Tecnologia

Conheça a rede social que apaga tudo em 24 horas

imagem.phpEm tempos de Snapchat, Slingshot e similares, nada fica e tudo se expira. Seja por questões de privacidade ou mesmo arrependimento, é comum cada vez mais ver usuários deletando posts de redes sociais ou utilizando serviços com recurso de “autodestruição”.

Pegando carona na tendência, surgiu em junho o Sobrr, aplicativo que promete excluir posts, conversas e até mesmo amizades em 24 horas. O Olhar Digital conversou com Bruce Yang, criador do app. Segundo Yang, o projeto surgiu a partir de uma experiência pessoal.

“A ideia veio da minha despedida de solteiro, em Las Vegas, no ano passado. Eu e meus amigos nos divertimos muito, mas no dia seguinte, acordamos e concordamos que deveríamos apagar todas as fotos que tiramos, as conversas e todos os rastros do que havia acontecido no dia anterior”, explica.

Depois do incidente, Bruce conta que pensou mais na natureza das redes sociais e imaginou um serviço em que tudo expirasse em um período determinado de tempo. “O que acontece hoje, estará no Facebook amanhã. E você precisa se comportar, se não, sentirá vergonha”, defende. O próprio nome do aplicativo, Sobrr, faz referência à palavra “sóbrio” em inglês (“sober”).

Concorrentes

Mesmo com a autrodestruição em 24 horas, o Sobrr tem semelhanças com concorrentes. Isso porque o app funciona por meio dos “vibings”, publicações de terceiros nas quais é possível dar “cheer” arrastando para a direita e passar, arrastando para a esquerda, assim como no Tinder.

Os vibings são, na verdade, fotos que podem ser comentadas e curtidas e ainda editadas com filtros antes de publicadas, algo bastante parecido com o Instagram. Por fim, as conversas com as pessoas que você conhece ou é amigo são apagadas automaticamente, como no chat do Snapchat.

De acordo com Yang, a diferença entre o Sobrr e os outros aplicativos está na soma de todos os recursos mais interessantes. “O Sobrr possui seus chats privados, o que é similar ao Snapchat. Algumas vezes as pessoas pensam nele como um Tinder com Snapchat. O Tinder é uma rede social para conectar desconhecidos e é baseada na localização do usuário. E o Snapchat é para conhecidos. O Sobrr combina os dois”, afirma.

Outra peculiaridade do Sobrr está nas amizades. Para manter uma amizade após o período de 24 horas, é preciso que ambas as pessoas cliquem do botão de “manter”. Caso não, o contato é expirado. A ferramenta lembra também o “match” do Tinder, quando duas pessoas só conversam quando dão like simultâneo.

Privacidade

No que diz respeito à privacidade do usuário, o fundador do aplicativo afirma que todo o conteúdo é deletado. “No Sobrr, nós garantimos que tudo realmente expira em 24 horas. Nós não deixamos nada nos nossos servidores também”. O mesmo acontece nos dispositivos dos usuários. “Em 24 horas, a informação se vai. O mesmo é válido para o seu celular ou tablet. Tudo que você fizer no dispositivo, nós garantiremos que será deletado em 24 horas”, completa.

Expansão

Atualmente, o Sobrr está disponível somente para iOS em cinco línguas: inglês, português, espanhol, alemão e chinês. Bruce conta que os planos de expansão do app incluem uma versão Android, que deve ser lançada no mês que vem e o foco no público destes cinco países, principalmente estudantes. “Nós queremos focar nos estudantes do ensino médio, especialmente o público feminino”, afirma.

Questionado pelo Olhar Digital sobre o usuário brasileiro, Bruce contou que o país foi um dos primeiros a acessar o app, provavelmente impulsionado pela Copa do Mundo. “Eu acredito que o Brasil é um lugar no qual mais queremos promover a ideia de ‘vida no momento’ [slogan do app]; que queremos promover a ideia de mais liberdade nas redes sociais. O Brasil é um ótimo país para isso por conta de sua cultura”, conclui.

