Brasil

Conselho de Administração decide nesta sexta se Magda Chambriard assume a Petrobras

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Os membros do Conselho de Administração da Petrobras decidem nesta sexta-feira (24) se aprovam ou não Magda Chambriard como a nova presidente da estatal. A engenheira civil e química foi nomeada para o cargo pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último dia 14 e precisa receber o aval do colegiado, que é responsável por decisões estratégicas da empresa, a maior do país. Ela recebeu o sinal verde do Comitê de Pessoas da Petrobras nessa quarta (22).

Magda foi apresentada por Lula para substituir Jean Paul Prates no comando da empresa. Antes de ser demitido, Prates enfrentou uma crise na Petrobras, especialmente, depois que o Conselho de Administração decidiu reter R$ 43 bilhões em lucros extraordinários obtidos pela estatal, em vez de repassar o valor aos acionistas de imediato. Prates disse a investidores que preferia ter distribuído 50% do valor, mas foi voto vencido. No fim, ele se absteve na votação.

O Conselho de Administração é composto por 11 integrantes, com mandatos de dois anos, permitidas até duas reeleições por conselheiro. Entre os membros, seis são indicados pelo governo (acionista majoritário), quatro são apresentados pelos acionistas minoritários e um é eleito pelos empregados da Petrobras.

R7

Opinião dos leitores

  1. A NOVA PRESIDENTE DA PETROBRAS JÁ VAI TER 1000% DE AUMENTO NO SALARIO? SENHORA MAGDA É A QUELA QUE FOI DIRETORA NA PETROBRAS COM DILMA QUANDO DA COMPRA DA REFINARIA SUCATA PASSADENA NOS EUA, QUE DEIXOU MUITOS PREJUISOS AO BRASIL?

    1. Aquela mesma. Deixou um pequeno rombo de quase 4 bilhões. Imagina quando tiver nas mãos toda a Petrobras, o tamanho do prejuízo que vai causar. Viva os PTralhas.

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Polícia

Trio é preso por sequestrar secretário de Cultura de Lagoa D’Anta, na região Agreste do RN

Fotos: reprodução

O secretário municipal de Cultura da cidade de Lagoa D’Anta, na região Agreste do RN, passou momentos de agonia após ser sequestrado enquanto trabalhava na ornamentação de uma praça pública, na manhã deste sábado (22). De acordo com relatos de populares que presenciaram a ação, dois criminosos encapuzados abordaram a vítima e o obrigaram a entrar em um carro, fugindo logo em seguida.

De acordo com um dos policiais militares que atendeu a ocorrência, pelo menos cinco criminosos participaram da ação, sendo que três deles foram presos ainda na tarde do sábado (22), e os outros dois seguiam sendo procurados. Ainda ontem, imagens do secretário Jota Marinho foram divulgadas nas redes sociais. Ele aparece com braços e pernas amarradas, com uma arma de fogo apontada para sua cabeça.

Apesar do susto, a vítima foi liberada horas depois, já na madrugada deste domingo (23). Em áudio divulgado nas redes sociais nesta manhã, o secretário falou sobre os momentos de terror e agradeceu as orações de todos. “Graças a Deus ocorreu tudo bem. Foi um momento difícil e bem complicado, mas com a ajuda de Deus e as orações de todo mundo, deu tudo certo, já estou na minha casa. Vamos aguardar agora o desenrolar das investigações e as coisas acontecerem. A priori, quero agradecer o apoio de todo mundo, da população, de João Paulo, nosso prefeito. Graças a Deus estou bem, estou vivo, estou ileso e em casa”, disse Jota Marinho.

Os três suspeitos de participar do sequestro do secretário, dois homens e uma mulher, são de origem paraibana. Eles estavam em um carro com destino a cidade de Santo Antônio, e foram interceptados pela Polícia Militar. Com eles foram apreendidos celulares, arma de fogo, munições, maquineta de cartão e um total de R$ 2.586 em espécie, além do veículo modelo Onix, de cor azul.

