Esporte

Conheça os grupos de ABC, Palmeira e Visão Celeste na Copa São Paulo de Futebol Júnior 2020

A Federação Paulista de Futebol divulgou nessa quinta-feira (28) os grupos e as respectivas cidades dos três representantes do Rio Grande do Norte na Copa São Paulo de Futebol Júnior, ABC, Palmeira e Visão Celeste.

O Palmeira de Goianinha está no grupo 29, na sede de São Bernardo do Campo. No grupo do Verdão tem o São Paulo, atual campeão do certame.

O ABC, campeão do Campeonato Potiguar Sub-19, está no grupo 24, e vai ficar na sede de Guaratinguetá.

O Visão Celeste, equipe do Rio Grande do Norte que mais avançou na competição, chegou nas oitavas de final em 2019, está no grupo 4, e jogará na sede em Bauru.

Em 2020, o torneio vai reunir 128 equipes durante o mês de janeiro, com final acontecendo na data do aniversário da capital paulista, no dia 25, no Estádio Pacaembu. Ao contrário de outras edições, não há nenhum clube estrangeiro na disputa.

O próximo passo da organização da Copinha é anunciar a tabela desmembrada com datas e horários de cada jogo. A previsão é que isso aconteça no começo de dezembro.

Via FNF

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

RN registra maior desaceleração de óbitos por covid-19 no Brasil; queda é de 40%

O Rio Grande do Norte registrou nesta segunda-feira (10) a maior desaceleração de óbitos por covid-19 no Brasil. A queda é de 40%. A região metropolitana de Natal é única região do Estado sem filas para UTI. São 23 UTIs e 140 leitos clínicos disponíveis.

Confira as porcentagens de todo o Brasil:

Sul

PR: +7%
RS: -13%
SC: -22%

Sudeste

ES: -20%
MG: -11%
RJ: 0%
SP: -12%

Centro-Oeste

DF: -18%
GO: -36%
MS: -22%
MT: -21%

Norte

AC: -20%
AM: -33%
AP: -27%
PA: -35%
RO: -23%
RR: +25%
TO: -22%

Nordeste

AL: -16%
BA: -20%
CE: +2%
MA: -12%
PB: -9%
PE: -23%
PI: -10%
RN: -40%
SE: +8%

Com informações do G1

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Luis Felipe Manvailer é condenado a 31 anos de prisão pela morte de Tatiane Spitzner

O professor Luis Felipe Manvailer foi condenado a 31 anos de prisão pela morte da esposa, a advogada Tatiane Spitzner, 29, em julgamento no Tribunal do Júri que terminou no início da noite desta segunda-feira (10), após sete dias. Os jurados consideraram Manvailer culpado por homicídio qualificado por feminicídio, motivo fútil, mediante asfixia e meio cruel, e fraude processual.

A pena total decretada pelo juiz Adriano Scussiato Eyng, de Guarapuava, onde ocorreu o júri, foi de 31 anos, 9 meses e 18 dias. Ele ainda determinou o pagamento de R$ 100 mil em danos morais aos familiares de Tatiane. Eyng não concedeu ao réu o direito de recorrer em liberdade, citando a tentativa de fuga dele para o Paraguai logo após o crime.

Ao ler a sentença, o juiz citou provas que indicaram que Tatiane sofria um relacionamento abusivo e relembrou casos famosos de feminicídio, como os de Ângela Diniz e de Eloá Cristina.

O júri era composto por sete homens. A transmissão do julgamento foi pausada no momento da contagem dos votos, portanto não é possível dizer o placar final. Pela lei, ao se chegar à maioria de quatro votos pela condenação ou absolvição, encerra-se a contagem.

A condenação era esperada tanto pela família Spitzner quanto pelo assistente de acusação, o advogado Gustavo Scandelari, que considera o resultado um marco na luta contra o feminicídio. “A sentença de condenação é uma satisfação à família de Tatiane Spitzner. É um recado claro da sociedade guarapuavana e de todos os cidadãos e cidadãs brasileiras contra a violência de gênero e todas as formas de violência doméstica”, afirmou Scandelari.

Tatiane foi encontrada morta na madrugada do dia 22 de julho de 2018 após uma queda do quarto andar do prédio em que morava com o marido, em Guarapuava (PR). O exame de necropsia apontou que ela foi morta por asfixia mecânica antes da queda e que o corpo tinha feridas e sinais de luta.