Olhar Digital – UOL

http://olhardigital.uol.com.br/noticia/conheca-a-rede-social-que-apaga-tudo-em-24-horas/44353

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Judiciário

STF transforma 8 de janeiro em linha de produção de condenações e já passa de 800 réus punidos

Foto: Divulgação/STF

Três anos após o 8 de janeiro de 2023, o STF já condenou mais de 800 pessoas pelos atos classificados como “trama golpista”. Os dados são do gabinete do ministro Alexandre de Moraes e consideram decisões tomadas até dezembro de 2025, com números que ainda podem aumentar.

Após os atos em Brasília, a PGR apresentou 1.734 ações penais ao STF, dividindo os acusados entre incitadores, executores e cinco núcleos que, segundo a acusação, teriam sustentado a tentativa de permanência de Jair Bolsonaro no poder após a eleição de Lula. As acusações vão de golpe de Estado a dano ao patrimônio público, em processos concentrados na Primeira Turma da Corte.

Nos quatro principais núcleos julgados, 29 réus foram condenados à prisão e apenas dois acabaram absolvidos por falta de provas: o general Estevam Theófilo e o delegado da Polícia Federal Fernando de Sousa Oliveira. Até agora, apenas o Núcleo 1 — que inclui Bolsonaro e outros sete réus — teve as condenações efetivamente executadas; os demais ainda recorrem.

Ao todo, foram 21 sessões de julgamento em quatro meses, com decisões que reforçam o protagonismo do STF no pós-8 de janeiro. O Núcleo 5, que inclui Paulo Figueiredo, neto do ex-presidente da ditadura João Figueiredo e residente nos Estados Unidos, segue sem data para julgamento, mostrando que a novela judicial ainda está longe do fim.

Quem são os condenados

Núcleo 1 – data da condenação: 11 de setembro de 2025

Jair Bolsonaro, ex-presidente da República: 27 anos e três meses
Walter Braga Netto, ex-ministro e candidato à vice na chapa de 2022: 26 anos;
Almir Garnier, ex-comandante da Marinha: 24 anos;
Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal: 24 anos;
Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI): 21 anos;
Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa: 19 anos;
Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin): 16 anos, um mês e 15 dias;
Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro: 2 anos em regime aberto e garantia de liberdade pela delação premiada.

Núcleo 2 – data da condenação: 16 de dezembro de 2025

Mário Fernandes, general da reserva do Exército: 26 anos e seis meses de prisão;
Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF): 24 anos e seis meses de prisão;
Marcelo Câmara, ex-assessor de Bolsonaro: 21 anos de prisão;
Filipe Martins, ex-assessor de Assuntos Internacionais do ex- presidente Jair Bolsonaro: 21 anos de prisão;
Marília de Alencar, ex-diretora de Inteligência do Ministério da Justiça: 8 anos e seis meses de prisão.

Núcleo 3 – data da condenação: 18 de dezembro de 2025

Hélio Ferreira Lima, tenente-coronel: 24 anos de prisão;
Rafael Martins de Oliveira, tenente-coronel: 21 anos de prisão;
Rodrigo Bezerra de Azevedo, tenente-coronel: 21 anos de prisão;
Wladimir Matos Soares, policial federal: 21 anos de prisão;
Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros , tenente-coronel: 17 anos de prisão;
Bernardo Romão Correa Netto, coronel: 17 anos de prisão;
Fabrício Moreira de Bastos, coronel: 16 anos de prisão;
Márcio Nunes de Resende Júnior, coronel: 3 anos e cinco meses de prisão;
Ronald Ferreira de Araújo Júnior, tenente-coronel: um ano e onze meses de prisão.

