Em nota, o movimento Vem Pra Rua classificou como “inaceitável” a participação de Jair Bolsonaro na manifestação deste domingo que pedia a intervenção militar.
“O Vem Pra Rua vem a público manifestar total repúdio a qualquer tentativa de ataque às instituições brasileiras e ao estado democrático de direito.
Considera, portanto, inaceitável a participação do presidente da República Jair Bolsonaro em manifestações favoráveis ao AI-5 e à intervenção militar, neste domingo, em Brasília.”
Vocês chegam a ser ridículos com essa conversa. Bolsonaro respeita a liberdade de expressão se fizesse ao contrário o chamariam de ditador. .O Brasil está cansado de isentões como vcs … Fomos pras ruas #foramaia….#foraalcolumbre que não estão levando as pautas importantes para o Barasil, estão engavetando tudo e vcs acham isso certo …..os intervencionistas sempre estiveram nas manifestações e agora vocês ficam falando besteira …. bom mesmo viver num pais comunista né!? aff vem ai mais oportunistas nas eleições se preparem !!!!!
Só penso e fico muito preocupado quando daqui ha uns 10,15 esse povo que estava na rua ontem precisar de internação hospitalar e não ter leitos e UTIs suficientes.Só lembro aquelas imagens dos hospitais de Manaus multiplicadas.
Este movimento não faz parte da direita, são formado de petista e comunista infiltrado nos movimentos direita. Que eles pensam ou faz nada tem de ver com outros movimentos.
Qualquer pessoa responsável ficaria contra.
O que todos querem é trabalhar com segurança e não uma birra política.
O nosso presidente defende o isolamento vertical, com a devidas medidas de segurança, ao mesmo tempo que ele próprio descumpre essas medidas de segurança .
Não dá para ficar a favor
Esse PRESIDENTE, quer suicídio COLETIVO .
Importante agora é VIDA, VIDA e VIDA. O depois é reorganização da ECONOMIA , significa dizer computar prejuízo.
Também estou indignado, como pode esse absurdo, depois de 16 meses de governo, não tem 01 escândalo de corrupção, quem esse Bolsonaro pensa que é, quer descobrir o Brasil?
Para deixar as coisas ainda piores, não molha a mão de quem vai votar os projetos do governo?
Quem Bolsonaro pensa que é que não contrata as redes de televisão para falar bem dele?
Certo esta Rodrigo Mais que ENGAVETOU a MP das carteiras estudantis GRÁTIS e a UNE não reclamou, não teve 01 diretório que defendesse o aluno, todos vão voltar a pagar.
Certo esta Rodrigo Mais que ENGAVETOU a MP que permitia as empresas economizar dinheiro não publicando seu balança em jornais de circulação.
Pronto, agora esse movimento vai ser tachado de comunista.
Já não chegam as tormentas inerentes a saúde física que ameaça a nação brasileira, agora vem os poderes constituídos bagunçar o ambiente com comportamentos esdrúxulos e politiqueiros, e o pior, encabeçado por um louco bipolar a quem a maioria dos brasileiros (inclusive eu) entregou sua confiança o elegendo pra ser presidente.
Liberdade de expressão e manifestação! Antes de ser presidente ele e' também um CIDADÃO BRASILEIRO E DEVERIA TER SEUS DIREITOS CONSTITUCIONAIS GARANTIDOS. a POPULACAO FOI PARA RUA DE FORMA TOTALMENTE INDEPENDENTE. E o presidente foi ate la porque gosta de estar junto com o povo que o elegeu. Ele tem esse direito.
Deixa de besteira rapaz. Bolsola nunca parou de fazer campanha. Esses movimentos são gerados e incentivados a partir de uma sala no palácio do planalto, vizinha à dele. Através de redes sociais eles conseguem convencer de absurdos pessoas de juízo fraco como você. A liberdade do presidente tem limites na segurança pessoal do povo, e ele tem extrapolado qualquer limite. Vejamos se tem cabra macho nas forças armadas para parar esse doido.
Concordo com as palavras do MVPR na parte que eles pregam que o Presidente não deveria apoiar atos contra órgãos dos poderes, ou em apoia ao AI-5, porém, esses protestantes foram minoria ou seja, não foi esse o objetivo do protesto e sim em apoio ao Presidente, seja por isolamento horizontal (Jovens Trabalhar) seja para não ceder aos pedidos de propinas e tratativas do Congresso…Só isso, porque se for pra voltar a isto, vou gritar Volta Lula.
