Fotos: reprodução | Cleia Viana/Câmara dos Deputados
O ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT) lidera a corrida para o Senado nas eleições de 2022 no Rio Grande do Norte, com 27,7% das intenções de voto, no cenário com quatro candidatos. Carlos Eduardo tem uma vantagem de 8,5 pontos percentuais sobre o 2º colocado, o ex-ministro do Desenvolvimento Regional Rogério Marinho (PL), que tem 19,2% das citações.
Os números são de nova pesquisa do Instituto Seta divulgada nesta sexta-feira (1º) pela 98 FM. A sondagem traz números para as corridas pelo Governo do Estado, Senado e Presidência da República e avaliações das gestões do prefeito de Natal, Álvaro Dias (PSDB), da governadora Fátima Bezerra (PT) e do presidente Jair Bolsonaro (PL).
Foram testados 7 cenários diferentes para o Senado – todos na modalidade estimulada, quando são apresentados os nomes dos possíveis candidatos. Neste primeiro cenário, 16,9% disseram não saber em quem votar ou não quiseram responder à pesquisa. Outros 23,7% apontaram que pretendem votar em branco ou nulo na próxima eleição.
Em todos os cenários, chama a atenção o tamanho do eleitorado que ainda não está convicto em quem votar nas próximas eleições para senador. A fatia de indecisos (soma de não sabe/não respondeu com ninguém/branco/nulo) varia de 40,6% a 64,5%.
O Instituto Seta realizou 1.700 entrevistas presenciais entre os dias 26 e 28 de março em todo o Rio Grande do Norte. O levantamento tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. O registro no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RN) é o RN-08360/2022.
Confira os números:
Cenário 1 – Senado – Estimulada
- Carlos Eduardo Alves (PDT): 27,7%
- Rogério Marinho (PL): 19,2%
- Jean Paul Prates (PT): 7,9%
- Robério Paulino (PSOL): 4,6%
- Não sabe/não respondeu: 16,9%
- Ninguém/branco/nulo: 23,7%
Cenário 2 – Senado – Estimulada
- Carlos Eduardo Alves (PDT): 28%
- Jean Paul Prates (PT): 11,1%
- Não sabe/não respondeu: 25,3%
- Ninguém/branco/nulo: 35,7%
Cenário 3 – Senado – Estimulada
- Carlos Eduardo Alves (PDT): 28,3%
- Rogério Marinho (PL): 17,8%
- Não sabe/não respondeu: 24,5%
- Ninguém/branco/nulo: 29,4%
Cenário 4 – Senado – Estimulada
- Rogério Marinho (PL): 22,4%
- Jean Paul Prates (PT): 13,1%
- Não sabe/não respondeu: 26,5%
- Ninguém/branco/nulo: 38%
Cenário 5 – Senado – Estimulada
- Carlos Eduardo com apoio de Ciro Gomes: 30,3%
- Rogério Marinho com apoio de Bolsonaro: 15,9%
- Não sabe/não respondeu: 24,2%
- Ninguém/branco/nulo: 29,6%
Cenário 6 – Senado – Estimulada
- Carlos Eduardo com apoio de Lula: 30,4%
- Rogério Marinho com apoio de Bolsonaro: 17,8%
- Não sabe/não respondeu: 23,2%
- Ninguém/branco/nulo: 28,6%
Cenário 7 – Senado – Estimulada
- Carlos Eduardo com apoio de Ciro Gomes: 25,1%
- Jean Paul Prates com apoio de Lula: 15,8%
- Não sabe/não respondeu: 24,5%
- Ninguém/branco/nulo: 34,6%
Portal 98 FM
Bolsonaro e Rogério, estarão eleitos em outubro o RN deixou de ser encabrestado.
Morador do Alto de Candelária, pelo pseudônimo já diz muita coisa, mas não custa nada informar. O capitão já é senador e o mandato de 8 anos. O povinho “distraído”. kkkkkkkkkkkkkkkkk
Sabotagem, não pusetam Styvenson
O jogo está começando agora, já, já vai começar o vira, o vira no percentual numérico das pesquisas e o nosso senador das águas irá se consagrar vitorioso com o maior número de votos nas urnas no dia 02 de outubro.
Esse ano só tem bucha pra se votar para o senado.
Resumindo, o candidato do bolsonaro se ferrou. O mentiroso do RN Rogério Marinho quando recebe o apoio do mentiroso nacional, diminui o percentual.
Pura Verdade . Pra vc ter ideia como Bolsonaro é mal votado no RN, quando Rogério, cola em Jair aí despenca nas pesquisas de vez … Aqui no RN lula vai dá uma surra de voto em Jair … quem viver verá ..
Pense num falador de bosta.
Vcs lêem pouco, assim foi em 2018, o Mito perdia para todo mundo e a Anta estava eleita, aguardemos com calma.
Se essas pesquisas refletirem minimamente a realidade, o que acho difícil, é uma explicação do RN ainda ser tão atrasado. Em 2022 ainda votar por causa de sobrenome. A vergonha de morar numa capitania hereditária é inexplicável.