A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu, nessa quinta-feira (1º), à noite, o pedido de uso emergencial de um medicamento contra a covid-19. O remédio representa esperança de sobreviver à doença que tem matado em média 3,1 mil brasileiros por dia, no total até agora de 328 mil pessoas, mas a Anvisa já avisou que tem no mínimo 30 dias para analisar o pedido. Mas o prazo deve ser ainda maior.
A legislação brasileira reduziu para 7 dias o prazo para análise de vacinas e remédios de combate à Covid, mas o Congresso concedeu à Anvisa a prerrogativa de regulamentar a lei, aprovada recentemente. Nessa regulamentação, a agência neutralizou o prazo fixado em lei. O prazo continua sendo o que a Avisa quiser.
O produto cujo pedido de uso emergencial foi solicitado é uma combinação dos medicamentos biológicos (casirivimabe e imdevimabe) da Produtos Roche Químicos e Farmacêuticas. Apesar da urgência que o caso requer, a Anvisa informou que levará três dias só para realizar a “triagem dos documentos” anexados no pedido.
A lei prevê a liberação do uso emergencial de remédio vacina que tenham sido aprovados em agência reguladora de outro país e cujos ensaios clínicos tenham sido publicados em revista científica. O remédio contra Covid atendeu a ambos os requisitos. Foi aprovado pela mais importante agência do gênero no mundo, a norte-americana Food and Drug Administration (FDA)
Burocracia insana
As primeiras 72 horas serão utilizadas para fazer uma triagem do processo e verificar se os documentos necessários estão disponíveis, explica a agência.
Foram entregues pela empresa 3.626 páginas de dados e informações sobre o medicamento. Mas a Anvisa ameaça solicitar ainda mais papelada, como tem feito com laboratórios que solicitam usam emergencial de vacinas “Se houver informação importante faltando, a Anvisa pode solicitar ao laboratório”, informa a agência.
A Anvisa também avisou que o prazo de análise é de até 30 dias, sendo que “não é considerado o tempo do processo em status de exigência técnica”, que é quando o laboratório precisa responder questões técnicas feitas pela agência. Na prática, o prazo de 30 dias pode ser prorrogado indefinidamente.
Análise
Para fazer a avaliação, a Anvisa utilizará o relatório técnico emitido pela autoridade americana Food and Drug Administration (FDA), os dados do processo e as informações apresentadas na reunião de pré submissão à Anvisa.
De acordo com a agência, a análise do pedido de uso emergencial é feita por uma “equipe multidisciplinar” que envolve “especialistas das áreas de registro, monitoramento e inspeção”, ou sejam, apenas burocratas que lidam com papéis e carimbos.
“A Anvisa atua conforme os procedimentos científicos e regulatórios, que devem ser seguidos por aqueles que buscam a autorização de medicamentos para serem utilizadas na população brasileira”, concluiu a agência.
DIÁRIO DO PODER

O estagiário de butiquim poderia levar o miliciano pra casa e se casar com ele, só peço uma coisa, bem longe daqui.
Convide a viúva Porcina para ser madrinha.
Esse é o resultado da ação nefasta de governadores e prefeitos “lacradores”, amparados pelo STF, com seus “lockdowns” absurdos, impedindo o tratamento precoce e não adequando o sistema de saúde (desviam os bilhões que recebem do governo federal) para o combate ao vírus.
Que comentário fraco.
Amigo, dê uma atualizada aí e retorne, não seja uma Calígula da vida não.
O governo federal não repassa nada por ser “bonzinho” não, a maioria desse dinheiro já é previsto na constituição.
Mas espere! E a CLOROQUINA E IVERMECTINA não estão fazendo maus efeito? Chama o oculista que isso se resolve.
Os médicos que estão prescrevendo os medicamentos no início dos sintomas estão salvando muitas vida. São verdadeiros heróis. Já os médicos esquerdistas, que receitam dipirona, água, suco e mandam o paciente para casa e sovoktar quando tiver falta de ar, SÃO ASSASSINOS E E RESPONSÁVEIS PELA MAIORIA DAS MORTES. Devem ser PRESOS esses GENOCIDAS.
Meu Deus!! Essa Anvisa ainda não percebeu que estamos vivendo numa guerra???