A acusação alegou que Manvailer asfixiou Tatiane e a atirou pela sacada após uma discussão. Vizinhos ouviram gritos e imagens das câmeras de segurança do edifício mostram a advogada sendo agredida pelo marido antes de morrer.

Os vídeos mostram que ele recolheu o corpo da mulher da calçada e o levou de volta ao apartamento, antes de tentar fugir. Também apagou marcas de sangue do elevador. Manvailer acabou preso no mesmo dia, após bater o carro na rodovia, em São Miguel do Iguaçu, próximo da fronteira do Brasil com o Paraguai, a cerca de 340 km de Guarapuava.

Já a defesa afirmou que Tatiane se matou após uma discussão.

O depoimento de Manvailer no júri ocorreu neste domingo (9) e durou cerca de onze horas. Ele foi questionado pelo juiz, pelos jurados e por advogados de defesa, mas não respondeu às perguntas da acusação.

Na introdução, ele pediu desculpas à família de Tatiane pelas agressões que praticou contra ela, mas negou que a tenha matado. “Gostaria de pedir perdão pelo mesmo motivo para minha família, eles sabem que não sou assim, e a todas as mulheres do Brasil, pedir perdão por isso. Eu não matei a Tatiane”, disse durante o interrogatório.

Segundo o professor, após uma briga, ele viu Tatiane se segurando pelo parapeito da sacada e diz que, apesar de tentar, não conseguiu alcançá-la para evitar a queda. “Naquele momento, já estava tudo transtornado, o tempo parava, estava indo em direção a ela. Quando estava chegando perto da sacada, vi que a mão dela não estava ali, ouvi ela caindo, ouvi o grito dela”, afirmou.

Nas alegações finais, a defesa de Manvailer também sustentou que, apesar de ter agredido a esposa, ele não a matou. Como argumentos, os defensores citaram supostas contradições nos laudos que atestaram a causa da morte da advogada.

Um dos advogados de Manvailer afirmou que foram encontradas marcas de unha no parapeito da sacada. “E isso só veio aos autos dois anos depois. Na época, não foi registrado em foto”, alegou Renan Pacheco Canto.

A defesa também questionou acusações de agressões do professor contra a esposa dentro do apartamento, já que, segundo os advogados, não foram encontradas marcas de sangue nem móveis arrastados no local.

Durante as alegações finais, o advogado Cláudio Dalledone Junior chegou a simular uma agressão a uma colega, pegando-a com força pelo pescoço. A mulher ficou com marcas vermelhas no local, se desequilibrou e quase caiu em frente aos jurados.

Eles também apontaram possíveis fraudes em provas, como o fato de o corpo de Tatiane ter sido devolvido ao IML após já ter sido liberado para o enterro.

Já a acusação explorou as imagens da agressão de Manvailer contra a esposa, filmadas pelas câmeras de segurança do prédio. Também ressaltou a diferença de tamanho entre o professor e a advogada, o que indicaria que ela não tinha capacidade de se defender.

“A impressão que se dá é que a Tatiane é aquele corpo sem vida jogado no IML, todo retalhado. E esse cidadão [Luis Felipe], em seis dias de júri, não derramou uma lágrima. Ontem esboçou um choro depois de cinco horas de interrogatório”, afirmou o assistente de acusação, Roberto Brzezinski Neto.

A acusação também questionou o modo de agir de Manvailer logo após a queda da esposa. Brzezinski apontou que, ao invés de acudir a mulher após a queda, o marido recolheu o corpo da esposa no apartamento e fugiu.

“O cidadão vê a mulher se jogar da sacada, o que ele tem que fazer? Ele tem que chegar na sacada e gritar por socorro. ‘A minha mulher morreu, a minha mulher se matou’, é isso que um homem de bem faz”, afirmou o advogado.

Manvailer se negou a responder aos questionamentos do Ministério Público e da assistência de acusação. Mesmo assim, o réu foi condenado.

“Os jurados entenderam claramente que era um caso de condenação, baseado em muitas provas. O Poder Judiciário atribuiu uma pena proporcional, justa, e ficará registrado para que motive cada vez mais ações, para que encoraje pessoas a denunciarem casos de violência contra às mulheres”, afirmou Scandelari.

