Judiciário

Dallagnol aparentemente duvidava das provas contra Lula e de propina da Petrobras horas antes da denúncia do triplex

O Blog reproduz aqui o material da The Intercept que que o procurador Deltan Deltan Dallagnol, juntamente com outros procuradores, duviavam das provas colhidas nos processos contra Lula e de propina da Petrobras horas antes da denúncia do triplexe. O diálogo ainda mostra supostamente a atuação deles:

Faltavam apenas quatro dias para que a denúncia que levaria o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à prisão fosse apresentada, mas o coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba tinha dúvidas sobre a solidez da história que contaria ao juiz Sergio Moro. A apreensão de Deltan Dallagnol, que, junto com outros 13 procuradores, revirava a vida do ex-presidente havia quase um ano, não se devia a uma questão banal. Ele estava inseguro justamente sobre o ponto central da acusação que seria assinada por ele e seus colegas: que Lula havia recebido de presente um apartamento triplex na praia do Guarujá após favorecer a empreiteira OAS em contratos com a Petrobras.

As conversas fazem parte de um lote de arquivos secretos enviados ao Intercept por uma fonte anônima há algumas semanas (bem antes da notícia da invasão do celular do ministro Moro, divulgada nesta semana, na qual o ministro afirmou que não houve “captação de conteúdo”). O único papel do Intercept foi receber o material da fonte, que nos informou que já havia obtido todas as informações e estava ansioso para repassá-las a jornalistas. A declaração conjunta dos editores do The Intercept e do Intercept Brasil (clique para ler o texto completo) explica os critérios editoriais usados para publicar esses materiais, incluindo nosso método para trabalhar com a fonte anônima.

No dia 9 de setembro de 2016, precisamente às 21h36 daquela sexta-feira, Deltan Dallagnol enviou uma mensagem a um grupo batizado de Incendiários ROJ, formado pelos procuradores que trabalhavam no caso.

Ele digitou: “Falarão que estamos acusando com base em notícia de jornal e indícios frágeis… então é um item que é bom que esteja bem amarrado. Fora esse item, até agora tenho receio da ligação entre petrobras e o enriquecimento, e depois que me falaram to com receio da história do apto… São pontos em que temos que ter as respostas ajustadas e na ponta da língua”.

As matérias de jornais a que o procurador se referiu são as dezenas citadas na peça de acusação. Dallagnol fazia sua última leitura da denúncia e debatia o texto com o grupo, analisando ponto a ponto cada item que seria oferecido à 13ª vara de Curitiba, onde Sergio Moro atuava como juiz.

Naquele dia, ninguém respondeu à dúvida de Dallagnol: se o apartamento triplex poderia ser apontado como propina para Lula nos casos de corrupção na Petrobras. O documento seria anunciado ao público, com direito a um hoje famoso PowerPoint, dali a poucos dias.

Sem essa ligação, o caso não poderia ser tocado em Curitiba, onde apenas ações relacionadas à empresa eram objeto de investigação. A ligação do apartamento com a corrupção na petrolífera tinha gerado uma guerra jurídica nos primeiros meses daquele 2016. De um lado, o Ministério Público do Estado de São Paulo. Do outro, a força-tarefa de Curitiba.

Caso o caso ficasse em São Paulo, não seria julgado por Sergio Moro, o atual ministro da Justiça de Jair Bolsonaro e ex-juiz que ajudou coordenar a operação quando era o encarregado pela 13ª Vara Federal de Curitiba, como mostram diálogos revelados pelo Intercept.

O MPSP já investigava o caso Bancoop muito antes de Curitiba. Em uma disputa que envolveu até mesmo o Supremo Tribunal Federal, a Lava Jato tentava tirar o caso das mãos dos paulistas para denunciar e julgar Lula em Curitiba. Para isso, o imóvel de Lula precisaria obrigatoriamente ter relação com a corrupção na Petrobras.

Não era o entendimento dos promotores de São Paulo. Em março de 2016, ao recorrerem de uma decisão judicial que jogava o caso nas mãos de Dallagnol, eles disseram: “Em 2009/2010 não se falava de escândalo na Petrobras. Em 2005 quando o casal presidencial, em tese, começou a pagar pela cota-parte do imóvel, não havia qualquer indicação do escândalo do ‘petrolão’. Ao contrário, estávamos no período temporal referente ao escândalo do ‘mensalão’. Não é possível presumir genericamente e sem conhecer detidamente as investigações que tramitam perante a 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba que tudo tenha partido de corrupção na estatal envolvendo desvio de recursos federais.”

