Brasil

Comissão de Constituição e Justiça vota anistia a presos do 8/1 e analisa projetos contra STF

Fonte: Agência Brasil

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (10) o projeto de lei que concede anistia aos envolvidos nos atos contra o resultado da eleição presidencial de outubro de 2022. A CCJ ainda pautou para o mesmo dia quatro projetos de lei que limitam a ação do Supremo Tribunal Federal (STF).

Os atos de que trata o projeto de anistia são os que promoveram o bloqueio de estradas e acampamentos em frente aos quartéis que terminaram com o 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram as sedes dos Três Poderes, em Brasília, pedindo a adoção de um golpe militar no Brasil.

Segundo o artigo 1º do projeto de lei, “ficam anistiados manifestantes, caminhoneiros, empresários e todos os que tenham participado de manifestações nas rodovias nacionais, em frente a unidades militares ou em qualquer lugar do território nacional do dia 30 de outubro de 2022 ao dia de entrada em vigor desta Lei”.

A votação ocorre três dias após ato na avenida Paulista, em São Paulo, pedir a anistia aos envolvidos nos atos contra a eleição e também o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que conduz as investigações contra a suposta tentativa de golpe de Estado depois da eleição de 2022.

A anistia proposta abarca também o financiamento, organização ou apoio de qualquer natureza aos atos golpistas, incluindo comentários ou publicações nas redes sociais. A anistia também atinge as restrições impostas pela Justiça Eleitoral ou Comum em decorrência de processos ou inquéritos “de qualquer forma relacionados ao descrito no Art. 1º”.

Justificativa

O autor do projeto, o deputado major Vitor Hugo (PL/GO), ex-líder do governo Bolsonaro na Câmara, justifica que os atos que pediam um golpe militar no país foram legítimos e conduzidos por cidadãos inconformados como se deu o processo eleitoral de 2022.

“A busca de uma solução pacificadora para as controvérsias decorrentes desse processo nos impele a apresentar esse projeto de lei que visa construir pontes de maneira que possamos enfrentar os desafios da fase que virá com serenidade e desassombro”, justificou o parlamentar.

O deputado federal e membro da CCJ, Orlando Silva (PCdoB/SP), afirmou à Agência Brasil que essa proposta é uma provocação e que os partidos contrários farão a obstrução da matéria. “Sua aprovação seria a demonstração de que o crime compensa, demonstraria desprezo da Câmara dos Deputados com a democracia”, comentou.

No Brasil, é crime tentar depor – por meio da violência ou de grave ameaça – o governo legitimamente constituído ou impedir e restringir o exercício dos poderes constitucionais, conforme define a Lei 14.197/2021. Essa legislação também considera crime incitar, publicamente, a animosidade entre as Forças Armadas e os demais poderes constitucionais. As penas variam e podem chegar a 12 anos de cadeia.

Projetos contra o STF

Após a sessão marcada para analisar a anistia aos envolvidos no 8 de janeiro, a CCJ da Câmara terá outra sessão para votar quatro projetos de lei que limitam a ação do Supremo Tribunal Federal (STF).

As propostas facilitam o impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal; limitam as decisões monocráticas do Supremo; permitem ao parlamento suspender decisões da Corte; e incluem a “usurpação de competência do Poder Legislativo ou do Poder Executivo no rol dos crimes de responsabilidade dos ministros do STF”.

Os críticos afirmam que esses projetos foram colocados na pauta em resposta à ação do STF que suspendeu o pagamento de emendas parlamentares. A ação do Supremo foi motivada para dar mais transparência, eficiência e rastreabilidade aos recursos públicos manipulados por deputados e senadores. Já os parlamentares favoráveis argumentam que os projetos são necessários para evitar que o Supremo invada as competências do Legislativo.

Fonte: Agência Brasil

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  1. olhaí o golpe para engessar o STF… o Bozo vai ficar todo alegre…. ainda mais pq ele não tava no país executando o golpe: mandou seus tontolóides executar as porcarias, quebrar e depredar…. mais uma pizza tamanho GGG

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Flávio Bolsonaro (PL) vota no Rio de Janeiro; candidato acompanhará a apuração em Brasília

Foto: Reprodução

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) votou na manhã deste domingo (4), no Rio de Janeiro. Ele chegou às 8h, logo depois da abertura dos portões da Escola Municipal Barão Homem de Mello, em Vila Isabel, na Zona Norte. Flávio votou na seção 170.

