Autoridades de Bihta (Índia) estão investigando um caso insólito. Uma mulher denunciou que o marido havia perdido a própria esposa – ela! – em uma aposta. Se ganhasse a disputa, o homem receberia uma garrafa de bebida alcoólica.
“A vítima nos ligou dizendo que um homem ligara e declarara ser o seu novo marido. Ele a ameaçou de graves consequências se ela não o tratasse bem”, explicou Pramila Kumari, diretora de um programa que acolhe denúncias de mulheres.
A mulher perdida na aposta disse que o marido (oficial) costuma agredi-la sempre que está sob efeito de álcool, de acordo com o site “Gulf News”.
A primeira pesquisa divulgada em parceria entre o Instituto Metadata e o Grupo Dial Natal aponta que o pré-candidato ao governo, Cadu Xavier, possui 35,3% derejeição entre os entrevistados, sendo aquele com o maior percentual, considerando os nomes postos pelo levantamento estimulado, ou seja, quando os nomes são apresentados.
Na sequência, surgem os nomes do ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias, com 22,4%, e Allyson Bezerra, com 9,5%. Aqueles que rejeitam todos ou não votariam em nenhum são 13,2%. Já os que não rejeitam nenhum/Poderiam votar em qualquer representam 8,8%. 10,8% não sabem ou não responderam.
A pergunta de rejeição eleitoral complementa a análise de intenção de voto ao permitir a identificação do potencial teto de cada candidatura. Candidatos com elevada rejeição tendem a enfrentar barreiras estruturais para ampliação de sua base de apoio, independentemente de estratégias de campanha.
Foto: Reprodução
A pesquisa Metadata/Grupo Dial está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RN-07708/2026 com 1.000 entrevistados nos dias 27 e 28 de março na cidade de Natal com um nível de confiança estatística de 95% e uma margem de erro máxima estimada de 3,1% pontos percentuais.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a defender nas redes sociais a redução de impostos e mais eficiência na gestão pública. Pré-candidato à Presidência da República, ele afirmou que o brasileiro enfrenta aumento no custo de vida e pressão tributária no dia a dia. Segundo ele, a população sente no bolso a alta de preços em áreas como combustíveis, energia elétrica e alimentação.
“Hoje, o brasileiro sente no bolso a alta dos preços e a pressão dos impostos. A resposta está em menos tributos sobre o que pesa no cotidiano e mais eficiência no uso do dinheiro público”, afirmou, em publicação nas redes.
Desde que anunciou a pré-candidatura, Flávio Bolsonaro tem intensificado sinais ao mercado e discutido propostas econômicas, enquanto avalia o momento para apresentar um plano de governo mais detalhado.
Um casal enviou ao BLOGDOBG imagens nesta quinta-feira (2) que mostram o desmantelo que virou o atendimento da Unimed Natal. A abertura do Centro Pediátrico, em Lagoa Nova, tem sido marcada por relatos de superlotação e preocupação entre pacientes. Crianças com suspeita de virose sendo atendidas no mesmo ambiente que bebês recém-nascidos, ainda sem vacinação, aumentando o risco de contaminação.
A usuária do plano registrou em vídeo a situação e fez diversas críticas. Segundo o relato, o espaço é pequeno para a demanda, o que levou muitos responsáveis a aguardarem atendimento do lado de fora, como forma de reduzir a exposição.
A CPMI do INSS identificou uma das maiores redes de lavagem de dinheiro do país ao investigar o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”.
Segundo o relatório final, a estrutura era formada por ao menos 41 empresas de fachada e movimentou cerca de R$ 39 bilhões. O documento, apresentado pelo relator Alfredo Gaspar (PL-AL), não chegou a ser votado antes do fim da comissão.
O esquema começava com entidades que realizavam descontos ilegais em aposentadorias. Apenas três delas — Abapen, Abrasprev e CBPA — repassaram juntas milhões ao operador. No total, Antunes recebeu R$ 353,8 milhões, sendo ao menos R$ 150 milhões lavados por meio da rede.
Os recursos eram distribuídos por empresas como Arpar Administração, Dinar, HBR Capital e Spyder, que sozinha movimentou R$ 371 milhões. Parte do dinheiro era enviada ao exterior ou convertida em criptomoedas.
As empresas envolvidas tinham características típicas de fachada: não possuíam funcionários, funcionavam em endereços residenciais e estavam registradas em nome de “laranjas”.
De acordo com o relatório, a rede também era utilizada por outros grupos criminosos, incluindo o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Hezbollah. Fintechs e operadores financeiros seriam compartilhados entre esses esquemas.