 

FOLHAPRESS

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Pré-candidato a presidente, Mandetta deve mudar domicílio eleitoral para o Rio após saída de Paes do DEM

O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (MS) está em conversas avançadas com a cúpula do DEM para mudar seu domicílio eleitoral para o Rio de Janeiro, o que abriria a possibilidade de concorrer ao governo do estado ou ao Senado em 2022.

Isso não significa, no entanto, que esteja descartada a ambição de disputar a presidência: a avaliação interna é de que a transferência colocaria o ex-deputado em um estado que tem mais representatividade e projeção nacionais caso venha a brigar pelo posto mais alto da República.

Ao Painel Mandetta desconversa ao dizer que as tratativas são iniciais e que há muitas possibilidades, mas acrescenta que o Rio é muito cosmopolita e que tem família lá. Sobre histórico político, diz que só teve passagem pelo estado no movimento estudantil.

A movimentação ocorre em meio à mudança de partido de Eduardo Paes, que era o nome mais conhecido do DEM no Rio, rumo ao PSD.

O prefeito disse ao Painel que Felipe Santa Cruz, da OAB, também irá para o PSD e, por ora, é seu candidato ao governo.

Mandetta tem tempo para pensar: a mudança de domicílio eleitoral é permitida até seis meses antes do pleito.

FOLHAPRESS

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

‘Gestão por terror’ na Casa da Moeda dá indenização de R$ 50 mil a trabalhadores

A Casa da Moeda terá de pagar R$ 50 mil ao sindicato dos trabalhadores moedeiros como indenização por assédio moral e abusos cometidos pela diretoria do órgão entre agosto de 2019 e outubro de 2020.

Em sentença divulgada na sexta (7), a juíza Maria Alice de Andrade Novaes, da 50ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, diz que os depoimentos e documentos reunidos pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores na Indústria Moedeira na ação comprovam os abusos.

“Ficou comprovado que a diretoria que assumiu em 2019 chegou de forma avassaladora abalando as estruturas, prometendo diversas reformas, com sucessivos comunicados de ameaça de perda de direitos, criação de comissões para refutar atestados médicos, impondo verdadeira gestão de perseguição e terror, gestão de choque”, afirma a juíza na decisão.

Para ela, os métodos da administração causaram significativo abalo emocional entre os trabalhadores, justificando a condenação por dano moral coletivo.

Procurada, a Casa da Moeda afirmou que está analisando a decisão, da qual cabe recurso. Em 2019, a empresa tinha 1.983 funcionários efetivos.

Segundo o sindicato, a partir de agosto de 2019, quando uma nova diretoria tomou posse, benefícios assistenciais foram cortados e houve ameaça de fechamento da creche interna.

Comunicados e decisões tratando da inviabilidade econômica da Casa da Moeda passaram a ser enviados com frequência aos funcionários. Para o sindicato, a intenção da empresa era pressionar os trabalhadores a aderir a planos de demissão voluntária.

No final daquele ano, a empresa deu início também a uma auditoria interna, com a criação de uma comissão especial, para apurar faltas e licenças. Em comunicado divulgado internamente, a diretoria teria determinado, segundo o sindicato, que os gestores acompanhassem “‘de perto a situação de seus empregados, informando a quantidade de ausência e o impacto financeiro desta ausência”.

Para a entidade que representa os trabalhadores, a medida buscava constranger os funcionários que viessem a ficar doentes. A juíza Maria Alice de Andrade Novaes considerou a criação da comissão uma “nítida intenção de intimidar, de coagir, de pressionar os trabalhadores, de criar óbices indevidos à entrega de atestados médicos”.

O advogado Maximiliano Nagl Garcez, da Advocacia Garcez, que representou o sindicato na ação, diz que a decisão será um instrumento para trabalhadores da Casa da Moeda que decidam entrar com ações individuais. “Não é uma condenação de grande valor econômico, mas é prova importante para aqueles que sofreram esses assédios”, afirma. Para o advogado, a decisão tem ainda um caráter simbólico ao demonstrar a ilegalidade desses comportamentos.

No início deste ano, a Casa da Moeda chegou a pedir o encerramento da ação. Como houve mudança na diretoria em outubro de 2020, a empresa defendeu que o processo tinha perdido seu objeto.