Mas a Lava Jato venceu e, pouco tempo depois, os procuradores conseguiram tirar o caso de São Paulo alegando que o caso do triplex tinha, sim, envolvimento com a Petrobras. Agora, com a revelação das conversas secretas do grupo da Lava Jato, descobre-se que os procuradores blefaram – eles não tinham certeza dessa relação nem mesmo poucas horas antes de apresentarem a denúncia.

E, assim, o caso parou no colo do aliado Sergio Moro.

Cerca de 24 horas depois, no sábado, 10, quando aparentemente chegou ao item 191 do documento (que teria, em sua redação final, 274 itens), Dallagnol vibrou com o que leu. Ele escreveu, às 22h45: “tesao demais essa matéria do O GLOBO de 2010. Vou dar um beijo em quem de Vcs achou isso.” A reportagem a qual ele se referia – “Caso Bancoop: triplex do casal Lula está atrasado” – foi a primeira a tratar do apartamento no Guarujá, muito antes da Lava Jato. Sem mencionar OAS ou Petrobras, ela dizia apenas que a falência da cooperativa que construía o prédio poderia prejudicar o casal Lula.

Seguiu-se então uma série de mensagens de Dallagnol a respeito da reportagem:

No mesmo minuto, Dallagnol foi a outro chat no Telegram em que além dele estavam apenas os dois assessores de imprensa da operação em Curitiba. “Consegguem pra mim o contato da reporter que fez esta matéria?”, ele teclou. “pede celular, please… precisamos meio que urgente”, insistiu, às 23h55, sem perceber que um dos assessores já enviara o número da jornalista.

Mesmo antes de ter o telefone, no entanto, Dallagnol já parecia aliviado quando retornou ao grupo Incendiários ROJ, em que postou às 23h08: “Vcs não têm mais a mesma preocupacção que tinham quanto ao imóvel, certo? Pergunto pq estou achando top e não estou com aquela preocupação. Acho que o slide do apto tem que ser didático tb. Imagino o mesmo do lula, balões ao redor do balão central, ou seja, evidências ao redor da hipótese de que ele era o dono”, já sugerindo a ideia para o PowerPoint que apresentaria aos jornalistas dali a alguns dias.

Quando voltou ao grupo com os assessores e viu que o número de telefone havia sido enviado, ele imediatamente encaminhou o contato aos procuradores Roberson Pozzobon e Júlio Noronha, junto com um pedido e algumas orientações:

Pelo diálogo no grupo Incendiários ROJ, não é possível saber se Pozzobon ou Noronha fizeram o que lhes foi pedido. Mas a reportagem seria mencionada ainda outra vez nas conversas privadas, agora a dois dias da entrevista em que a denúncia contra Lula seria apresentada.

No dia seguinte, véspera da denúncia, foi a vez do procurador Januário Paludo se lembrar da matéria do Globo num outro chat, intitulado Filhos do Januário 1:

“Conversei com a TATIANA FARAH DE MELLO, que fez a reportagem em 2010 sobre o TRIPLEX. Ela realmente confirmou que foi para GUARUJA e lá colheu diversas informações sobre os empreendimentos da BANCOOP. A matéria era para ser sobre a BANCOOP e o calote dado nos mutuários. Em guaruja conversando com funcionários da obra – que ainda estava no esqueleto, é que ela descobriu que o triplex seria do Lula. Ela manteve contato com a Assessoria de comunicação do Palácio do Planalto que confirmou a informação. Toda parte documental, como e-mail e outros dados foram inutilizados quando ela saiu do ‘o Globo’. Acho que podemos tomar por termo o depoimento. Marco uma video e pronto”, escreveu o procurador às 17h40.

“Boooooa demais Jan!”, respondeu imediatamente Pozzobon. Mas outro procurador, Carlos Fernando dos Santos Lima, pediu prudência: “Creio que tomar depoimento de jornalista não é conveniente.”

Os problemas da prova que Moro chamou de ‘bastante relevante’

A reportagem d’O Globo não foi um item trivial nesse caso: além de figurar na denúncia como prova de que o triplex era de fato do casal Lula, foi usada na sentença assinada por Sergio Moro. Sobre ela, o juiz escreveu: “A matéria em questão é bastante relevante do ponto de vista probatório.”

Mas a reportagem não bate com ao menos dois pontos do que é dito na denúncia do MPF. O texto do Globo atribui o triplex a Lula e, para comprovar isso, usa a declaração do então candidato à reeleição apresentada à Justiça Eleitoral em 2006. Ela afirma o seguinte: “Participação Cooperativa Habitacional Apartamento em construção no Guarujá – SP Maio 2005 – R$ 47.695,38 já pagos”. Em tese, a cota poderia ser usada para qualquer apartamento – a defesa de Lula alegaria mais tarde que se tratava de uma unidade simples. O que é certo é que a palavra triplex não aparece na lista de bens do político usada pelo Globo.

