
Foto: Ricardo Stuckert
O Partido dos Trabalhadores (PT) avalia a possibilidade de entrar com mais uma ação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contra as declarações do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sobre as urnas.
O time jurídico da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cogita a apresentação de uma AIJE (Ação de Investigação Judicial Eleitoral) após Flávio registrar oficialmente sua candidatura à Presidência da República.
Foi a partir de uma ação semelhante que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi declarado inelegível pela Justiça Eleitoral, também em um contexto em que colocou em xeque a lisura das eleições brasileiras.
A campanha de Lula agora acompanha a repercussão das falas de Flávio e monitora se o conteúdo dará munição suficiente para levar o caso à frente.
Ministros do TSE e do STF ouvidos pela CNN nesta quarta-feira (22) disseram considerar as declarações de Flávio graves, porém, veem diferenças de contexto em relação a Jair Bolsonaro. Por isso, adotam cautela sobre eventual punição.
Em junho de 2023, Bolsonaro foi declarado inelegível por oito anos pelo plenário do TSE por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação durante uma reunião com embaixadores estrangeiros realizada um ano antes.
Sem apresentar provas, o ex-presidente atacou as urnas eletrônicas, fez ataques ao então candidato Lula e defendeu o voto impresso. À época, a TV Brasil transmitiu o evento no Palácio da Alvorada.
Três anos depois, Flávio também, em um evento com embaixadores, questionou a segurança das urnas eletrônicas e citou dados sobre o sistema brasileiro já desmentidos pela Justiça Eleitoral.
O PT já ingressou com uma representação no TSE nesta quarta-feira (21) contra as declarações de Flávio. A sigla pede que Flávio seja multado em R$ 30 mil e que postagens com ataques às urnas feitas por aliados sejam removidas das redes sociais.
CNN
Que tanto mimimi por causa de um equipamento que já se tem dúvidas há décadas, salvo o engano a desconfiança começou com Leonel Brizola na década de 90, mas hoje não se pode mais duvidar nem criticar um modelo de apuração de votos que sempre deixaram e deixarão alguns insatisfeitos ou não, quando poderia usar um impressão do voto e acabar de vez com qualquer tipo de dúvidas. Inclusive já foi aprovado um projeto que trata a respeito do assunto.
A questão é simples, basta colocar votos impressos em 20% das urnas, aleatoriamente, suficientes para se fazer uma auditagem do resultado das eleições. A pergunta é: porque tanta resistência, ninguém até agora explicou. A falta de orçamento não cola, lembrando que numa verdadeira democracia, não há limites para se buscar a maior transparência possível.
Não fabricou o carro, só ensinou a dirigir.
Pode até não ter fabricado, mas de alguma forma teve influência….
🚨”Dessa forma, o TSE reitera que a empresa Smartmatic não forneceu nem fornece urnas eletrônicas para as eleições brasileiras, tampouco trabalhou na programação desses aparelhos. 🚨🚨🚨👉🏿👉🏿👉🏿A empresa atuou apenas no 👺👺👺👺treinamento de profissionais que prestaram suporte técnico e operacional para as urnas brasileiras”, 👈🏿👈🏿complementa o TSE.
Um Pais com unoiversidades reconhecidas internacionalmente não tem condições de participar do desenvolvimento e fiscalização dessas urnas, precisar vir “gente” da Venezuela, era só o que faltava. Tem muita farofa nesse ANGÚ. Um dia saberemos a verdade.
O medo é grande da derrota, porque pouquissimos paises usam essa urnas????????????????.
Apenas três, Butão Bangladesh e Brasil, sendo os dois primeiros países paupérrimos. Só com o que se gasta com verba individual pra eleição, já seria mais do que suficiente pra comprar a terça parte dessas urnas auditáveis. Falta boa vontade e vergonha na cara.