Novo Notícias

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Educação

Enquanto Lula promete novos campi, universidades federais reúnem obras inacabadas há 16 anos

Campus Quitaúna da Unifesp, em Osasco, está em obras há 16 anos – Rafaela Araújo/Folhapress

Eleito tendo como uma das promessas a retomada de investimentos no ensino superior, o presidente Lula (PT) anunciou no início de junho um PAC de R$ 5,5 bilhões para parte dessas obras inacabadas, além de uma nova ampliação da rede federal. O anúncio ocorreu em meio à greve de professores e servidores, em uma tentativa de esvaziar o movimento.

No entanto, parte do recurso anunciado já estava previsto desde agosto do ano passado. Reitores afirmam que os valores liberados ainda são insuficientes para retomar os projetos e abarcar os investimentos necessários.

Apesar de concordarem com a necessidade de expansão das universidades federais, como quer o governo, os gestores afirmam ser ainda mais necessário aumentar o financiamento, já que não há recurso suficiente nem mesmo para o pleno funcionamento das instituições existentes.

Na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), por exemplo, a construção do campus Quitaúna, em Osasco, é realizada há 16 anos e tem seu cronograma atrasado há cinco. Desde 2020, a instituição não recebeu repasses para obras, segundo sua reitora, Raiane Assumpção.

A UFU (Universidade Federal de Uberlândia) também faz obras desde 2012 para a construção do campus de Patos de Minas no Triângulo Mineiro. Por falta de recursos e problemas burocráticos, o atraso faz com que os cursos funcionem de forma provisória em uma faculdade particular alugada, com custo de quase R$ 1 milhão ao ano para a instituição.

Na UFG (Universidade Federal de Goiás), mais antiga universidade pública do Centro-Oeste, o orçamento de capital —utilizado para investimento em infraestrutura— foi de R$ 173 milhões, corrigidos pela inflação, em 2014, para R$ 1,2 milhão neste ano, uma redução de 99%. A instituição diz ter uma “enorme demanda de obras reprimidas.”

País segue longe de atingir as metas do PNE (Plano Nacional de Educação)

O país segue longe de atingir as metas do PNE (Plano Nacional de Educação) com relação ao acesso de estudantes para cursos de graduação nas universidades públicas.

O plano, que vence neste ano, estabelece que o país deveria chegar ao fim de 2024 com ao menos 33% da população de 18 a 24 anos matriculada ou já tendo concluído um curso de graduação. Segundo o IBGE, em 2023 a proporção alcançou apenas 26,3%.

O plano também estabelece a ampliação do acesso ao ensino superior priorizando a rede pública. O movimento que se viu na última década, no entanto, foi na direção contrária —apenas 7,4% das novas matrículas desde 2013 são dessa modalidade.

Reitores defendem que o governo federal crie uma lei que estabeleça um valor fixo a ser destinado as universidades anualmente. Hoje, os valores são definidos conforme a prioridade de cada gestão.

A reportagem da Folha de S. Paulo procurou mais de 50 instituições de todo o país. Todas as que responderam relataram necessidades estruturais e problemas financeiros. Muitas, em razão da greve, não atenderam aos contatos.

O que diz o MEC

Em resposta aos problemas apresentados, o MEC (Ministério da Educação) disse que, no início de 2023, as universidades tiveram seu orçamento ampliado em quase 30%.

Já neste ano, continua a pasta, foram totalizados créditos suplementares para a recomposição orçamentária no valor de R$ 347 milhões, sendo R$ 242 milhões para as universidades e R$ 105 milhões para os institutos.

“Recentemente, em 10 de junho de 2024, o Governo Federal anunciou nova ampliação do orçamento, na ordem de R$ 279,3 milhões para as universidades federais”, disse o MEC em nota.

Folhapress

Opinião dos leitores

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Violência

Em 10 anos, mais de 48 mil mulheres foram assassinadas no Brasil

Foto: Getty Images/iStockphoto

Entre 2012 e 2022, 48.289 mulheres foram assassinadas no Brasil, de acordo com o Atlas da Violência divulgado na última terça-feira (18/6). Somente em 2022, 3.806 pessoas do sexo feminino foram mortas – número que representa uma taxa de 3,5 homicídios a cada 100 mil mulheres.