A segunda inconsistência poderia ter sido percebida pelos procuradores com uma leitura atenta da própria reportagem. A matéria do Globo atribuiu a Lula a propriedade de um triplex na torre B, o prédio dos fundos do condomínio. Isso fica claro na matéria: “A segunda torre (a torre A), se construída como informa a planta do empreendimento, lançado no início dos anos 2000, pode acabar com parte da alegria de Lula: o prédio ficará na frente do imóvel do presidente, atrapalhando a vista para o mar do Guarujá, cidade do litoral paulista.”

Na denúncia feita pela Lava Jato, no entanto, os procuradores afirmam que o triplex de Lula fica na torre A, que ainda não existia quando a reportagem foi publicada. Mas, no item 191 da denúncia assinada pelos 14 procuradores, há o seguinte trecho (citando a reportagem do Globo): “Essa matéria dava conta de que o então Presidente LULA e MARISA LETÍCIA seriam contemplados com uma cobertura triplex, com vista para o mar, no referido empreendimento”.

Segundo a apuração do jornal, isso não é verdade. A reportagem diz claramente que o casal Lula da Silva perderia a vista para o mar com a construção da torre A, que seria erguida à frente da torre B, portanto, em frente ao triplex que o Globo atribuiu a Lula.

A Lava Jato usou a reportagem como prova de que o apartamento era, sim, uma propriedade ou uma aspiração da família presidencial, mas indicou outro imóvel na denúncia. Uma evidência de que a investigação foi imprecisa num dos pontos mais cruciais da acusação: na definição do imóvel que materializaria a propina que Lula teria recebido da empreiteira.

Ao longo de semanas, nós tentamos contatos com fontes que poderiam ter acesso à troca de e-mails entre a assessoria do petista e a repórter do jornal, mas não obtivemos sucesso. Enquanto o Globo alega que os e-mails foram “inutilizados”, a assessoria diz não ter guardado cópia. Uma terceira dúvida, portanto, ainda permanece: a reportagem diz que Lula era dono de um triplex no prédio, mas diz que a assessoria da Presidência confirmou que o petista tinha um “imóvel” no local.

O que é verdade: a cota estava declarada em seu imposto de renda. Sem os e-mails, não há como saber se o Globo inquiriu Lula sobre o triplex ou apenas sobre um imóvel, ou se a assessoria do petista tomou uma coisa por outra – e, sem querer, abasteceu a denúncia que viria contra Lula anos depois.

Ainda que a localização do triplex na torre A ou B pareça irrelevante para a acusação por lavagem de dinheiro, ela deveria ao menos colocar em dúvida o valor de prova da reportagem, mencionada por Moro como um dos argumentos para a condenação de Lula.

‘A denúncia é baseada em muita prova indireta de autoria, mas não caberia dizer isso’

Na véspera da denúncia, Dallagnol voltou ao celular e comentou mais uma vez sobre a peça de acusação, analisando a qualidade das provas que eles tinham em mãos. “A opinião pública é decisiva e é um caso construído com prova indireta e palavra de colaboradores contra um ícone que passou incolume pelo mensalão”, ele teclou no grupo Filhos do Januário 1.

No dia seguinte, quarta-feira 14, a Lava Jato mostraria sua primeira denúncia contra Lula, numa entrevista coletiva em uma sala de reuniões de um hotel de luxo em Curitiba. O triplex – segundo a Lava Jato, reformado pela OAS e doado ao político como propina em contratos da empreiteira com a Petrobras – era a peça central da denúncia por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Dallagnol voltaria ao assunto numa conversa privada com o então juiz Sergio Moro, em 16 de setembro, dois dias após a denúncia. O procurador estava sendo duramente criticado por parte da opinião pública, que alegava fragilidade na denúncia. Tinha virado, também, alvo de chacotas e memes pelo PowerPoint que apresentou na entrevista coletiva.

O coordenador da Lava Jato escreveu a Moro: “A denúncia é baseada em muita prova indireta de autoria, mas não caberia dizer isso na denúncia e na comunicação evitamos esse ponto.” Depois, entrou em detalhes técnicos: “Não foi compreendido que a longa exposição sobre o comando do esquema era necessária para imputar a corrupção para o ex-presidente. Muita gente não compreendeu porque colocamos ele como líder para imperar 3,7MM de lavagem, quando não foi por isso, e sim para inputar 87MM de corrupção.”

