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Cúpula entre Trump e Putin acaba sem trégua na Ucrânia

Foto: Kevin Lamarque/Reuters

A esperada cúpula entre Donald Trump e Vladimir Putin nesta sexta-feira (15) gerou o que ambos os presidentes chamaram de concordâncias acerca da Guerra da Ucrânia, mas a palavra cessar-fogo não surgiu nos comunicados feitos por ambos após 2 horas e 40 minutos de conversas.

“Não há um acordo até haver um acordo. Grande progresso hoje, mas não chegamos lá ainda”, disse Trump ante repórteres a quem a palavra não foi passada, após terem interpelado Putin de forma incisiva na hora da foto de abertura do evento.

“Eu vou fazer algumas ligações. Vou ligar para os aliados da Otan, para [o presidente ucraniano Volodimir] Zelenski, para ver se ele concorda”, completou, cobrindo Putin de elogios por sua “relação fantástica” ao longo de anos difíceis. “Nós concordamos em vários pontos, faltam alguns. Talvez o mais importante”, disse, com as palavras “Buscando a Paz” inscritas ao fundo.

No avião a caminho de Anchorage, no Alasca, onde o primeiro encontro desde 2021 entre presidentes das duas maiores potências nucleares ocorreu, Trump havia dito que “ficaria triste” se o cessar-fogo que buscava arrancar de Putin não saísse do encontro.

Ao que parece, as horas com o russo arrefeceram seu ímpeto. Nenhuma palavra na entrevista sobre as “severas consequências” que ele novamente prometeu impor aos russos na forma de sanções econômicas que atinjam parceiros de Moscou, como China e Brasil.

Isso não quer dizer que elas não estejam prontas para serem aplicadas, é claro, mas nada transpareceu ainda. Ainda assim, Putin reforçou seus pontos usuais, falando que a guerra é uma tragédia entre povos “com a mesma raiz”, mas que é preciso trabalhar nas razões do conflito —sob sua perspectiva.

Putin manteve o semblante fechado em sua fala e buscou inserir a Ucrânia em um contexto maior, equivalendo a posição da Rússia à dos Estados Unidos como grande potência. Nisso, a cúpula entregou um grande presente de imagem para o russo. É provável que acordos comerciais e negociações com armas nucleares já estejam no cardápio.

Dizendo que a relação entre EUA e Rússia estava “no pior nível desde a Guerra Fria” na gestão do antecessor de Trump, Joe Biden, afirmou que os países precisam “ir do confronto ao diálogo”. “Eu e o presidente Trump temos um contato direto muito bom, nos falamos de forma franca”, disse Putin.

Ao falar da Ucrânia, apenas disse que Trump e ele “chegaram a um acordo para pavimentar o caminho para a paz”. “O presidente tem uma visão clara do que nós queremos atingir. Espero que os acordos de hoje sejam o início da solução”, disse, acrescentando esperar que “Kiev e a Europa não torpedeiem os esforços”.

O fato de que nem Zelenski, nem europeus estavam presentes não foi citado, assim como a principal demanda de Putin, já colocada por escrito: a tomada de cerca de 20% da Ucrânia e a neutralidade militar do vizinho, que quer entrar na Otan, a aliança militar liderada pelos EUA.

Antes do encontro, Trump havia dito concordar que seria necessário haver “troca territorial” entre os rivais, embora isso só implique a Putin devolver algo que não é seu, tomado desde o início da guerra que mudou o desenho da segurança global, em fevereiro de 2022.

Trump também havia condenado as ofensivas recentes de Putin, dizendo que elas não lhe trariam vantagem à mesa de negociação. Nada disso transpareceu nas anódinas declaração de ambos. Trump sugeriu que mais está por vir e que deverá se encontrar novamente com Putin, mas não citou a vontade de juntar Zelenski ao grupo que expressara antes.

“Nos vemos em Moscou”, brincou Putin.