Já alarmantes, os índices ganham contornos ainda mais sombrios quando examinamos a localização dos crimes e as disparidades raciais entre as vítimas.

Local onde mulheres são assassinadas

Segundo o estudo, uma das principais características que permitem a melhor compreensão das dinâmicas que influenciam a violência letal contra mulheres é o local de ocorrência da morte.

Em geral, a maioria dos homicídios acontecem dentro das residências e são cometidos por autores conhecidos das vítimas. O Fórum Brasileiro de Segurança Pública indica que cerca de 70% dos feminicídios identificados pelas polícias civis foram cometidos dentro de casa.

De acordo com os registros de óbitos, 34,5% dos homicídios de mulheres ocorreram em domicílios, totalizando 1.313 vítimas em 2022. Esse percentual é próximo à proporção de feminicídios identificados pelas polícias brasileiras em relação ao total de homicídios femininos, que em 2022 chegou a 36,6%.

A pesquisa utiliza o termo “homicídios de mulheres”, e não feminicídio. Os dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) não diferenciam feminicídio de homicídio. Então, o termo “homicídios de mulheres” é uma tentativa de capturar os feminicídios, mesmo que esses casos não sejam explicitamente identificados como tal nos registros.

Em contrapartida, entre os homens, a maioria dos casos ocorre na rua ou estrada. Em 2022, no que se refere às pessoas do sexo masculino, somente 12,7% dos homicídios ocorreram nas residências.

Metrópoles

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Geral

Suspensão de perfis de redes sociais por Moraes vira caixa-preta com sigilo e sem participação da PF e PGR

Foto: Sergio Lima/AFP

As decisões do ministro Alexandre de Moraes que não envolvem pedidos da Polícia Federal ou pareceres da PGR (Procuradoria-Geral da República), além do sigilo imposto a inquéritos, têm impossibilitado o acompanhamento global de quantos perfis de redes sociais foram suspensos por ele —e por quais motivos.

A determinação de retirar do ar uma entrevista da Folhacom a ex-mulher do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), se soma a outras decisões do integrante do STF (Supremo Tribunal Federal) de censurar perfis em redes sociais.

O ministro recuou da censura à Folha na última quarta-feira (19), um dia após determinar a retirada do vídeo do ar.

O relatório do Congresso dos EUA com decisões sigilosas do magistrado para suspender perfis de redes sociais também revelou casos que não partiam da PGR ou da PF nem passavam por esses órgãos.

Esse fato, atrelado ao sigilo de inquéritos, faz com que somente o ministro tenha condições de saber quantas contas já mandou suspender e por quais motivos.

Uma das investigações mais polêmicas, a de fake news, aberta por Dias Toffoli, tem todos os documentos físicos, não digitalizados, sendo que sua totalidade só pode ser acessada por Moraes.

A falta de transparência nas decisões tem sido um dos motivos das críticas recebidas pelo ministro.

Em alguns casos, ao longo de cinco anos de investigações comandadas por ele, nem PGR nem PF tiveram acesso ao conteúdo antes da ordem de providência enviada às plataformas, até mesmo em determinações envolvendo quebras de sigilo.

O ministro também derrubou perfis e conteúdos apenas com base em relatório da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação, órgão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), grupo que ele chefiou.

O modelo de comunicação de Moraes com as plataformas para dar as ordens judiciais foi exposto no material divulgado pela comissão do Congresso dos Estados Unidos comandada pelo deputado republicano Jim Jordan, ligado ao ex-presidente Donald Trump.

O documento elenca decisões de Moraes em inquéritos em andamento no STF e decisões relacionadas à atuação do ministro no TSE.

No caso da corte eleitoral, as 22 decisões reveladas são fundamentadas e detalham os motivos da suspensão das contas ou de postagens. Nelas, alguns pedidos partem da assessoria do próprio ministro.

