Benes Leocadio, votaram SIM pela urgência do projeto de lei. Outubro vem aí….

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Política

Rogério Marinho diz que nem ele e nem PL pode dizer que houve fraude nas Eleições 2026

Foto: Mateus Bonomi – 6.out.26/Reuters

O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência, afirmou nesta quarta-feira (28) que “nem ele, nem p PL” podem afirmar a existência de fraude nas eleições de 2026, por falta de provas.

Em entrevista no Senado, Marinho classificou como um “desabafo” a carta divulgada por Flávio, na qual o senador questiona o resultado eleitoral. “É evidente que, se você faz alguma afirmação, precisa trazer provas”, declarou.

O líder da oposição também afirmou que não tinha conhecimento prévio do documento e disse que a versão mais recente, com alterações no texto, representa a posição oficial de Flávio. Rogério ressaltou ainda a importância de Flávio como a principal expressão da direita conservadora e legítimo líder da oposição no país.

Rogério também informou que não discutiu com o senador Flávio sobre como ele irá fazer oposição dos Estados Unidos ou sobre quais seriam as condições para retornar ao país.

Com informações do UOL

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Economia

Alta dos juros imobiliários para 15% ao ano no Bradesco irá frear vendas e inflar as prestações da casa própria

Reprodução

O Bradesco reajusotu a taxa mínima do financiamento imobiliário de 11,69% para 15% ao ano, acrescida da Taxa Referencial (TR). O aumento significa que o cliente deverá pagar mais para financiar a casa própria.

A medida acende um alerta sobre o rumo do crédito e da atividade econômica no país. O movimento reflete o ambiente de juros elevados e maior custo de captação de recursos no mercado financeiro, sinalizando que a pressão sobre a taxa básica de juros e a inflação continua a se desdobrar de forma direta sobre as linhas de financiamento de longo prazo.

A elevação do custo do crédito imobiliário afeta diretamente a dinâmica da economia, uma vez que o setor da construção civil e o mercado imobiliário são grandes geradores de emprego e renda. Na prática, o aumento das taxas de juros encarece o valor das prestações, reduz o poder de compra e o limite de crédito das famílias, o que tende a desestimular novas contratações e desacelerar um dos motores mais importantes do crescimento econômico do país.

Com informações do Poder 360

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Política

[VÍDEO] Rogério Marinho comenta carta de Flávio, reafirma que ele é “o líder da direita” e chama fala sobre “fraude” nas eleições de “desabafo”


Rogério Marinho (PL-RN) comentou a carta divulgada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) após chegada aos Estados Unidos. No primeira versão do documento, o ex-presidenciável se autoproclamava “o verdadeiro presidente eleito”, mas depois retificou e disse que era o “líder o Brasil”.

“De fato, Flávio, pelo número de votos que teve, pelo papel que desempenhou nas últimas eleições, é hoje a maior expressão da direita no Brasil. (…) Ele se autodenomina como líder e é um fato, ele é um líder no Brasil”, comentou Marinho.

O senador potiguar também comemorou a alegação de Flávio Bolsonaro de que as eleições teriam sido “fraudadas” para dar a vitória ao presidente Lula (PT). Para ele, a afirmação foi um “desabafo” do ex-candidato do PL.

“O Flávio está nos Estados Unidos, exilado, levou toda a sua família. Vocês devem imaginar o que é a ruptura da relação das suas filhas, da sua esposa. Certamente ele está fazendo um desabafo em função dos resultados que foram colocados no segundo turno, que foram inesperados para todos nós, inclusive para praticamente toda a sociedade brasileira”, disse.

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Geral

Natal lidera ranking nacional de qualificação dos servidores municipais

Foto: Arquivo Secom

Natal conquistou o primeiro lugar no indicador Qualificação do Servidor do Ranking de Competitividade dos Municípios 2026, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), com pesquisa técnica da Gove. A capital potiguar apresenta a maior proporção de servidores com ensino superior na administração direta entre os municípios avaliados.

Na classificação, Natal aparece à frente de Londrina (PR), Lauro de Freitas (BA), Uberlândia (MG) e Itatiba (SP), que completam as cinco primeiras posições.

O indicador utiliza dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e considera a proporção de servidores com ensino superior em relação ao total de profissionais da administração direta municipal.

