Economia

Custo de despesas básicas sobe 30% acima da inflação e corrói orçamento

Na casa do executivo Marcio Douglas Moura de Araújo, algumas mudanças tiveram de ser adotadas para equilibrar o orçamento com a escalada das despesas essenciais. O cardápio foi readaptado com produtos mais baratos. No lugar da carne, frango, fígado e, às vezes, peixe. Para reduzir o consumo de energia elétrica e gás, ele virou um verdadeiro fiscal. “Desligo o aquecedor de manhã e só ligo à noite. Apagamos todas as lâmpadas, tiramos os eletrodomésticos das tomadas e evitamos o uso do ar-condicionado em dias mais arejados”, diz ele. Mesmo assim, com quatro pessoas mais tempo dentro de casa, a conta de luz subiu 15%. No final do mês, diz ele, não sobra praticamente nada.

O aperto na renda de Araújo é uma realidade na vida da maioria dos brasileiros, que tem visto despesas essenciais, como alimentação, energia elétrica e combustível, corroerem boa parte do salário mensal. Isso tem ocorrido porque o preço de alguns desses gastos subiu acima da inflação, conforme levantamento feito pela Tendências Consultoria Integrada a pedido do Estadão.

No ano passado, a inflação média dos itens essenciais ficou 30% acima do IPCA, de 4,5%. Mas, em alguns casos, a diferença foi bem maior. A energia elétrica, por exemplo, subiu 9,12% e a alimentação em casa, 18,16%. Esse movimento continuou no início deste ano, com a explosão de 21,65% dos preços dos combustíveis (veículos e gás) até março. Os aumentos já foram suficientes para deixar a inflação das despesas essenciais 22% acima do IPCA neste ano – os números não consideram o índice de abril, anunciado nesta terça-feira, 11, de 0,31%.

Isso significa que boa parte da renda disponível está sendo comprometida com apenas algumas despesas, diz a economista da Tendências Consultoria Integrada, Isabela Tavares, responsável pelo levantamento. “Na prática, tem sobrado menos dinheiro para gastar com bens e serviços.” De janeiro de 2020 para cá, a renda disponível (depois do pagamento de despesas essenciais) para gastar com esses itens caiu de 42,11% para 41,33% – o menor patamar, pelo menos, desde 2009. Só no ano passado, essa queda representou R$ 45 bilhões a menos de consumo para o brasileiro.

O movimento, no entanto, não é recente. Em 2012, a renda disponível do brasileiro era de 45,47%. Nesse período, a escalada dos preços de despesas essenciais acima da inflação vem corroendo gradualmente a renda do brasileiro. “A pressão inflacionária aliada à deterioração do mercado de trabalho tem restringido cada vez mais o consumo de outros bens e serviços”, diz Isabela.

O problema é que essa escalada não deve parar por ai, afirmam especialistas. Na energia elétrica, por exemplo, é esperado para este ano novos e salgados aumentos na conta de luz do brasileiro. Rodrigo Moraes, especialista em Planejamento Energético da Go Energy, explica que, apesar de haver sobreoferta de energia, a expectativa é que preço continuará elevado durante todo este ano.

“Estamos enfrentando um período crítico de chuva, que afeta os reservatórios e obriga o acionamento de termoelétricas, mais caras. Neste ano, não teremos bandeira verde”, diz ele. No momento, a bandeira definida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) é vermelha, que indica que haverá acréscimo no valor da energia a ser repassada ao consumidor final. “No meu orçamento, o que mais tem pesado são os preços de energia, gás e alimentação”, afirma o consumidor Marcio Douglas Moura de Araújo, que mora com a mulher e duas filhas.

Para ele, como não dá para cortar mais o consumo de energia, o jeito tem sido mudar a alimentação. Além da carne, que saiu do cardápio, a ida à feira tem sido restringida. “Também mudei o supermercado. Antes ia ao Pão de Açúcar. Hoje vou ao Dia.”

Na avaliação do economista Christiano Arrigoni, professor do Ibmec/RJ, a estratégia de Araújo está correta, mas nem tudo dá para ser substituído. É por isso que a renda cai, já que os salários não acompanham essa escalada de preços. Embora a inflação tenha ficado baixa no ano passado, o custo de vida para famílias mais pobres aumentou bastante, diz ele. “A inflação é um índice de preços de uma família típica, representa uma média. Para uma família mais pobre em que o grosso do orçamento vai para alimentos, energia e transporte, esses aumentos pesam muito.”

Por isso, a sensação de que a inflação é maior do que aquela mostrada nos índices. “É nítido que a renda vem despencando. E isso é um drama, pois afeta toda a estrutura de consumo das famílias”, afirma o economista do Insper Otto Nogami. “E assim, o salário fica insuficiente para as necessidades do dia a dia.”

