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Menos de seis horas após ser condenado pelo Tribunal do Júri de Assu, no último dia 5 de agosto, Bartogaleno Alves de Saldanha rompeu a tornozeleira eletrônica e fugiu. O dispositivo foi desligado por volta das 4h da manhã do dia seguinte ao julgamento, que havia terminado por volta das 22h.
Durante o julgamento dois dos réus estavam presos e um solto no regime semiaberto com tornozeleira eletrônica, participando por videoconferência. Poucas horas após a condenação, o homem — considerado perigoso e investigado por mais de uma dezena de homicídios — rompeu a tornozeleira e fugiu.
Bartogaleno Alves Saldanha foi sentenciado a 18 anos e 9 meses de prisão pelo homicídio qualificado de José Vieira de Melo, o “Zé Vieira”, ocorrido em 2006, na zona rural de Campo Grande.
Segundo o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), o crime foi cometido por um grupo armado que invadiu a residência da vítima se passando por policiais. Ao resistir em abrir a porta, Zé Vieira teve a casa alvejada e foi morto ao tentar olhar pela janela.
A motivação do crime, conforme a investigação, seria a suspeita de que a vítima estaria envolvida na morte de César e Vicente Veras, ocorrida em 2003. O caso envolveu uma complexa rivalidade entre famílias e outros grupos criminosos da região, incluindo a atuação de agentes públicos na época.
Confira o mandado de prisão: Mandado de Prisão
O cara não tinha uma foto do Bolsonaro nas redes sociais. Se tivesse teria sido enjaulado, não teria fugido.
KKKKK FOI NÃO? Foi? kkkkkkkk. Brincadeira um negocio desse.
Na moral, nós não temos maus justiça no Brasil, um País onde quem fazem as leis são os criminosos e juízes corruptos, não pode da certo.
Vai entender essa justiça brasileira!