Para o secretário municipal de Administração, Brenno Queiroga, o resultado evidencia a capacidade técnica do quadro de servidores e reflete a política pública municipal de valorização dos profissionais que investem em sua qualificação.

“Esse resultado demonstra a qualificação dos profissionais que atuam na administração municipal e a capacidade técnica do nosso quadro de servidores. Investir na formação e na valorização desses profissionais é fundamental para aprimorar os serviços públicos, melhorar os processos de trabalho e oferecer respostas cada vez mais eficientes às demandas da população”, afirmou.

A qualificação dos servidores integra o pilar Funcionamento da Máquina Pública, da dimensão Instituições do ranking. Publicado desde 2020, o levantamento chega à sétima edição e avalia municípios brasileiros com mais de 80 mil habitantes.

 

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Judiciário

Presidente do TSE garante lisura das Eleições 2026 e diz que “questionamentos feitos dentro do devido processo legal serão analisados”

Foto: Rosinei Coutinho/STF

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, divulgou nota oficial ressaltando o compromisso de toda a Justiça Eleitoral com o resultado das urnas e com a vontade soberana do eleitorado brasileiro. Diante dos questionamentos levantados por alas da oposição e das narrativas de instabilidade no encerramento da votação do último domingo, o magistrado garantiu que as Eleições 2026 transcorreram dentro da absoluta normalidade e do estrito respeito aos ditames constitucionais.

Nunes Marques sublinhou o empenho dos técnicos da Corte, dos servidores públicos e das forças de segurança, classificando o pleito como o mais inclusivo e seguro da história da República. O presidente do TSE fez questão de sinalizar ao mercado político e às bancadas partidárias que eventuais questionamentos formais protocolados pelas coligações serão devidamente analisados e respondidos dentro do devido processo legal, sepultando tentativas de contestação fora dos trâmites institucionais.

Veja a nota:

Ressalto o compromisso de toda a Justiça Eleitoral com a vontade soberana do eleitorado, que foi às urnas e legitimamente escolheu seus representantes. No último domingo (25/10), foram realizadas as eleições mais inclusivas da história da República brasileira.

Mesmo diante da instabilidade na reta final de votação, graças às medidas adotadas e a competência dos técnicos do Tribunal, foi possível avançar com a apuração e entregar um pleito com segurança. Informo que todos os questionamentos feitos dentro do devido processo legal serão analisados e respondidos.

Com empenho de servidores públicos de todo o país, dos mesários, das forças de segurança e dos demais atores envolvidos, as Eleições 2026 transcorreram dentro da mais absoluta normalidade e com respeito aos ditames legais e constitucionais.

Ministro Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral.

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Brasil

“A ELEIÇÃO ACABOU”: Tarcísio diz que entendo “o sentimento de Flávio”, mas pede para “respeitar o resultado das urnas”

Foto: Fábio Tito/g1

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), se distanciou da contestação de Flávio Bolsonaro (PL) e afirmou nesta quarta-feira (28) que o resultado das eleições precisa ser respeitado.

“A eleição acabou e agora é preciso olhar para a frente. Entendo o sentimento de Flávio, entendo sua indignação e sua revolta, e esse sentimento é o de muitos brasileiros também. Mas o caminho é respeitar o resultado das urnas e seguir em frente”, declarou Tarcísio ao Estadão.

A manifestação ocorreu após Flávio divulgar uma carta na qual se declarou o “verdadeiro presidente eleito” e chamou o resultado do segundo turno de fraude, sem apresentar provas. Posteriormente, o senador apagou a primeira versão e substituiu a expressão por “líder do Brasil”.

Tarcísio defendeu uma oposição forte, mas atuando dentro das instituições. Segundo ele, o momento exige “responsabilidade, serenidade” e respeito ao processo democrático.

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Mundo

[VÍDEO] “NÃO VOU ME ENVOLVER”: Trump evita apoiar Flávio como “verdadeiro presidente” do Brasil


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, evitou apoiar nesta quarta-feira (28) a declaração de Flávio Bolsonaro (PL) de que seria o “verdadeiro presidente” do Brasil.

Questionado por um jornalista se concordava com a afirmação, Trump respondeu: “Não vou comentar isso. Nós demos a ele uma autorização para entrar no país. Mas não vou me envolver”.

