Foto: divulgação
A pandemia de Covid-19 tornou a situação de enfrentamento à pobreza ainda mais desafiadora. Por causa da crise sanitária e suas repercussões socioeconômicas, o índice de Gini – que mede o nível de desigualdade social no Brasil – voltou a subir em 2021. O cálculo é do Observatório das Metrópoles.
É diante desse cenário que Natal recebe, a partir de 23 de novembro, auditores fiscais de todo o País para a 33ª edição do Congresso Nacional da Fenafim, entidade que representa auditores e fiscais de tributos municipais do País. Durante o congresso, especialistas vão debater, entre outros temas, como os impostos podem ser instrumento de redução das desigualdades sociais.
Serão três dias de evento no Hotel Praiamar, em Ponta Negra. Os que não conseguirem participar presencialmente poderão se inscrever para ter acesso remoto à programação.
O congresso da Fenafim reunirá renomados palestrantes do cenário nacional, atuando em palestras, sessão de debates, mesas redondas, workshops e diversos ciclos de atividades presenciais. Serão três dias de verdadeira imersão em assuntos ligados à área tributária, onde os participantes poderão desfrutar e compartilhar informações em todas as esferas do contexto nacional.
O auditor fiscal Artur Mattos, que atua na Prefeitura de Salvador (BA), será um dos palestrantes. Ele destaca que o Fisco tem um papel fundamental na redução das desigualdades.
“O papel é fundamental em dois polos. Primeiro, em permitir a justiça fiscal através do máximo da progressividade do imposto. Isso significa cobrar mais de quem pode pagar e cobrar menos, ou não cobrar, de quem pode pagar menos. Quem não pode tem, na verdade, de receber parcela da arrecadação através de projetos sociais, na área de saúde e educação, por exemplo. Além disso, o Fisco contribui para que o Estado (ente público) tenha recursos necessários para atender a demanda. Não existe educação, saneamento, saúde, asfalto na rua, sem a presença do auditor tentando trazer recursos para isso”, enfatiza Artur.
🇧🇷 foram 4 anos sem aumento de impostos mas os zumbis não estavam gostando disso agora com a entrada do ex-presidiario tudo volta ao normal para eles, é só fazer um “L”.🇧🇷
Só quero q o Luiz Inácio, cancele a reforma da previdência, e a daqui do RN.
Estamos pagando muito , a reforma daqui foi pior q a do gov federal. Aumentar impostos nessa hora, em q o país começava a sair da crise.
E como fazer feliz de novo?
A promessa foi feita
Se diminuir o tamanho do estado e a corrupção, a economia vai crescer, gerando mais empregos, logo mais dignidade e justiça social. Nao precisa aumentar impostos, basta o estado ser eficiente, onque não é.
Meu deus que retrocesso.
Aumentar impostos sufoca a economia e diminui a geração de empregos e faz aumentar as desigualdades sociais. Essa fórmula de aumentar impostos já se mostrou ineficiente na diminuição das desigualdades. Com menos impostos e uma economia punham-te, a arrecadação aumenta, como estamos vendo hoje.
O que diminui a desigualdade é Estado reduzir os tributos e incentivar os preguiçosos a estudar e trabalhar
Como “a nao cobrança de tributos” ira reduzir a desigualdade ne. A cobrança torna o pobre, somente, mais pobre.
Como criar mais ministérios se não aumentar os impostos ??? Bolsonaro era muito antiquado baixando e zerando impostos !!!
Deixem de mimi parecem mais um bando de maricas palavras do maior inteligente desse país por isso foi o único presidente a perde para um ex presidiário kkk uma vergonha mundial não ganha nem para presidente de bairro de interior kkk