O presidente da Câmara Municipal de Natal (CMN), vereador Albert Dickson (PP) assinou o contrato com a Caixa Econômica Federal(CEF), nesta quinta-feira (16), para implantação da conta única do legislativo no banco.
Com a celebração do contrato, a CEF fará o repasse de cerca de R$ 1 milhão, a ser destinado exclusivamente para iniciar a construção da nova sede do legislativo. A validade da conta única da Câmara na Caixa Econômica é imediata e será válida por cinco anos.
“O contrato beneficia os servidores, beneficia a instituição bancária e beneficia a sociedade com a construção da nova sede. Este é um momento histórico, pois o recurso é um passo importante para o início da construção da nova casa do povo”, ressaltou o presidente.
“A Câmara é o braço da sociedade. Estamos trazendo benefícios para os servidores, com taxas de juros menores, condições diferenciadas de serviços e um contrato mais amplo com a CMN”, explicou o Superintendente Regional da Caixa Econômica Federal, Roberto Sérgio Ribeiro Linhares.
Participaram ainda da reunião o gerente geral da agência Midway Mall, Márcio Marcelo, o gerente geral da área de governo da CEF, Carlos Antônio de Araújo, Francisca Dionalva, Diretora Geral da CMN e Paulo Henrique Couto, procurador da Câmara Municipal.
Em uma gravação que escandalizou até mesmo investigadores experientes da Polícia Civil goiana, a advogada Tatiane Meireles e o sargento da Polícia Militar de Goiás (PMGO) Hebert Póvoa aparecem realizando uma espécie de “oração da extorsão” sobre maços de dinheiro arrecadados pela quadrilha.
As imagens, gravadas em Luziânia (GO), no Entorno do DF, e obtidas pela polícia durante a operação de sexta-feira (28/11) mostram os dois agradecendo e pedindo que o dinheiro fruto das cobranças violentas fosse “multiplicado”.
No vídeo, Tatiane conduz a reza enquanto o sargento acompanha em silêncio com as mãos sobre o montante. A advogada diz:
“O Senhor nos faz grande e que todos tenham gratidão, e que o dinheiro retorne para nós. Um dinheiro abençoado… e que estamos abençoando essas pessoas. Pedimos a Deus que multiplique esse dinheiro. Pedimos ao Pai amado que nós possamos multiplicar esse dinheiro.”
Frieza e confiança
As imagens, segundo investigadores, simbolizam o nível de organização, frieza e confiança que o grupo tinha em sua atuação criminosa. O dinheiro exibido foi arrecadado mediante humilhação, agressões físicas e ameaças armadas a pessoas endividadas.
A Polícia Civil de Luziânia prendeu seis integrantes da organização criminosa acusada de praticar agiotagem, extorsão, tortura mediante sequestro e lavagem de dinheiro. Entre os detidos estão:
o sargento Hebert Póvoa, ex-candidato a vereador pelo PL;
a advogada Tatiane Meireles, sua esposa;
dois outros policiais militares;
dois civis.
A denúncia que desencadeou a investigação partiu da própria Polícia Militar de Goiás, após constatar indícios de envolvimento de seus integrantes em crimes graves.
Violência brutal
Além da chamada “oração do dinheiro”, a polícia recolheu vídeos que registram a violência cometida durante as cobranças. Em uma das gravações, Póvoa agride uma mulher que havia pegado empréstimo com o grupo:
O sargento aparece armado dentro da casa da vítima, que permanece sentada na cama, acuada.
Ele desfere tapas no rosto da mulher e a insulta chamando-a de “vagabunda” e “piranha”.
Em tom ameaçador, afirma que ela estava “mexendo com vagabundo”.
A vítima chora e afirma que não recebeu o dinheiro cobrado.
Ao ser ameaçada de ter o celular tomado, ela implora para ficar com o aparelho, dizendo que precisava dele para trabalhar.
Em desespero, oferece que o policial olhe o armário para comprovar que não tinha comprado sequer o básico para a própria filha.
Mais agressão
Outros vídeos da quadrilha mostram homens ajoelhados, chorando e sendo espancados com tacos de baseball, cassetetes e chutes. Em um deles, um agressor afirma: “Aqui no Goiás você vai aprender como funciona.”