As notificações às plataformas via STF, no entanto, não são acompanhadas das respectivas decisões fundamentadas.

Essas decisões, apontam os documentos, são relacionadas a casos como o inquérito das fake news, 8 de janeiro e milícias digitais —todos relatados por Moraes.

O ministro, nesses casos, apenas cita no documento que uma decisão foi tomada, mas é mantida em sigilo, e determina que a ordem de derrubada também seja mantida em sigilo.

Em nota, o STF afirmou que todas as decisões tomadas “são fundamentadas, como prevê a Constituição, e as partes, as pessoas afetadas, têm acesso à fundamentação”. Sobre o que foi revelado pela comissão do Congresso americano, a corte informou que não se tratam de decisões, mas de “ofícios enviados às plataformas para cumprimento da decisão”.

Folhapress 

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Geral

‘GABINETE DA OUSADIA’: Ministro da Comunicação Social irá à Câmara prestar esclarecimentos

Foto: VINICIUS LOURES/CÂMARA DOS DEPUTADOS – ARQUIVO

O ministro interino da Secretaria de Comunicação Social do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Laércio Portela prestará esclarecimentos na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara dos Deputados na próxima terça-feira (25) sobre o “gabinete da ousadia”. O grupo foi revelado pelo Estadão e reúne integrantes da pasta de Laércio, do PT nacional e lideranças da sigla no Congresso e aciona influenciadores governistas para definir temas a serem explorados nas redes.

As reuniões entre os membros da Secom (Secretaria de Comunicação Social) e comunicadores petistas eram diárias, e segundo Jilmar Tatto (PT-SP), secretário nacional de comunicação do partido, em evento interno do PT, em dezembro, são baseadas em “metodologia” “ciência”, “expertise” e que “não é de graça”.

O requerimento de convocação foi aprovado na CCJ no dia 12 de junho e transformado em convite — quando o ministro não é obrigado a comparecer — após articulação do governo.

”Esta interação entre a Secom do Poder Executivo, o Secom de um Partido Político um partido político específico e Secom da Câmara dos Deputados, no contexto descrito, pode sugerir uma possível violação dos princípios de neutralidade e imparcialidade do aparato estatal e vindo a ferir a Separação dos Poderes”, argumenta Ricardo Salles (PL-SP), autor do requerimento.

A pasta era chefiada pelo ministro Paulo Pimenta e agora está sob a responsabilidade de Laércio Portela, que ocupa a função temporariamente enquanto Pimenta exerce a função na Secretaria Extraordinária de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul.

A audiência com Portela promete forte presença da oposição, uma vez que a CCJ está sob controle de Caroline de Toni (PL-SC), apoiadora do ex-presidente Jair Bolsonaro.

”Existe um tal de ‘gabinete da ousadia’ neste governo. É a Secom que se reúne com o PT e blogueiros, pagos com dinheiro público, que venceram a licitação, que conseguem ali articular as narrativas de que vão pautar as redes sociais”, diz De Toni. “Não seria o “gabinete do ódio”, que nunca foi comprovado que existiu, porque nunca existiu uma central de disseminação de informações para serem postadas. Mas o PT fazia e faz isso.”

R7

Opinião dos leitores

  1. Nem do ódio, nem da ousadia. Agora vale capeta lembrar que tudo começou com o famigerado Gabinete do Ódio.

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Meio Ambiente

Grande Natal tem 10 pontos impróprios para banho; veja quais

Foto: Anadelly Fernandes

Dez trechos de praias e rios, de 33 monitorados na Grande Natal, estão impróprios para banho. É o que aponta o mais recente boletim da balneabilidade, divulgado nesse sábado (22) pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema). Os pontos estão distribuídos por Natal (5), Parnamirim (3) e Nísia Floresta (2).

Natal:

Ponta Negra (acesso principal e rua M. S. Medeiros);
Areia Preta (escadaria de Mãe Luiza) e
Redinha (Rio Potengi e Igreja).

Parnamirim:

Rio Pirangi (ponte nova)
Pirangi do Norte (APURN) e
Rio Pirangi-Pium (balneário Pium).

