O comerciante conhecido como “Cascudo do Gás”, identificado como Carlos Henrique Paula de Souza, foi executado por traficantes do Comando Vermelho (CV) após se recusar a pagar uma taxa imposta pela facção criminosa em Tanguá, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Ex-candidato a vereador no município, ele foi morto a tiros no dia 27 de dezembro de 2025, em frente ao próprio estabelecimento, no centro da cidade.
A informação é da coluna Na Mira, do Metrópoles. Segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCRJ), dois homens em uma motocicleta se aproximaram da vítima, sacaram armas de fogo e efetuaram os disparos. Carlos Henrique morreu no local. As investigações indicam que traficantes vinham exigindo pagamentos ilegais de comerciantes da região para permitir o funcionamento dos negócios, e a execução teria sido motivada pela recusa do comerciante em atender às exigências.
Além da cobrança de propina, o grupo criminoso também controlava a venda de produtos como água, carvão e cigarros, restringindo o comércio local para ampliar os lucros do tráfico. O esquema fazia parte de uma estratégia de domínio territorial e intimidação de comerciantes.
Nesta quinta-feira (8), a PCRJ deflagrou uma operação contra os envolvidos, resultando na prisão em flagrante de cinco suspeitos e na apreensão de grande quantidade de drogas, rádios transmissores, balança de precisão, celulares e dinheiro em espécie. A ação também visa cumprir mandados de prisão contra integrantes do CV investigados por associação criminosa, extorsão, homicídio e tortura.
O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) aprovou nesta segunda-feira (17) uma nova regulamentação para os procedimentos de fiscalização à chamada Lei Seca — as blitz — que estabelece regras para coibir a condução de veículos sob influência de álcool.
A noticia é do Estadão. Entre outros pontos, em situações envolvendo produtos que podem deixar temporariamente resíduos de álcool na boca, como bombons de licor e enxaguantes bucais, a norma estabelece que, diante de uma indicação positiva no teste passivo, será realizada uma avaliação posterior antes de qualquer conclusão.
A resolução entra em vigor a partir de sua publicação no DOU (Diário Oficial da União), mas há um prazo de 60 dias para que entidades integrantes do SNT (Sistema Nacional de Trânsito) realizem as adaptações necessárias em suas ferramentas.
A norma atualiza procedimentos vigentes desde 2013 e também inclui a identificação de outras substâncias psicoativas.
A resolução institui uma fase de triagem nas operações de fiscalização realizadas pelos diferentes órgãos de trânsito do país. Nessa etapa, poderá ser utilizado o pré-teste ou teste passivo de alcoolemia, destinado a identificar possíveis indícios da presença de álcool.
O resultado dessa primeira verificação terá caráter exclusivamente orientativo e, isoladamente, não poderá fundamentar autuação ou caracterizar a condução sob influência de álcool.
A medida regulamenta condutas já adotadas na maioria dos estados, como Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, além das operações nacionais da PRF (Polícia Rodoviária Federal).
A nova regulamentação prevê o uso de equipamentos para identificar substâncias além do álcool.
O texto regulamenta uma possibilidade que já está prevista no CTB (Código de Trânsito Brasileiro), que admite testes toxicológicos e outros meios técnicos ou científicos para constatar a condução sob influência de substâncias psicoativas.
– Avaliação psicomotora: o agente responsável pela fiscalização deverá registrar, no auto de infração ou em termo específico, pelo menos dois sinais observados que confirmem a alteração da capacidade psicomotora do condutor;
– Recusa: o Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito também será atualizado para detalhar e padronizar a atuação em casos de recusa ao teste. Para o condutor que não realizar o procedimento, a regulamentação diferencia os enquadramentos, disciplina como cada situação deve ser registrada e determina que, em uma mesma abordagem, não sejam lavrados simultaneamente autos de infração por dirigir sob influência de álcool ou outras substâncias psicoativas e por se recusar ao exame comprobatório destinado a verificar essa condição, conforme os artigos 165 e 165-A do CTB.
Morreu, nesta terça-feira (18), Glória Menezes, aos 91 anos, uma das grandes atrizes do Brasil, que marcou os palcos, o cinema e a televisão brasileira em mais de 60 anos de carreira. Ela morreu em sua casa, no Rio de Janeiro, segundo a família.