Tatiane Meireles não se limitava a fornecer apoio jurídico. Em outra gravação, ela aparece golpeando um homem com um cassetete durante uma cobrança, gritando: “Levanta! Levanta o braço, porra!”
Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam:
armas de fogo;
objetos usados em agressões;
cerca de R$ 10 mil em espécie, parte visivelmente relacionada à “oração do dinheiro”.
A Polícia Civil afirma que o grupo operava como uma organização criminosa estruturada.
A ex-primeira-dama e presidente do PL Mulher, Michelle Bolsonaro, foi saudada como “presidenciável” durante o lançamento da pré-candidatura do senador Eduardo Girão (Novo) ao governo do Ceará, na manhã de hoje.
O episódio ocorreu quando Deltan Dallagnol (Novo), ao iniciar seu discurso, cumprimentou “os presidenciáveis presentes”, apontando para Michelle e para o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Surpresa, Michelle reagiu fora do microfone: “Eu, presidenciável?”. Deltan respondeu: “Pra gente é”.
Mesmo com Zema no palco — ele próprio articulando disputar a Presidência em 2026 — Michelle acabou atraindo maior atenção do público e dos organizadores. Também participaram do evento Damares Alves (Republicanos-DF) e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ).
O encontro reuniu siglas de direita para discutir uma “frente ampla” contra o grupo político que governa o Ceará há quase uma década, com gestões sucessivas de Camilo Santana (PT), Izolda Cela (PDT) e, atualmente, Elmano de Freitas (PT).
O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), divulgou neste domingo (30) uma nota dura em que critica setores do Executivo por, segundo ele, tentar criar a “falsa impressão” de que divergências entre os Poderes são resolvidas por meio de “interesses fisiológicos, cargos e emendas”.
A manifestação ocorre em meio ao impasse envolvendo a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Apesar de a nomeação já ter sido publicada no Diário Oficial da União, a mensagem com a indicação ainda não foi enviada ao Senado, o que, segundo Alcolumbre, representa interferência indevida no calendário da Casa.
Alcolumbre disse que considera “ofensivas” as tentativas de setores do governo de desmoralizar o Legislativo, chamando o movimento de “método antigo” para desqualificar quem diverge. Ele afirmou que nenhum Poder está acima do outro e que se é prerrogativa do presidente indicar um nome ao STF, o Senado também exercerá a sua prerrogativa constitucional de aprovar ou rejeitar o indicado ao STF sem aceitar pressões externas.
O presidente do Senado destacou que o cronograma da sabatina segue o padrão das nomeações anteriores e permitiria concluir o processo ainda em 2025 — algo que, segundo ele, evita “protelações tão criticadas no passado”.
Alcolumbre encerrou afirmando que espera “lisura” no processo e garantiu que nada fora do rito institucional influenciará a decisão dos senadores sobre o nome de Messias.
A morte do homem atacado pela leoa no Parque da Bica, em João Pessoa, demonstra a completa falha na segurança e não pode ser tratada como acidente imprevisível.
As imagens que o BLOG DO BG PB recebeu são claras: Ele não “caiu” na jaula, ele entrou pelo teto, que na verdade é uma cerca facilmente escalável, e ainda desceu por uma árvore dentro do recinto. Isso tudo sem que nenhum funcionário note, questione, alerte ou acione qualquer protocolo, um retrato da completa vulnerabilidade de um espaço que deveria ser seguro tanto para pessoas quanto para os próprios animais.
A menos culpada nessa história é a leoa, por causa do seu instinto, algo inveitável. Agora, onde estava a Guarda Municipal? Há monitoramento? Há rondas? Se existirem, falharam de forma absoluta.
O que a população espera é uma investigação rigorosa e, o mais importante, uma ação imediata para reforçar a segurança do local.
O jovem que morreu na jaula de uma leoa, na manhã deste domingo (30) foi identificado como ‘Vaqueirinho’ de Mangabeira. A fama dele de contraventor era conhecida desde adolescência, tendo sido apreendido diversas vezes. De acordo com a Polícia Civil, o jovem chegou a ser preso por mais de 10 vezes, sendo solto na última sexta-feira (28).