Após votar, Flávio retorna a Brasília para acompanhar a apuração do 1º turno das eleições.

Aos 45 anos, o senador pelo Rio de Janeiro é o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e foi escolhido como candidato do partido no fim de 2025, após disputas internas.

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ELEIÇÕES 2026: Votação nacional é iniciada com Lula e Flávio Bolsonaro liderando as expectativas para o 2º turno


Foto: Reprodução/Internet

Começou oficialmente neste domingo (4) o primeiro turno das Eleições 2026 em todo o território nacional. Mais de 158,7 milhões de brasileiros estão aptos a ir às urnas para definir os rumos do país e dos estados a partir de 2027.

Além da disputa pelo Palácio do Planalto e pelos governos estaduais, o pleito deste ano renovará integralmente a Câmara dos Deputados e dois terços do Senado Federal. Ao todo, cada eleitor registrará seis votos na urna eletrônica: deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois senadores, governador e presidente da República.

Na corrida presidencial, as principais pesquisas da reta final apontam o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) como os favoritos para concentrar os votos e conduzir a disputa rumo ao segundo turno.

A votação segue aberta até as 17h (horário de Brasília).

Com informações do Metrópoles

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RN tem 2,6 milhões de eleitores aptos a votar neste domingo (4); TRE prevê resultado até 21h

Foto: Thiago Gadelha/SVM

Mais de 2,6 milhões de eleitores estão aptos a votar neste domingo (4) no Rio Grande do Norte, no primeiro turno das Eleições 2026. O TRE-RN estima que os resultados do Estado sejam conhecidos até as 21h. Os eleitores escolherão presidente, governador, dois senadores, deputado federal e deputado estadual.

A votação ocorre nos 167 municípios potiguares, distribuídos em 60 zonas eleitorais e 8.363 seções. O Estado conta com 8.849 urnas eletrônicas e 41.920 mesários e colaboradores.

Natal concentra o maior número de eleitores, com 570.537, seguida por Mossoró (187.535), Parnamirim (147.021), São Gonçalo do Amarante (77.694) e Ceará-Mirim (60.339).

Para o Governo do Estado, foram registradas nove chapas. Na disputa pelo Senado, são 14 candidaturas. A Câmara dos Deputados tem 111 candidatos, enquanto a Assembleia Legislativa reúne 154 candidaturas.

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ELEIÇÕES 2026: Mais de 158 milhões de brasileiros vão às urnas neste domingo


Foto: Reprodução/Internet

Mais de 158,7 milhões de eleitores estão aptos a comparecer às urnas neste domingo (4/10) para o primeiro turno das Eleições 2026. Em disputa estão os cargos de presidente da República, governadores estaduais, além da renovação de dois terços do Senado e de toda a Câmara dos Deputados.

A votação segue aberta das 8h às 17h (horário de Brasília). Para participar, basta apresentar um documento oficial com foto ou o aplicativo e-Título (desde que contenha fotografia). É proibido levar celulares, câmeras ou relógios inteligentes para a cabine de votação.

O que está em jogo nas urnas

Cada eleitor fará seis escolhas na seguinte ordem:

Deputado federal (513 cadeiras em disputa)

Deputado estadual ou distrital (1.035 postos nas assembleias e 24 no DF)

Primeiro senador (duas vagas por estado, totalizando 54 em jogo)

Segundo senador

Governador (26 estados e o Distrito Federal)

Presidente da República

Para vencer no primeiro turno na disputa para o Planalto e para os governos estaduais, o candidato precisa conquistar mais da metade dos votos válidos. Caso contrário, haverá segundo turno em 25 de outubro.

Lula x Flávio Bolsonaro: O novo capítulo da polarização

A corrida presidencial reedita elementos de 2022, mas com uma configuração diferente. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) busca um feito inédito: aos 80 anos, tenta ser eleito para o seu quarto mandato presidencial, tendo Geraldo Alckmin (PSB) novamente como vice.

Do outro lado, com Jair Bolsonaro inelegível e cumprindo prisão domiciliar após condenação por tentativa de golpe de Estado, o grupo político bolsonarista aposta no filho mais velho do ex-presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PL), que concorre ao lado do deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL).