Não foi apenas com mocinhas e vilãs de 40 títulos televisivos, entre novelas e seriados, que a artista montou a extensa galeria de personagens que fez dela um dos rostos mais conhecidos do país.
A televisão foi um porto mais frequente. Mas houve também, em sua trajetória, dedicações pontuais ao teatro e pelo menos um grande papel no cinema, a sofrida Rosa, do filme “O Pagador de Promessas”, de 1962, de Anselmo Duarte.
Nascida na cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul, em 1934, Nilcedes Soares Guimarães dedicou sua juventude a estudar piano. Nos anos 1950, matriculou-se na Escola de Artes Dramáticas, mas abandonou o curso um ano antes de concluí-lo, em 1959.
Iniciou sua carreira fazendo teleteatro na TV Tupi e, em 1959 ainda, atuou em “Um Lugar ao Sol”, sua primeira participação em novela, na TV Excelsior.
Um ano depois, já com o nome artístico Glória Menezes, estreou em uma montagem assinada por Antunes Filho, um dos diretores mais importantes do país, para a peça “As Feiticeiras de Salém”, de Arthur Miller.
Mas foi com “O Pagador de Promessas”, peça de Dias Gomes filmada por Anselmo Duarte, que ela de fato se tornou atriz célebre, pronta para deslanchar. O longa, que trazia Leonardo Villar no papel central, venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes e foi indicado como melhor filme estrangeiro ao Oscar.
Não demorou para que, em 1963, Menezes ganhasse papel central em uma novela, em “2-5499 Ocupado”. Interpretava uma presidiária, par romântico com Tarcísio Meira, de quem se tornou mulher em outubro daquele mesmo ano. Foram 59 anos de casamento —o ator morreria em 2021, aos 85 anos, vítima da Covid-19.
Juntos, eles tiveram um filho em 1964, Tarcísio Filho, que também se tornou ator. Tarcísio foi o único filho de Meira e também o terceiro de Menezes. Ela é mãe de Maria Amélia e João Paulo, nascidos em um casamento anterior.
Na Rede Globo, juntos, fizeram “Sangue e Areia”, exibida de 1967 e 1968, “Rosa Rebelde”, de 1969, “Espelho Mágico”, de 1977, “Guerra dos Sexos”, de 1983, a série “Tarcísio & Glória”, de 1988, “Páginas da Vida”, de 2006, e “A Favorita”, de 2008, entre outras novelas.
Também estiveram lado a lado em “Irmãos Coragem”, de 1970, de Janete Clair. Na novela, um dos maiores sucessos de audiência da TV Globo, Glória Menezes assumiu o papel da jovem Lara, que tinha três personalidades diferentes. Em 1984, ela também estrelou um sucesso de Gilberto Braga, a novela “Corpo a Corpo”.
A possibilidade de entregar à iniciativa privada a administração de importantes rodovias federais no Rio Grande do Norte começou a ser estudada pelo governo. O Ministério dos Transportes e o BNDES estão avaliando a concessão de trechos das BR-101 e BR-304.
Os estudos ainda em fase de modelagem. Por enquanto, não há definição sobre qual seria o formato das concessões, os investimentos obrigatórios ou a eventual cobrança de pedágio. A previsão é que os trabalhos sejam concluídos após 2026.
Um dos projetos envolve cerca de 1.835 quilômetros da BR-101, entre a divisa de Espírito Santo e Bahia e o entroncamento com a BR-304, em Natal. O trecho atravessa seis estados.
Outro projeto reúne aproximadamente 533 quilômetros da BR-116, entre Fortaleza (CE) e Mossoró, além da BR-304 até Natal.
Os levantamentos de campo já foram concluídos, segundo o BNDES. Agora, os projetos passam por análises técnicas, econômicas, financeiras e socioambientais. Uma das alternativas é dividir os corredores em lotes menores, permitindo que trechos específicos sejam concedidos separadamente.
Caso os projetos avancem, as concessionárias poderão ficar responsáveis por manutenção, conservação, sinalização e atendimento aos usuários. Duplicações e outras obras de maior porte deverão ser definidas nos contratos.
Há quase vinte anos, o presidente Lula fez um pronunciamento à Nação, em rádio e TV, num feriado de 7 de setembro, para exaltar as descobertas da Petrobras no chamado pré-sal, as reservas bilionárias de petróleo e gás encontradas em águas profundas pela estatal.