Apesar de se afastar da autoproclamação, Trump voltou a classificar as eleições brasileiras como “muito estranhas”, sem apresentar provas de irregularidades.

Flávio utilizou as expressões “verdadeiro presidente do Brasil” e “presidente eleito” na primeira versão de uma carta divulgada nas redes sociais. Posteriormente, apagou a publicação e substituiu os termos por “líder do Brasil”.

 

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Política

Em nova versão da carta divulgada após chegar aos EUA, Flávio retira trecho em que se autoproclamava o “verdadeiro presidente” e afirma que é o “líder do Brasil”

Wagner Meier/Getty Image

O senador Flávio Bolsonaro recuou e alterou o texto de uma carta divulgada nesta quarta-feira (28), retirando o trecho em que se autoproclamava “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”. Na nova versão do documento, o parlamentar passou a se apresentar como “líder do Brasil”.

A primeira versão do manifesto havia sido divulgada logo após o desembarque do senador nos Estados Unidos acompanhado de sua família. No texto original direcionado à comunidade internacional e aos seus eleitores, o candidato derrotado no segundo turno usava a expressão de autoproclamação para questionar o resultado das urnas, em um movimento alinhado ao discurso do ideólogo Steve Bannon.

O recuo na carta ocorre no momento em que o próprio Partido Liberal e o candidato a vice na sua chapa, deputado Alfredo Gaspar, já reconheceram formalmente a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, chancelada pelo Tribunal Superior Eleitoral e por diversos chefes de Estado ao redor do mundo.

Alfredo no entanto, atribuiu ao que chamou de “sistema” a derrota para o presidente Lula. Ele afirmou que o grupo enfrentou perseguições e defendeu a continuidade da atuação política no Congresso.

Com informações do Metrópoles

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Política

Dos EUA, Flávio lança candidatura de Rogério Marinho para a Presidência do Senado

Carlos Moura/Agência Senado/Waldemir Barreto/Agência Senado

Flávio Bolsonaro (PL) lançou o senador Rogério Marinho (PL-RN) como seu candidato à Presidência do Senado. O anúncio aparece na carta divulgada nesta quarta-feira (28) pelo senador após a sua chegada aos Estados Unidos.

No documento, Flávio se dirige aos parlamentares e governadores ligados ao seu grupo político e cita diretamente o senador potiguar: “Em especial ao meu candidato à Presidência do Senado, Rogério Marinho”.

Flávio também afirma que pretende liderar dos Estados Unidos a oposição ao quarto governo Lula. “Liderarei a oposição daqui. Direi o que vocês, aí, não podem dizer, e assumirei os riscos que vocês não podem correr”, escreveu.

Rogério coordenou a campanha presidencial de Flávio e ocupa posição central na articulação nacional do PL. A candidatura à Presidência do Senado, porém, ainda precisará ser oficializada e submetida à votação dos senadores.

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Em carta, Flávio agradece a Milei e Trump e diz ter recebido apoio dos governos dos EUA e da Argentina

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Política

Em carta, Flávio agradece a Milei e Trump e diz ter recebido apoio dos governos dos EUA e da Argentina

Reprodução

Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, em nota divulgada inicialmente pelo comentarista Paulo Figueiredo e depois publicada nas redes sociais do ex-presidenciável, que recebeu apoio após deixar o Brasil com a família rumo aos Estados Unidos. O senador agradeceu diretamente aos presidentes Javier Milei da Argentina e Donald Trump dos EUA.

“Queria agradecer ao presidente Milei pela coragem, senso de justiça e legalidade, ao presidente Trump e ao maravilhoso povo americano por me acolher”, declarou.

Flávio não detalhou no documento como Milei teria ajudado em sua saída. Em relação aos Estados Unidos, o senador foi mais direto. Ele agradeceu “ao presidente Trump e ao governo americano” por receberem sua família e oferecerem, segundo suas palavras, a “segurança jurídica que não temos mais no Brasil”.

Trump declarou que aprovou a entrada de Flávio no país. Autoridades americanas também informaram que o governo emitiria vistos para o senador, a esposa e as duas filhas.

Flávio atravessou a fronteira com a Argentina na noite de terça-feira (27), embarcou para o Equador e chegou a Miami na manhã desta quarta-feira (28). A viagem ocorreu após ele deixar de entregar seus passaportes à Polícia Federal e descumprir a proibição judicial de sair do Brasil.

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