O volume movimentado — muito superior aos R$ 6,3 bilhões estimados da chamada “farra do INSS” — indica que a estrutura era usada para múltiplas atividades ilegais, como pagamento de propina e lavagem de recursos de diferentes origens.
A CPMI recomenda o aprofundamento das investigações devido à complexidade e ao alcance internacional do esquema.
O Congresso Nacional aprovou apenas 23% das medidas provisórias (MPs) editadas no terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a menor taxa desde 2001, quando uma emenda constitucional limitou o uso desse instrumento.
Levantamento do Ranking dos Políticos aponta que, das 192 MPs editadas, apenas 38 viraram lei. Outras 26 ainda estão em análise. Entre as 166 já concluídas, 128 (77%) perderam a validade sem votação — o que ocorre quando o prazo de até 120 dias expira.
Esse mecanismo, chamado de “veto silencioso”, permite ao Congresso barrar propostas sem precisar rejeitá-las formalmente, evitando desgaste político.
A queda na aprovação de MPs vem ocorrendo ao longo dos anos. No primeiro governo Lula, a taxa foi de 90,4%. Desde então, os índices vêm diminuindo: Dilma Rousseff registrou cerca de 74%, Michel Temer 75% e Jair Bolsonaro 68,3%.
Antes de 2001, o cenário era diferente. No governo Fernando Collor, por exemplo, todas as MPs do Plano Collor foram aprovadas sem alterações, refletindo maior poder do Executivo na época.
Segundo o estudo, dois fatores explicam a mudança: o fortalecimento do Congresso, com maior controle sobre o orçamento por meio de emendas parlamentares, e a polarização política, que dificulta acordos entre governo e Legislativo.
Além disso, os governos passaram a usar mais outros instrumentos, como projetos de lei e propostas de emenda constitucional, reduzindo a dependência das MPs.
Na prática, o levantamento indica uma mudança no equilíbrio de poder: as medidas provisórias deixaram de ser uma ferramenta unilateral do Executivo e passaram a depender mais de negociação prévia com o Congresso.
Um congresso da extrema direita nunca vai pensar no povo assalariado deste país. Estamos em um ano de eleições. Temos um país democrático. O voto é livre.
O TCU (Tribunal de Contas da União) decidiu arquivar por unanimidade, todos os processos relacionados a gastos e viagens da primeira-dama Janja da Silva.
Os ministros do TCU entenderam que não houve irregularidades nos gastos da primeira-dama. Segundo o relator do processo, ministro Bruno Dantas, embora Janja não tenha um cargo público específico, a função de primeira-dama tem natureza jurídica de interesse público e representativo. A decisão do TCU aconteceu na quarta-feira (1º).
No julgamento, o colegiado levou em conta que Lula (PT) formalizou apoio à primeira-dama. Segundo os ministros, o Gabinete Pessoal da Presidência ficou responsável, por decisão de decreto, pela função de auxiliar Janja em atividades de interesse público, sem indícios de desvio de finalidade.
Viagens internacionais foram legais, decide TCU. Ainda na análise dos processos, os ministros também apontaram que viagens internacionais seguiram normas legais, com autorizações específicas e participação em agendas oficiais.
O plenário do TCU considerou que os compromissos cumpridos estavam alinhados às pautas institucionais. Conforme o julgamento, a corte considerou ainda que o Ministério Público Federal e o Judiciário já tinham analisado os mesmos fatos e não identificaram ilegalidades ou prejuízo à União.
Representação chegou à Corte de Contas por meio de representação de parlamentares. Os processos analisados pelos ministros foram protocolados pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE) e pelos deputados federais Adriana Ventura (Novo-SP), André Fernandes (PL-CE), Kim Kataguiri (União-SP), Gilson Marques (Novo-SC), Gustavo Gayer (PL-GO) e Marcel van Hattem (Novo-RS), além de outros deputados estaduais e vereadores.
Pesquisa Atlas/Arko, divulgada nesta quarta-feira (2), coloca o presidente Lula (PT) como o pré-candidato mais rejeitado nos cenários desenhados pelo instituto.
O petista tem 50,6% de rejeição, mais do que o dobro do segundo colocado, o senador Flávio Bolsonaro (PL), que tem 24%.
Quando o eleitor é perguntado sobre o motivo de não votar em Lula “de jeito nenhum”, o item “envolvido/conivente com corrupção” aparece como mais citado, com 85,9%.