As pesquisas da reta final apontam Lula e Flávio isolados na liderança da disputa presidencial.

Perfil do Eleitorado em 2026

O Brasil ganhou cerca de 2,3 milhões de eleitores em relação a 2022 (passando de 156,4 milhões para mais de 158,7 milhões). As mulheres seguem como maioria, representando cerca de 52% do eleitorado (83,8 milhões).

São Paulo lidera com 34,1 milhões de votantes, seguido por Minas Gerais (16,3 milhões) e Rio de Janeiro (12,8 milhões).

Voto facultativo

Cerca de 1,6 milhão de jovens de 16 e 17 anos e quase 17 milhões de eleitores com mais de 70 anos têm o voto opcional.

Com informações do Metrópoles

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VOTAÇÃO NO EXTERIOR: Lula vence na Malásia e em Singapura


Foto: Ricardo Stuckert

A apuração antecipada dos votos no exterior para o primeiro turno das Eleições 2026 segue avançando na Ásia. Com o encerramento das urnas devido à diferença de fuso horário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) garantiu vitórias expressivas tanto na Malásia quanto em Singapura.

Malásia

No território malásio, Lula obteve a maioria dos sufrágios entre os eleitores brasileiros cadastrados. Dos 82 votos válidos contabilizados, o petista somou 44 votos, seguido por Flávio Bolsonaro (PL), que registrou 27.

Lula: 44 votos

Flávio Bolsonaro: 27 votos

Renan Santos: 7 votos

Escritor Augusto Cury: 3 votos

Zema: 1 voto

Ronaldo Caiado: 1 voto

Singapura

Em Singapura, onde o volume de votantes foi maior, Lula também conquistou uma vitória ampla. Dos 348 votos válidos, o atual presidente recebeu 190 votos. Flávio Bolsonaro ficou na segunda colocação com 92 votos. A seção também registrou 16 votos entre brancos e nulos.

Lula: 190 votos

Flávio Bolsonaro: 92 votos

Renan Santos: 22 votos

Escritor Augusto Cury: 21 votos

Zema: 12 votos

Ronaldo Caiado: 6 votos

Rui Costa Pimenta: 2 votos

Samara: 2 votos

Clariana Barão: 1 voto

Brancos e nulos: 16 votos

Panorama geral

Estes dados fazem parte dos primeiros boletins de urna divulgados pelos consulados no exterior. O resultado oficial consolidado de todo o pleito, englobando a votação nacional e internacional, será divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após o encerramento geral da votação, às 17h (horário de Brasília).

Com informações do G1

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VOTAÇÃO NO EXTERIOR: Flávio Bolsonaro vence Lula nas Filipinas


Foto: Nelson Almeida/AFP

A apuração dos votos no exterior continua revelando novos cenários para a eleição presidencial de 2026. Nas Filipinas, onde o processo de votação foi encerrado devido à diferença de fuso horário, o candidato Flávio Bolsonaro (PL) saiu vitorioso.

Do total de 62 votos válidos computados no país asiático, Flávio obteve 33 sufrágios (o equivalente a pouco mais de 53%), enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou 26 votos.

Completando o placar local, Renan Santos ficou na terceira posição com 2 votos, seguido por Ronaldo Caiado, que somou 1 sufrágio.

Resumo da votação nas Filipinas

Flávio Bolsonaro: 33 votos

Lula: 26 votos

Renan Santos: 2 votos

Ronaldo Caiado: 1 voto

Total de votos válidos: 62

Os dados parciais do exterior fazem parte dos boletins de urna antecipados por conta dos fusos horários internacionais. O resultado oficial consolidado de todo o pleito incluindo o Brasil e o restante da rede exterior do TSE, será divulgado após o encerramento geral da votação, às 17h (horário de Brasília).

Com informações do G1

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‘TSE paralelo’: Decisões de Gilmar Mendes sobre campanhas geram crise com a Justiça Eleitoral e o próprio STF


Foto: Wilton Junior/Estadão

Na véspera do primeiro turno das Eleições 2026, uma série de decisões do ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), acendeu um alerta no meio jurídico e provocou tensão institucional. Juristas ouvidos pelo Estadão avaliam que a atuação do magistrado ao decidir sobre demandas eleitorais em série esvazia a Justiça Eleitoral e personaliza o poder sobre as campanhas.