Fundada há apenas 7 anos, a Acadêmicos de Niterói, escola que fez homenagem ao presidente Lula (PT), recebeu a pior nota de um Grupo Especial do Rio desde 2022. Com apenas 264,6 pontos de 270 possíveis, a agremiação ficou em último lugar e foi rebaixada para a Série Ouro em 2027.
Estreante no Grupo Especial, a Acadêmicos perdeu pontos em todos os 9 quesitos avaliados pelos jurados. As piores notas foram em fantasia (29) e alegorias e adereços (29,1). O único 10 veio para o samba-enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, com dois jurados dando nota máxima.
Antes da apuração, a escola também foi multada em R$ 80 mil por problemas na dispersão do desfile, mas não perdeu pontos. O desafio principal da Acadêmicos de Niterói era evitar o chamado “efeito iô-iô”, quando uma escola sobe para o Grupo Especial e cai no ano seguinte — fenômeno raro, ocorrido apenas cinco vezes nos últimos 25 anos.
Segundo o próprio auditor, a consulta ocorreu por “infelicidade”, sem intenção de violar o sigilo fiscal. O caso é apurado em inquérito que investiga acessos sem autorização e fora de qualquer justificativa funcional, o que, em termos simples, significa entrar em dados protegidos sem que o trabalho exigisse isso.
Por decisão do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, Mansano foi alvo de mandado de busca e apreensão. Ele teve os sigilos bancário, fiscal e telemático quebrados, foi afastado das funções públicas, está proibido de sair da cidade onde mora e deve cumprir recolhimento domiciliar noturno e aos fins de semana. O passaporte também foi apreendido.
Atualmente, o auditor está lotado na Delegacia da Receita Federal em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. Entre os investigados, ele é o que recebe o maior salário. Conforme apurado, Mansano chegou a receber R$ 51 mil em dezembro de 2025. O salário atual é de R$ 38.261,86, valor que pode aumentar com indenizações e gratificações.
Mansano ingressou no serviço público em 27 de novembro de 1995. Ao longo da carreira, atuou no Ministério da Fazenda e no Ministério da Economia, com registros frequentes em atos administrativos publicados no Diário Oficial da União desde a década de 1990.
Além dele, também são investigados Luiz Antônio Martins Nunes, técnico do Serpro desde 1981, com salário de R$ 12.778,82; Luciano Pery Santos Nascimento, técnico do Seguro Social lotado na Delegacia da Receita Federal em Salvador, que recebe R$ 11.517,49; e Ruth Machado dos Santos, técnica do Seguro Social na Delegacia da Receita Federal em Santos (SP), que ingressou no órgão em abril de 1994 e recebe R$ 11.128,16.
O rebaixamento da Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Lula no Carnaval de 2026, foi visto com naturalidade por ministros do Planalto. Para auxiliares presidenciais, a queda da escola para a série inferior não teve relação com o samba-enredo, que recebeu duas notas 10, nem indicou qualquer interferência do governo.
No palácio, a avaliação foi prática: comparações com o futebol reforçam a ideia de que times recém-promovidos muitas vezes caem no ano seguinte. O recado dos ministros é claro: não houve abuso financeiro nem irregularidade no desfile.
O Planalto também descartou ataques políticos como causa do rebaixamento. “O que está tendo é um aproveitamento, ou melhor, um oportunismo eleitoral”, disse um ministro, referindo-se à reação da oposição ao presidente.
A Acadêmicos de Niterói havia conquistado a vaga no grupo especial após o Carnaval de 2025 e foi a primeira escola a desfilar em 2026, no domingo, 15 de fevereiro. O resultado final foi 264,6 pontos, a menor nota entre as agremiações. A campeã Viradouro somou 270, enquanto a Mocidade Independente de Padre Miguel ficou com 267,4 — apenas três pontos à frente da escola rebaixada.
O último movimento de Dias Toffoli no caso Master ocorreu no fim da tarde do dia 11 de fevereiro. No dia seguinte (12), ele entregou a relatoria do processo ao presidente do STF, Edson Fachin. Em despacho sigiloso obtido pelo Metrópoles, Toffoli retirou dois documentos do processo principal e determinou que fossem transformados em novos processos autônomos. Por ser o relator do tema àquela altura, ele se apontou como responsável pelos novos casos “por prevenção”.