As fontes de riqueza, nas palavras do petista, seriam, para os brasileiros, um “passaporte para o futuro”, um caminho para o fim do atraso representado pelos péssimos serviços públicos na saúde e educação e pela desigualdade social.
Se futuro havia no pré-sal, em boa parte, pode-se dizer que foi roubado nos esquemas bilionários de corrupção vistos nos governos do PT que se seguiriam nos anos seguintes. O país ainda hoje espera por um futuro sem desigualdade, com saúde e educação dignas de Repúblicas petrolíferas.
Naqueles dias do anúncio feito por Lula, como revelou a Polícia Federal em diferentes investigações, um gigantesco plano para desviar recursos do pré-sal — numa engrenagem composta por políticos, burocratas, partidos e empreiteiras — já estava em pleno funcionamento nos bastidores do governo petista.
Em nome de “criar uma poderosa e sofisticada indústria petrolífera” no Brasil, Lula permitiu que partidos políticos aparelhassem diretorias da Petrobras, dando controle de orçamentos bilionários a apadrinhados do PT, do PP e do PMDB.
Obras de arte apreendidas durante a Operação Lava Jato (Divulgação/Polícia Federal/VEJA)
Esses burocratas protegidos por políticos eram encarregados de fraudar licitações e contratos para beneficiar empreiteiras do esquema. Essas construtoras, com a proteção política dos partidos, superfaturavam obras para pagar propina a caciques e repassar recursos ao caixa dois dessas mesmas siglas do esquema.
Paulo Roberto Costa, diretor de abastecimento, administrava as propinas devidas ao PP e ao PMDB juntamente com Nestor Cerveró, da diretoria Internacional. Já Renato Duque, diretor de Serviços, cuidava exclusivamente da propina recolhida por petistas e pelo tesoureiro do PT, o famoso pai dos “pixulecos”.
As empreiteiras, reunidas no chamado Clube do Bilhão, decidiam entre si quem ficaria com qual obra. As propinas eram tabeladas, entre 1% e 3% de cada contrato, que era sempre ampliado com aditivos para mascarar a roubalheira.
O dinheiro do pré-sal, que seria o futuro da Nação, segundo Lula, viajava em malas, amarrados sob a roupa de entregadores e até em caixas de bebidas. Era tanta propina, que até um serviço de “money delivery” foi crido pelo doleiro Alberto Youssef para dar conta da demanda, entregando o dinheiro sujo diretamente na casa dos corruptos.
Apreensões da 9ª fase da Operação Lava Jato (Polícia Federal/Divulgação)
As verbas das empreiteiras eram direcionadas a empresas de fachada desses doleiros que, a partir de notas fiscais frias, providenciavam os saques e as entregas aos políticos. Em alguns casos, a propina também era paga fora do país, em contas no exterior, e na forma de serviços, como carros de luxo, festas com garotas de programa e reformas de imóveis, como um famoso sítio em Atibaia, um triplex no Guarujá, um apartamento no ABC, um prédio em São Paulo…
Com tantos contratos no esquema, uma das empreiteiras chegou a comprar um banco para administrar exclusivamente a corrupção. A lista de políticos “correntistas” desse esquema virou história. Ex-presidente da República, Fernando Collor de Mello é ainda hoje exemplo raro de político preso e pagando pelas propinas que recebeu do esquema, como senador de Alagoas e aliado do petismo.
CORRUPÇÃO - Carros apreendidos pela Lava-Jato: acusado de receber propina, o senador teve os bens confiscados pela operação – (Fotos Cristiano Mariz/.)
Nas contas da Polícia Federal, a roubalheira na Petrobras tirou do futuro dos brasileiros mais de 50 bilhões de reais.
A Operação Lava-Jato, com suas 79 fases, conseguiu recuperar pouco mais de 10% disso e quase todos os envolvidos terminaram escapando das garras da Justiça anos depois, quando vieram a público as mensagens da força-tarefa de Curitiba.
Condenado por corrupção na Lava-Jato, Lula derrubou os processos, invalidou provas e reverteu sua inelegibilidade, conseguindo voltar ao Planalto em 2022.
Agora candidato à reeleição, ele vestiu novamente o mesmo macacão de petroleiro para, novamente com uma lata de óleo nas mãos, anunciar uma nova chance, um novo “passaporte para o futuro” da Nação.