A maratona de conversas começou às 11h32 (16h32 em Brasília). Trump pediu para ampliar o primeiro encontro com o russo, que seria a sós com intérpretes, incluindo o secretário Marco Rubio (Estado) e o negociador Steve Witkoff. Putin então levou o chanceler Serguei Lavrov e o assessor Iuri Uchakov.

Duas horas e 40 minutos depois, o fórum seria ampliado com os ministros russos Andrei Belousov (Defesa), Anton Siluanov (Finanças) e o czar de investimentos Kirill Dmitriev do lado russo. Já Trump trouxe também Pete Hegseth (Defesa), Scott Bessent (Tesouro) e Howard Lutnick (Comécio), além do diretor da CIA, John Ratcliff.

Mas o Kremlin então anunciou que haveria a entrevista coletiva dos presidentes.

A reunião foi a primeira entre os líderes desde 2019, quando Trump ainda estava em seu primeiro mandato e ambos se encontraram às margens da cúpula do G20 em Osaka. Ao todo, eles tiveram seis encontros antes de o republicano deixar a Casa Branca.

A visita em si foi uma vitória de Putin, que desde a invasão há três anos e meio é visto como um pária em boa parte do Ocidente. Em 123 países que reconhecem o Tribunal Penal Internacional, o russo não pode pisar sob risco de ser preso devido a uma ordem da corte, que o acusa de crime de guerra. EUA, Rússia e Ucrânia não estão na lista.

Trump, que alternou aproximações e ameaças a Putin desde que voltou ao poder em janeiro, não vendeu o ingresso do show de forma barata.

Putin teve de obedecer a um peculiar ritual para descer de seu avião ao mesmo tempo que o americano, atravessou uma alameda de caças avançados do rival e viu um bombardeiro desenhado para atacar a Rússia com armas nucleares sobrevoar a pista em Anchorage.

Com a memória da cúpula de 2018 com Putin, quando Trump humilhou-se publicamente ao curvar-se ao relato do russo acerca da suposta interferência no pleito americano de 2016, o republicano buscou blindar-se.

Folha de S.Paulo

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BELA MEGALE: Lula muda de humor e teme impacto eleitoral de investigações envolvendo o filho

 

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Lula estaria mais apreensivo e preocupado com a campanha à reeleição desde que vieram à tona as investigações da Polícia Federal envolvendo seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e o ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola. A informação é da jornalista Bela Megale, de O Globo.

Segundo integrantes do governo ouvidos pela colunista, o Lula tranquilo e bem-humorado de poucas semanas atrás deu lugar a um presidente preocupado com os possíveis reflexos eleitorais das investigações por suspeita de tráfico de influência.

Publicamente, Lula tem afirmado que quem cometer irregularidades deve responder por seus atos e destaca que não interferiu nas investigações. Em conversas reservadas, porém, admite que é difícil dissociar sua imagem das crises envolvendo o filho e o ex-auxiliar e avalia que o caso pode ter impacto decisivo na eleição.

Outro motivo de incômodo seriam as disputas internas no PT e na própria campanha por espaços de poder. Lula tem defendido união entre os aliados diante da disputa eleitoral.

Pesquisa Datafolha divulgada recentemente mostrou Lula com 47% das intenções de voto em um eventual segundo turno, oscilação de um ponto para baixo em relação a julho. Flávio Bolsonaro permaneceu com 43%. Na campanha petista, a avaliação é que o desgaste das investigações já aparece no levantamento. A oscilação acendeu um alerta, embora tenha ocorrido dentro da margem de erro.

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PIRÂMIDE FINANCEIRA: PF investiga esquema com promessa de lucro diário no Seridó

Foto: Polícia Federal

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (25) a Operação Blue Mirage para investigar um suposto esquema de pirâmide financeira em Parelhas, no Seridó potiguar. A investigação apura a captação irregular de dinheiro por meio de uma empresa de investimentos em ativos digitais.

Segundo a PF, investidores eram atraídos pela promessa de rentabilidade fixa diária e bônus pela indicação de novos participantes. Um mandado de busca e apreensão foi cumprido por determinação da Justiça Federal.

