O governo de Cuba denunciou uma “operação internacional” contra a Venezuela, repudiou as sanções “insólitas” e “arbitrárias” impostas pelos Estados Unidos ao presidente Nicolás Maduro e reiterou sua “inquebrantável” solidariedade com o povo e o Executivo do país sul-americano.
Em uma declaração emitida hoje (1º), o Ministério de Relações Exteriores de Cuba acusa o governo dos EUA de impor ao presidente venezuelano sanções “insólitas, que violam o Direito Internacional e arbitrárias”.
Segundo o governo cubano, está em andamento uma “bem arquitetada operação internacional”, dirigida pelos EUA e com apoio do secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, com o objetivo de “silenciar a voz do povo venezuelano, não reconhecer sua vontade” e “forçá-lo a se render através de ataques e sanções econômicas”.
“Conhecemos bem todas essas práticas intervencionistas. Eles acreditam que assim conseguirão fazer com que o povo se submeta a uma oposição marionete, que eles mesmos financiaram e que agora promete fazer o país explodir”, acrescentou o governo cubano na declaração.
Além disso, Havana opinou que “os que pretendem derrubar a Revolução Bolivariana e Chavista por vias inconstitucionais, violentas e golpistas assumirão uma séria responsabilidade perante a história”.
Direitos soberanos
O ministério cubano afirmou que, nas eleições para a Assembleia Nacional Constituinte deste domingo, o povo venezuelano demonstrou que “é dono pleno de seus direitos soberanos e que milita decisivamente ao lado da paz, em defesa da segurança popular, da independência e da livre determinação de sua Pátria”.
Além disso, Havana assinalou que a Venezuela “compareceu às urnas como nunca antes em um processo constituinte” e que “a estratégia do imperialismo e das oligarquias, e de uma oposição que não titubeou para desatar as expressões mais brutais de crueldade, foi derrotada”.
O governo venezuelano comemorou nesta segunda-feira o triunfo obtido na eleição dos integrantes da Assembleia Nacional Constituinte e, segundo o Conselho Nacional Eleitoral, mais de 8 milhões de votantes compareceram às urnas.
A Venezuela é na atualidade o principal aliado político e econômico de Cuba, que recebe petróleo venezuelano a preços subsidiados em troca do envio de profissionais cubanos – principalmente médicos e professores – ao país sul-americano.
Agência Brasil

essa outra peste dos castro ja era pra tá do inferno pra dentro
……governo lixo (ditadura dos irmãos castro),defendendo outro excremento (ditadura maduro+chaves) tudo minúsculo…Um dia esse POVO oprimido vai expurgar esse CÂNCER de suas nações !!!!!
Os direitistas hipócritas adoram opinar sobre Venezuela, Lula, minorias …..mas é um silêncio sepulcral quando há algumas coisa sobre as ditaduras q os Estados Unidos apoiam e os golpistas, seus corruptos e suas medidas imorais contra o povo.
Nós, coxinhas hipócritas, estamos ca..ando e andando para ditaduras de povos que não querem
a democracia e são apoiados pelo raio o que o parta. Mas nós coxinhas hipócritas, olhando para o
próprio umbigo, sabemos que tem gente simpática a ditaduras aqui dentro. Se não percebe a diferença, não vou desenhar.
A preocupação com a Venezuela não e nunca foi humanitário e nem questionamento a respeito de Democracia ou corrupção, a questão chama-se PETRÓLEO.
Se não fosse isso, a Venezuela seria como são as diversas nações pobres do mundo que ninguém se importa e nem mesmo sabem que existe.
Vamos deixar de hipocrisia, pois existe uma guerra fria que envolve a dominação, o controle e a exploração das riquezas dos países periféricos e subdesenvolvidos pelas nações poderosas, reproduzindo o sistema Feudal da Idade Média ou a relação entre Metrópole e Colônias no período das grandes navegações e colonização.
Existe uma "luta de classes" verdadeira entre os trabalhadores, que produzem as riquezas, e os Empresários. donos das empresas multinacionais, rentistas e banqueiros, que exploram o trabalho enriquecendo a custa da sem escravidão imposta por um trabalho mal remunerado e poucas garantias para o trabalhador.