A nova fonte de sonho está materializada nas potenciais reservas de petróleo da foz do Amazonas. “Pode chamar isso (frasco de petróleo) de passaporte para o futuro desse país”, disse Lula.
Para que o país tenha futuro, é preciso que as coincidências com o passado parem no discurso.
Para muitos estudantes, agosto marca a volta às aulas depois do recesso de julho e o meio do ano letivo. É comum que a sensação de ter ficado para trás no conteúdo apareça justamente nesse momento. Mas, de acordo com o engenheiro e CEO da Kaizen Mentoria, Victor Cornetta, ainda há tempo de reorganizar a forma de estudar antes da reta final do ano — e isso pode fazer toda a diferença.
Cornetta explica que o principal desafio enfrentado pelos alunos não está no conteúdo, mas na forma de organizar a rotina. “A maioria não tem clareza do que precisa fazer, quando fazer e como fazer. Isso gera frustração, procrastinação e perda de desempenho”, afirma o especialista, criador do Método Kaizen.
Por que agosto é um bom momento?
De acordo com Cornetta, a segunda metade do ano letivo pode ser usada como um laboratório de aprendizado. É quando o estudante consegue experimentar uma nova forma de estudar, perceber resultados rápidos e chegar à reta final do ano com mais confiança. “Não se trata de correr contra o tempo, mas de aprender a usá-lo de forma estratégica”, reforça.
Além disso, o especialista reforça que o meio do ano é um marco natural para ajustes de rota. Ao usar esse período para ajustar a forma de estudar, o aluno não apenas encara os últimos meses do ano letivo com mais segurança, como também já se prepara para o próximo ano letivo mais organizado.
“Agosto é a chance de treinar agora aquilo que fará diferença depois. O estudante aprende a usar o tempo a seu favor e chega em janeiro com uma base sólida, em vez de recomeçar do zero”, afirma Cornetta.
Como funciona o método na prática
O Método Kaizen combina princípios da Engenharia com fundamentos da Pedagogia e se apoia em três pilares:
Rotinas semanais definidas – Cada encontro organiza metas específicas e realistas, ajustadas à rotina do estudante. Cornetta destaca que uma sessão de mentoria de três horas pode equivaler, em rendimento, a 40 horas de estudo desorganizado.
Ferramentas práticas de estudo – São utilizadas técnicas adaptadas ao perfil de cada aluno.
Prática Ativa nos encontros semanais – Além de tirar todas as dúvidas de conteúdos na mentoria, o aluno sempre treinará, junto com o mentor, suas técnicas de estudo. Sempre usando como exemplo um conteúdo que seu filho já estudou/estudaria naquela semana, garantindo a integração com as demandas escolares, sem representar um peso para o aluno.
Evidências do impacto
A proposta já ultrapassou a fase teórica. Em menos de dois anos, mais de 400 alunos foram acompanhados pela Kaizen em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, Curitiba, Florianópolis e Belo Horizonte, além de Natal. A expectativa, segundo Cornetta, é expandir a metodologia para ainda mais regiões do país nos próximos meses.
Para o educador, agosto deve ser visto como um ponto de virada. “É um mês simbólico porque marca o meio do ano letivo e porque serve como treino para uma nova fase de aprendizagem. Pequenas mudanças feitas agora podem ter efeitos duradouros”, conclui.
Interessados em ver o impacto da Kaizen nos resultados dos alunos podem agendar uma reunião com um dos diretores, que vão entender suas necessidades e objetivos. A reunião pode ser agendada clicando no link a seguir: https://bit.ly/blogdobg1
O candidato ao Governo do RN, Cadu Xavier, compartilhou nas redes sociais um vídeo ao lado de Lula no qual o presidente e candidato à reeleição diz ter “muito orgulho” do que tem sido feito no Rio Grande do Norte e que o Estado “pode mais” ao pedir votos para Cadu.
“Quero pedir o seu voto para o meu companheiro Cadu de Lula para o Rio Grande do Norte seguir em frente. O Rio Grande do Norte pode mais. Cadu para governador”, disse o presidente.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), candidata ao Senado pelo Distrito Federal, voltou a declarar apoio à candidatura do enteado, Flávio Bolsonaro (PL), à Presidência da República.
“Precisamos eleger Flávio Bolsonaro como presidente. Vamos trabalhar para eleger a chapa do coração do Bolsonaro”, afirmou.
