
Tentando se firmar como uma opção partidária reformista na economia e progressista nos costumes, o Cidadania mudou de nome, atualizou seu estatuto e agora busca rostos novos que representem essa renovação. As conversas com Luciano Huck são o maior exemplo disso. Mas o global não é o único famoso que está na mira da legenda. O Cidadania também está tentando filiar a jornalista Rachel Sheherazade. O convite já foi feito e está sendo avaliado pela apresentadora do SBT, que ficou conhecida por conta das opiniões fortes e controversas.
As conversas com Raquel Sheherazade estão sendo conduzidas pelo dirigente nacional da diversidade do Cidadania, Eliseu Neto. Ele explica que conheceu a apresentadora durante a campanha pela criminalização da homofobia, quando Rachel decidiu contribuir com a proposta encampada pelo partido nas redes sociais. “Acabamos ficando amigos. Agora, fui visitá-la no SBT. Fui como amigo, mas acabamos conversando sobre política. Falei que ela devia entrar na política, que devia ser candidata. O convite está feito”, conta Eliseu Neto, que passou alguns dias dessa semana com Raquel Sheherazade em São Paulo.
Eliseu diz que, no primeiro momento, Sheherazade fez ponderações a uma possível filiação, dizendo que tem um compromisso com o jornalismo. “Assim como na política, pela televisão ela também consegue afetar a vida de muitas pessoas”, explicou o dirigente do Cidadania. Ele admite, contudo, que, depois de algumas conversas, esse discurso mudou um pouco.
A possibilidade de trazer a apresentadora do SBT para os quadros do Cidadania tem animado os integrantes da legenda, que é presidida por Roberto Freire. “Ela é a cara do partido. Liberal na economia e progressista nos costumes”, explicou Eliseu, dizendo que Rachel poderia reforçar a bancada do Cidadania no Congresso Nacional. “Ela tem um público alto para um cargo de relevância. Tem posições firmes. Não é só ser celebridade. É preciso ter clareza,
Congresso em Foco
Sabia que ia dar nisso