Economia

Confiança no Brasil depende de sinais do governo, diz economista do Banco Mundial

A confiança dos investidores na recuperação do Brasil, após o baque provocado pela pandemia de Covid-19, depende do compromisso do governo com a agenda de reformas e da preocupação com a trajetória fiscal, avalia o economista-chefe do Banco Mundial para a América Latina e Caribe, Martin Rama.

À Folha, o uruguaio, que participou nesta semana do Fórum do Desenvolvimento da ABDE (Associação Brasileira de Desenvolvimento), também diz acreditar que a maior parte dos países latinos não tem conseguido exportar uma imagem de compromisso ambiental, o que afasta investidores.

Como o mundo tem avaliado a forma como o Brasil e outros países latinos enfrentam a pandemia? Por um lado, foi uma sorte que a pandemia tenha chegado à América Latina depois que em outros lugares e isso permitiu aprender lições e replicá-las. Muitos países latinos tiveram quarentenas restritivas e de grande duração. E também puderam colocar em marcha planos para que a população ficasse em casa.

Por outro lado, alguns países tiveram grande mortalidade. É cedo para avaliar com clareza. O Uruguai, por exemplo, teve baixa mortalidade em 2020, com menos gente saindo para trabalhar e usando máscaras. Mas neste ano tem uma das taxas de morte mais altas do mundo.

Países como o Chile estão vacinando muito rápido, mais que algumas economias avançadas, e é um país que pode sair mais rápido.

A economia da América Latina e do Caribe foi mais afetada do que se previa pela crise? Sim. A queda foi mais forte no Caribe, em países que dependiam do turismo. Por outro lado, o comércio mundial está voltando ao nível de antes da Covid-19, a China está se recuperando rapidamente e os países que dependem da venda de commodities podem se beneficiar disso.

Onde há mais digitalização da economia os resultados são melhores. Países como o Brasil, estão melhores do que outras partes do continente.

O segredo da recuperação é acelerar a campanha de vacinação? Nos países que vacinam massivamente, a vida começa a voltar ao normal. Para muitos países latinos, no entanto, não há perspectiva de vacinar grande parte da população antes do ano que vem. E para esses países o desafio é aprender a funcionar durante a pandemia.

O Brasil deve se beneficiar de um novo ciclo de commodities? E isso pode ajudar na recuperação do país? Já estamos vendo um crescimento do preço das matérias-primas, mas isso pode não ser suficiente para um novo boom de commodities, como o que começou nos anos 2000. Estamos em uma realidade de juros muito baixos, mas de dívidas públicas altas. Mas temos uma oportunidade para transformar as finanças, o comércio e o mercado de trabalho com a digitalização. Esse vai ser um processo desigual, com alguns países sendo mais beneficiados do que outros.

A dívida pública elevada na região é algo que preocupa? Quase todos os países da região têm neste momento dívidas em níveis elevados. Se por um lado ainda há demandas sociais muito importantes, por outro estamos perto de ultrapassar limites perigosos, e é crucial garantir a consolidação fiscal.

Nós corremos o primeiro ano de Covid-19 como se fosse uma prova de cem metros e agora está claro que é algo maior, uma maratona. Como pensar na consolidação, aumentar a eficiência dos gastos públicos e a arrecadação, seja por aumento de impostos ou por aumento na formalização, são questões importantes a serem colocadas agora.

O caminho seria grandes pacotes de estímulo, como tem feito o governo norte-americano? Em princípio, seria o ideal. Podemos dizer que o setor privado está em espera, sem investir. E se quisermos aumentar o crescimento, as taxas de juros baixas são uma oportunidade. Mas a diferença dos países latinos para os Estados Unidos é que não podemos simplesmente imprimir mais dinheiro. É preciso buscar recursos em algum lugar –e se isso significar aumentar impostos, por exemplo, cada país deve decidir o que é mais importante neste momento.