Durante o lançamento do comitê de campanha do deputado Alberto Fraga (PL), nesta terça-feira (18), Michelle pediu união aos apoiadores para eleger Flávio e afirmou que pretende participar de eventos ao lado dele no Distrito Federal.
Michelle e Flávio passaram por divergências durante a construção da candidatura presidencial, mas os últimos dias foram marcados por gestos públicos de aproximação. Flávio também elogiou a atuação da ex-primeira-dama em sua campanha.
A defesa de Pedro Inácio Araújo de Maria, condenado a 20 anos de prisão pelos crimes de estupro e homicídio de Zaira Cruz, afirmou que uma liminar do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) suspendeu a exclusão do policial dos quadros da Polícia Militar.
A informação foi dada pelo advogado Adriano Maldini em entrevista à TV Ponta Negra nesta terça-feira (18). Segundo ele, a defesa questiona a legalidade da exclusão, alegando que Pedro Inácio já havia sido punido administrativamente pelos mesmos fatos.
A decisão ainda será analisada pelo Pleno do TJRN, que deverá definir se a liminar será mantida. O Estado do Rio Grande do Norte é contrário ao pedido, segundo o advogado.
Pedro Inácio foi excluído da PM em julho, após ser condenado pelo Tribunal do Júri, em dezembro de 2025. A defesa recorre da condenação e sustenta a inocência do policial.
O caso envolve a morte de Zaira Cruz, encontrada morta dentro do carro de Pedro Inácio durante o Carnaval de Caicó, em 2019. O processo criminal tramita sob segredo de Justiça.
Fica difícil haver punição nesse Brasil, ô país de brechas nas leis, tem de tudo pra da liberdade a um criminoso, impressionante, uma pessoa pode matar 2,4, aí confessa, tem testemunhas, tem câmeras 📷, tem acusação da vítima qd nao morre e ainda tem chances de responder em liberdade, meu Deus, qd é q esses legisladores vão fazer valer um criminoso pagar a pena toda no regime fechado ?isso é um país fraco de leis duras e qd pega 20 anos, inicialmente é fechado, depois vai pra rua e quem morreu no regime fechado eternamente, é muita covardia, inaceitável, lamentável, tem que endurecer essas leis, assim só é bom pra um lado, o outro q se dane.
Natal recebe, no dia 26 de agosto, uma edição itinerante do Wine Tasting Grand Cru Nacional. O evento será realizado a partir das 19h, no restaurante Marechal, reunindo 45 rótulos de 19 produtores.
A degustação contará com a presença de embaixadores das vinícolas, sommeliers e head sommeliers da Grand Cru, além de uma seleção de finger foods e pratos preparados especialmente pelo Marechal para harmonização.
Os vinhos apresentados também estarão disponíveis para compra durante o evento com condições especiais.
O ingresso custa R$ 249 por pessoa, e as vagas são limitadas. As reservas podem ser feitas diretamente com a Grand Cru Natal pelo WhatsApp (84) 99642-0074.
Serviço Wine Tasting Grand Cru
Quando: 26 de agosto (quarta-feira), 19h
Local: restaurante Marechal
Ingress: R$ 249 por pessoa
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte e a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz-RN) realizaram, nesta terça-feira (18), uma operação de fiscalização em estabelecimentos que comercializam celulares e outros aparelhos eletrônicos.
A ação faz parte da Operação Última Chamada, que busca recuperar celulares roubados ou furtados e combater a receptação e a comercialização irregular desses aparelhos.
As equipes verificaram a procedência dos celulares à venda, a documentação fiscal das mercadorias e possíveis registros de roubo ou furto vinculados aos dispositivos.
Antes das diligências, os agentes participaram de uma reunião na sede da Sefaz-RN para definir estratégias e procedimentos da fiscalização.
Segundo a Polícia Civil, a atuação integrada com a Fazenda Estadual amplia o controle sobre o comércio de eletrônicos e ajuda a identificar pontos de circulação de aparelhos de origem ilícita.
Os cumpanheiros estão liberado neste desgoverno do Luladrão.
Esse país tá uma merda mesmo,façam um L novamente
Sim, porque Bolsonaro fez muito: fez o coaf parar de insvestigar transações financeiras suspeitas para que o filho não fossse pego.