Para a juíza, porém, a substituição na gestão da empresa não apagava as práticas da diretoria anterior. Além disso, afirmou que a ação buscava reparação pelos danos imateriais cometidos pela gestão, e não o afastamento dos diretores.

A Casa da Moeda está no programa de desestatização do governo Jair Bolsonaro (sem partido). A privatização da empresa está na pauta do Planalto desde a gestão Michel Temer (MDB). Em 2016, quando o governo desobrigou fabricantes de bebidas alcoólicas do uso de selos de controle da produção, que eram produzidos pela estatal, a Casa da Moeda perdeu R$ 1,4 bilhão de faturamento anual.

Desde então, a empresa vem passando por uma série de medidas de enxugamento de custos, como planos de demissão.

 

FOLHAPRESS

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Ministério da Saúde investiga morte de gestante após AstraZeneca, e Anvisa manda suspender uso

O Ministério da Saúde afirma que investiga o caso de uma gestante que morreu no Rio de Janeiro após ter sido imunizada com a vacina AstraZeneca. Em nota enviada ao Painel, a pasta ainda diz que “reavalia a imunização no grupo de gestantes sem comorbidades.”

A coluna questionou o ministério comandado por Marcelo Queiroga a respeito do tema na tarde desta segunda-feira (10).

O Painel perguntou à pasta sobre dois casos de mortes de gestantes que foram relatados por estados, um na Bahia e um no Rio. O ministério respondeu confirmando apenas a investigação de um deles.

“O Ministério da Saúde informa que foi notificado pelas secretarias de Saúde Municipal e Estadual do Rio de Janeiro e investiga o caso. Cabe ressaltar que a ocorrência de eventos adversos é extremamente rara e inferior ao risco apresentado pela Covid-19.Neste momento, a pasta recomenda a manutenção da vacinação de gestantes, mas reavalia a imunização no grupo de gestantes sem comorbidades”, respondeu o ministério em nota.

Na noite desta segunda-feira (10), a Anvisa emitiu nota técnica em que recomenda a suspensão imediata do uso da vacina Covid da AstraZeneca/Fiocruz em mulheres gestantes.

A orientação da agência é para que a indicação da bula da AstraZeneca seja seguida. Nela não consta o uso em gestantes.

“A orientação da Anvisa é que a indicação da bula da vacina AstraZeneca seja seguida pelo Programa Nacional de Imunização (PNI). A orientação é resultado do monitoramento de eventos adversos feito de forma constante sobre as vacinas Covid em uso no país. O uso ‘off label’ de vacinas, ou seja, em situações não previstas na bula, só deve ser feito mediante avaliação individual por um profissional de saúde que considere os riscos e benefícios da vacina para a paciente. A bula atual da vacina contra Covid da AstraZeneca não recomenda o uso da vacina sem orientação médica”, diz comunicado da Anvisa, que não diz em que caso específico se baseou para tomar a decisão.

Em abril, o secretário de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde, Raphael Câmara, afirmou que as variantes do coronavírus no Brasil têm se mostrado mais agressivas em grávidas e que a pasta recomenda postergar a gravidez nesse período crítico da pandemia.

Câmara, porém, não especificou a quais variantes se referia nem mostrou pesquisas que comprovem que as novas variantes sejam mais agressivas especialmente nesse público. Ele disse que o ministério já está trabalhando para realizar esses estudos.

Reportagem publicada pela Folha mostrou um salto nas mortes maternas por Covid neste ano, mas apontou como principal fator a falta de assistência adequada, como acesso a UTI e ao procedimento de intubação. Desde o início da pandemia, uma em cada cinco gestantes e puérperas (22,6%) mortas por Covid não teve acesso à UTI e 1 em cada 3 não foi intubada.

FOLHAPRESS

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Ministério da Saúde assina contrato para comprar mais 100 milhões de doses da Pfizer

O Brasil assinou, nesta segunda-feira (10), a compra de mais 100 milhões de doses da vacina da Pfizer. O contrato de compra deve ser assinado também pela empresa, nesta terça (11).

A informação concedida à CNN é do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que atribuiu ao fuso a diferença de datas para assinatura do governo brasileiro e da empresa, que tem fábricas nos Estados Unidos e na Bélgica. A assinatura que falta virá do lado belga do laboratório. À CNN, o ministro afirmou: “estou trabalhando para ter vacinas suficientes para o Programa Nacional de Imunizações (PNI)”.