Veja os números:
Cenário 1 – Líder político mais rejeitado
Lula (PT) – 50,6%
Flávio Bolsonaro (PL) – 24%
Jair Bolsonaro (PL) – 16,3%
Nikolas Ferreira (PL) – 5,9%
Michelle Bolsonaro (PL) – 1,2%
Fernando Haddad (PT) – 0,9%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 0,8%
Geraldo Alckmin (PSB) – 0,1%
Renan Santos (Missão) – 0,1%
Eduardo Leite (PSD) – 0%
Ratinho Jr. (PSD) – 0%
Ronaldo Caiado (PSD) – 0%
Romeu Zema (Novo) – 0%
Cenário 2 – Rejeição a Lula
Pergunta feita pela pesquisa: “Por qual motivo você não votaria de jeito nenhum em Lula?”
Envolvido/Conivente com corrupção – 85,9%
Quer a população dependente do Estado – 45,7%
Representa um projeto de poder autoritário – 33,2%
Não foi um bom presidente – 29,9%
Não prioriza os verdadeiros problemas do país – 21%
Estimula a divisão do país – 16,1%
Ameaça aos valores cristãos – 15,1%
Oportunista/Age por conveniência – 13,4%
Não se preocupa com o povo – 9,2%
Idade avançada – 5,7%
Já teve sua oportunidade – 5,1%
Fraco – 1,2%
Outro motivo – 0,2%
A Atlas/Arko realizou o levantamento entre 16 e 23 de março, com 4.224 pessoas, pela internet. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-06058/2026.
A manhã de hoje (2) foi marcada pela retomada de uma importante política social que não acontecia há mais de 9 anos no município. A prefeita Nilda realizou uma grande distribuição de peixe em Parnamirim, levando 2 kg do alimento para cerca de 2 mil famílias acompanhadas pelos CRAS. Trata-se de uma das maiores ações já realizadas no município, alcançando todos os bairros atendidos pela assistência social. Nilda acompanhou as entregas, que começaram às 8h, nos 9 CRAS da cidade.
A entrega contou com várias equipes distribuídas por setor para garantir agilidade e transparência no processo. Tudo foi planejado para atender com eficiência e acolhimento a quem mais precisa.
Para a prefeita, a ação vai além da entrega do alimento: “Nosso compromisso é cuidar das pessoas, principalmente de quem mais precisa. Essa ação garante não só o alimento na mesa durante a Semana Santa, mas também leva dignidade e respeito às famílias que são acompanhadas pela assistência social. Estamos trabalhando com sensibilidade e responsabilidade”, destacou Nilda.
Voos realizados pelo ministro Alexandre de Moraes e sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, em aeronaves ligadas ao empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, custaram até R$ 290 mil por viagem, segundo levantamento do Estadão.
Foram ao menos oito viagens entre maio e outubro de 2025, no trecho Brasília–São Paulo, que somam mais de R$ 1 milhão com base em valores médios de mercado. De acordo com o escritório de Viviane Barci, os voos foram pagos por meio de compensação de honorários advocatícios, dentro de contrato mantido com o banco.
A maioria das viagens foi realizada em jatos da Prime Aviation, empresa ligada a Vorcaro. Um dos voos ocorreu em aeronave de empresa associada a Fabiano Zettel, cunhado do empresário.
Os custos variam conforme o modelo da aeronave, indo de cerca de R$ 77 mil a R$ 290 mil por trajeto. Em um dos casos, foi utilizado um avião sem autorização para táxi aéreo, segundo dados da Anac.
As viagens são citadas em meio a investigações sobre a relação entre Moraes e Vorcaro, preso na Operação Compliance Zero por suspeitas de fraudes financeiras.
Nem o ministro, nem sua esposa, nem a defesa de Vorcaro comentaram o caso.
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, viajou em julho de 2025 em um jato executivo operado por empresa ligada ao empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A informação é do jornal Folha de S.Paulo.
Dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) indicam que Toffoli esteve no terminal executivo do Aeroporto de Brasília no mesmo horário em que uma aeronave da empresa decolou com destino a Marília (SP), sua cidade natal.
Segundo a reportagem, o ministro também teve outros registros de uso do terminal ao longo de 2025, com voos associados, em parte, a aeronaves ligadas a empresários.
No mesmo dia da viagem, seguranças foram deslocados para um resort no Paraná frequentado por Toffoli, a pedido do STF.
O ministro já teve ligação societária com empresa que integrava o grupo responsável pelo empreendimento, mas deixou o negócio em fevereiro de 2025. O gabinete afirma que as operações foram regulares e declaradas. Procurados pela reportagem da Folha de S. Paulo, o STF e a defesa de Vorcaro não se manifestaram
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