As decisões de Gilmar foram tomadas entre sexta-feira (2) e sábado (3), menos de 24 horas depois de o presidente do STF, ministro Edson Fachin, assinar uma resolução para impor regras mais rígidas na distribuição de petições na Corte e evitar o direcionamento de casos.

Intervenções em disputas estaduais e presidenciais

Nas decisões recentes, o decano derrubou direitos de resposta concedidos por Tribunais Regionais Eleitorais (TREs): No Paraná, Gilmar cassou decisões do TRE-PR favoráveis a Sergio Moro (PL) e liberou propagandas de Sandro Alex (PSD) sobre aborto. Na Bahia, o ministro afastou direitos de resposta concedidos pelo TRE-BA a Jerônimo Rodrigues (PT) contra publicações de ACM Neto (União Brasil) sobre o programa Pé-de-Meia e a Operação Overclean.

As medidas foram tomadas por meio de pedidos de extensão dentro de uma reclamação já em curso no STF, um processo aberto meses antes para discutir outro tema. Especialistas apontam que usar processos antigos como “atalhos” evita o sorteio de novos relatores, prática criticada por burlar a distribuição regular.

A mesma reclamação já havia sido utilizada na quinta-feira (1º) para obrigar a inclusão de Renan Santos (Missão) no debate presidencial da TV Globo, revertendo decisão do presidente do TSE, Nunes Marques.

Repercussão e críticas de juristas

Para o advogado constitucionalista Marcelo Aith, Gilmar está convertendo seu gabinete em um “TSE paralelo”. Ele diz que “a defesa da liberdade de expressão não pode servir de salvo-conduto para submeter a jurisdição eleitoral à vontade de um único ministro”.

O professor e ex-desembargador Walter Fanganiello Maierovitch aponta que o cenário indica um avanço indevido do Supremo sobre a competência da Justiça Eleitoral, evidenciando uma relação de “morde e assopra” com a presidência de Fachin.

O jurista Marcelo Crespo (ESPM-SP) alerta  para o risco de criação de uma instância paralela, na qual derrotados nos TREs recorrem diretamente ao STF sem aguardar a tramitação natural pelo TSE. Já o advogado eleitoral Alberto Rollo critica a prática conhecida como “pescaria de relator” (manipulação de regras processuais para manter processos com um magistrado de preferência) e destaca que a resolução de Fachin tentou justamente coibir essa triagem paralela.

Apesar das críticas e da nova normativa interna do STF para endurecer a triagem de petições de terceiros, a prática de concentrar temas sensíveis em gabinetes específicos tem gerado debates recorrentes na Corte, envolvendo também outros ministros em episódios anteriores. Até o momento, o gabinete de Gilmar Mendes não se manifestou sobre as avaliações dos juristas.

Com informações do Estadão

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VOTAÇÃO NO EXTERIOR: Lula vence na Coreia do Sul com mais de 56% dos votos válidos


Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

A apuração dos votos no exterior começou a revelar os primeiros panoramas do primeiro turno das Eleições 2026. Na Coreia do Sul, onde a votação já foi encerrada devido à diferença de fuso horário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) garantiu a vitória com 56,94% dos votos válidos.

Do total de 216 votos válidos contabilizados no país asiático, Lula somou 123 sufrágios. Flávio Bolsonaro (PL) ficou na segunda posição, com 72 votos (33,33%).

A disputa pelo terceiro lugar registrou um empate triplo: Renan Santos, Ronaldo Caiado e o escritor Augusto Cury alcançaram 6 votos cada (2,78%). Na sequência, Rui Costa Pimenta, Zema e Samara registraram 1 voto cada (0,46%). Ao todo, a seção também contabilizou 10 votos entre brancos e nulos.