O orçamento das famílias, segundo a Tendências, só não está mais apertado porque houve um arrefecimento em alguns itens nos últimos meses, o que compensou parte do aumento da conta de luz, da gasolina, do gás de cozinha e dos alimentos. Com a pandemia, a educação teve uma queda com os descontos dados pelas escolas por causa das aulas online. O mesmo ocorreu com os alugueis.

Para a especialista em gestão empresarial Erika Pellini, o novo normal com a pandemia reduziu alguns gastos e elevou outros. Em home office, ela diminuiu o consumo de gasolina, mas elevou os gastos com alimentação e energia elétrica. “Tento ficar vigilante e evito deixar luzes e aparelhos ligados sem necessidade e, ainda assim, a despesa aumentou.” Ela conta que começou a fazer uma revisão do orçamento e pretende enxugar alguns gastos, como por exemplo, telefonia celular.

 

Confira matéria completa no Estadão.

Opinião dos leitores

  1. Para continuar o arrocho, a economia sendo destruída, o Brasil indo ladeira abaixo, de mal a pior: Mito 2022!

  2. O salário mínimo acompanhou ? Se sim, ótimo, boa gestão do governo federal. Senão… É seu dinheiro indo embora pelo ralo via culpa da gestão Paulo Guedes + Bolsonaro.

  3. Tudo está mais caro,daí o desmonte do Ibge e orgãos de fiscalizacao.A gasolina a tempos passou dos 3 rwais,período dos panekaços cntra a Dilma,o arroz e o feijão nas akturas,o leite então. .. ,inflação deve estar bem mais alta,carro agora sobe todo o mês.Triste ,mas o povo se esquece muito cedo,dos preços do passado.

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Política

“BATEU EM RETIRADA”: Caiado acusa Lula de provocar cancelamento do debate da Globo

Ronaldo Caiado (PSD) acusou Lula (PT) de provocar o cancelamento do debate da TV Globo, que seria realizado na noite desta quinta-feira (1º). Para ele, as decisões judiciais que mudaram as regras do programa foram uma “afronta à democracia brasileira”.

“O Lula provocou tudo isso. Ele foi provocado pelo Flávio na minha cidade, em Goiânia, dizendo: ‘Vai lá que eu vou lhe enfrentar’. E bateu em retirada”, declarou Caiado.

A Globo cancelou o debate após receber decisões do TSE e do STF que alteraram regras previamente acordadas. Lula já havia recusado o convite, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) desistiu horas antes e alegou “censura”.

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Política

[VÍDEO] Multidão lota o largo do Atheneu para o último comício de Álvaro Dias no 1º turno em Natal

Em clima de festa e emoção na reta final da campanha, Álvaro Dias (PL) realizou, nesta quinta-feira (1º), seu último comício em Natal antes do primeiro turno. Com o Largo do Atheneu lotado, o candidato ao Governo do Rio Grande do Norte chegou caminhando no meio do povo, abraçando apoiadores e sendo recebido por caravanas e lideranças de várias regiões do Estado.

Ao lado de Álvaro estavam o prefeito Paulinho Freire, a vice-prefeita Joanna Guerra, o candidato ao Senado Coronel Hélio e os candidatos a deputado federal General Girão, Carla Dickson, Coronel Brilhante, Sargento Gonçalves e Nina Souza, além de candidatos a deputado estadual, prefeitos, vereadores e outras lideranças.

Ao falar sobre a decisão de realizar o último comício, Álvaro destacou a importância de encerrar a campanha perto da população. “As pessoas me aconselharam a não fazer o último comício, e eu disse: eu tinha que fazer. Eu não podia encerrar essa campanha política sem fazer o que fiz hoje aqui: chegar abraçado à população, apertar as mãos dos nossos amigos da cidade de Natal”, declarou.

Emocionado, Álvaro falou da caminhada eleitoral e da esperança que encontrou nas ruas. “Não poderia sair dessa campanha sem ver a esperança do povo do Rio Grande do Norte, abraço por abraço, sorriso por sorriso. Vamos juntos mudar o Estado do Rio Grande do Norte”, afirmou.

Ao final, Álvaro agradeceu aos apoiadores que o acompanharam durante a campanha e encerrou a noite em meio às manifestações de carinho do público.

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Geral

CENSURA: Globo afirma que “decisões judiciais” que levaram a cancelamento do debate “representam uma interferência indevida na liberdade dos veículos de imprensa”

Foto: Reprodução / Jornal Nacional

A Globo afirmou que “as sucessivas decisões judiciais tomadas momentos antes da realização do debate” com os candidatos a presidente, previsto para esta quinta-feira (1º), “causam insegurança jurídica e representam uma interferência indevida na liberdade que os veículos de imprensa tem de organizar os debates eleitorais”.