Núcleo 4 – data da condenação: 21 de outubro de 2025

Ângelo Martins Denicoli, major da reserva do Exército: 17 anos de prisão;
Reginaldo Vieira de Abreu, coronel do Exército: 15 anos e seis meses de prisão;
Marcelo Araújo Bormevet, policial federal: 14 anos e seis meses de prisão;
Giancarlo Gomes Rodrigues, subtenente do Exército: 14 anos de prisão;
Ailton Gonçalves Moraes Barros, major da reserva do Exército: 13 anos de prisão;
Guilherme Marques de Almeida, tenente-coronel do Exército: 13 anos e seis meses;
Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal: 7 anos e seis meses de prisão.

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Política

PL Antifacção apavora Lula e Planalto tenta tirar Derrite do jogo

Foto: Reprodução

O governo Lula já se movimenta nos bastidores para tentar frear mudanças no PL Antifacção, projeto que endurece o combate ao crime organizado e volta à Câmara após o recesso. O motivo do incômodo tem nome e sobrenome: Guilherme Derrite, relator da proposta e aliado do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.

Assessores do Ministério da Justiça admitem que Derrite está insatisfeito com o texto aprovado pelo Senado e pretende mexer no projeto. Traduzindo: o deputado quer reforçar o enfrentamento às facções, algo que deixa o Planalto em alerta máximo. Por isso, o governo já articula uma força-tarefa para tentar retirar a relatoria das mãos do parlamentar.

A leitura no Palácio do Planalto é clara: se Derrite continuar no comando do texto, a oposição pode avançar numa legislação mais dura contra o crime organizado. A reação petista deve repetir o velho roteiro — acusar a direita de “enfraquecer a Polícia Federal” e até de “proteger facções”, enquanto o governo posa de salvador da pátria.

Outra cartada prevista é ainda mais conhecida: colar o projeto a aliados de Jair Bolsonaro e espalhar o discurso de que haveria risco de interferência estrangeira no Brasil. Tudo para desviar o foco do essencial — o medo do governo Lula de perder o controle da narrativa sobre segurança pública, tema em que a esquerda historicamente patina.

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Política

TCU acende alerta contra indicação política de petista e teme ministro sem preparo técnico

Foto: Divulgação

Nos bastidores do Tribunal de Contas da União (TCU), o clima é de preocupação com a escolha do próximo ministro que será indicado pela Câmara dos Deputados para a vaga de Aroldo Cedraz. Ministros e técnicos da Corte defendem que o futuro nome tenha experiência real no controle de contas públicas, para evitar desgaste institucional em um momento de forte pressão sobre o TCU.

O temor aumentou após a repercussão das decisões envolvendo o Banco Master e o desgaste público do último indicado pela Câmara. Mesmo assim, o presidente da Casa, Hugo Motta, avisou aliados que pretende cumprir acordo com o PT para indicar o deputado Odair Cunha (PT), o que acendeu ainda mais o sinal de alerta dentro da Corte.

O Centrão, porém, já avisou que não reconhece acordo algum e quer entrar no jogo. Entre os nomes ventilados estão deputados influentes como Danilo Forte (União), Pedro Paulo e Hugo Leal (PSD), além de Elmar Nascimento (União), todos com peso político e apetite pela vaga.

TCU dentro do olho do furacão

Enquanto isso, o TCU vive um verdadeiro “furacão”. O ministro Jhonatan de Jesus, último indicado pela Câmara, virou alvo de críticas por relatar as ações do Banco Central no caso Banco Master.

Diante da pressão, o presidente do TCU, Vital do Rêgo, saiu em defesa do colega e afirmou que a investigação segue dentro da legalidade. Nos corredores da Corte, porém, o recado é claro: indicação política sem preparo técnico virou risco institucional.

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Política

Lulinha diz que “não sabia de nada” sobre encomenda do Careca do INSS em seu apartamento

Foto: Reprodução/Redes sociais

Após vir à tona que o Careca do INSS mandou entregar uma encomenda em um apartamento alugado por Lulinha, em Moema, bairro nobre de São Paulo, o filho do presidente Lula correu para negar qualquer envolvimento. Por meio de advogado, ele afirmou que desconhece completamente a entrega e ressaltou que não era o destinatário do material.