Nísia Floresta:

Pirangi do Sul (igreja)
foz do rio Pirangi.

Ao todo, foram coletadas e classificadas 33 amostras de água em pontos distribuídos na faixa costeira dos municípios de Extremoz, Natal, Parnamirim e Nísia Floresta.

A base dos dados analisa a quantidade de coliformes termotolerantes encontrados nas águas. A classificação tem por base as normas estabelecidas na Resolução n.º 274/2000 do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA.

O estudo é uma parceria entre o Idema, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) e a Fundação de Apoio à Educação e ao Desenvolvimento Tecnológico do RN (FUNCERN), e faz parte do Programa Água Azul.

As informações completas do boletim estão disponíveis em: idema.rn.gov.br.

Tribuna do Norte

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Geral

PAPO DE FOGÃO: Confira as receitas de Polenta Cremosa com Sobrecoxa de Frango; e Creme de Cupuaçu

POLENTA CREMOSA COM SOBRECOXA DE FRANGO
Ingredientes:
1k de sobrecoxa
¼ de xícara (chá) de açúcar
1 cebola picada
2 cabeças de alho picado grosseiramente
150ml de molho de tomate
20ml de azeite
1 pimentão verde em tiras
1 pimentão amarelo em tiras
1 pimentão vermelho em tiras
Ervas finas a gosto
Sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto

Modo de preparo:
Num recipiente, tempere as sobrecoxas já desossadas com os temperos secos, açúcar e o azeite, deixe descansar por 20 minutos na geladeira.
Em seguida leve ao forno pré-aquecido a 200 °C por 20 minutos para assar.
Numa panela com azeite, refogue a cebola, o alho, adicione as sobrecoxas, cubra com os pimentões colorido, o molho de tomate e deixe cozinhar por 15 minutos.
Finalize com coentro, cebolinha e corrija o tempero com sal e pimenta do reino a gosto.
Sirva em seguida.

Tempo de preparo: 30 minutos
Tempo de cozimento: 25 minutos

POLENTA
Ingredientes:
2 xícaras (chá) de fubá
1,5 litros de fundo de legumes ou água
2 colheres (chá) de sal
4 colheres (sopa) de manteiga
1/2 xícara de parmesão ralado
Pimenta-do-reino em grãos moída na hora a gosto
1/2 xícara de parmesão ralado

Modo de preparo:
Numa panela grande, coloque a água ou o fundo de legumes, o sal e leve ao fogo médio.
Quando ferver, diminua o fogo.
Adicione o fubá aos poucos, em fio constante, mexendo com um batedor de arame.
Quando a polenta engrossar, coloque a manteiga, o queijo parmesão e continue mexendo sem parar, até que o creme fique uniforme.
Tempere com a pimenta-do-reino moída, misture bem, sirva em seguida com as sobrecoxas.
Finalize o prato com milho cozido em rodelas e quiabo grelhado.
Rendimento: 6 pratos

Tempo de preparo: 12 minutos
Tempo de cozimento: 25 minutos

CREME DE CUPUAÇU
Ingredientes:
1 kg de polpa de cupuaçu para creme
2 latas de leite condensado
2 latas de creme de leite
180 gramas de leite em pó
1 pote de geleia de cupuaçu (sabor da ilha) para cobertura.
1 ramo de hortelã para decoração

Modo de preparo:
Bater no liquidificador a polpa de cupuaçu, o leite condensado, o creme de leite e o leite em pó por 3 minutos, até ficar bem homogêneo.
Em seguida coloque numa taça de vidro grande ou em taças menores. Espalhe a geleia de cupuaçu por cima e enfeite com o ramo de hortelã e leve pra geladeira por 60 minutos.

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Clima

Litoral potiguar tem chuvas de até 155 milímetros em 24 horas

Foto: Leonardo Erys/g1

O litoral do Rio Grande do Norte registrou grandes volumes de chuva em 24 horas, entre a manhã do sábado (22) e o início da manhã deste domingo (23). Os dados são do monitoramento da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn).