Com isso, o governo terá adquirido 200 milhões de doses de Pfizer. Pelo cronograma de entrega, a previsão é receber 35 milhões de vacinas em setembro e as demais até o fim do ano.

Nesta semana, pouco mais de 1 milhão de vacinas da Pfizer foram distribuídas.

Nesta segunda-feira, o presidente Jair Bolsonaro criou a Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, para executar medidas contra o coronavírus. É essa área que ficará responsável pelo programa de testagem, ou seja, fazer testes na população para saber quantas pessoas já tiveram a doença. “Não somente tratará de testagem. Todas as ações de enfrentamento à pandemia ficarão sob a coordenação da nova secretaria”, afirmou Queiroga. O início do programa é o que o governo espera anunciar nos próximos dias.

Depois de depor por 9 horas à CPI da Pandemia, na semana passada, Queiroga poderá ser convocado a falar de novo. À CNN, mais cedo, ele afirmou que está à disposição. A compra e chegada de mais vacinas são trunfos nas mãos do ministro, enquanto suas declarações sobre outros pontos polêmicos, como o uso de cloroquina no Brasil, não convenceram a CPI.

CNN BRASIL

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Bolsonaro assina MP que libera mais R$ 5,5 bilhões para aquisição e produção de 150 milhões de doses de vacina contra Covid

Foto: Bio-Manguinhos/Fiocruz

O presidente Jair Bolsonaro editou nesta segunda-feira mais uma medida provisória para a liberação de recursos para a aquisição e produção de vacinas contra a Covid-19. O presidente liberou R$ 5,5 bilhões em crédito para o Ministério da Saúde. Os valores servirão para a produção e distribuição de 50 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca, fabricada no Brasil pela Fiocruz, e para a aquisição de mais 100 milhões de doses de vacinas.

O governo federal decidiu publicar nova medida provisória porque já empenhou R$ 16,1 bilhões dos R$ 19,9 bilhões do crédito autorizado no início do ano para a aquisição de doses, bem como as despesas com insumos, logística, e publicidade.

Na semana passada, em depoimento para a CPI da Covid, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga anunciou a dispensa de licitação para a aquisição de mais 100 milhões de doses da vacina desenvolvida pela farmacêutica Pfizer.

Nas últimas semanas, o Ministério da Saúde tem feito ajustes finais no novo contrato com a empresa norte-americana. O Brasil já tem um contrato, que foi firmado em março, para a disponibilização de 100 milhões de doses ao país até o final do terceiro trimestre de 2021. Um primeiro lote com 1 milhão de vacinas da Pfizer/BioNTech chegou ao Brasil na quinta-feira passada, dia 29. Outras 628 mil doses foram entregues ontem.

Nesta segunda-feira, o Instituto Butantan também liberou mais 2 milhões de doses da CoronaVac, a vacina produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o órgão paulista. Até esta segunda-feira, já foram aplicadas 46,8 milhões de doses no Brasil.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Ô beleza… obrigado CPI…👏👏👏👏👏👏
    Mais pressão no genocida, mais pressão que ele compra mais vacina…

  2. Por que será que não se fala aqui no bolsolão? Será pelo Bolsonaro ou pelo potiguar suspeito de envolvimento também?

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Aras nega investigar Bolsonaro por cheques de Queiroz para Michelle

Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O procurador-geral da República, Augusto Aras, disse ao STF (Supremo Tribunal Federal) que não vai investigar o presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) pelos pagamentos de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), na conta da primeira-dama, Michelle Bolsonaro. A decisão foi enviada, em ofício, ao gabinete do ministro do STF Marco Aurélio Mello.

Segundo Aras, no momento não existe “lastro probatório mínimo para ensejar investigação” contra Bolsonaro.

A decisão foi tomada em uma ação apresentada pelo advogado Ricardo Bretanha Schmidt, de Santa Catarina. O defensor pediu abertura de investigação em agosto do ano passado para tratar do eventual envolvimento do chefe do Executivo nas transações entre Queiroz e Michelle.

O ex-assessor é acusado de envolvimento em um esquema de rachadinha montando no gabinete de Flávio quando ele ocupava cargo na Alerj. O jurista cita reportagens destacando que Queiroz enviou para Michelle 21 cheques no total de R$ 71 mil entre 2011 e 2016.

