A Casa de Apostas Arena das Dunas anunciou a renovação do patrocínio master aos dois maiores clubes do Rio Grande do Norte, ABC e América. A parceria, iniciada no segundo semestre do ano passado, entra novamente em vigor e segue até o final da temporada 2026, contemplando as competições estaduais e nacionais disputadas pelas equipes ao longo do ano.
A empresa também confirmou a renovação do patrocínio ao time de futebol feminino Sociedade Esportiva União, reforçando seu compromisso com o fortalecimento do esporte feminino no estado.
As parcerias foram confirmadas pelo diretor-presidente da Arena e preveem investimento direto no futebol potiguar, além da exposição da marca Casa de Apostas Arena das Dunas na parte frontal das camisas oficiais de jogo dos três clubes.
A renovação do apoio ao ABC, ao América e ao União, reforça a atuação da Casa de Apostas Arena das Dunas como incentivadora do esporte potiguar.
A OAB do Paraná avisou: o Banco Central errou ao barrar totalmente o acesso a informações sobre o Banco Master. Pelo parecer, sigilo absoluto viola a Lei de Acesso à Informação (LAI) e não pode ser usado como desculpa para esconder dados básicos sobre o caso do empresário Daniel Vorcaro.
O BC negou fornecer qualquer registro da liquidação do Master e das conversas com o ministro Alexandre de Moraes, alegando sigilo bancário e empresarial. Para a OAB-PR, a regra é clara: sigilo é exceção, não regra. Informações institucionais e procedimentais devem ser liberadas, mesmo que partes sensíveis precisem ser tarjas ou anonimização.
Segundo o parecer, assinado pelo presidente da OAB-PR, Luiz Fernando Casagrande Pereira, e pela advogada Giulia de Rossi Andrade, negar acesso integral “mostra fragilidade jurídica” e fere princípios de proporcionalidade, publicidade e motivação administrativa. Ou seja: o BC tratou tudo como se fosse segredo absoluto, sem explicar o porquê.
Em resumo, a OAB deixa claro: pedir informação é um direito; a LGPD não derruba a LAI; sigilo total é ilegal; e órgãos públicos devem liberar o que for possível, tarjar o que é sensível e justificar qualquer restrição.
A CPMI do INSS quer impedir que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, saia do Brasil. O pedido vai ao STF e pede retenção de passaporte e tornozeleira eletrônica, segundo informações do Metrópoles. A iniciativa é liderada pelo deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS) e assinada pelo relator Alfredo Gaspar (União-AL) e outros congressistas.
O objetivo é claro: barrar a ida de Lulinha a Madri, onde vive desde meados do ano passado, sob o pretexto do retorno às aulas dos filhos. Segundo o pedido, medidas drásticas seriam necessárias para garantir que o filho do presidente Lula não “escape” enquanto as investigações correm.
O alvo da CPMI é o suposto envolvimento de Lulinha com Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS. Depoimentos apontam que Careca pagaria R$ 300 mil de “mesada” ao herdeiro do Planalto para abrir portas a sua empresa de cannabis medicinal. A Polícia Federal já investiga as conexões e viagens conjuntas entre os dois.
No fim do ano passado, a oposição tentou convocar Lulinha na CPMI, mas o governo barrou. Agora, com os depoimentos de Edson Claro à vista, novos requerimentos reforçam a pressão. Para a oposição, é hora de fechar o cerco.
URGENTE! Lulinha quer fugir do país!
Acabamos de protocolar pedido de colocação de tornozeleira eletrônica e a retenção do passaporte do Lulinha ao ministro André Mendonça, do STF, e ao Procurador-Geral da República, Paulo Gonet!
O ex-prefeito de Nova Cruz, Flávio de Beroi, confirmou nesta terça-feira (13) a pré-candidatura a deputado estadual pelo MDB. A decisão foi anunciada ao lado do vice-governador e presidente estadual do partido no Rio Grande do Norte, Walter Alves.
Flávio de Beroi foi prefeito de Nova Cruz por dois mandatos consecutivos e encerrou a gestão com forte aprovação popular. Em 2024, consolidou a liderança política ao eleger o sucessor, Joquinha Nogueira, com quase 67% dos votos válidos, em uma das maiores votações da história recente do município.
Reconhecido como uma das principais lideranças políticas da região Agreste potiguar, Flávio chega para fortalecer a nominata do MDB para as Eleições 2026, ampliando a competitividade do partido na disputa por vagas na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.
O vice-governador Walter Alves destacou que o MDB trabalha na construção de nominatas robustas tanto para a Assembleia Legislativa quanto para a Câmara Federal, reunindo nomes com trajetória política e serviços prestados à população. “A pré-candidatura de Flávio de Beroi contribui diretamente para esse projeto de fortalecimento do partido em todo o estado”, disse.
Lideranças políticas e comunitárias da Zona Norte de Natal se reuniram nesta terça-feira (13) para declarar apoio à pré-candidatura de Eriko Jácome a deputado estadual. Durante a reunião, os participantes destacaram o trabalho desenvolvido por Eriko Jácome no Legislativo municipal, ressaltando sua capacidade de articulação, o diálogo institucional e o compromisso com as demandas da população.
Vereador mais bem votado da Zona Norte, Eriko agradeceu o apoio e a confiança recebidos, destacando o senso de responsabilidade e a construção conjunta com a pré-candidata a deputada federal Nina Souza, além de reconhecer o apoio das lideranças e de todos que acompanham o projeto.