“Por essa razão, a Globo decidiu cancelar o debate desta noite”, informou a emissora, que lembrou da sua “longa tradição na organização de debates eleitorais”.

“Nosso propósito é promover a discussão de ideias para o Brasil. Oferecer aos eleitores a oportunidade de comparar projetos. Nosso dever é o de promover a democracia”, destacou a Globo.

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Política

[VÍDEO] “NÃO VOU COMPACTUAR COM A CENSURA”: Flávio Bolsonaro denuncia interferência do Judiciário nas eleições de 2026

Em vídeo publicado nas redes sociais, Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que não vai “compactuar com censura e interferência do Judiciário nas eleições [de 2026]”. A declaração se deu depois que ele anunciou a decisão de não participar do debate que estava previsto para ocorrer nesta quinta-feira (1º) na TV Globo.

O candidato convocou os eleitores a decidirem a disputa presidencial já no primeiro turno. “Vamos resolver esse negócio já nesse domingo agora para que a gente possa dar um recado claro de que o Brasil tem jeito e ninguém aguenta mais essa situação de sequestro que a nossa democracia enfrentou”, disse ele.

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Brasil

URGENTE: Globo cancela debate presidencial após decisões do TSE e STF e desistência de Flávio

Reprodução

A TV Globo cancelou o debate entre os candidatos à Presidência de República que seria realizado na noite desta quinta-feira (1º). O encontro seria o último antes do primeiro turno, marcado para domingo (4).

O cancelamento ocorreu após uma sequência de decisões judiciais. A ministra Estela Aranha, do TSE, proibiu a emissora de mostrar o púlpito vazio de Lula (PT), enquanto Gilmar Mendes, do STF, determinou a inclusão de Renan Santos (Missão), contrariando decisões anteriores de Cármen Lúcia e Kassio Nunes Marques.

Lula já havia informado que não compareceria. Depois da decisão sobre o púlpito, Flávio Bolsonaro (PL) também desistiu e alegou “censura”. Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) estavam confirmados.

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Política

EDITORIAL BG: A toga tomou o lugar dos candidatos no debate da Globo

Arte Metrópoles

O debate presidencial da TV Globo, marcado para a noite desta quinta-feira (1º), foi atropelado pelo Judiciário antes mesmo de começar. Em poucas horas, decisões de ministros passaram a determinar o que a emissora poderia mostrar e até quem deveria estar no palco. A Justiça deixou de garantir as regras da eleição para interferir diretamente na organização de um programa jornalístico.

Primeiro, a ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Estela Aranha, proibiu a Globo de exibir o púlpito vazio reservado ao presidente Lula (PT), que decidiu não comparecer ao último debate antes do primeiro turno. A magistrada entendeu que a imagem poderia pressionar candidatos a participar, embora o comparecimento seja facultativo.

O argumento não convence. Mostrar o lugar vazio de um candidato convidado não é censura, punição nem constrangimento ilegal. É informar ao eleitor que aquele candidato escolheu não estar ali. Lula tem o direito de faltar, mas a emissora e o público também têm o direito de registrar sua ausência. Depois da decisão, Flávio Bolsonaro (PL) desistiu de participar e classificou a medida como “censura”.

Para piorar ainda mais, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, determinou que a Globo incluísse Renan Santos (Missão) no debate. A decisão contrariou entendimentos anteriores da ministra Cármen Lúcia e do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques.

O Missão possui apenas um deputado federal, enquanto a legislação assegura a participação aos candidatos de partidos ou federações com pelo menos cinco parlamentares no Congresso Nacional. As regras da Globo permitiam que a emissora, diante da desistência de um convidado, chamasse outro candidato bem colocado na pesquisa Quaest, mas deixavam claro que isso ocorreria a seu exclusivo critério. Gilmar transformou uma possibilidade editorial em obrigação judicial.

Gilmar passou por cima dos dois colegas de STF e decidiu, sozinho, quem deveria participar de um debate promovido por uma empresa jornalística. Isso não é um detalhe jurídico. É uma interferência direta na liberdade de imprensa e no processo democrático.

Hoje, um ministro determina quem entra no debate. Outro decide qual imagem pode aparecer. Amanhã, o que impedirá o Judiciário de estabelecer as perguntas, escolher os temas ou definir o formato mais conveniente?

Em defesa da liberdade de imprensa e por respeito à democracia, a emissora deveria cancelar o debate. Essa seria uma resposta dura, mas necessária, diante de decisões que desmontaram as regras acertadas previamente e transformaram um encontro entre candidatos em um espetáculo comandado por ministros.

Debate eleitoral deve ser decidido por regras públicas, pela lei e pela autonomia jornalística, não pela vontade de uma toga.