Em privado, Dallagnol confirmava a Moro que a expressão usada para se referir a Lula durante a apresentação à imprensa (“líder máximo” do esquema de corrupção) era uma forma de vincular ao político os R$ 87 milhões pagos em propina pela OAS em contratos para obras em duas refinarias da Petrobras – uma acusação sem provas, ele mesmo admitiu, mas que era essencial para que o caso pudesse ser julgado por Moro em Curitiba.

Preocupado com a repercussão pública de seu trabalho – uma obsessão do procurador, como demonstra a leitura de diversas de suas conversas –, ele prossegue: “Ainda, como a prova é indireta, ‘juristas’ como Lenio Streck e Reinaldo Azevedo falam de falta de provas. Creio que isso vai passar só quando eventualmente a página for virada para a próxima fase, com o eventual recebimento da denúncia, em que talvez caiba, se entender pertinente no contexto da decisão, abordar esses pontos”, escreveu a Sergio Moro.

Dois dias depois, Moro afagaria o procurador: “Definitivamente, as críticas à exposição de vcs são desproporcionais. Siga firme.” Menos de um ano depois, o juiz condenaria Lula a nove anos e seis meses de prisão.

Ao contrário do que tem como regra, o Intercept não solicitou comentários de procuradores e outros envolvidos nas reportagens, para evitar que eles atuassem para impedir sua publicação e porque os documentos falam por si. Entramos em contato com as partes mencionadas imediatamente após publicarmos as matérias, que atualizaremos com os comentários assim que eles sejam recebidos.

Opinião dos leitores

  1. Kkkk, isso tem nome, é a teoria da conspiração, kkkkkkk, e uma historia sem pé e nem cabeça. É fake

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Trump diz ver chances de acordos com Cuba e Irã que impeçam ação militar dos EUA

Foto: Mark Schiefelbein/AP

Os Estados Unidos avaliam a possibilidade de acordos diplomáticos com Cuba e o Irã para evitar uma escalada militar, segundo declarou o presidente Donald Trump neste domingo (1º). Ao mesmo tempo, Washington mantém pressão econômica intensa, sobretudo sobre Havana, com novas ameaças tarifárias ligadas ao fornecimento de petróleo.

“Cuba é uma nação falida há muito tempo. Acho que faremos um acordo”, declarou.

Trump afirmou que já há conversas em andamento com autoridades cubanas e disse acreditar em um entendimento. Segundo ele, as sanções podem levar o governo da ilha a negociar.

Na semana passada, o presidente assinou uma ordem executiva que autoriza tarifas contra países que vendem petróleo a Cuba, o que pode agravar a crise energética da ilha. A medida afeta diretamente o México, principal fornecedor após a suspensão do petróleo venezuelano pelos EUA. A presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, alertou para o risco de uma crise humanitária.

Trump minimizou a possibilidade e disse que as sanções podem acelerar um acordo: “Eles provavelmente viriam até nós para negociar”.

Irã

No caso do Irã, Trump também demonstrou otimismo com uma saída diplomática, embora tenha reiterado ameaças militares caso Teerã não aceite o acordo de não proliferação nuclear proposto por Washington. O impasse gira em torno da exigência americana de encerrar o enriquecimento de urânio, ponto rejeitado pelos iranianos.

O presidente confirmou o envio de uma força naval dos EUA à região, sem detalhar o objetivo. Paralelamente, segundo o site Axios, Catar, Turquia e Egito tentam mediar um encontro entre representantes dos dois governos. EUA e Irã já tiveram um acordo nuclear firmado no governo Barack Obama, abandonado pelo próprio Trump em 2018.

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Eriko Jácome recebe apoio de grupo político de Parnamirim e fortalece pré-candidatura a deputado estadual

O presidente da Câmara Municipal de Natal e pré-candidato a deputado estadual, Eriko Jácome, recebeu o apoio de um importante grupo político de Parnamirim, ampliando sua base de alianças e fortalecendo ainda mais seu projeto para as eleições de 2026.

Entre os nomes que passam a integrar o grupo de apoio estão lideranças com expressiva votação no município. A vereadora Rhalessa, que obteve 2.014 votos na última eleição, soma forças ao projeto, ao lado de Odenise Araújo, primeira suplente de vereadora com 1.695 votos; Padim, suplente de vereador com 832 votos; e Rejane Freire, suplente de deputada federal, que alcançou 3.258 votos. Também declaram apoio Amanda Melorn, suplente de vereadora com 593 votos e conselheira tutelar eleita com 1.200 votos, além dos conselheiros tutelares Tio Matthaus, com 400 votos, e Catarino Barreto.