A PF investiga se o dinheiro captado era realmente aplicado em ativos digitais, além da origem, do volume e do destino dos recursos. Parte dos valores teria sido transferida para outros endereços digitais.

Os fatos são apurados como possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, contra a economia popular e de lavagem de dinheiro.

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DE OLHO NO NORDESTE: Flávio Bolsonaro inicia giro pela região com evangélicos e empresários em Alagoas

Foto: Divulgação

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) inicia nesta terça-feira (25), em Alagoas, seu primeiro giro de campanha pelo Nordeste, região onde Lula lidera as pesquisas. O estado foi vencido pelo petista em 2022, mas Maceió deu 57,18% dos votos a Jair Bolsonaro no segundo turno. A agenda de Flávio começa justamente pela capital, com foco em lideranças evangélicas, empresários e candidatos aliados.

Flávio participa de uma carreata do aeroporto até o centro de Maceió e se reúne com candidatos e empresários na Associação Comercial. À noite, participa da celebração dos 111 anos da Assembleia de Deus em Alagoas.

Na quarta-feira (26), o candidato segue para Arapiraca, onde participa de uma motocarreata. O deputado federal JHC (PSDB), candidato ao Governo de Alagoas com apoio do PL, não deve acompanhar Flávio na agenda. A candidata ao Senado Marina Candia (PSDB) também não confirmou presença.

O Nordeste concentra cerca de 43,5 milhões de eleitores e representa 27% do eleitorado brasileiro. Na última pesquisa Datafolha, Lula aparece com 53% das intenções de voto na região, contra 25% de Flávio.

Em Alagoas, Lula venceu o segundo turno de 2022 com 58,68% dos votos e abriu vantagem de quase 300 mil votos sobre Bolsonaro. O resultado foi diferente em Maceió, onde Bolsonaro terminou à frente, com 57,18%.

Com informações da Revista Oeste

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4º Prêmio “Natal Sem Igual” abre inscrições e distribuirá R$ 82 mil para histórias que conectem mulheres à memória e ao patrimônio de Natal

Casarão que pertenceu a Amélia Machado, personagem histórica de Natal, conhecida como “Viúva Machado”. Foto: Alisson Almeida

As inscrições para 4º Prêmio de Jornalismo “Natal Sem Igual”, que tem como tema “Uma mulher fez história aqui”, estão abertas desde a última sexta-feira (21) e seguem até 21 de dezembro de 2026. O prêmio é realizado pela Quero Prosa, com apoio da Lei Câmara Cascudo e incentivo da distribuidora Riograndense.

A proposta dessa edição é valorizar bairros, igrejas, monumentos, prédios, praças e outros bens que compõem o patrimônio material e imaterial da capital potiguar a partir da perspectiva da ligação desses espaços com a trajetória das mulheres que ajudaram a formar a identidade da cidade, mas que nem sempre entraram para os registros oficiais.

Não é exigido que a personagem tenha nascido na capital potiguar, apenas que sua atuação tenha vínculo comprovado com a história, a memória ou o patrimônio de Natal. “Ao estabelecer essa conexão entre personagens e lugares, o prêmio busca ampliar o conhecimento sobre a história da cidade e estimular uma compreensão do patrimônio como espaço de memória, pertencimento e identidade coletiva”, diz o edital do prêmio.

De acordo com o edital, disponível no perfil do prêmio no Instagram (@concursojornalismodonatal), poderão concorrer pessoas físicas, brasileiras ou estrangeiras residentes no país, autoras ou coautoras de conteúdos jornalísticos publicados pela primeira vez entre 1º de janeiro e 20 de dezembro de 2026.

Os trabalhos deverão ser originais e de autoria do(s) participante(s), sendo vedada a inscrição de conteúdos que violem direitos autorais ou quaisquer direitos de terceiros. O prêmio distribuirá R$ 82 mil entre as seis categorias.