Na semana passada, a Polícia Militar, recebeu chamados para uma agência de um banco em Mangabeira, onde o suspeito tentou danificar dois caixas eletrônicos. Ele foi detido e levado para a Central de Polícia, no Geisel, e logo depois solto após assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).
Uma mulher de 31 anos foi atropelada e arrastada por mais de 1 km pelo ex-companheiro na Zona Norte de São Paulo, na manhã de sábado (29). A vítima, Taynara Souza Santos, mãe de dois filhos, passou por cirurgias e teve as duas pernas amputadas. Ela segue internada em estado gravíssimo no Hospital Municipal Vereador José Storopolli.
O autor do crime, Douglas Alves da Silva, 26 anos, está foragido. Segundo a Polícia Civil, ele teria atropelado Taynara intencionalmente, após uma discussão motivada por ciúmes em um bar no Parque Novo Mundo. Testemunhas disseram que o agressor acelerou um Volkswagen Golf preto contra a vítima e ainda puxou o freio de mão para aumentar o atrito enquanto a arrastava até a Marginal Tietê.
Imagens entregues à polícia mostram Taynara presa sob o carro enquanto era arrastada por mais de 1 km. Pessoas que estavam no local tentaram impedir a fuga, mas o motorista escapou em alta velocidade. A polícia trabalha com a hipótese de que Douglas tenha fugido para o Ceará.
O caso é investigado como tentativa de feminicídio com extrema crueldade. A SSP afirma que diligências seguem em andamento para localizar o suspeito.
Quase 50% dos pacientes diagnosticados com câncer de próstata no SUS em 2024 demoraram mais de 60 dias para iniciar um tratamento adequado. Os dados são de levantamento exclusivo feito pelo R7 Planalto, através do sistema de dados abertos do Ministério da Saúde e confirmados pela pasta.
Ao todo, no ano passado foram 42 mil homens diagnosticados com neoplasia maligna da próstata, o câncer de próstata. Desses, 24% iniciaram tratamento antes de 60 dias, 27% não tiveram detalhamento do tempo de espera, e 49% demoraram mais de dois meses para iniciar o combate à doença.
Desses 49%, há aqueles que esperaram quase um ano para ter acesso a uma intervenção médica.
Vale lembrar que desde 2012 está em vigor a Lei nº 12.732, que obriga o SUS a iniciar o tratamento de pacientes com câncer — seja cirurgia, radioterapia ou quimioterapia — em no máximo 60 dias após o diagnóstico confirmado por laudo patológico. O objetivo é evitar que esses pacientes fiquem em longas esperas que podem agravar o quadro de saúde.
Ao longo de mais de um mês a reportagem do R7 Planalto enviou demandas via Lei de Acesso à Informação e via imprensa para o Ministério da Saúde para levantar os dados explorados nesta série de reportagens Saúde do Homem. Após sucessivas tentativas, a reportagem extraiu as informações pelo sistema Tabnet e questionou a pasta sobre o tempo de espera.
Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que tem expandido a capacidade de diagnóstico e tratamento da doença. “Nos últimos dois anos (2023-2024), foram realizados mais de 547 mil diagnósticos de câncer – um crescimento de 20% em relação ao período anterior. Desde 2023, já foram adquiridos 53 aceleradores lineares no âmbito do Programa Radioterapia, desde 2023”, disse.
Um homem morreu neste domingo (30) depois de ser atacado por uma leoa ao entrar em uma jaula no Parque Arruda Câmara, conhecido como Bica, em João Pessoa.
No momento em que o homem entrou na jaula, o parque estava aberto e recebia visitantes. Vídeos feitos por visitantes mostram o homem subindo por uma estrutura lateral da jaula. Depois, ele usa uma árvore como apoio para entrar no espaço. Logo em seguida, é atacado pela leoa.
O zoológico foi fechado após o ataque e as visitas estão suspensas. Ainda não há previsão para reabertura. A prefeitura disse que já começou a apurar as circunstâncias do caso, manifestou solidariedade à família da vítima e afirmou que o espaço segue normas técnicas e de segurança.