Para Eriko Jácome, o apoio reforça o diálogo com Parnamirim e a construção de um mandato estadual comprometido com as demandas dos municípios da Grande Natal. “Receber o apoio de lideranças que têm trabalho reconhecido e respaldo popular é uma grande responsabilidade. Nosso projeto é coletivo, voltado para fortalecer os municípios, ouvir as bases e transformar essas vozes em ações concretas no Legislativo estadual”, destacou.

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Sócio dos irmãos de Toffoli acusa desvio de R$ 100 milhões em resort

Foto: Taba Benedicto/Estadão

Uma auditoria interna levantou suspeitas de desvios de até R$ 100 milhões nas obras e na gestão do resort Tayayá Porto Rico, no Paraná. A acusação foi feita por um dos sócios do empreendimento e envolve empresas ligadas aos irmãos do ministro do STF Dias Toffoli. O resort nega irregularidades e classifica a denúncia como “inverídica” e “caluniosa”.

O empreendimento, às margens do Rio Paraná, já vendeu cerca de R$ 220 milhões em cotas de imóveis e teve como sócios empresas do apresentador Ratinho e dos irmãos do ministro: José Carlos Dias Toffoli e José Eugênio Dias Toffoli. A participação dessas empresas ocorreu entre 2021 e 2025.

Segundo o empresário João Roberto Viotto, dono de 18% da empresa e ex-presidente do resort, os supostos desvios começaram em junho de 2023 e envolvem gastos sem comprovação, contratos com empreiteiras e serviços terceirizados. A auditoria aponta R$ 100 milhões sem documentação e um rombo adicional de R$ 7,6 milhões ao comparar movimentações financeiras e saldo bancário.

Viotto chegou a pedir à Justiça acesso a dados do Banco Central, Receita Federal e Coaf, mas desistiu da ação dias depois. Ele afirma que pretende levar as provas à Polícia Federal, sob suspeita de crimes contra a ordem tributária e o sistema financeiro.

O resort afirma que as acusações são uma tentativa de retomada do controle da empresa por Viotto, que teria sido afastado por condutas suspeitas e prejuízos à companhia. O atual presidente do Tayayá Porto Rico é o empresário Patrick Ferro, que não se manifestou.

Procurados, os irmãos Toffoli e o ministro Dias Toffoli não responderam. Ratinho também não comentou.

O Tayayá Porto Rico é um empreendimento privado, sem recursos públicos, em construção na região de Porto Rico, na divisa entre Paraná e Mato Grosso do Sul, com previsão de 240 apartamentos e 300 casas.

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Papa expressa ‘grande preocupação’ com ‘aumento das tensões’ entre Cuba e EUA após ameaças de Trump

Foto: Filippo Monteforte/AFP

O Papa Leão XIV alertou neste domingo para o agravamento das tensões entre Cuba e Estados Unidos e fez um apelo por diálogo para evitar violência e mais sofrimento ao povo cubano. A declaração foi feita durante a oração do Ângelus, no Vaticano.

Primeiro papa americano da história, Leão XIV disse compartilhar da preocupação dos bispos cubanos e pediu que líderes políticos promovam um diálogo sincero e eficaz entre os dois países vizinhos.

O alerta ocorre em meio à escalada de ameaças do presidente Donald Trump contra Cuba, após a operação que resultou na captura do venezuelano Nicolás Maduro. Desde então, Washington intensificou a pressão sobre Havana, aliada do regime chavista.

Trump afirmou que não haverá mais envio de petróleo ou recursos financeiros a Cuba e assinou um decreto que permite a aplicação de tarifas contra países que forneçam petróleo à ilha, classificando o regime cubano como uma “ameaça excepcional” à segurança dos EUA.

O Papa também destacou os Jogos Olímpicos de Milão-Cortina como oportunidade para gestos concretos de distensão internacional, reforçando o espírito da trégua olímpica e da fraternidade entre os povos.

Além disso, Leão XIV rezou pelas vítimas de tragédias recentes no Congo, em Portugal, no sul da Itália e em Moçambique.

Cuba em alerta

Enquanto isso, o governo cubano elevou o tom e iniciou exercícios militares, falando abertamente em preparação para uma possível guerra em todo o território nacional. Segundo relatos à CNN, diplomatas americanos em Havana foram alertados sobre um bloqueio total, incluindo o corte completo do fornecimento de petróleo à ilha.

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VÍDEO: Em missa, padre critica caminhada de Nikolas Ferreira: “Quer o poder”

O padre Ferdinando Mancilio criticou a “caminhada pela liberdade” realizada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) na última semana. A declaração foi feita pelo religioso durante s homilia de uma missa realizada no Santuário Nacional de Aparecida, em São Paulo.