Em Texto, os valores são R$ 6 mil (1º lugar), R$ 4,5 mil (2º) e R$ 3 mil (3º), além de R$ 2,5 mil para o Prêmio Estudante. Em Vídeo, a distribuição é de R$ 7 mil, R$ 6 mil e R$ 5 mil para as três primeiras colocações, com R$ 3 mil para o Prêmio Estudante. Em Áudio, os valores são R$ 6 mil, R$ 4,5 mil e R$ 2,5 mil para o Prêmio Estudante.

Já a categoria Produto Especial – voltada a documentários, séries de reportagens, podcasts e projetos multimídia – premia com R$ 10 mil o primeiro colocado e R$ 8 mil o segundo. Há ainda os prêmios únicos de Jornalista Amigo do Patrimônio e Veículo de Comunicação Amigo do Patrimônio, cada um no valor de R$ 7 mil.

As inscrições devem ser feitas através de formulário eletrônico e cada participante pode inscrever um trabalho por categoria, podendo concorrer em mais de uma. Os critérios de julgamento vão da aderência ao tema à qualidade da apuração, passando por contextualização histórica, diversidade de fontes e observância da ética jornalística.

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JOSIAS DE SOUSA: Falas de Lula já não atenuam dano político do caso Lulinha

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

As declarações do presidente Lula sobre combate à corrupção já não seriam suficientes para reduzir o desgaste político provocado pelas investigações envolvendo seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. A avaliação é do colunista Josias de Sousa, do UOL.

Segundo o jornalista, Lula voltou a recorrer a um discurso utilizado na campanha de 2022, destacando mecanismos de controle e investigação criados durante seus governos. Em entrevista à Record neste domingo, o presidente afirmou que a corrupção é “uma coisa quase incontrolável”, exaltou a capacidade de investigação do país e a autonomia da Polícia Federal.

Lula também repetiu que ninguém está “acima da lei”, incluindo o próprio filho e seu ex-chefe de gabinete, Marcola, ambos alvos de investigações.

Para Josias de Sousa, porém, as falas já não conseguem conter o impacto político do caso. O colunista observa ainda que diminuíram nas redes ligadas ao PT as referências ao chamado “Bolsomaster”, expressão usada para explorar as relações do filho de Jair Bolsonaro com o banqueiro Daniel Vorcaro.

Enquanto adversários exploram eleitoralmente as investigações envolvendo Lulinha, Lula enfrenta a campanha sem poder assegurar publicamente a inocência do filho ou de seu ex-chefe de gabinete diante das suspeitas investigadas.

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DARK HORSE: Ancine registra filme sobre Bolsonaro, mas produção ainda será submetida à classificação indicativa do Ministério da Justiça

Foto: Divulgação

A Agência Nacional do Cinema (Ancine) concedeu, no último dia 7, o Registro de Obra Estrangeira (ROE) para “Dark Horse”, filme de ficção inspirado na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O registro é uma etapa necessária para que o longa possa ser exibido comercialmente no Brasil.

Após a homologação do CRT, o filme ainda precisa ser submetido à classificação indicativa pelo Ministério da Justiça, para, somente assim, estar apto a ser exibido comercialmente no Brasil.

A expectativa dos produtores de “Dark Horse” é exibir a obra em novembro, após o período eleitoral, quando a veiculação da obra poderia ser considerada propaganda política irregular.

“Dark Horse” tem o ator Jim Caviezel no papel de Bolsonaro e foi produzido nos Estados Unidos. No Brasil, a distribuição ficará a cargo da Europa Filmes, sob o título “O Azarão”.

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[VÍDEO] AVIÃO EM CHAMAS: piloto aciona paraquedas antes de queda em MG e sobrevive

Um avião pegou fogo e caiu nesta terça-feira (25), em Mateus Leme, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais. O piloto, de 29 anos, conseguiu acionar o paraquedas da aeronave antes da queda e sobreviveu. Ele sofreu apenas ferimentos leves.

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OPERAÇÃO DEALER: PF faz operação no RN contra grupo suspeito de usar os Correios para enviar drogas para outros estados do país

Foto: Divulgação/PF

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (25) a Operação Dealer, contra um grupo suspeito de usar os Correios para enviar drogas do Rio Grande do Norte para diferentes regiões do Brasil.