O maior volume foi registrado em São Miguel do Gostoso, com 155 milímetros coletados pelos pluviômetros.

Na região metropolitana de Natal, Ceará-Mirim teve 122 mm, seguida de Natal (94,8 mm), São Gonçalo do Amarante (88 mm), Macaíba (86,6 mm) e Parnamirim (86,5 mm)

Segundo a Emparn, cada milímetro de chuva corresponde à distribuição uniforme de um litro de água em uma superfície plana horizontal de 1 m².

Na prática, 155 mm de chuva corresponde a 155 litros de água distribuídos em uma superfície plana de 1 m². A água é coletada e medida por um equipamento conhecido como pluviômetro.

Arte explica como funciona o pluviômetro — Foto: Infografia: Wagner Magalhães/G1
Arte explica como funciona o pluviômetro — Foto: Infografia: Wagner Magalhães/G1
g1-RN

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Geral

Lula retoma Estado empresário, repete agenda de gestões anteriores do PT e infla quadros das estatais

Foto: Wilton Júnior/Estadão

De meados de 2016 a 2022, nos governos Temer e Bolsonaro, o Brasil viveu um raro período em sua história de encolhimento do Estado empresário, com a retomada da privatização, ainda que em marcha lenta, a venda de diversas subsidiárias de estatais e a realização de concessões em série de portos, aeroportos, rodovias e ferrovias.

Em pouco mais de seis anos, o número de estatais, que havia voltado a subir nos primeiros mandatos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff, caiu quase pela metade, de 228 para 122, segundo dados oficiais. Com a aprovação da Lei das Estatais, em 2016, que restringiu a nomeação de políticos, dirigentes partidários e sindicalistas para o comando e o conselho de administração das empresas e bancos públicos, houve também uma certa melhoria na gestão e na governança, apesar dos malfeitos e das pressões de Brasília que continuaram a pipocar aqui e ali.

Com a mudança de rumo, mesmo com eventuais percalços pelo caminho, parecia que uma nova era, centrada na iniciativa privada e na economia de mercado, estava se abrindo para o País. Mas, com a o retorno de Lula ao Palácio do Planalto, o novo ciclo foi interrompido abruptamente, antes que seus frutos pudessem ser totalmente colhidos. Passados quase 18 meses do governo Lula 3, o Estado empresário, que havia marcado os governos anteriores do PT, voltou a ganhar força.

Veja o caso da Petrobras: em 2021, a Petrobras tinha 33 mil funcionários a menos do que no início de 2015 e estava produzindo mais petróleo do que produzia antes.”

“É inaceitável manter centenas de bilhões de dólares alocados a empresas estatais em atividades que podem ser desempenhadas pela iniciativa privada, enquanto o Estado não tem dinheiro para cumprir obrigações básicas”, afirma num artigo escrito em 2018, cujo conteúdo continua atual, o economista Roberto Castello Branco, ex-presidente da Petrobras (2019-2021) e ex-diretor do Banco Central e da Vale.

Embora o número de estatais tenha permanecido quase o mesmo até agora, passando das 122 existentes no fim de 2022 para as 123 em atividade hoje, devido ao “renascimento” da Ceitec, mais conhecida como “a empresa do chip do boi”, que estava em processo de liquidação, as iniciativas estatistas do governo Lula 3 se multiplicam em ritmo acelerado e seus efeitos já começam a aparecer no radar.

Número de funcionários das estatais não dependentes do Tesouro voltou a crescer

Pela primeira vez desde 2015, o número de funcionários das estatais não dependentes do Tesouro voltou a crescer. De janeiro de 2023 a março de 2024 (último dado disponível), quatro mil novos empregados passaram a integrar o quadro de pessoal das empresas e bancos públicos, conforme as informações da Sest, elevando o total de 434 mil para 438 mil – um aumento de 0,9% no efetivo em 15 meses.