Não adianta querer fazer uma marcha para Brasília, alguém que nunca teve nenhum projeto a favor do povo e dizer que está defendendo a vida. Mentira, quer o poder. Acho que você entende o que eu estou dizendo”, disse o padre aos fiéis.

A declaração foi feita no último dia 25 de janeiro, mas ganha repercussão nas redes sociais nesse fim de semana, com a circulação de vídeos nas redes sociais.

A caminhada pela liberdade

A mobilização percorreu mais de 200 km, com início em Paracatu (MG) e término em Brasília (DF). Além do deputado mineiro, a caminhada contou com o apoio de outros políticos, como o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO), o deputado federal André Fernandes (PL-CE), além de prefeitos e vereadores. Outros políticos de direita também demonstraram apoio à ação.

Um dos principais motivos da peregrinação, segundo o político bolsonarista, foi a liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros crimes.

No último dia, a caminhada foi marcada por uma tragédia, quando pelo menos 30 pessoas foram atingidas por um raio e precisaram ser levadas ao hospital, algumas em estado grave.

Metrópoles

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Polícia Federal proíbe gravação da série Área Restrita em aeroportos

Foto: PF/Divulgação

As gravações da série “Aeroporto: Área Restrita”, exibida pela Discovery e HBO Max, foram suspensas pela Polícia Federal em aeroportos brasileiros, mesmo após autorizações iniciais para a oitava temporada.

Segundo a produtora Moonshot, a PF havia liberado filmagens em Viracopos (SP), Galeão (RJ) e Pinto Martins (CE). Em janeiro, porém, o órgão revogou as autorizações, negou o credenciamento da equipe em Guarulhos e cancelou as gravações nos demais terminais.

Em nota, a PF afirmou que a decisão segue normas constitucionais e regras de segurança da aviação civil, que restringem o acesso às áreas sensíveis apenas a pessoas com necessidade operacional. A corporação destacou que atividades de entretenimento não se enquadram nesse critério.

A PF também citou regras da Anac, que proíbem o registro de imagens de procedimentos e estruturas consideradas estratégicas, e afirmou que não participa do programa há anos. O órgão negou qualquer conflito com a Receita Federal.

Além da segurança, a Polícia Federal alegou a necessidade de preservar a intimidade, a imagem e a presunção de inocência das pessoas abordadas, além de resguardar técnicas e rotinas de combate a crimes.

A produtora rebateu a decisão, afirmando que, desde 2016, o programa teve sete temporadas autorizadas pela PF, sem registro de incidentes ou riscos à segurança aeroportuária.

Confira o posicionamento dos envolvidos:

Polícia Federal

A Polícia Federal esclarece que a atuação no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão, relacionada à vedação de acesso de equipes de filmagem a Áreas Restritas de Segurança (ARS), decorre do estrito cumprimento de normas constitucionais, legais e regulamentares que regem a segurança da aviação civil no Brasil.

Nos termos do art. 144, §1º, inciso III, da Constituição Federal, compete à Polícia Federal o exercício das funções de polícia aeroportuária, atribuição reafirmada pelo Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita (PNAVSEC), instituído pelo Decreto nº 11.195/2022, bem como por normas da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

As Áreas Restritas de Segurança são classificadas como zonas prioritárias de risco, sujeitas a rigorosos controles de acesso, limitados exclusivamente a pessoas com necessidade operacional ou funcional, não se enquadrando atividades de entretenimento ou produção audiovisual nesse critério.

Ademais, a regulamentação vigente, em especial o Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil (PNAVSEC), instituído pelo Decreto nº 11.195/2022 e as normas da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) vedam expressamente o registro de imagens de procedimentos, fluxos e infraestrutura sensíveis relacionados à segurança da aviação civil.

A Polícia Federal esclarece, ainda, que não participa do referido programa televisivo há vários anos, tendo adotado, de forma reiterada e consistente, o entendimento institucional pelo indeferimento de solicitações dessa natureza.

Essas decisões refletem o entendimento consolidado de que a presença permanente de equipes de filmagem em áreas operacionais restritas é incompatível com os princípios da preservação da intimidade, da imagem e da presunção de inocência dos cidadãos abordados, bem como com a necessidade de resguardar técnicas, rotinas e meios empregados na repressão a ilícitos penais, especialmente em ambiente aeroportuário.