Os investidores estrangeiros têm interesse no Brasil e em seus vizinhos neste momento? Há boas razões para que eles tenham interesse, uma das transformações da pandemia é que há um apetite por atrair cadeias de valor para outras regiões e reduzir a dependência da Ásia. E há países latinos que poderiam se beneficiar disso, como o México, pelos acordos que tem com Estados Unidos e Canadá. Provavelmente, se os países da região tivessem acordos de integração profundos, como o que se tentou entre Mercosul e União Europeia, isso seria mais fácil.

Outra dúvida é o que deve acontecer com os investidores e o mercado financeiro… Hoje, há uma acomodação, porque o risco-país na região não é muito diferente de antes da pandemia. Os países podem emitir dívida e não há sustos nas Bolsas. Mas se as coisas ficarem mais difíceis em nível global, o mercado vai começar a separar os países que inspiram confiança dos que não dá para confiar. Os responsáveis pela política econômica precisam, portanto, pensar em como manter essa confiança, sobretudo se houver uma alta das taxas de juros mundialmente.

E o Brasil inspira confiança? Os mercados, por agora, estão tranquilos. A queda do PIB no ano passado, em grande parte pelo enorme estímulo fiscal de 2020, não foi tão grave. Acredito que muito da confiança no Brasil vai depender dos sinais que o governo der. Todo o mundo reconhece que a dívida está alta, mas esses também são tempos fora do comum. Depende da clareza sobre as reformas e da trajetória de consolidação fiscal que o Brasil terá no futuro.

A questão ambiental tem atrapalhado a atração de investimentos para a região? Podemos dizer que a região não tem se saído bem em vender uma imagem de sustentabilidade. Ela tem uma matriz energética limpa e baixo peso na emissão de poluentes. Há países, como a Costa Rica, que têm sido eficientes em exportar a imagem de preservação da natureza. Mas é preciso mostrar compromisso por meio de políticas complementares, mostrar que somos grandes produtores agrícolas, mas com a obrigação de preservar o meio ambiente.

RAIO-X
Martín Rama, 64

Economista-chefe do Banco Mundial para a América Latina e o Caribe, nasceu em Montevidéu, no Uruguai. De 2013 a 2018, foi economista-chefe para o sul da Ásia do Banco Mundial. É formado em Economia pela Universidade da República, no Uruguai, e doutor em macroeconomia pela Université de Paris, na França, onde também foi professor visitante do programa de graduação em desenvolvimento econômico.

FOLHAPRESS

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  1. Só pode ser piada, nem o brasileiro confia no país imagine as outras nações.! Kkkkk esse brasil é pura hipocrisia.

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Quase 20% das famílias brasileiras comprometem mais da metade da renda com dívidas

Foto: Arquivo/Agência Brasil

Quase 20% das famílias brasileiras compromete mais da metade da renda com dívidas. O dado de setembro de 2026 chegou ao maior nível desde fevereiro deste ano, segundo pesquisa da Confederação Nacional do Comércio (CNC).

O comprometimento médio da renda subiu de 29,3% para 29,6%, enquanto o percentual de famílias endividadas caiu de 82% para 81,7%. A inadimplência também recuou, de 29,9% para 29,6%, mas o tempo médio de atraso nos pagamentos atingiu 65,3 dias, maior marca desde novembro de 2024.

Entre as famílias com renda de até três salários mínimos, 38,5% tinham contas atrasadas. Nesse grupo, 18,5% disseram não ter condições de regularizar as dívidas no mês seguinte.

A CNC prevê nova redução da inadimplência nos próximos três meses, com estabilização do endividamento. O levantamento reúne dados mensais de cerca de 18 mil consumidores nas capitais e no Distrito Federal.