Só existem dois lados, e geralmente quem toma o lado dos trabalhadores é destruído pelas forças dirigidas pelo poder econômico que pode pagar jornalistas, jornais, redes de comunicações de massa, para criar falsos mitos e destruir reputações de quem ousa lhes enfrentar. Da mesma forma que a Igreja fazia na Idade Média na sua caça as bruxas, condenando inocentes as fogueiras só porque pensavam diferente.
Acordem!
Estados Unidos estão passando por uma revolução energética, com base no xisto e no etanol.
O petróleo vai se tornar bem menos relevante nos próximos anos. Empresários precisam que
empregados tenham dinheiro para consumir os seus produtos e economia não é um jogo de soma-zero. Deixem o mercado agir. Deixe esse maniqueísmo infantil de empresários malvados X empregados bonzinhos para o tempo de ginasial. Como deixe esse papo de países explorados. Há empresas, como a Embraer, que tem liderança em setores de mercado, como há várias indianas e chinesas liderando nichos de mercado. Saia do coma.
O Brasil deve sim, se preocupar com a Venezuela, enquanto tiver simpatizantes com alguma relevância por aqui.
Parabéns Braga. Vc disse tudo e disse bem dito. É raro lermos algo além do lenga lenga repetitivo politizando questões que são antes de qualquer coisa econômicas. O poder econômico não se preocupa com nada além do que pode lhe gerar riquezas ou perdas financeiras. O resto é conversa.
Os que pertencem as minorias e realmente só tem um caminho: se unir para enfrentar os constantes abusos produzidos pelos que desejam calar as vozes de quem sofre e pouco tem oportunidade de se desenvolver.
Que auto-elogio, hein, Mr. Braga?
Bateu escanteio e correu para cabecear.
Duas vergonhas!!
Cuba e os demais bolivarianos (Bolívia, Nicarágua, Equador, os petistas) apoiam o tiranete Maduro e suas ações nefastas. Enquanto isso, as democracias condenam a ditadura camuflada chavista. É fácil a gente distinguir as coisas, não é mesmo? Quanto aos membros da esquerda caviar, realmente defendem esses "paraísos" mas gostam mesmo é dos EUA, de Paris (Chico Buarque e Zé de Abreu têm aptos lá)… O velho e bom capitalismo ainda é a preferência de todos. Até dos comunistas. Kkkkkkkk
O país para quem a Venezuela mas vende são os EUA. E o país de quem mais compram.
Cuba vive numa esquizofrenia: culpa o comércio com os EUA como a causa da penúria
dos países, mas, ao mesmo tempo vivem pedindo pelo fim do embargo (que é só americano,
já que a ilha-presídio tem liberdade para comercializar com os demais países. Tem gente
que pensa que tem uma força aeronaval em torno de Cuba, para destruir todo o avião
ou navio que dela se aproxime). Afinal, ter comércio com os EUA é bom ou ruim?
A coisa funciona assim: A esquerda caviar vive de criticar os EUA e apoia as ditaduras da Venezuela e Cuba, mas nunca vão para Cube e Venezuela, passam férias e fazem investimento de capital e bens nos países capitalistas.
Mesmo diante das mortes dos opositores autorizadas pelos ditadores supremo daquelas nações, a esquerda caviar continua dando recados de apoio.
Jogam o país numa resseção infinita para financiar o populismo barato.
Deixam a população sem emprego e sem renda, nivelam o povo, na linha da miséria, passando a população a receber os restos dado pelo governo como se estivesse prestando um grande serviço.
O povo fica sem saúde, educação, emprego, renda e condição de vida, mas com segurança pela força opressora e mortal dos ditadores contra seus opositores.
Estamos falando de fatos facilmente encontrados em Cuba e na Venezuela e na esquerda caviar existente no Brasil. Todos tem críticas aos EUA, da boca para fora, pois todos vão para lá desfrutar do mundo capitalista e dependem dos americanos para sobreviver. Se faltei com a verdade, me digam onde?