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O plenário do Conselho Federal de Medicina (CFM) decidiu sustar temporariamente os efeitos da Resolução 2.324/2022, que estabelecia regras para a prescrição de medicamentos à base do canabidiol, um derivado da Cannabis. A decisão foi tomada na manhã desta segunda-feira (24) em reunião plenária extraordinária e publicada nesta terça-feira (25) no Diário Oficial da União (DOU).
Com a nova resolução, ficam suspensos os efeitos da norma publicada no último dia 14 e a decisão pela indicação do uso do canabidiol volta a ser de responsabilidade do médico, de acordo com regras já estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Também nesta segunda-feira, o CFM abriu uma consulta pública para receber contribuições sobre o tema. Os interessados têm 60 dias, até 23 de dezembro, para apresentar suas sugestões por meio de uma plataforma eletrônica. As informações vão servir de subsídio e serão tratadas sob os critérios de sigilo e anonimato, segundo o conselho.
Entenda
A norma agora suspensa foi publicada no último dia 14, restringindo a prescrição do canabidiol apenas para o tratamento de epilepsia refratária em crianças e adolescentes com síndrome de Dravet e Lennox-Gastaut ou complexo de esclerose tuberosa. Para os demais tipos de epilepsia, a substância não poderia mais ser prescrita.
Dessa forma, pessoas adultas e doenças como depressão, ansiedade, dores crônicas, Alzheimer e Parkinson não estavam cobertas pela resolução. A medida também proibia médicos de darem palestras e cursos fora do ambiente científico sobre o uso do canabidiol e de outros produtos derivados da Cannabis, bem como de fazer divulgação publicitária das substâncias.
De acordo com dados da própria Anvisa, estima-se que mais de 100 mil pacientes façam algum tipo de tratamento usando a chamada Cannabis mediinal. Além disso, mais de 66 mil medicamentos à base da planta foram importados em 2021. Atualmente, cerca de 50 países já regulamentaram o uso medicinal e industrial da Cannabis e do Cânhamo.
Agência Brasil
Caramba! Bolsonaro é o culpado até pelas decisões do Conselho Federal de Medicina…kkkkkkkkkkkk…”joga pedra na Geni…joga b…na Geni….”kkkkkk
O atual governo federal está no modo “liberou geral”. Antes chamava o Bolsa Fátima de fábrica de vagabundos. Agora liberou auxílio para todos. Se essa decisão do Conselho Federal de Medicina fosse durante uma gestão do PT, os DOIDELOS NARISTAS estariam fazendo carreatas de protesto com as camisetas da CBF.
Ivermectina e cloroquina podiam ser prescritas mesmo sem nenhuma comprovação científica (ou até comprovadamente não tendo efeito nenhum) contra a covid… Já produtos que contém derivados da maconha não podem ser prescritos, mesmo que tenham inúmeras pesquisas científicas comprovando a eficácia do tratamento… O bolsonarismo criou uma nova onda de médicos: os negacionistas das ciências médicas!
Pronto, só o que faltava. Mané, a diarreia ambulante, agora vai emitir opinião e contrariar o conselho de medicina kkkkkkk
Tenha pena de nós Mané, já é mais que suficiente seus comentários, fezes na cara dos leitores, defendendo LULADRAO e criticando o bozo.
Ivermectina e cloroquina foram canceladas por estudos sérios e revisados. Mas como tudo em ciência, existem refutaçôes. Se atualize.
KKKKKKK. A gadaiada é engraçada! Pra analisar fatos eu preciso ser médico? Pra mim estranho mesmo é um médico negar as ciências médicas e pesquisas científicas… Só mesmo no mundo bizarro do bolsonarismo para isso ser normalizado!
Mané, vc é uma figura mesmo. Kkkkkk
E esse nome, diarreia ambulante, ladcoubgersl. Kkkkk