Segundo mensagens obtidas pela Polícia Federal, em outubro de 2024 o lobista orientou um funcionário a entregar um “medicamento” no endereço do imóvel, indicando como destinatária Renata Moreira, esposa de Lulinha. O apartamento pertence formalmente a Jonas Suassuna, ex-sócio do filho de Lula e personagem antigo de investigações que cercaram o petista.

A negativa ocorre enquanto a PF apura se Lulinha seria sócio oculto do Careca do INSS, apontado como operador de um esquema milionário de fraudes na Previdência. A investigação identificou transferências de R$ 1,5 milhão para uma empresária amiga do casal, com referência a dinheiro destinado ao “filho do rapaz”, além de menções ao nome de Lulinha em dados apreendidos.

A defesa fala em “esforço pirotécnico” para envolver o filho do presidente e garante que não há negócios entre eles. A própria PF informou ao STF que, até agora, não encontrou prova direta contra Lulinha — mas o fato é que o nome da família Lula voltou ao centro de uma investigação pesada, justamente no escândalo que sangrou aposentados do INSS.

Opinião dos leitores

  1. Tal pai, tal filho, a mesma resposta do bandido Loola…bandido é bandido, mané e mané

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Saúde

Encomenda do Careca do INSS chega a apartamento de Lulinha e reacende suspeitas da PF

Foto: Montagem

Mensagens obtidas pela Polícia Federal mostram que o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, mandou entregar uma encomenda em um apartamento alugado por Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, em Moema, área nobre de São Paulo. A ordem foi dada em outubro de 2024 e indicava como destinatária Renata Moreira, esposa do filho do presidente Lula, conforme informações do Metrópoles.

O imóvel fica na rua Juriti e pertence formalmente a Jonas Suassuna, ex-sócio de Lulinha e velho conhecido da Lava Jato. Foi Suassuna quem comprou o apartamento ainda em 2009, e Lulinha mora no local há mais de uma década. A PF apura se a entrega tem ligação com o esquema bilionário de fraudes no INSS, comandado, segundo a investigação, pelo Careca do INSS.

A suspeita central é ainda mais grave: investigadores analisam se Lulinha atua como sócio oculto do lobista. O nome do filho de Lula aparece em materiais apreendidos após quebras de sigilo, além de registros de viagens juntos e transferências milionárias ligadas a pessoas próximas ao casal. Um dos repasses, de R$ 1,5 milhão, teria sido justificado como dinheiro para “o filho do rapaz”.

Por meio do advogado Marco Aurélio de Carvalho, Lulinha afirmou desconhecer a encomenda e negou qualquer relação com o Careca do INSS. A defesa fala em “esforço pirotécnico” para envolvê-lo no caso. Mesmo assim, a PF já comunicou o STF sobre as conexões encontradas, reacendendo fantasmas antigos que voltam a rondar o núcleo familiar do presidente Lula.

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Geral

Bandigalado comanda Festival Rock Imperial e promete noite histórica no Porto Brasil

Foto: Divulgação

A Bandigalado Rock Natal será a atração principal do Festival Rock Imperial, a já tradicional festa de rock do verão de Pirangi, que vai acontecer no próximo sábado (10), no espaço de eventos do Villa Imperial, no Porto Brasil, a partir das 17 horas.

Irão se apresentar três bandas: Old Bolds (17 horas), General Mustang (18h30) e a Bandigalado (20 horas). A entrada, como ocorre todos os anos, é mediante convite em lista, por parte de algum condômino do PB.

A Bandigalado é uma banda de rock natalense composta por sete integrantes: Alexandre Azevedo (vocal), Lucien Dantas (bateria), André Macedo (baixo), Cláudio Macedo (guitarra base), Silvério Neto (guitarra solo), Misael Queiroz (guitarra solo) e Pedro Ratts (teclado).