A Polícia Federal destaca que não há qualquer disputa institucional no episódio. As competências da Receita Federal do Brasil, enquanto autoridade aduaneira, são plenamente reconhecidas e respeitadas. Contudo, tais atribuições não se confundem com a responsabilidade constitucional da Polícia Federal pela supervisão da segurança aeroportuária, que prevalece em Áreas Restritas de Segurança, inclusive em recintos alfandegados, conforme previsto no ordenamento jurídico.

Narrativas que tentam reduzir o tema a supostos conflitos institucionais desconsideram a gravidade das responsabilidades envolvidas e ignoram que a segurança da aviação civil constitui valor jurídico prioritário, amplamente regulado por normas nacionais e compromissos internacionais assumidos pelo Estado brasileiro.

A Polícia Federal reafirma seu compromisso com a legalidade, com a segurança da sociedade e com a atuação técnica, responsável e institucionalmente coerente no ambiente aeroportuário.

Moonshot

A Moonshot iniciou a produção da 8ª temporada do programa Aeroporto: Área Restrita em dezembro de 2025, contando com o apoio e participação ativa da Anvisa, Vigiagro, Ibama, Receita Federal, Polícia Militar do Estado de São Paulo e da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, Fraport e RIOgaleão.

A Polícia Federal já havia concedido autorização para a realização das filmagens nos aeroportos de Viracopos (VCP), Galeão (GIG) e Pinto Martins (FOR).

Agora em janeiro de 2026, a Polícia Federal indeferiu o credenciamento de nossa equipe a ingressar nas áreas restritas em Guarulhos e caçou as credenciais para a equipe realizar as filmagens nos demais aeroportos.

Pesquisa recente revela o perfil educativo, informativo e de interesse público da produção: O programa é um instrumento eficaz de educação, alinhado ao dever estatal de informação e transparência.

A alegação de risco aeroportuário para justificar o cancelamento das credenciais não resiste à análise do histórico do próprio órgão. Ao longo de sete temporadas consecutivas, produzidas desde 2016, a Polícia Federal analisou e aprovou as credenciais de todos os profissionais envolvidos na produção do programa Aeroporto: Área Restrita, permitindo a realização integral das filmagens sem que tenha sido registrado qualquer incidente ou comprometimento da segurança aeroportuária.

Opinião dos leitores

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Operação da PM termina com dois mortos e fuzil apreendido em Areia Branca

Foto: reprodução

Uma operação da Polícia Militar do Rio Grande do Norte terminou com dois indivíduos mortos após confronto armado, na tarde deste sábado (31), em Areia Branca, na região salineira do estado.

A ação começou após denúncias de que homens armados, vindos de Mossoró, estariam escondidos em uma casa alugada e planejavam ataques ligados a disputas entre facções criminosas. Com apoio da ROCAM, Polícia Ambiental e outras guarnições, a PM cercou o imóvel e apreendeu coletes balísticos, munições, dinheiro, um simulacro de arma e um veículo Peugeot 207.

Durante as diligências, informações indicaram que dois suspeitos tentavam fugir pela Praia do Pontal, em direção a Grossos. Ao serem abordados, eles reagiram com disparos contra os policiais. Houve revide, os dois foram baleados, socorridos ao hospital de Areia Branca, mas não resistiram.

Com os suspeitos, a polícia apreendeu um fuzil calibre 5.56, uma espingarda calibre 36, munições e coletes balísticos. Todo o material foi encaminhado à 42ª Delegacia de Polícia de Areia Branca. Em nota, a PM informou que a operação ocorreu dentro da legalidade e que o caso será apurado pela Polícia Civil.

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Rogério Marinho recebe Carlos Bolsonaro para discutir cenário político nacional

O senador Rogério Marinho (PL-RN) se reuniu com Carlos Bolsonaro (PL) no fim de semana para discutir o cenário político nacional. Em publicação feita no sábado (31), no X, Carlos afirmou que foi convocado à residência de Marinho.

Segundo Carlos, a conversa foi marcada mais por escuta do que por falas. Ele disse sair do encontro convencido de que, sob a coordenação de Marinho e do senador Flávio Bolsonaro, o grupo seguirá unido para fortalecer o projeto político liderado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

Rogério Marinho, líder da Oposição no Senado, anunciou em 21 de janeiro que abriu mão de disputar o governo do Rio Grande do Norte em 2026. A decisão, segundo ele, se deve ao momento “excepcional” vivido pelo país. Marinho passará a coordenar a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro.

Em nota, o senador afirmou que sua escolha foi motivada por lealdade, solidariedade e gratidão a Jair Bolsonaro, a quem chamou de “maior líder popular do Brasil”. No X,  comentou brevemente sobre o encontro com Carlos com a frase: “Juntos pelo Brasil!”.

