Diversos

Com mutirão e audiência de custódia, CNJ quer reduzir número de presos em 40%

O ministro Antonio Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).  Foto: Dida Sampaio / Estadão

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Dias Toffoli, quer implementar uma série de ações para diminuir a população prisional em até 40% na sua gestão, que se encerra em setembro de 2020. Ao priorizar a questão carcerária, ele pretende fazer o cadastro biométrico de todos os detentos do País, retomar mutirões carcerários e fortalecer as audiências de custódia. Essa última medida entrou na mira do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) há dois anos, quando apresentou projeto para derrubá-la na Câmara.

“Nossa meta está baseada na decisão do STF que declarou o estado de coisas inconstitucional (quadro insuportável e permanente de violação de direitos fundamentais a exigir intervenção do Poder Judiciário). Dando continuidade e aprimorando políticas de gestões anteriores, no sentido de cumprir essa decisão, vamos reforçar as audiências de custódia e os mutirões carcerários, além de intensificar o processo eletrônico de execução penal. Tudo isso aplicado de modo sistematizado, coordenado pelo CNJ, nos permite ambicionar o alcance da meta estipulada”, disse Toffoli ao Estado.

Segundo dados do Banco Nacional do Monitoramento de Prisões do CNJ, em agosto de 2018 havia 602.217 pessoas no cadastro nacional de presos – os números de São Paulo e do Rio Grande do Sul ainda não foram totalmente contabilizados. O mais recente levantamento do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), do Ministério da Justiça, estimava, em junho de 2016, que havia 726,7 mil detentos no Brasil.

Ao assumir o comando do STF em setembro, o ministro Dias Toffoli acumulou a presidência do CNJ, órgão voltado para o aperfeiçoamento do Judiciário. Ele quer retomar os mutirões carcerários e combater a superpopulação nos presídios – uma das propostas é estimular juízes a adotarem soluções alternativas, como o uso de tornozeleira eletrônica. As metas de Toffoli foram traçadas assim que assumiu o comando do CNJ, em 13 de setembro, antes de Jair Bolsonaro (PSL) ser eleito presidente da República.

Durante a campanha, Bolsonaro disse que “essa história de presídio cheio” é problema “de quem cometeu o crime”. O programa de governo do próximo presidente defende a redução da maioridade penal de 18 anos para 16 (depois ele falou em 17) e o fim da progressão de penas e das saídas temporárias – duas propostas que encontram forte resistência no STF.

Conselheiros do CNJ ouvidos pelo Estado acreditam que as “bravatas” de Bolsonaro ficaram para trás e elogiam o tom mais moderado do discurso do presidente eleito. Toffoli e Bolsonaro se reuniram na última quarta-feira na sede do STF, em encontro que serviu para “distensionar o ambiente”, de acordo com integrantes da Corte.

Controvérsia. Um dos pilares do plano de Toffoli para reduzir o total de detentos, as audiências de custódia são contestadas pelo deputado federal reeleito Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente eleito, que apresentou em 2016 proposta na Câmara para anular resolução do CNJ que instituiu a medida. Essas audiências garantem a apresentação do preso a um juiz no prazo de 24 horas, nas prisões em flagrante. Nelas, o magistrado confere eventuais ocorrências de maus tratos e avalia se a prisão deve ou não ser mantida – Ministério Público e Defensoria Pública também são ouvidos.

“Mutirões carcerários e audiências de custódia já demonstraram que têm potencial, não para provocar descalabro na sociedade, mas simplesmente para melhor selecionar aqueles que devem permanecer afastados do convívio social”, afirmou o juiz auxiliar Luís Geraldo Sant’Ana Lanfredi, coordenador do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Medidas Socioeducativas do CNJ.

Ao encaminhar a proposta à Câmara, Eduardo Bolsonaro alegou que as audiências estabelecem uma “inversão de valores e papéis”, em que agentes responsáveis pelas prisões passam a ser investigados, enquanto bandidos “foram travestidos de vítimas em potencial”. Lanfredi ressalta que as audiências de custódia não servem para colocar em liberdade estupradores ou assassinos, mas pessoas que eventualmente cometeram infrações de menor potencial ofensivo. Para o coordenador do CNJ, as audiências de custódia e os mutirões carcerários ajudam a evitar situações de injustiça.

Em 2017, disputas de facções em presídios levaram a massacres com mais de 120 mortos em Amazonas, Roraima e Rio Grande do Norte. Na semana passada, a Procuradoria-Geral da República pediu intervenção federal no sistema prisional de Roraima, por riscos de colapso.