A banda foi fundada em 2011 por Alexandre, Lucien, André e Cláudio, amigos de infância e fãs de rock, para se divertirem e confraternizarem com amigos e familiares próximos. Profissionais liberais e sem qualquer experiência com música, os fundadores tiveram que estudar e desenvolver suas habilidades em cada instrumento, para poder se apresentar entre amigos.

Hoje a Bandigalado se apresenta em diversos eventos privados e, mais recentemente, se apresentou no badalado Fest Bossa & Jazz, em agosto de 2025, na famosa praia de Pipa, o que rendeu à banda um novo convite para se apresentar na Paraíba, em novembro, na edição do Fest Bossa & Jazz em Bananeiras.

O nome da banda vem do famoso termo “galado”, apelido jocoso com o qual os natalenses chamavam os militares americanos que aqui estiveram na época da Segunda Guerra, quando frequentavam as festas em seus trajes de gala e conquistavam os corações das moças natalenses.

Bandigalado é rock, amizade e som de excelente qualidade. Contatos para shows com Alexandre Azevedo pelo (84) 99461-2027.

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Brasil

Cerco ao TCP: polícia fecha áreas dominadas por ladrões de cargas e carros de luxo

Foto: Divulgação/PCERJ

Uma megaoperação das polícias Militar e Civil tomou conta, nesta quinta-feira (8), das comunidades de Senador Camará e Vila Aliança, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O alvo é o Terceiro Comando Puro (TCP), facção criminosa investigada por roubos de cargas e veículos de alto padrão, crimes que alimentam o caixa do crime organizado.

Ao todo, cerca de 520 agentes participam da ação, sendo 410 policiais militares e 110 civis, com cerco estratégico para reduzir riscos à população. O objetivo é sufocar a logística do crime, atingir o dinheiro das quadrilhas e retomar áreas onde o Estado perdeu espaço para facções armadas.

Pela PM, atuam unidades do 2º Comando de Policiamento de Área, com destaque para o 14º BPM, além de tropas do Comando de Operações Especiais, incluindo o Bope, conhecido por ações de alto risco. Já a Polícia Civil entra com equipes da 34ª DP (Bangu), da CORE, da Inteligência e da Polícia Especializada.

O aparato é de guerra: 11 veículos blindados e até ambulância blindada, pronta para socorro emergencial. A operação reforça um recado claro em meio ao avanço da criminalidade no país: sem enfrentamento firme, facções seguem mandando.

 

Opinião dos leitores

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Mundo

Trump age com pulso firme: EUA assumem controle do petróleo e ficam na Venezuela “por anos”

Foto: Reprodução

O presidente Donald Trump confirmou que os Estados Unidos vão ficar por muito tempo na Venezuela, com presença política e estratégia econômica voltadas ao controle do petróleo — o ativo mais valioso do país sul-americano. A declaração foi dada em entrevista ao New York Times, quando questionado se a intervenção teria prazo curto: “Eu diria que muito mais tempo”, afirmou.

Trump detalhou que o governo interino venezuelano, agora alinhado com os EUA, está cooperando com Washington e que o plano inclui usar o petróleo venezuelano para reconstruir o país “de forma muito lucrativa”, baixando preços e gerando receita para os próprios venezuelanos e para os americanos.

Parte dessa estratégia já começou: Trump anunciou que entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo venezuelano serão enviados para os EUA e vendidos a preço de mercado, com o controle financeiro da operação sob comando americano para garantir que os fundos “beneficiem o povo da Venezuela e dos Estados Unidos”.

Autoridades do governo Trump também afirmam que os EUA vão controlar indefinidamente a comercialização desse petróleo e decidir como usar os recursos, abrindo espaço para empresas americanas investirem na recuperação da produção.

Essa ação coloca os Estados Unidos como protagonistas na reconstrução e redirecionamento da indústria energética venezuelana — um golpe estratégico que frustra regimes de esquerda e assegura liderança americana na região.