Veja a íntegra da nota da prefeitura de João Pessoa sobre o ocorrido:
A Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Meio Ambiente (Semam), informa que, na manhã deste domingo (30), um homem ainda não identificado invadiu deliberadamente o recinto da leoa no Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica). De maneira rápida e surpreendente, ele escalou uma parede de mais de 6 metros, as grades de segurança, acessou uma das árvores e invadiu o recinto. Segundo a perícia da Polícia Civil, o homem agiu em possível ato de suicídio. Embora as equipes de segurança tenham tentado impedir a ação, o homem agiu de forma rápida no acesso ao recinto e veio a óbito em decorrência dos ferimentos provocados pelo animal.
Assim que a ocorrência foi constatada, o parque foi imediatamente fechado para os procedimentos de segurança e remoção do corpo. A Semam já iniciou a apuração das circunstâncias do fato e está colaborando com as autoridades competentes.
A Prefeitura se solidariza com a fam)ília da vítima e esclarece que, apesar de toda segurança existente, que atende às normas técnicas, o homem insistiu na invasão, culminando nesse episódio lamentável.
Domingo é dia de rodízio de pizza no Cicchetti Natal (@cicchettinatal). Das 18h às 22h, o charmoso restaurante serve as mais saborosas pizzas da cidade, cuidadosamente preparadas com ingredientes premium e com aquele toque especial que transforma cada fatia em um momento de puro prazer, por R$69,00 por pessoa.
Entre as opções do rodízio, você pode saborear a Pizza Frita, envolta em presunto de Parma; a Pollo Parmegiana, com frango defumado e mozzarella Fior di Latte; a Pepperoni, acompanhada de salame importado; além da clássica Marguerita. Conheça também a Pugliesi, com presunto de Parma; a Borda Alta, recheada com mortadella e pesto; a Cogumelos, preparada com molho trufado; e a Mediterrânea, que combina azeitonas e cebola roxa.
Serviço:
Rodízio de Pizza Cicchetti Natal
Aos domingos, das 18h às 22h
Shopping Midway Mall – 3º Piso
Telefone: (84) 98619-0365
Instagram: @cicchettinatal
O deputado estadual Renato Freitas (PT-PR) voltou a gerar polêmica ao declarar, em entrevista à revista Breeza, que é “maconheiro” e que a criminalização da cannabis no Brasil é “racista”. Ele defendeu que políticos parem de tratar o tema com receio e disse que já tentou plantar a planta em casa, sem sucesso.
“Eu não fumo cannabis, eu fumo maconha. Não sou canabizeiro, sou maconheiro”, declarou em entrevista à revista on-line Breeza, concedida durante a ExpoCannabis, evento realizado de 14 a 16 de novembro em São Paulo. “A planta é maravilhosa e a criminalização dessa planta na história de nosso país se demonstrou de caráter absolutamente racista”, disse.
Freitas afirmou ainda que pretende criar uma associação para cultivo de cannabis medicinal voltada a pacientes vulneráveis, com protagonismo de egressos do sistema prisional. Segundo ele, a ideia também tem caráter político: “Vamos poder fumar nossa maconha na cara da classe média, branca, hipócrita, de Curitiba.”
O deputado também defendeu maior participação de pessoas negras na cadeia produtiva da cannabis, argumentando que, sem isso, o dinheiro do setor continuará enriquecendo “outros bolsos”.
Polêmica recente
Freitas esteve no centro de outra controvérsia em novembro, quando um vídeo circulou mostrando uma briga entre ele e o manobrista Wesley de Souza Silva. O deputado afirmou ter sido vítima de racismo e disse ter fraturado o nariz. Outro vídeo, divulgado no dia seguinte, mostra o carro do manobrista passando perto de Freitas e uma mulher, seguido por discussão e agressões envolvendo o deputado e seu assessor.
Conflitos passados
— 2021: Foi preso pela Guarda Municipal de Curitiba durante um ato político, acusado de agressão e resistência. — 2023: Teve um atrito com agentes da PF no embarque para um voo; acusou os policiais de racismo. — Outros episódios: Há registros de confrontos com autoridades em diferentes ocasiões, sempre com versões divergentes entre o deputado e os agentes envolvidos.
Mandato cassado e restabelecido pelo STF
Em 2022, Renato Freitas teve o mandato de vereador cassado após entrar em uma igreja com manifestantes durante um protesto contra o racismo. Em setembro do mesmo ano, o STF restabeleceu o mandato, afirmando que manifestações pacíficas em defesa da população negra não justificam cassação.
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