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O possível futuro embaixador do Brasil nos Estados Unidos, deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), disse a jornalistas que tem o apoio do ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores) para assumir o posto diplomático, considerado o mais importante e mais disputado. Afirmou, ainda, que é cotado por sua experiência – e não por ser filho do presidente Jair Bolsonaro.
Na quinta-feira, 11, o presidente afirmou que pretende indicá-lo para a embaixada em Washington. O deputado voltou a dizer que ainda não foi feito um convite oficial pelo presidente.
“Ele (Ernesto) expressou apoio ao meu nome por ocasião de uma possível indicação para a embaixada dos Estados Unidos. Acredito que agora só falta conversar com o presidente Jair Bolsonaro e reafirmar se essa é mesmo a vontade dele, se ele mantém o que ele tem dito. Porque estamos acompanhando os fatos. Está tudo na esfera da cogitação e sendo encaminhado.”
Eduardo destacou a atuação que ten na presidência da Comissão de Relações Exteriores da Câmara e o fato de ter feito intercâmbio e até mesmo fritado hambúrguer nos Estados Unidos. “É difícil falar de si próprio, né? Mas não sou um filho de deputado que está do nada vindo a ser alçado a essa condição, tem muito trabalho sendo feito, sou presidente da Comissão de Relações Exteriores, tenho uma vivência pelo mundo, já fiz intercâmbio, já fritei hambúrguer lá nos Estados Unidos, no frio do Maine, Estado que faz divisa com o Canadá, no frio do Colorado, em uma montanha lá. Aprimorei o meu inglês, vi como é o trato receptivo do norte-americano para com os brasileiros”, disse o parlamentar
Na quarta-feira, dia 10, Eduardo completou 35 anos, idade mínima para um brasileiro assumir uma representação diplomática no exterior. Ele afirmou nesta sexta-feira, 12m que como se trata ainda de uma “expectativa” de indicação, não há necessidade de deixar o mandato parlamentar. “Como está tudo na esfera da expectativa, acho que não há necessidade de sair do mandato, no máximo, talvez, uma licença”, avaliou.
Eduardo Bolsonaro ressaltou que vai esperar a sabatina no Senado para decidir. “Não vejo nenhum desconforto, não acho que por ser filho do presidente ele vai me colocar numa vida boa na embaixada lá. Negativo. É uma representação do Brasil. Tem a missão de trazer negócios e investimentos”, disse.
Ele afirmou ainda que imagina que o governo de Donald Trump vai ver “com bons olhos” a eventual decisão da gestão Bolsonaro de indicar o deputado ao posto em Washington. Na quinta, ao citar os tributos que credenciariam o filho à vaga, o presidente já havia dito a jornalistas que Eduardo “é amigo dos filhos do Trump, fala inglês, fala espanhol, tem vivência muito grande de mundo”.
Ainda nesta sexta o ministro Ernesto Araújo deve receber o senador Nelson Trad (PSD-MS) às 16h. Trad é presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, colegiado responsável por sabatinar indicados ao posto de embaixador do Brasil em outros países.
Segue a boiada com a nova política. Tem jeito não Brasil….
É a nova política
O desgoverno petista nunca deu o mínimo valor as Embaixadas,eram reduzidas ao terceiro plano,quase fecham todas,pq agora estão dando tanto valor?queria entender!!!!
E com o burro….. Também!
Tem q nomear mesmo, n tem ninguém mais qualificado q um filho e os amigos dele, o Queirós, os assasinos da vereadora , etc. só tá ruim p q lá nao vai ser preciso fritar hambúrguer, tem mais de quinhentos servidores p fazer p ele…….
O Presidente Bolsonaro poderia evitar este tipo de situação. O Itamaraty tem bons quadros. Deveria prestigiar os Diplomatas de carreira. No
Ele foi eleito para isso
Se o filho do maior ladrao condenado Lula, passou de limpador de bosta no zoológico a milionário,porque o cara não pode ser embaixador?
O problema amigo e que Bolsonaro passou para seus eleitores que não ia fazer igual a velha politica. voltei nele e acho isso errado.
Quando ele falou que iria governar para a família, vocês, bolzoboxtas, juraram que era para a de vocês. Tomaram na rabeta !!!!
Fica nessa besteirosos !!!
Usar o Estado em prol da sua família. Isto que chamo de nova política !!!
Vai enganando os energúmenos !!!
Qualidade para ser embaixador dos EUA, já fritou hambúrguer. É a maior qualificação que essa turma e seus apoiadores podem atingir, usando apenas dois neurônios.
Bom era limpador de bosta no zoológico virar milionário, filho do verme ladrao condenado Lula
Celso Amorim era o de luladrão/Dilmanta, o negócio dele foi entregar 500 bilhões de reais a cuba, Venezuela, Nicarágua, Bolívia, além das ditaduras africanas. Portanto, qualquer experiência em jardinagem nos EUA, será transformado em um excelente diplomata de carreira. É só não dá 1/10 do prejuízo da política externa que o petralha impôs ao Brasil.
O povo não, mas a família Bolsonaro vai sair bem depois desses 4 anos de mandato.
Ele deveria começar com uma embaixada de menor porte, a dos EUA é a maior importante, tanto que só no fim de carreira e cumprindo uma caralhada de requisitos, os concursados do Itamaraty tem a chance de chegar lá.
Se o imperador Caligula nomeou seu cavalo como Senador romano, porque o mito não pode nomear o seu filho burro como embaixador ?
Kkkkkkkkkkkkkk… Num é?! Que injustiça…
Pois é que injusta…… Com o cavalo.