Resumo da votação na Coreia do Sul

  • Lula: 123 votos (56,94%)

  • Flávio Bolsonaro: 72 votos (33,33%)

  • Renan Santos: 6 votos (2,78%)

  • Ronaldo Caiado: 6 votos (2,78%)

  • Escritor Augusto Cury: 6 votos (2,78%)

  • Rui Costa Pimenta: 1 voto (0,46%)

  • Zema: 1 voto (0,46%)

  • Samara: 1 voto (0,46%)

  • Brancos e nulos: 10 votos

Apesar da divulgação antecipada desses boletins de urna locais, os resultados oficiais consolidados para todo o exterior e para o Brasil só serão oficializados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após o encerramento geral da votação, às 17h (horário de Brasília).

Com informações do G1

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  1. Para quem está em outro continente não é difícil fazer isso para ver um desastre real pela mídia. Agora viver o problema não quer!

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VOTAÇÃO NO EXTERIOR: Lula vence Flávio Bolsonaro na Austrália e Nova Zelândia


Fotos: Reprodução/ICL

Com a diferença de fuso horário, os primeiros resultados das Eleições 2026 começaram a ser divulgados pelos consulados brasileiros no exterior. Na Austrália e na Nova Zelândia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva saiu vitorioso com ampla vantagem.

Na Austrália, onde foram computados cerca de 7,1 mil votos, Lula somou 57,4% da preferência do eleitorado, enquanto Flávio Bolsonaro obteve 30,7%. O desempenho de Flávio superou o percentual registrado por seu pai, Jair Bolsonaro, que marcou 28% no país durante o pleito de 2022, ano em que Lula havia conquistado 54% dos votos locais.

Na Nova Zelândia, a vantagem foi ainda mais expressiva: Lula venceu com cerca de 70% dos votos (234 de um total de 332 sufrágios), seguido por Flávio Bolsonaro, com 19%, e Renan Santos, que registrou um voto.

Crescimento exponencial do eleitorado fora do país

O cenário na Oceania reflete a expansão do voto brasileiro no exterior. Em apenas quatro anos, o número de eleitores aptos a votar fora do Brasil cresceu 32%, alcançando a marca histórica de mais de 918 mil eleitores em 2026.

Para efeito de comparação, o colégio eleitoral brasileiro no exterior já supera o total de eleitores de estados inteiros da federação, como Roraima (401,5 mil), Amapá (577,5 mil) e Acre (614,4 mil).

Ao todo, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) enviou urnas eletrônicas para 186 cidades em 134 países. Entre os maiores redutos de eleitores brasileiros fora do território nacional destacam-se: os Estados Unidos (liderando o volume geral), Portugal (com 134,8 mil eleitores inscritos) e o Japão, com 88,4 mil eleitores.

Com informações do ICL Notícias

Opinião dos leitores

  1. Eu sou contra desses votos fora do país, eles não estão aqui pra passar os problemas que o Brasil passa, e tem alguns que nem imposto de renda pagam, então não terinham direito de votar.

    1. Esses canalhas que saem do Brasil devido ao PT, votam nossa praga do Lula só para lascar os brasileiros que não podem sair como eles.

    2. Esses canalhas que saem do Brasil devido ao PT, votam nessa praga do Lula só para lascar os brasileiros que não podem sair como eles.

  2. Não acredito nesses votos
    Se estão fora do Brasil estão em um governo de direita
    Querem jogar merda no Brasil

  3. O que esse pessoal está fazendo fora do Brasil? Se Lula é o candidato deles, venham e vivam e aplaudam aqui no Brasil.

  4. é fácil votar em amigo de bandido quando a pessoa não está no Brasil convivendo com a violência né? não era pra ser permitido votar quem não vive aqui!

    1. Vanessa, tem dois grupos principais de brasileiros que saem do Brasil: Jovens doutrinados, normalmente, recém formados; esses, buscam principalmente Canadá, Oceania e Ásia; O outro grupo, são investidores, empreendedores e trabalhadores que fogem da opressão Estatal brasileira. Vou fazer duas sugestões à ti: um livro do professor americano John Taylor Gatto
      “Emburrecimento Programado”* no Brasil
      Original em inglês: *”Dumbing Us Down: The Hidden Curriculum of Compulsory Schooling” – 1992*
      o sistema escolar foi desenhado para *empobrecer intelectualmente* e criar gente dócil
      A segunda sugestão: Se Lula vencer, cerca de 5 milhões de brasileiros irão sair do Brasíl, porque será o pior País do Ocidente; por outro lado, se Flávio vencer, seremos im dos melhores Pais para negócios no Mundo.

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