A ação cumpre mandados de prisão preventiva, busca e apreensão e busca pessoal em Natal e Extremoz. De acordo com a PF, a investigação começou após a interceptação de encomendas contendo drogas como maconha e haxixe.

As apurações identificaram pelo menos 79 remessas postais suspeitas ligadas ao grupo. Os investigados utilizariam dados pessoais de terceiros para esconder a identidade dos remetentes e contratos fraudulentos com plataformas de intermediação postal para gerar etiquetas, pagar os envios e despachar as encomendas.

A PF também busca celulares, equipamentos eletrônicos e documentos que possam ajudar a revelar a extensão do esquema e identificar outros envolvidos. Os investigados poderão responder por tráfico interestadual de drogas, associação para o tráfico e falsidade ideológica, além de outros crimes que possam ser descobertos durante a investigação.

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Virada no Oeste: a 40 dias das eleições, prefeito Waltinho e sete vereadores de Lucrécia deixam Allyson e apoiam Álvaro Dias

Foto: Divulgação

O prefeito de Lucrécia, Waltinho Araújo, anunciou oficialmente nesta segunda-feira (24) seu apoio à candidatura de Álvaro Dias ao Governo do Rio Grande do Norte. A adesão foi acompanhada por nove vereadores do município, que também passaram a apoiar o projeto de Álvaro para o Governo do Estado.

O anúncio foi feito durante o encontro que reuniu prefeitos e lideranças políticas do Oeste potiguar, em Pau dos Ferros, e marcou a adesão oficial de Waltinho e do grupo político de Lucrécia à candidatura de Álvaro Dias.

Waltinho Araújo integrava o grupo político que apoia a candidatura de Allyson Bezerra. A mudança representa mais um movimento importante no cenário político do Oeste potiguar e amplia a base de apoio de Álvaro Dias na região.

Também declararam apoio a Álvaro Dias o presidente da Câmara, Didi Soldado, e os vereadores Édson Soares, Edilma, Joilma, Josimar, Edivan e Lindalice. O grupo também conta com o apoio da vice-prefeita Lara e da ex-prefeita Ceição Nascimento.

A adesão de Waltinho e das lideranças de Lucrécia fortalece a articulação política de Álvaro Dias no Oeste e se soma aos apoios que vêm sendo anunciados à candidatura ao Governo do Estado. O movimento ocorre a pouco mais de 40 dias das eleições de 2026.

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PF aponta três tentativas frustradas de Lulinha para fechar contratos no Ministério da Saúde

Foto: Reprodução

Investigações da Polícia Federal apontam que Lulinha teria participado, junto com a lobista Roberta Luchsinger e o empresário Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, de três tentativas de fechar negócios com o Ministério da Saúde durante o governo Lula (PT).

De acordo com reportagem da Folha de S.Paulo, as tratativas envolviam contratos que poderiam movimentar valores milionários. Entre elas estava uma proposta de venda de R$ 627 milhões em medicamentos à base de cannabis, além de negociações para fornecimento de testes rápidos para dengue e outras arboviroses.

Houve também uma tentativa de viabilizar parcerias produtivas com a Iquego (Indústria Química do Estado de Goiás), laboratório público ligado ao governo estadual. Nenhuma das três iniciativas, porém, foi concretizada. As propostas foram barradas ou não avançaram na área técnica do Ministério da Saúde.

No caso do canabidiol, a ideia era centralizar no governo federal a compra dos medicamentos para atender pacientes que obtiveram na Justiça o direito ao tratamento. O plano previa o fornecimento de cerca de 1,2 milhão de frascos por ano por quatro empresas, entre elas a WorldCann, ligada ao “Careca do INSS”.

A PF também investiga a atuação de Roberta Luchsinger como lobista e aponta Lulinha como possível beneficiário indireto de suas ações. A investigação ainda identificou pagamentos de despesas pessoais de Marco Aurélio Ribeiro, mais conhecido como “Marcola”, ex-chefe de gabinete de Lula, feitos pela empresária em 2024.

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