No entanto, para Aras, não existem indícios de que Bolsonaro esteja envolvido em irregularidades neste caso. Para Aras, apesar das relações entre Queiroz e o senador serem alvos de investigação no Rio, não existem “indícios do cometimento de infrações penais pelo presidente da República”.

Com informações de Poder 360 e Correio Braziliense

Opinião dos leitores

  1. Isso não passou de mera coincidência. Rachadinha, superfaturamento de mão de obra, não existe. Segundo os bolsonaristas se existir o que é que tem? Segundo eles, todo mundo faz.

  2. Ganhou mais um pontinho com o patrão. Agora só precisa demonstrar ser mais terrivelmente evangélico pra ganhar o cargo dos sonhos.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Brasil chega a 35,9 milhões de vacinados com a 1ª dose de vacina contra covid, 16,9% da população

Foto: reprodução/Prefeitura de Piraquara-PR

Balanço da vacinação contra Covid-19 desta segunda-feira (10) aponta que 35.909.617 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 16,96% da população brasileira.

A segunda dose já foi aplicada em 18.073.591 pessoas (8,54% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal.

No total, 53.983.208 doses foram aplicadas em todo o país, somando a primeira e segunda doses.

De ontem para hoje, a primeira dose foi aplicada em 581.772 pessoas e a segunda dose em 326.608, com um total de 908.380 doses aplicadas neste intervalo.

Quantas doses cada estado recebeu até 10 de maio

  • AC: 250.240
  • AL: 1.063.800
  • AM: 1.610.699
  • AP: 205.130
  • BA: 4.985.060
  • CE: 2.915.300
  • DF: 987.410
  • ES: 1.448.650
  • GO: 2.231.830
  • MA: 2.046.770
  • MG: 7.568.640
  • MS: 993.420
  • MT: 1.033.630
  • PA: 2.297.770
  • PB: 1.459.030
  • PE: 3.092.180
  • PI: 1.026.980
  • PR: 4.116.460
  • RJ: 4.391.120
  • RN: 1.167.010
  • RO: 484.468
  • RR: 206.980
  • RS: 4.921.310
  • SC: 2.564.570
  • SE: 691.840
  • SP: 14.588.560
  • TO: 465.760

Origem dos dados

  • Total de doses: números divulgados pelos governos estaduais.
  • As informações sobre população prioritária e doses disponíveis são do Ministério da Saúde.
  • As estimativas populacionais são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A informação é resultado de uma parceria do consórcio de veículos de imprensa, formado por G1, “O Globo”, “Extra”, “O Estado de S.Paulo”, “Folha de S.Paulo” e UOL.

G1

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

Relatório detalha fichas criminais de mortos no Jacarezinho: tráfico, posse e uso de drogas, furto, roubo, porte ilegal de armas, ameaça e lesão corporal

Foto: reprodução/TV Globo

Um relatório da Subsecretaria de Inteligência (SSinte) da Polícia Civil do Rio de Janeiro detalha as fichas criminais de 25 dos 27 suspeitos mortos no Jacarezinho, favela na Zona Norte do Rio. Os outros dois que não tinham anotações de crimes tinham envolvimento com o tráfico confirmado em depoimento por parentes. Um deles era menor de idade.

Na semana passada, ao divulgar informações sobre a operação, a polícia havia dito que todos os mortos na operação mais letal da história do estado tinham antecedentes criminais e que entraram em confronto com os agentes.

Detalhamento dos crimes

O documento aponta que 12 deles tinham envolvimento com o tráfico de drogas no Jacarezinho.

Outros 12 tinham registros por outros crimes, como posse e uso de drogas, furto, roubo, porte ilegal de armas, ameaça e lesão corporal. Um foi fichado por desacato.

Dos 12 mortos sem denúncia de envolvimento com o tráfico, a polícia afirma que, em três casos, parentes confirmaram em depoimento a ligação deles com facções criminosas.

No caso dos outros nove, a polícia justificou o envolvimento deles com o tráfico a partir de fotos e mensagens publicadas em redes sociais.

O relatório traz, ainda, fotos dos mortos retiradas de redes sociais. Em muitas, eles aparecem portando armas.

G1

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *