A investigação da Polícia Federal sobre o Banco Master aponta que o empresário Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro, custeou ingressos para shows da cantora Taylor Swift destinados a familiares do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), em 2023.
Segundo a apuração, ingressos para uma apresentação da artista em Los Angeles, nos Estados Unidos, foram utilizados por uma filha e uma neta do senador. Em uma das ocasiões, os ingressos saíram a R$ 63,3 mil, segundo a Polícia Federal (PF). As informações são do blog da jornalista Malu Gaspar, em O Globo.
A PF também identificou mensagens que indicam o envio de ingressos para outro show da cantora em São Paulo, em novembro de 2023. Nas conversas, Wagner solicita os ingressos a Augusto Lima, que posteriormente encaminha os acessos e atende a um pedido adicional para mais dois convidados.
De acordo com a investigação, Augusto Lima mantinha uma relação próxima com o senador e teria atuado como intermediário em assuntos de interesse do Banco Master, encaminhando informações sobre temas estratégicos para a instituição financeira.
A decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a operação desta semana, menciona indícios de uma relação de confiança entre Wagner e o empresário, o que, segundo a PF, poderia ter favorecido tratativas relacionadas aos interesses do banco.
Além dos ingressos, os investigadores apuram outros benefícios que teriam sido recebidos pelo senador ou pessoas próximas, incluindo viagens em aeronaves ligadas ao grupo e negociações envolvendo um imóvel em Salvador.
A operação faz parte da nona fase da Compliance Zero, que investiga supostas irregularidades envolvendo Daniel Vorcaro, o Banco Master e pessoas ligadas ao grupo empresarial.
Estranho a secretária de saúde de São Paulo divulgar casos represados em pleno domingo, Dória conspirador.
Ainda bem que a natureza criou esse monstro do Coronavirus.
Luiz Inácio Lula da Silva exaltando o vírus.
Tem certeza? porque o maior vírus que eu conheço, se chama o genocida BOLSONARO