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‘Não faremos ajuste nos programas sociais, mas nas regalias em Brasília’, diz Daniella Marques, coordenadora econômica da campanha de Flávio

Foto: Reprodução/YouTube

Cortar gastos com assessores, estruturas administrativas, carros e voos, sem reduzir programas sociais. Essa é a proposta apresentada neste sábado (10) por Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal e coordenadora econômica da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), durante encontro com mulheres apoiadoras no Rio de Janeiro.

“Não faremos ajuste nos programas sociais, mas nas regalias em Brasília”, afirmou. Ela garantiu que eventuais cortes não atingiriam aposentados, trabalhadores ou beneficiários do Bolsa Família e acusou adversários de disseminar “fake news” sobre possíveis perdas de direitos sociais.

Daniella também criticou a política econômica do governo Lula, atribuindo o endividamento de famílias e empresas ao aumento da dívida pública e da carga tributária. Ela defendeu incentivos ao empreendedorismo, ampliação do crédito para mulheres e penas mais duras para crimes contra mulheres e crianças.

As propostas para o público feminino integram o plano “Brasil por Elas”, que prevê ações de combate à violência, incentivo à autonomia financeira e reconhecimento da economia do cuidado.

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Justiça italiana marca novo julgamento sobre extradição de ex-deputada Carla Zambelli

Foto: Renato Araújo/Câmara dos Deputados

A Justiça italiana marcou para 29 de outubro uma nova audiência para analisar o pedido de extradição da ex-deputada Carla Zambelli (PL-SP). O Brasil solicita que ela seja enviada ao país para cumprir a pena de cinco anos e três meses de prisão pela perseguição armada a um homem nas ruas de São Paulo, em 2022.

Zambelli está em liberdade na Itália desde que a Corte Suprema de Cassação anulou uma decisão anterior sobre sua extradição e determinou a reavaliação do caso. As autoridades brasileiras já forneceram informações adicionais sobre as condições de saúde e o atendimento que ela receberia no sistema prisional, conforme solicitado pela Justiça italiana.

O processo é distinto do pedido relacionado à condenação de dez anos de prisão por invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A análise marcada para outubro se limita aos requisitos legais para a extradição referente à perseguição armada.

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[VÍDEO] Flávio Bolsonaro promete ‘guerra ao narcotráfico’ e defende redução da maioridade penal

Foto: Reprodução

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) prometeu “declarar guerra ao narcotráfico” caso seja eleito e defendeu penas mais rígidas para crimes, durante ato de campanha no Rio de Janeiro, neste sábado (10).

Em discurso registrado em vídeo e publicado no X, o senador defendeu a redução da maioridade penal. “Se o menor de idade comete crime de gente grande, vai pagar como gente grande”, afirmou.

Flávio também propôs prisão de oito anos para condenados por roubo ou furto de celular, com trabalho para custear a própria permanência no sistema prisional.

Além disso, defendeu permitir que jovens a partir dos 16 anos obtenham carteira de motorista. “Se menor de idade pode votar para presidente, pode responder pelos seus atos também. Pode dirigir carro e moto, vai ter direito a carteira de motorista quem tem mais de 16 anos de idade”, disse.

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Douglas Ruas (PL) é declarado governador eleito no RJ após TRE retotalizar votos

Foto: Alerj/Divulgação

Douglas Ruas (PL) foi declarado eleito governador do Rio de Janeiro após retotalização dos votos realizada pelo TRE-RJ neste sábado (10) em razão do infederimento do registro de candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos) pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), anulando 274.411 votos do então candidato.

Inicialmente, a disputa no estado teria segundo turno entre Douglas Ruas (PL), que conquistou 49,25% dos votos válidos, e Eduardo Paes (PSD), que recebeu 42,76%.

Com a nova totalização, Douglas Ruas venceu a corrida eleitoral com 50,88% ante a 44,16% de Eduardo Paes.

Com o reprocessamento, os resultados apresentados pelas urnas continuarão da mesma forma que estão desde o domingo (4) em que ocorreu o primeiro pleito. O que mudou foi um cálculo matemático, feito pelo sistema da Justiça Eleitoral, em cima da quantidade de votos válidos.