“Esse apoio reforça a confiança no trabalho desenvolvido até aqui e amplia a responsabilidade de seguir atuando com diálogo, seriedade e compromisso com políticas públicas que atendam todo o estado”, afirmou.
Natália Bonavides jogou a toalha: vai disputar apenas a reeleição como deputada federal. Esqueça o papo de Senado, rumores ou “mistério” do PT. A parlamentar confirmou o óbvio: em 2026, o destino dela é permanecer na Câmara, conforme informações da 96 FM.
A especulação de que Natália poderia substituir Fátima Bezerra na disputa pelo Senado surgiu quando alguns aliados governistas cogitaram mudanças no plano da esquerda. A ideia era simples: Fátima ficaria no Governo e Natália assumiria a corrida pelo Senado. Mas o cenário mudou.
Com Walter Alves fora do governo, o PT Nacional confirmou: Fátima será candidata ao Senado, e Natália segue firme em Brasília. Nem por um segundo a deputada pensou em mudar de rumo ou brincar de “substituta eventual”.
O deputado estadual Francisco do PT afirmou que, se o partido quiser, ele pode disputar o governo do RN em uma eleição indireta na Assembleia Legislativa, após a saída da governadora Fátima Bezerra para tentar o Senado em outubro. Mas, mesmo com esse cenário, ele diz que seu foco é a própria reeleição como deputado estadual.
Francisco, porém, já deixa claro que tem lealdade a outro nome do PT: Cadu Xavier. Para ele, se houver eleição indireta, o partido deveria lançar Cadu como candidato a governador, com a chance de disputar depois as eleições majoritárias em outubro.
O vice-governador Walter Alves, sucessor natural de Fátima, já avisou que vai renunciar para disputar uma vaga na Assembleia. Francisco diz que só haverá definição oficial depois dessa decisão e reforça que respeitará a escolha de Walter, mesmo que ela fuja ao alinhamento petista.
O deputado estadual José Dias (PL) descartou qualquer candidatura ao governo do RN nas eleições indiretas previstas para substituir Fátima Bezerra (PT), que deve concorrer ao Senado. O vice dela, Walter Alves (MDB), anunciou que vai renunciar para disputar uma vaga na Câmara Federal, abrindo espaço para sucessão.
Em entrevista à 98 FM Natal nesta terça-feira (13), Dias foi direto: o estado está em “caos” financeiro e administrativo, e ele não se sente preparado para lidar com tamanho desastre. “Nunca me julguei competente para administrar o caos… E o que vão deixar para o RN é das coisas mais lamentáveis que você pode imaginar”, disse.
O parlamentar criticou a gestão atual sem apontar crimes, mas destacou o déficit de R$ 1,54 bilhão previsto para 2026 como prova de incompetência. Para ele, o próximo governador precisa não só de capacidade administrativa, mas também de habilidade política para enfrentar a crise.
O governo Lula disse acompanhar com “preocupação” os protestos no Irã, que já deixaram mais de 2 mil mortos, segundo ONGs de direitos humanos. Apesar disso, não há críticas diretas ao regime, e o governo confirmou que não há brasileiros mortos ou feridos.
Fontes do Planalto reforçam que a decisão sobre o futuro do Irã cabe aos próprios iranianos, evitando qualquer pressão mais incisiva. O alinhamento político e econômico entre Brasil e Irã, ambos membros do Brics, também limita a capacidade de Lula de se posicionar contra Teerã.
Para analistas, a postura reflete diplomacia cautelosa, mas também uma maneira de não romper laços com aliados estratégicos, mesmo diante de uma repressão brutal contra a população.
Enquanto isso, o mundo observa o Irã em chamas, mas o governo brasileiro prefere o silêncio e a neutralidade estratégica, sem desafiar o regime nem se comprometer com a defesa de direitos humanos.
O presidente Lula confirmou a aliados nesta terça-feira (13) que Wellington César Lima e Silva, advogado-geral da Petrobras, será o novo ministro da Justiça e Segurança Pública. Ele substitui Ricardo Lewandowski, que deixou o cargo na última sexta-feira (9) por motivos pessoais, segundo o Metrópoles.
Com a mudança, Lula chega ao terceiro ministro da Justiça em seu atual mandato. Antes de Lewandowski, a pasta passou por Flávio Dino (2023–2024) e agora por Wellington, em uma sequência que evidencia instabilidade no primeiro escalão. No total, o governo já registrou 15 trocas desde janeiro de 2023, e novas alterações ainda são esperadas com a aproximação do calendário eleitoral.
A indicação foi articulada pela ala petista baiana do Planalto, incluindo o líder do governo no Senado, Jaques Wagner, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e o secretário de Comunicação, Sidônio Palmeira. Wellington já havia ocupado a função provisoriamente em 2016, durante o governo Dilma, mas deixou o cargo após 11 dias por decisão do STF que barrou acumulação de funções.
Mais recentemente, entre 2023 e 2024, ele esteve à frente da Secretaria Especial de Assuntos Jurídicos (SAJ) da Casa Civil, órgão que assessora diretamente o presidente e analisa projetos de lei, medidas provisórias e vetos. Com a nomeação, o governo reforça a presença de aliados próximos do núcleo baiano do PT na cúpula do Executivo.
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