Opinião dos leitores

  1. Ainda tem idiota que acredita nessa conversa ? O objetivo sempre foi esse: se apropriar do Petróleo e deixar o povo Venezuelano na miséria sem a única riqueza natural que existe na Venezuela que é o Petróleo. Não ficará pedra sobre pedra.

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Política

Flávio chama Moraes de “negacionista” após decisão contra sindicância

Foto: Vinícius/Schmidt/Metrópoles

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reagiu ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes na noite desta quarta-feira (7), chamando-o de “negacionista” após a decisão que anulou a sindicância aberta pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para apurar a assistência médica prestada ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A apuração tratava do atendimento após Bolsonaro bater a cabeça em um móvel durante a madrugada na cela e só ser levado ao hospital cerca de 24 horas depois.

Em publicação nas redes sociais, Flávio afirmou que a decisão de Moraes ignora protocolos básicos da medicina e desrespeita a ciência, colocando em risco a vida do ex-presidente. Segundo o senador, exames realizados no Hospital DF Star confirmaram traumatismo craniano leve, o que reforçaria a necessidade de atendimento imediato. Ele também saiu em defesa do CFM, dizendo que a manifestação da entidade é “óbvia” ao priorizar o cuidado com a vida humana acima da burocracia.

Flávio classificou como “inaceitável” o fato de Bolsonaro ter permanecido sozinho durante a noite em uma cela trancada sem acompanhamento médico contínuo e sugeriu que a demora no atendimento poderia ter tido consequências graves. O senador afirmou ainda que a defesa jurídica do ex-presidente busca uma prisão domiciliar humanitária e cobrou um posicionamento do presidente do STF, Edson Fachin, sobre a conduta de Moraes no caso.

Mais cedo, Alexandre de Moraes declarou nula a sindicância instaurada pelo CFM e proibiu a abertura de procedimentos semelhantes, tanto em âmbito nacional quanto estadual. O ministro alegou que o conselho não tem competência para apurar atos da Polícia Federal, apontando “desvio de finalidade” e “ausência de competência correcional”. Moraes também determinou que o presidente do CFM preste depoimento à PF em até dez dias e que o Hospital DF Star envie todos os laudos e exames médicos de Jair Bolsonaro no prazo de 24 horas.

Com informações do Metrópoles

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Geral

Governo Fátima veta lei que exigia repasses automáticos de ICMS, IPVA e Fundeb aos municípios do RN

Foto: Sandro Menezes / GovRN

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, vetou integralmente o Projeto de Lei nº 632/2025, aprovado por unanimidade pela Assembleia Legislativa, que estabelecia novos critérios e prazos para o repasse automático de ICMS, IPVA e recursos do Fundeb às prefeituras potiguares. A proposta buscava corrigir atrasos históricos e garantir maior previsibilidade financeira aos municípios, sem gerar custos adicionais ao Estado.

De autoria do deputado Gustavo Carvalho (PL), o texto previa, entre outros pontos, repasses diários do IPVA e transferências semanais do ICMS, além de detalhar critérios para a distribuição do Fundeb e ampliar a transparência dos dados arrecadatórios. Durante a votação, parlamentares classificaram a iniciativa como um avanço histórico para o municipalismo no Rio Grande do Norte.

O veto do Executivo, no entanto, teve como base um entendimento jurídico. O governo argumenta que o projeto invade competência exclusiva do Poder Executivo ao estabelecer regras sobre a execução financeira e administrativa do Estado, configurando vício de iniciativa e violando o princípio da separação dos poderes.

Com a decisão, o texto retorna à Assembleia Legislativa, que poderá manter ou derrubar o veto da governadora. Caso o veto seja rejeitado, a lei poderá ser promulgada pelo Legislativo, o que tende a abrir espaço para judicialização. A expectativa agora é de novo embate entre Executivo e deputados em torno da pauta municipalista.

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