Carlos também destacou gratidão e confiança em Marinho, que foi ministro do Desenvolvimento Regional e secretário especial de Previdência e Trabalho durante o governo Bolsonaro.

Opinião dos leitores

  1. Poucas vezes vi um suicídio eleitoral tão escancarado como o de Rogério. Será usado pelos Bolsonaros e cuspido quando não for mais útil, que será bem rápido. Essa galera parece que não aprende…

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Geral

Redes sociais superam TV como fonte de informação política, mostra pesquisa Quaest

Foto: REUTERS/Dado Ruvic

As redes sociais passaram a ser a principal fonte de informação política dos brasileiros, segundo pesquisa Quaest. 39% dos entrevistados disseram se informar principalmente por plataformas digitais, enquanto 34% apontaram a televisão, que liderava o ranking desde o início da série, em maio de 2024.

É a primeira vez que o meio digital supera a TV no levantamento. Em dezembro de 2025, havia empate técnico, com ambos marcando 35%.

O estudo também revela forte polarização na percepção das notícias sobre o governo Lula. Entre lulistas e a esquerda não lulista, a maioria afirma consumir conteúdos favoráveis ao governo, com índices entre 54% e 62%.

Já entre os independentes, prevalece a visão negativa: 45% dizem ver mais notícias desfavoráveis, contra 19% positivas. O contraste é ainda maior entre os bolsonaristas, grupo no qual 76% afirmam consumir notícias majoritariamente negativas sobre o governo federal.

A pesquisa, realizada em janeiro de 2026 em todo o país, indica que a direita está melhor posicionada no ambiente digital. Apesar do avanço das redes, a televisão segue relevante para uma parcela expressiva do eleitorado.

 

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Geral

PAPO DE FOGÃO: Confira as receitas de bife acebolado com massa e molho de queijo; e risono de camarão com bacalhau

BIFE ACEBOLADO COM MASSA E MOLHO DE QUEIJO
Ingredientes:
1k Bife de alcatra
6 cebolas
Manteiga
Massa de sua preferência
1 Requeijão
50 ml vinho branco seco
150g de parmesão ralado
1 caixa de creme de leite

Modo de preparo:
Bata os bifes, levemente, pra ajudar a amolecer.
Tempere com sal e pimenta do reino.
Em uma frigideira bem quente coloque um pouco de manteiga e azeite e frite os bifes.
Deixe eles com uma casquinha, mas não deixe passar demais. Reserve.
Na mesma frigideira refogue as cebolas cortadas em rodelas com um pouco de manteiga, sal e um pouco de açúcar. Reserve.

Por último cozinhe a massa como mandar a embalagem.

Na mesma frigideira suja acrescente manteiga, requeijão, o vinho, a geleia de pimenta, o parmesão e deixe tudo incorporando, depois disso desligue o fogo e acrescente o creme de leite de caixinha.
Coloque seu molho na massa e sirva com seu filé acebolado

Tempo de preparo: 5 min
Tempo de cozimento: 12 min

DICA RÁPIDA
RISONI DE CAMARÃO COM BACALHAU
Ingredientes:
Ingredientes:
1 Cebola picada
300ml de ⁠vinho branco seco
500g de bacalhau Saithe desfiado
500g de filé camarão médio
1/2k de Risoni
400g de queijo brie
Azeite, sal e pimenta do reino a gosto
Salsa picada a gosto
1 Litro de água

Modo de preparo:

Dessalgue o bacalhau por 1h30, trocando a água a cada meia hora.
Tempere os camarões com sal e pimenta do reino.
Aqueça bem uma panela, coloque um fio de azeite e sele os camarões por 3 minutos de cada lado. Reserve o camarão
Refogue no azeite a cebola e o Bacalhau já desalgado. Acrescente 200 ml de vinho branco na panela de pressão.
Coloque o bacalhau pra cozinhar em 1 Litro de água e deixe cozinhar por 15 minutos.
Na mesma panela que fritou os camarões coloque um fio de azeite, acrescente o risoni refogue por 3 minutos e coloque o restante do vinho(100ml) e misture bem até evaporar o álcool.
Acrescente a água do cozimento do bacalhau, um pouco do bacalhau e misture bem.
Vá acrescentando a água do cozimento e o bacalhau aos poucos, sempre misturando.
Após acrescentar todo o bacalhau cozinhe a massa até ficar al dente.
Acrescente os camarões selados, o queijo Brie cortado e misture bem.
Ajuste o sal.
Coloque um pouco de salsa picada, misture bem.
Retire.
Coloque um pouco de salsa por cima e sirva em seguida.

Tempo de preparo: 90min
Tempo de cozimento: 25min

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