 

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Política

[VÍDEO] DESESPERO: Robério expõe estratégia esquerdista para tentar barrar avanço da direita no RN


Em um pronunciamento após retirar sua candidatura ao Governo do Rio Grande do Norte, Robério Paulino (PSOL) explicitou o cálculo eleitoral que levou a esquerda a concentrar forças em torno de Cadu Xavier (PT) para tentar impedir o avanço da direita no Estado. De olho na eleição presidencial, o partido preferiu deixar de lado suas convicções na disputa pelo Governo.

A declaração de Robério nas redes sociais deixa exposta a estratégia de transferência de votos para Cadu com o objetivo de impedir que Álvaro Dias, que Robério classificou como candidato da “direita radical”, chegue ao segundo turno e funcione como palanque para Flávio Bolsonaro no RN.

O pronunciamento revela a dimensão nacional que a esquerda atribui à disputa no RN.

 

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Política

Interferência cruzada do Judiciário esvazia regras, transforma debate da Globo em circo e impõe o cancelamento

Reprodução

A sucessão de intervenções diretas da Justiça Eleitoral e do Supremo Tribunal Federal transformou o aguardado debate presidencial da TV Globo em um cenário de completa insegurança jurídica, restando à emissora apenas uma alternativa viável para preservar sua autonomia: o cancelamento do confronto marcado para esta quinta-feira (1).

O colapso do formato começou a se desenhar quando a ministra Estela Aranha, do TSE, proibiu a emissora de utilizar o tradicional púlpito vazio para representar a ausência do presidente Lula (PT), determinando ainda que os demais concorrentes pudessem direcionar perguntas ao petista mesmo sem a sua presença física no estúdio. Em paralelo, o STF determinou a inclusão do candidato do Missão, Renan Santos, no debate, atropelando critérios jornalísticos e normas estabelecidas previamente pelo canal.

Diante de um cenário onde regras são reescritas de última hora em Brasília e o principal candidato da oposição, Flávio Bolsonaro (PL), já havia anunciado sua desistência em protesto contra a censura.

Com informações do Metrópoles 

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Política

[VÍDEO] ESCULHAMBAÇÃO TOTAL: Atropelo jurídico no STF implode regras do debate da Globo

A reta final da corrida presidencial foi sacudida nesta quinta-feira (1) por uma sequência de manobras jurídicas que transformou o debate da TV Globo em um verdadeiro imbróglio institucional. O ponto de ruptura ocorreu quando o ministro Gilmar Mendes determinou a inclusão de Renan Santos (Missão) no confronto televisivo, rasgando entendimentos firmados anteriormente pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, e pela ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal. Com regras alteradas à revelia e critérios atropelados na véspera do evento, o candidato Flávio Bolsonaro (PL), bateu o martelo e anunciou que não participará da sabatina.

A decisão de última hora gerou forte repercussão na imprensa e entre comentaristas políticos, que não hesitaram em classificar a reviravolta como uma clara engenharia política nos bastidores. Analistas apontam que a ingerência sobre as normas eleitorais escancara a fragilidade das garantias institucionais e expõe o desespero de setores que tentam moldar o tabuleiro do primeiro turno a qualquer custo.

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Política

A três dias das Eleições, duas pesquisas apontam Walter Alves na liderança da nominata do MDB e entre os mais citados para deputado estadual

Reprodução

A três dias das Eleições Gerais, o candidato a deputado estadual, Walter Alves (MDB), aparece liderando a nominata do partido em duas grandes pesquisas de intenção de voto divulgadas nesta quinta-feira (1º).

Além de liderar a nominata, nas duas pesquisas — Perfil/Blog do BG e Consult/Tribuna do Norte — Walter aparece entre os mais citados pela população. Esses dois novos levantamentos reforçam uma tendência que vem se mantendo desde o início da campanha: que Walter Alves deve ser eleito como primeiro deputado do MDB e que o partido deve conseguir fazer mais de uma cadeira na Assembleia Legislativa.

“As pesquisas desta quinta-feira, tão perto da eleição e feitas por institutos tão respeitáveis, não deixam dúvida de que o nosso trabalho lá atrás, como deputado, tem o reconhecimento da população, que nos coloca como o nome mais citado do MDB”, disse.

Pesquisas

A pesquisa Perfil/Blog do BG foi realizada entre os dias 26 e 29 de setembro de 2026, com 2.000 entrevistados no Rio Grande do Norte. Nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,19 pontos porcentuais. Registrada sob o número RN-08009/2026.

A pesquisa Consult/TRIBUNA DO NORTE foi realizada entre os dias 24 e 26 de setembro e utilizou uma amostra probabilística de 1.700 entrevistas. O erro amostral máximo da pesquisa é de 2.37%, e a confiabilidade de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral com o seguinte número: BR 04825/2026 RN 02343/2026.

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