Especialistas dizem que meta é ‘otimista’

Especialistas em segurança pública afirmam que a meta do ministro Dias Toffoli de reduzir o número de presos no Brasil é “muito otimista” e dificilmente será cumprida até 2020. Para eles, a eficiência dependerá do aprimoramento dos mutirões carcerários, além de investimentos como a compra de tornozeleiras eletrônicas, pouco provável diante da crise econômica.

Ex-diretora de políticas penitenciárias do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), Valdirene Daufemback lembra que mutirões foram feitos em gestões anteriores, mas só resultaram em solução pontuais. O grosso das decisões acabou emperrado na burocracia do Judiciário. “Se houver uma renovação, com mais participação direta dos juízes e processos informatizados, então há chance de ser eficiente”, diz Valdirene.

A ex-diretora também cita pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), de 2016, que aponta que 40% dos presos provisórios no País poderiam estar cumprindo medidas cautelares – ou seja, não precisariam estar em sistema fechado. “A meta é otimista, mas é possível se houver um esforço conjunto em relação a esses preso provisórios.”

Penas alternativas. Rafael Alcadipani, professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (Eaesp), da Fundação Getulio Vargas (FGV), acredita que a meta é “audaciosa e dificilmente será cumprida”.

Para ele, é preciso investir em penas alternativas. “Hoje, a possibilidade de execução de medidas cautelares é baixíssima no Brasil: falta até tornozeleira eletrônica. Cada preso deve cumprir uma pena adequada ao crime ou estaremos promovendo um perdão judicial”, diz. De acordo com o especialista da FGV, outra dificuldade seria política: “Na eleição, a população votou no inverso do desencarceramento”.

Já Aiala Colares, pesquisador da Universidade do Estado do Pará, que estuda facções criminosas, diz que é preciso corrigir o problema em etapas anteriores. “O Brasil prende muito mal, principalmente pessoas que cometeram delitos sem potencial ofensivo”, afirma. “Mas não se deve conceder liberdade para os que acabaram tendo contato com o crime organizado quando já estavam em presídio. Se não houver cuidado, podem passar a comandar do lado fora. Pode ser um tiro no pé.”

Estadão

 

Opinião dos leitores

  1. Nossa imprensa corrupta só dar ênfase a essas baboseiras, eu pergunto, soltou os vagabundos o índice de presos baixou, e a violência aumentou quantos milnpor cento?

  2. O negócio já tá bom, soltar milhares de bandidos imagine o caos, o restinho da sujeira do PT ainda fede.

  3. já tem pouco bandido na rua… pense num legado essa composição do STF… Pior da história!
    – Ministros advogando para bandido por meios de laranjas
    – Auxilio moradia por liminar
    – Aumento para eles em plena crise financeira
    – Legislando para o aborto
    – e agora meta para liberar bandido!!

  4. não tem que soltar ninguém. Tem que respeitar as propostas do presidente eleito e manter preso. Essa 'justiça' do Brasil é uma piada mesmo!

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Política

MDB do RN declara apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro

Foto: Reprodução Redes Sociais

O MDB do Rio Grande do Norte, presidido pelo vice-governador Walter Alves, integra o grupo de 17 diretórios estaduais que declararam apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial.

O anúncio foi feito pelo vice-governador em publicação nas redes sociais. “Hoje, em São Paulo, após reunião com o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, decidimos acompanhar a decisão da maioria dos diretórios do MDB e apoiar o nome de Flávio Bolsonaro para a Presidência da República”, escreveu Walter Alves.

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Geral

“AGORA É GUERRA”: Ato pró-Lula pede fim da “esquerda paz e amor” e tem discursos radicais em SP

Foto: Adriana Ferraz/UOL

Um ato de campanha pela reeleição de Lula (PT), realizado nesta terça-feira (13), no Largo da Batata, em São Paulo, foi marcado por discursos mais agressivos e pedidos para acabar com a chamada “esquerda paz e amor”.

Eleito deputado estadual pelo PT, Leonardo Grandini afirmou que o momento é de “guerra” e falou em resistência após puxar, com o público, um coro com palavrão contra a família Bolsonaro. A também eleita Duda Hidalgo (PT) seguiu na mesma linha e encerrou o discurso repetindo um trecho de baixo calão de um jingle contra Flávio Bolsonaro (PL).

A deputada federal eleita Natália Boulos (PSOL) afirmou que seus apoiadores poderiam contar com ela para “amassar os bolsonaristas no Congresso”. Já Sofia Favero (PSOL), eleita para a Assembleia Legislativa, declarou que “travestis são o terror dos fascistas” e atacou uma parlamentar do PL.

