O estudo clínico coordenado e financiado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) sobre o uso do medicamento nitazoxanida em pacientes com Covid-19 foi publicado pela revista científica European Respiratory Journal. O estudo confirma que o antiviral nitazoxanida é capaz de reduzir a carga viral em pacientes com até 3 dias de confirmação da doença no organismo. Para isso, deve ser administrado na dosagem de 500 mg, de 8 em 8 horas, durante 5 dias.
“A publicação do estudo clínico é um presente de Natal da ciência brasileira para o mundo. É uma excelente notícia de fim de ano para começarmos 2021 com ainda mais determinação para enfrentar esta pandemia utilizando a única arma possível de derrotá-la, a ciência. O Brasil possui excelentes cientistas e pesquisadores que produzem conhecimento científico de ponta e esse estudo com a nitazoxanida mostra que podemos ajudar não só o país, mas também o planeta. Finalizamos o estudo e deixamos essa contribuição publicada para que novos protocolos de tratamento preventivo ou prescrição médica possam ser adotados”, declarou o ministro do MCTI, Marcos Pontes.
Segundo a coordenadora do estudo, a professora Patrícia Rocco, titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a diminuição da carga viral representa uma menor possibilidade de contágio pelos pacientes tratados e evita o agravamento das condições de saúde.
A definição pelo antiviral nitazoxanida ocorreu depois de testes com 2 mil fármacos, utilizando inteligência artificial, pelo Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), organização social vinculada ao MCTI. Os testes identificaram cinco remédios com potencial para combater a replicação do novo coronavírus. Um deles, o antiviral nitazoxanida, reduziu em 94% a carga viral em células infectadas in vitro.
Em seguida, com aprovação da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP), o ministério deu início ao protocolo de estudos clínicos com a nitaxozanida no tratamento de pacientes com sintomas iniciais de Covid-19, como febre, tosse e fadiga. Assim foi lançada a campanha #500VoluntáriosJá, que levou carretas para receber os participantes dos estudos nas cidades de Ceilândia (DF), Bauru, Sorocaba, Barueri, Guarulhos e São Caetano do Sul, em São Paulo, e Juiz de Fora (MG).
O estudo teve a participação de 1.575 voluntários em 7 cidades do país. A pesquisa foi conduzida no padrão multicêntrico, randomizado com grupo de controle e “duplo cego”, em que nem os pacientes ou médicos tinham conhecimento da medicação usada e poderiam tanto receber a nitazoxanida ou o placebo.
O secretário de Pesquisa e Formação Científica do MCTI, Dr. Marcelo Morales ressaltou que o estudo clínico foi realizado com o antiviral nitazoxanida, um medicamento já existente no mercado e que não foi criado com a finalidade de combater a Covid-19. “O reposicionamento de fármaco foi apenas uma das linhas de atuação sugerida pelos pesquisadores da RedeVírus MCTI devido à emergência da pandemia e já apontando a grande possibilidade de encontramos uma solução interessante para uma demanda mundial. E a publicação do estudo clínico numa conceituada revista científica dá ainda mais credibilidade à pesquisa e possibilita que este conhecimento construído por pesquisadores e cientistas brasileiros pudesse ajudar o planeta”, afirmou.
A secretária de articulação e promoção da ciência do MCTI, Christiane Corrêa, agradeceu e destacou a importância dos voluntários, médicos, enfermeiros, aos hospitais credenciados, e todos que colaboraram com a realização do estudo clínico, inclusive aos Correios pelo essencial apoio logístico nesta conquista para o país.
Para senso comum, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA) vinculado ao Ministério da Saúde, se considerando as etapas da pesquisa experimental e clínica, o tempo total de desenvolvimento de um novo medicamento pode ultrapassar 10 anos, sendo que de cada 10 mil moléculas testadas, apenas uma se torna um medicamento comercializado.
Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
GRANDE PONTO

Sugiro consultar os resultados na Universidade de Zagazig Egito. Ainda é possível achar na rede. Do jeito que andam as coisas, não sei por quanto tempo.
O único remédio que funciona é o soro com anticorpos, corticoíde com azitromicina aceleta a cura mas muitos tomaram e morreram.
O efeito é de apenas desocupar o leoito mas rapido.
Fique em casa e tome vacina.
Ivermectina nem cura nem previne.
Muito meno cloroquina.
Tome limão com mel e relate os resultados aqui.
Eu acredito no mel e limão, e ñ esquecer de tomar com em xícara de água morna!
Vc não entenderam: não cura, nem evita de ir para a uti contudo as pessoa que apresentaram sintomas leve e tomaram tiveram 10% a mais de melhora nestes sintomas.
Não salvou ninguém, sequer evitou wue duas pessoa que tomaram fossem pra uti.
Enquanto no grupo que não tomou, ninguém foi pra uti.
Ou seja, na verdade é melhor não tomar visto que só foi pra uti qurm tomou.
Mas o gsdo só entende muuuuu.
Se Bolsonaro fizer qualquer menção a essa substância, os abutres chavistas
começam a equipará-la a Zyklon-B. Logo aparece um monte de soviet de médico
condenando… que não tem duplo cego randomizado… que um dos médicos que participou
dos testes já avançou um sinal… que um estudo lá nos cafundós pessoas morreram….
Não falou que 2 paciente que tomou foi internado na uti e no grupo placebi nenhum.
Diminui levemente os sintomas, diferença de 10% pra quem tomou.
Teste com limão!
Voce acredita na ciência ou no cientista?
Se diminuísse 1% eu ainda tomava, 10% teria evitado 19.000 mortes das 190.000 até agora.
Se pra vc é fácil decidir,qd adoecer (não desejo) vc ou um dos seus,fique em casa tomando dipirona ,qd cansar procure hospital simples assim !
Se comprovar com a fonte, acredito em você! A "Anita", já tinha 95% de comprovada eficácia "in vitro". É quase o mesmo princípio ativo da Ivermectina, com a diferença que a "Anita" tem alguns efeitos colaterais e a ivermectina, não. Caso seja verdade o que diz, provavelmente foram pessoas que não podem, ou não devam usar esse medicamento. Se esse estudo fosse feito com a ivermectina, provavelmente teria tido uma resposta bem melhor, dessa revista. Mas existem estudos em outros países que não foram publicados, que comprovam a eficiência da Ivermectina. Reação por reação, algumas pessoas(raríssimas) já tiveram com as vacinas, desde do dia 08 de dezembro pra cá!