Foto: Sérgio Lima/Poder360 – 6.mar.2020
O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) cometeu uma gafe em audiência pública realizada de forma virtual pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro na última segunda-feira (19). A confusão de Carlos acabou repercutindo nas redes sociais, com internautas falando que o vereador confundiu a LGPD com a LGBT.
Durante debate sobre a regulamentação municipal da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais), o filho do presidente fez críticas ao conceito de “autodeterminação informativa”, relacionando o termo a questões de gênero e LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais), e afirmando que o projeto ignora “legislações superiores, que caracterizam o sexo da pessoa como homem ou mulher”. O termo, no entanto, refere-se à capacidade de um indivíduo de controlar os próprios dados –sem relação direta com questões de gênero.
O filho do presidente Jair Bolsonaro disse que a utilização do termo em projeto do vereador Tarcísio Motta (Psol) era uma “aberração gigantesca” e que “é preciso respeitar a ciência de que todos falam”.
“Não adianta, sei que vão querer ridicularizar, levar para um lado pejorativo, mas estou tentando seguir a legislação, respeitando inclusive a ciência, que tanto falam”, afirmou Carlos.
“Quando [um dos projetos debatidos na audiência] fala do respeito à privacidade, da autodeterminação informativa, olha o tom delicado desse inciso. Precisamos discutir respeitando a biologia do ser humano. Você vê por aí gente que se autodenomina tigre, leão, jacaré, papagaio, periquito. A partir do momento que você coloca isso, ignorando legislações superiores, que caracterizam o sexo da pessoa como homem ou mulher, X ou Y, baseado na ciência, e entra com uma característica de autodeterminação, fica algo muito vago, porque coloca em situação delicada tanto a pessoa que se autodetermina quanto as pessoas que estão ao redor dela”, completou.
Logo depois da declaração, o advogado Rodrigo Valadão, membro da Comissão de Proteção de Dados e Privacidade da OAB-RJ (Ordem dos Advogados do Brasil), disse para o vereador ficar “extremamente tranquilo”, pois o conceito, segundo ele, não tem nenhuma relação com “questões identitárias”.
“No que diz respeito à autodeterminação informativa, na verdade, me parece que há uma compreensão não muito exata do que significa o termo. Ele nasce, na verdade, no constitucionalismo alemão, na década de 70, quando o tribunal reconhece a capacidade de toda pessoa de determinar quais são seus dados, quem vai poder tratá-los, que é uma faculdade do próprio indivíduo. Não tem nenhuma relação com orientação política, sexual”, disse o advogado.
Nas redes sociais, Carlos Bolsonaro negou o ocorrido. “Confundi porcaria alguma. Estava ciente dos dois projetos em discussão. Quanto ao de proteção de dados me posicionei favorável e quanto ao segundo levantei questões e confeccionei emenda para tal proposta. Mentirosos descarados!”, escreveu.

Com informações de Poder 360 e O Globo
Esse aí se cair na grama não se levanta mais. Que bicho imbecil…
Filho de peixe é peixinho,o pai é igual uma porta,impossível o filho ser inteligente,só tem 2 neurônios.
Coitado,este é pertubado.Quando jovem fez um vídeo,provavelmente montado,com uma moeda falsa de 1 real.A Globo,tão mal falada foi cumplice na divulgacao da “criatura”. Agora é tarde,os monstros cresceram …
Esse dai e o Tonho da Lua mesmo.
Não tem apelido melhor…
Carlos Bolsonaro não confundiu porra nenhuma,tudo orquestração dessa mídia podre,Bolsonaro reeleito 2022.
Pense num parasita caro. É revoltante sustentar vagabundos como esse e outros, com o que pagamos de impostos.
Mandou jogar no lixo a TV LG que tinha. Ao fritar um ovo, viu que a marca do fogao era DAKO, se irritou, e mandou jogar fora.
O Carluxo só pensa…naquilo!😏
A emenda ficou pior do que o soneto.
Quaisquer semelhanca com o Bozo ou Dilma, nao é mera coincidência pq pelo menos a Dilma é correta em suas ações.
DEBILOIDES
TAL PAI…TAL FILHO