Fernando Haddad (PT), Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) acompanharam o ato no palco, mas ficaram como espectadores dos discursos comandados por jovens lideranças da esquerda. A manifestação faz parte da mobilização para o segundo turno entre Lula e Flávio.

Com informações do UOL

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Judiciário

CASO MASTER: Fachin determina que PF encaminhe ao STF todas as menções a ministros encontradas nas investigações

Reprodução

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, orientou o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, a encaminhar todas as menções a magistrados da Corte encontradas nas investigações do caso Banco Master. Durante reunião realizada nesta segunda-feira (13), Fachin frisou que eventuais investigações envolvendo integrantes do Supremo só poderão ocorrer mediante autorização expressa do plenário.

De acordo com o entendimento alinhado entre o STF e a corporação, a autoridade policial tem o dever de detalhar todas as referências localizadas acompanhadas de seu contexto, mantendo um caráter estritamente descritivo.

O encontro também serviu para debater medidas de segurança institucional diante de ameaças direcionadas a ministros, enfatizando a necessidade de uma atuação preventiva e coordenada para blindar a independência judicial.

Com informações do UOL

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Política

A 12 dias da eleição, Lula promete Pé-de-Meia universitário com custo inicial de R$ 4,6 bilhões

Marcelo Camargo/Agência Brasil

A 12 dias do segundo turno, Lula anunciou a ampliação do Pé-de-Meia para universitários, com pagamentos mensais e bônus anual que podem elevar o custo do programa a bilhões de reais. O governo ainda não detalhou o orçamento necessário para uma eventual expansão do benefício.

A proposta prevê pagamentos mensais de R$ 700 durante dez meses por ano, além de um depósito anual de R$ 2.500, que poderá ser sacado após a conclusão do curso.

Segundo o senador Camilo Santana (PT-CE), o programa terá custo inicial estimado em R$ 4,6 bilhões e atenderá cerca de 485 mil estudantes inscritos no CadÚnico. O financiamento deverá utilizar recursos do Fundo Social do pré-sal destinados à assistência estudantil.

As cifras podem crescer caso o benefício seja ampliado. A inclusão de todos os estudantes de instituições públicas poderia elevar o custo anual a R$ 17,9 bilhões. Com os beneficiários do ProUni, a despesa chegaria a R$ 22 bilhões por ano. O anúncio foi feito a 12 dias da eleição, sem detalhamento completo do orçamento necessário para uma eventual expansão.

Com informações da Folha de São Paulo

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Política

[VÍDEO] Apoiadores de Cadu e Lula são flagrados pichando postes com fake news contra Flávio Bolsonaro


Durante manifestação nesta terça-feira (13) em Natal, apoiadores de Cadu Xavier (PT) e do presidente Lula (PT) foram flagrados pichando postes com fake news contra Flávio Bolsonaro (PL).

Entre as notícias falsas estavam acusações de que Flávio Bolsonaro, se eleito, acabará com o SUS e com os direitos trabalhistas, como o 13º. As pichações também citavam a falsa acusação de “estupro” contra o candidato a vice-presidente, Alfredo Gaspar (PL-AL).

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Mundo

Vaticano confirma câncer de Papa Leão após cirurgia para remover parte do pulmão

Reprodução

O Vaticano confirmou nesta terça-feira (13) que o papa Leão 14, de 71 anos, foi diagnosticado com adenocarcinoma pulmonar. O pontífice passou por uma cirurgia para retirada do lobo inferior do pulmão direito, procedimento considerado bem-sucedido e sem complicações.

Segundo o comunicado oficial, o exame histológico realizado durante a operação confirmou o diagnóstico suspeitado nos exames pré-operatórios. A cirurgia durou cerca de 90 minutos. Após a intervenção, o papa despertou normalmente e retornou ao quarto, no 10º andar.

Leia a íntegra da nota do Vaticano:

“O Dr. Luigi Carbone e o Prof. Stefano Margaritora comunicam o seguinte a respeito da intervenção realizada nesta tarde:

O Santo Padre foi submetido, conforme programado, a uma cirurgia torácica.

Para assegurar a radicalidade da intervenção, foi removido o lobo inferior do pulmão direito por meio de técnica videoassistida. O exame histológico intraoperatório confirmou o diagnóstico de adenocarcinoma pulmonar, conforme suspeitado pelos exames pré-operatórios.

O Santo Padre permaneceu na sala de cirurgia por cerca de três horas, enquanto a intervenção teve duração aproximada de 90 minutos. A cirurgia foi bem-sucedida e não houve complicações.

