É destaque no Blog do Dina – por Dinarte Assunção. A seleção que o senador eleito Styvenson Valentim abriu para seu gabinete tomou proporções não esperadas por ele e por sua equipe e chegou a ganhar contornos de crise depois que o processo de transparência foi questionado.
O edital para preenchimento das vagas foi lançado nos dias seguintes à vitória do capitão da PM. Na semana passada, o resultado foi divulgado com os vencedores.
Nesse meio tempo, as dúvidas sobre os critérios da seleção foram levantadas.
A principal delas é que faltou objetividade na classificação. Os nomes dos vencedores foram apenas divulgados, não havendo informação sobre quais foram os requisitos e o peso de cada uma das três etapas do processo previstas no edital.
Para esta reportagem, o Blog do Dina recebeu reclamações que foram enviadas originalmente para o Blog do BG. A reportagem do Blog do Dina, então, ouviu algumas das pessoas que participaram da seleção. Todas pediram para ter o anonimato preservado, exceto o jornalista Anderson Barbosa.
O senador eleito Styvenson Valentim também foi procurado e atendeu ao Blog do Dina, com explicações neste outro post, respondendo os questionamentos levantados e reconhecendo um erro: “Errei ao não restringir a disputa apenas para o Rio Grande do Norte, porque passamos a receber currículos de todo o Brasil e do exterior, como do Canadá”.
Matéria na íntegra aqui

Parabéns, Senador!! Vc é top
Se eu fosse ele, mandaria todos para a PQP, e botaria quem bem entendesse. Afinal, é legítimo.
O choro é livre…
Capitão Styvenson, só em o senhor ter derrotado esses "senadores eternos", já valeu o nosso voto. Confiamos na sua honestidade.
Já está no inconsciente coletivo do brasileiro a noção de que "concurso" é algo justo e com regras claras, mas para que isso ocorra há que ter uma boa estrutura de seleção, normalmente oferecida por empresas do ramo. O concurso do senador foi mais uma seleção informal, onde os critérios foram subjetivos e o rigor foi pouco. Ninguém teria censurado Styvenson se ele simplesmente tivesse feito uma seleção básica e contratado assessores de sua confiança, mas ao dar ares de "concurso" ao evento o senador se meteu numa furada. Fica a lição, nunca complique algo que é simples.
Foi uma proposta infeliz, totalmente disfuncional, do tipo "se colar, colou". Até prova em contrário, continua inviável a escolha de auxiliares políticos "de confiança" através de critérios exclusivamente técnicos. Afinal, como confiar no que não se conhece? Não foi dessa vez que o capitão conseguiu reinventar a roda.
Penso o mesmo.
O senador não fez um "concurso público" mas, voluntariamente, fez uma seleção pra ajudar na nomeação dos cargos comissionados de seu gabinete. Querem critérios objetivos, façam concursos públicos pessoal! Basta de mimimi…
Me desculpem os eleitores do senador eleito,mas isso cheira a hipocrisia é lamentável isso ter ocorrido!
Ou vitoria para doer!
Jamais o problema foi apenas restringir para o Rio grande do norte, até pq, a maioria das reclamações são de pessoas daqui.
Foram problemas graves de uma seleção duvidosa, onde não foram classificados os melhores curriculos.
Se a intensão era ser justo e transparente, o objetivo alcançado foi terrível.
Essa seleção foi mal feita e fica a dúvida se foi uma armação, com pessoas já destinadas ao cargo.
Enfim um fiasco.
IntenÇão!