Ao mesmo tempo, as subvenções destinadas às estatais dependentes do Tesouro deram um salto de 9% em 2023, bem acima da inflação, para R$ 23,9 bilhões, segundo a Sest. A dívida das empresas do setor produtivo não dependentes do Tesouro, que vinha em queda desde 2020 e havia atingido o menor patamar em dez anos em 2022, também teve um crescimento considerável, de 8,9%, chegando a R$ 319,5 bilhões em setembro do ano passado (dado mais recente disponível).

Queda nos lucros

Em relação ao lucro líquido, os dados consolidados de 2023 ainda não foram divulgados pela Sest. Mas, quando se consideram apenas as cinco principais estatais (Petrobras, Banco do Brasil, BNDES, Caixa e Correios), houve uma queda no lucro líquido de 24% em 2023, para R$ 182,1 bilhões, principalmente em razão da redução de 33% no resultado da Petrobras, de R$ 188,3 bilhões para R$ 124,6 bilhões.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Parabéns presidente Lula o Senhor está certíssimo. Continue assim e terá novamente o meu voto 🗳️

  2. A eleição desse canalha teve forças do além, mas muitos retardados resolveram, mesmo o conhecendo como maior corrupto do Brasil, resolveram ser seus cúmplices. Eu acho é pouco. O bom é que muitos perderam até a boquinha do bolsa família kkk

  3. Esse Estadão deveria tá calado.
    Chorar o leite derramado, não adianta nada.
    LEMBRANDO QUE O ESTADÃO FAZ PARTE DA ESTREMA MÍDIA, contribuiu e muito pra esse desmantelo.
    Agora é tarde.

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Comportamento

Consumo abusivo de álcool pelas mulheres quase dobra em 17 anos no Brasil

Foto: Freepik

O abuso de bebidas alcoólicas entre as mulheres brasileiras subiu de 7,8% para 15,2% entre 2006 e 2023. Isso significa que quase o dobro de entrevistadas declarou ao Vigitel (Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) tomar quatro ou mais doses em uma mesma ocasião. A pesquisa, realizada anualmente pelo Ministério da Saúde, monitora indicadores sanitários da população brasileira.

De acordo com Lucas Benevides, psiquiatra e professor do curso de medicina do Ceub, muitos fatores contribuem para o aumento. “A crescente participação das mulheres no mercado de trabalho e as pressões associadas a essa mudança têm desempenhado um papel significativo. Além disso, mudanças culturais que normalizam o consumo de álcool entre as mulheres e o marketing direcionado também são influências importantes. Questões como depressão, ansiedade e experiências traumáticas, que podem ser mais prevalentes ou manifestadas de maneira diferente em mulheres”, explica.

Entre os homens, percentual teve variação pequena na séria histórica

Na mesma edição, o Vigitel mostrou que não foi identificada variação significativa no abuso de álcool entre os homens. O índice saiu de 25% no início da série histórica para 27,3% no ano passado. A elevação no consumo excessivo das mulheres ajudou a aumentar a média geral de abuso entre os brasileiros. No final de 17 anos, 20,8% das pessoas ouvidas declaram abusar das bebidas do tipo.

Adultos mais velhos e mais escolarizados abusam mais da bebida

O Vigitel também revelou um aumento maior no consumo abusivo entre os adultos com idades entre 25 e 34 anos, variando de 21,7% em 2006 a 29,8% em 2023. Aqueles que estudaram por 12 anos ou mais também declaram beber em excesso com maior frequência: 18,1% em 2006 a 24,0% em 2023. Mais recentemente, outra faixa etária, de 45 a 54 anos, registrou um grande salto: 14,7% bebiam cinco ou mais doses em uma mesma ocasião em 2018 contra 21,1% em 2023.

A metodologia utilizada pela pesquisa é a amostragem com entrevistas realizadas por telefones fixos ou celulares. São ouvidos entre 1,5 mil e 2 mil indivíduos em cada um dos estados e no Distrito Federal. O estudo tem nível de confiança de 95% e erro máximo de quatro pontos percentuais. O levantamento auxilia o poder público na tomada de decisão para implementação de políticas de saúde.

R7

Opinião dos leitores

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