De acordo com o TRE-RJ, após a retotalização, serão dados dois dias para a apresentação de eventuais impugnações pelas partes legitimadas. Na sequência, haverá um prazo de três dias para dar publicidade ao resultado. Encerrado esse período, será marcada uma sessão plenária da Corte para analisar e julgar possíveis contestações e, posteriormente, homologar o resultado.

Com informações de CNN Brasil

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[VÍDEOS] DANOU-SE: PT diz que botou mais de 100 mil pessoas em Natal na manhã deste sábado (10)

Claro que passou longe disso, mas os petistas estão afirmando que colocaram mais de 100 mil pessoas nas ruas do Alecrim, na manhã deste sábado (10), durante passeata com a presença de Lula em Natal.

Uma coisa é mobilizar apoiadores em torno da presença de Lula na capital potiguar. Outra, bem diferente, é anunciar mais de 100 mil pessoas sem apresentar uma metodologia ou dados que sustentem esse número.

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  1. Não sei se 100 K, mas, as urnas falaram no primeiro turno e vai se replicadas no segundo também com mais ênfase. Não adianta os eleitores do presidente lula ( quer queiramos ou não) ele é o presidente, mostra a força na hora do voto, porque nem todos conseguem um folga pra ir a rua exercer sua cidadania, porém na hora do voto o faz com orgulho.

  2. Não tem quem aguente mais Fátima bezerra e sua turma de incompetente. disse:

    Jeito de mentir do PT, fala as merdas e quer que todo mundo acredite. Já fui lula, eu tenho pena desse idoso, que já era pra ter se aposentado da política.

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Mensagens de Vorcaro e operador com livre acesso ao Planalto apontam plano para captar R$ 10 bilhões de fundos de pensão de estatais e gerar R$ 1 bilhão em propina

Foto: Reprodução

Mensagens e registros de ligações obtidas em investigação da Polícia Federal sobre Daniel Vorcaro identificaram, segundo reportagem da revista VEJA, suposta articulação com integrantes do grupo político do ministro Alexandre Padilha em busca de investimentos de fundos de pensão de estatais federais.

De acordo com a publicação, Vorcaro teria recorrido ao ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, a Padilha e ao então assessor presidencial Olavo Noleto para tentar reuniões com dirigentes de fundos de previdência como Petros (Petrobras), Postalis (Correios), Funcef (Caixa) e Previ (Banco do Brasil).

O objetivo seria captar cerca de R$ 10 bilhões dessas entidades por meio de títulos do Banco Master. A reportagem afirma que R$ 1 bilhão seria destinado ao pagamento de propinas pelo suposto esquema de lobby, enquanto R$ 9 bilhões ficariam com o banco.

No celular de Vorcaro, a PF teria encontrado mais de 450 mensagens, cerca de 180 ligações atribuídas a Júlio e um áudio de maio de 2024 relacionado às articulações. As informações foram divulgadas pela VEJA. As suspeitas relatadas pela revista não equivalem, por si só, à comprovação de responsabilidade criminal dos citados.

O nome do operador petista com livre acesso ao Planalto e aos fundos de pensão é Júlio Cezar, identificado como dono de uma consultoria em Goiânia, no estado de Goiás.

“Daniel, o Henrique (Jäger) aqui, com o presidente (da Petros), tá numa reunião do conselho lá. Ele falou que, saindo de lá, vai me ligar para ver a agenda dele, tá. Mas eu falei para ele que eu quero amanhã ou domingo. Agilizar logo para não ficar enrolando – o mais tardar segunda-feira. E… Deixa eu te perguntar: se tiver alguma novidade sobre o Banco do Brasil, você me avisa? Porque qualquer coisinha, já estando ok, eu já ponho você na boca do gol na quarta-feira quando você estiver lá, tá”, disse Júlio.

