
Começou nesta sexta-feira e vai até o dia 5 de agosto o prazo para os partidos políticos realizarem suas convenções e formalizarem as coligações partidárias.
Segundo o advogado André Castro, nessa fase, os partidos praticamente não têm muita restrição.
“O fim da verticalização desobrigou as legendas a seguirem diretrizes mais rígidas. Por isso, hoje, um grupo de partidos podem se coligar diferentemente na majoritária e na proporcional”, explicou Castro.
Praticamente todos os partido deverão adotar esse modelo. Como há metas para eleição proporcional, o comum, portanto, é que as legendas se unam com aquelas com as quais têm mais chances de emplacar deputados na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados. Por outro lado, todas se coligam para sustentar o palanque de suporte à eleição de governador e senador.
Uma das possibilidades pouco vistas nesse período poderá se concretizar com o PSB.
Isso porque, explicou André Castro, as convenções não encerram as negociações partidárias. “É possível que o PSB possa se unir a uma coligação mesmo depois da convenção ter sido feita. Só fica difícil a partir do momento em que for haver o registro de candidatura, a partir de 5 de agosto”, explicou André Castro.
Pelo raciocínio, após a convenção, as mesas executivas podem deliberar pela inclusão – ou exclusão – de alguma legenda no grupo e uma retificação é feita à Justiça Eleitoral.
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