Após a intervenção, o Papa despertou normalmente e, depois de um breve período de observação, retornou ao seu quarto, no 10º andar.

A equipe cirúrgica foi coordenada pelo Prof. Stefano Margaritora, auxiliado pela Prof.ª Elisa Meacci, pela Dr.ª Maria Teresa Congedo e pelo Dr. Leonardo Petracca Caravella.

A equipe de anestesiologia era composta pelo Prof. Massimo Antonelli, pelo Dr. Giovanni Punzo e pelo Dr. Giuseppe Bello.”

Com informações do Poder 360

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Política

QUAEST NO RN: Allyson lidera com 45%, seguido de Cadu com 42%

Reprodução

A primeira pesquisa Quaest do segundo turno no Rio Grande do Norte, divulgada nesta terça-feira (13), mostra Allyson Bezerra (União Brasil) com 45% das intenções de voto e Cadu de Lula (PT) com 42%. Com margem de erro de três pontos percentuais, os candidatos estão tecnicamente empatados.

Brancos e nulos somam 7%, enquanto 6% ainda não sabem em quem votar. Na pesquisa espontânea, quando os nomes não são apresentados, Allyson tem 38% e Cadu, 35%. Outros 24% estão indecisos e 3% votariam em branco ou nulo.

O levantamento aponta ainda que 83% dos eleitores consideram o voto definitivo. Outros 17% admitem que ainda podem mudar de candidato até o segundo turno, marcado para 25 de outubro.

Encomendada pela Inter TV, a pesquisa ouviu 1.098 eleitores entre os dias 9 e 12 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais, com 95% de confiança. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número RN-03210/2026.

Com informações do g1 RN

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Política

[VÍDEO] Manifestação a favor de Cadu e Lula atrapalha trânsito e causa engarrafamento na Av. Senador Salgado Filho


Uma manifestação de estudantes a favor das candidaturas de Cadu Xavier (PT) ao Governo do Estado e da reeleição do presidente Lula (PT), nesta terça-feira (13), deixou o trânsito engarrafado no início da noite na Avenida Senador Salgado Filho.

O ato político se concentrou em frente ao Midway Mall, saindo em caminhada pela Salgado Filho, onde uma grande fila de ônibus se formou ao longo do percurso, atrapalhando quem estava voltando para casa no horário de pico. O trânsito também ficou engarrafado na Avenida Antônio Basílio.

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Política

[VÍDEO] PM aborda estudante que tentou tirar faixa contra Alexandre de Moraes durante ato pró-Cadu e Lula


Um estudante foi abordado pela Polícia Militar enquanto tentava retirar uma faixa contra o ministro Alexandre de Moraes e em defesa da anistia dos presos de 8 de janeiro de 2023, fixada na parede do antigo Colégio Contemporâneo da Av. Senador Salgado Filho, durante uma manifestação de apoio às candidaturas de Cadu Xavier (PT) e Lula (PT).

O deputado eleito Daniel Valença (PT) e outros advogados intervieram em auxílio ao estudante durante a abordagem, que não chegou a ser preso.

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Política

[VÍDEO] PERDEU A LINHA: Omar Aziz xinga marqueteiro político potiguar da equipe de adversária no debate


O senador Omar Aziz (PSD) perdeu o controle durante o debate ao vivo na TV Norte Amazonas, nesta terça-feira (13), quando utilizou linguagem de baixo calão contra um assessor da adversária Professora Maria do Carmo (PL) e disparou: “Vai tomar no teu c*, rapaz”. A explosão ocorreu diante das câmeras, durante uma discussão sobre a escala 6×1, e obrigou o apresentador a intervir para tentar manter a ordem.

Ao perceber que um assessor da campanha de sua adversária, Professora Maria do Carmo (PL), sorria na plateia, o candidato reagiu com insultos. Como o debate era transmitido ao vivo, o apresentador precisou intervir e pedir que candidatos e equipes mantivessem a ordem.

Não foi a primeira vez que Omar se envolveu em um episódio de tensão durante a campanha. No primeiro turno, o senador teve um confronto verbal com a jornalista Kataryne Dias, do Rios de Notícias, ao ser questionado sobre os cerca de R$ 100 milhões investidos na Cidade Universitária, em Iranduba, projeto lançado durante sua gestão como governador e que permanece inacabado. Na ocasião, questionou a atuação da repórter e perguntou se ela era jornalista, após ela esclarecer que estava exercendo seu trabalho profissional.

Com informações do portal Rios de Notícias

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