Com informações de Veja

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[VÍDEO] Em evento de apoio a Cadu em Natal, Lula diz que PT tirou o Nordeste da fome e faz apelo a quem não votou no 1º turno para votar no 2º

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que os governos petistas tiraram o Nordeste da fome e pediu que apoiadores convençam eleitores que não compareceram às urnas no primeiro turno a votar no segundo. A declaração foi feita neste sábado (10), durante caminhada em Natal em apoio ao candidato ao Governo do RN, Cadu de Lula (PT).

Lula direcionou o apelo especialmente aos eleitores com mais de 70 anos, para quem o voto é facultativo. “Se o Lula tem 80 e é candidato, por que você com 70 anos não pode votar?”, questionou.

O presidente também pediu que os eleitores considerem a família e a defesa da democracia ao decidir comparecer às urnas. “Você tem que se levantar do sofá pensando no seu filho, na sua filha, no seu neto, na sua neta, e ir votar pra compensar a luta que você fez pra conquistar a democracia nesse país”, declarou.

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  1. Essa lorota de Lula já faz 20 anos que ele diz que tirou o pobre da fome.kkkkkkkkkkk

  2. E os moradores de rua, pessoas em estado vulnerabilidade que vemos nos sinais e holograma ou coisa de nossa cabeça, não precisa mais dar esmola, fazer campanha para ajudar os vulneraveis pois esses não existem mais, Lula e o PT tirou todos da pobreza.

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[VÍDEO] Paulinho Freire fala em ir às ruas para “aumentar votação de Flávio Bolsonaro em Natal”

O prefeito de Natal, Paulinho Freire (União Brasil), afirmou que pretende mobilizar prefeitos do Rio Grande do Norte para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno. “Eu tenho certeza que nós vamos reverter muitos votos”, declarou durante encontro com lideranças políticas.

Sobre Natal, Paulinho citou que Flávio perdeu o primeiro turno para Lula por apenas quatro pontos percentuais e afirmou que a campanha irá às ruas para tentar reverter o resultado. “Aqui em Natal, nós vamos fazer tudo pra virar”, disse.

Paulinho também citou os resultados de Flávio em Parnamirim e Galinhos e defendeu a união dos gestores municipais em torno da candidatura. Ele também pediu que os prefeitos presentes conversem com os colegas que não participaram do encontro para reforçar a mobilização.

“É importante a gente ter um conterrâneo na primeira linha do governo federal”, afirmou, ao mencionar a possibilidade de um potiguar ocupar posições de destaque em Brasília e facilitar o diálogo dos municípios com a União. O prefeito também homenageou Álvaro Dias, Babá e Coronel Hélio pela participação na campanha e disse que os três serão importantes na nova fase da disputa.

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Executivo da Veja é alvo de Fake News após reportagens da revista sobre repasse de R$ 30 milhões de Vorcaro para documentário sobre Lula

Foto: VEJA/Reprodução

O executivo Fábio Carvalho, chairman e publisher da Editora Abril, responsável pela revista VEJA, passou a ser alvo de Fake News após a publicação de reportagens sobre repasse de R$ 30 milhões de Daniel Vorcaro para um documentário sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Entre as informações falsas divulgadas está a de que Carvalho teria participado de um jantar de empresários em apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL), realizado em São Paulo, em 27 de agosto. Segundo a VEJA, o executivo estava fora da capital paulista na data do encontro, tendo viajado naquela manhã e retornado apenas em 30 de agosto.

A revista atribui a origem da informação falsa a um artigo publicado pela revista Piauí, assinado por João Moreira Salles, que incluiu Carvalho na lista de participantes do jantar. A publicação critica a ausência de correção do texto. A VEJA também nega a informação de que Carvalho teria comprado um triplex ligado a Vorcaro por meio da empresa Enforce. Segundo a revista, o executivo nunca teve participação societária na companhia.

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