O caso Master segue se fragmentando. Assim como esses dois processos, outros desdobramentos do caso já tramitam de forma independente no STF. Ainda não se sabe se todos já passaram para a relatoria do ministro André Mendonça, escolhido como novo responsável pelo caso.
A movimentação de Toffoli mostra como decisões sigilosas podem alterar a dinâmica do Supremo. A fragmentação dos processos impacta prazos e estratégias, mantendo o caso Master sob acompanhamento político e jurídico intenso.
O presidente da Unafisco Nacional, Kléber Cabral, afirmou que o caso envolvendo quatro servidores da Receita Federal, suspeitos de vazamento de informações sobre ministros do STF, expôs fragilidades e provocou intimidação dentro do órgão. Em entrevista ao #Estúdioi da Globo News, ele descreveu o episódio como um “vexame enorme para a administração da Receita”.
Cabral explicou que todos os acessos aos dados geram alertas nos sistemas internos de controle, mas defendeu que as medidas adotadas contra os servidores precisariam ser proporcionais. Segundo ele, a forma como as autoridades agiram teve efeito intimidatório sobre os auditores.
“Há uma mensagem que eu preciso registrar, que é subliminar e que afeta muito os auditores. Esse tipo de medida busca humilhar, constranger e amedrontar. E o pior é que dá certo”, disse Cabral.
Ele destacou que, hoje, poucos se dispõem a investigar autoridades de alto escalão: “Se você for perguntar na Receita, quem topa ir atrás de altas autoridades, você não vai encontrar nenhum. É menos arriscado fiscalizar membros do PCC do que altas autoridades da República”.
O presidente da Unafisco concluiu que o efeito concreto dessa situação é negativo para toda a instituição, minando a coragem dos auditores e deixando claro o risco de represálias ao lidar com figuras políticas de peso.
A Acadêmicos de Niterói terminou sua estreia no grupo especial do Carnaval do Rio de Janeiro na última colocação e foi rebaixada. A escola, que levou para a Marquês de Sapucaí um enredo em homenagem ao presidente Lula (PT), se manifestou nas redes sociais nesta quarta-feira (18), afirmando que “a arte não é para os covardes”.
O enredo, intitulado “Do alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, percorreu a trajetória de Lula da infância ao retorno ao Palácio do Planalto. A escola trouxe alas com referências ao PT e também sátiras e críticas a adversários políticos do presidente.
Foto: Reprodução/Instagram/Acadêmicos de Niterói
O samba-enredo reproduziu o grito de guerra do partido, “Olê, olê, olê, olá, Lula, Lula”, e mencionou em duas passagens o número de urna do PT. Ao final da apuração, a Acadêmicos de Niterói somou 264,6 pontos, ficando em último lugar do grupo especial.
Poucos minutos depois do resultado, a escola também questionou: “Quanto vale entrar para a história?”. O tema da escola de samba levantou debates sobre a possível configuração de ilícito eleitoral. Lula seguiu orientações jurídicas e acompanhou quase todo o desfile de um camarote da Prefeitura do Rio, ao lado do prefeito Eduardo Paes (PSD), aparecendo na avenida apenas uma vez.
A Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro divulgou nota criticando o uso de símbolos da fé cristã e da instituição familiar em desfiles de Carnaval. Sem citar nomes, o posicionamento foi interpretado como reação direta ao enredo da Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Lula e ironizou a chamada “família conservadora”.
No desfile, a escola apresentou a ala “neoconservadores em conserva”, com fantasias em forma de lata e a imagem de uma família tradicional, em sátira a evangélicos e a grupos conservadores que fazem oposição ao petista. A agremiação afirmou que esses setores atuam contra pautas defendidas por Lula.
Na nota, a Arquidiocese reconhece a cultura popular, mas afirma que manifestações culturais não podem desrespeitar convicções religiosas nem valores que estruturam a vida social. O texto ressalta o papel da fé e da família na sociedade e defende que liberdade de expressão deve caminhar junto com responsabilidade e respeito.
O que diz a Arquidiocese do Rio de Janeiro
A Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro manifesta sua preocupação a respeito da utilização de símbolos da fé cristã e da instituição familiar em manifestações culturais de maneira que compreendemos como ofensiva.
Reconhecemos a cultura popular como expressão legítima da identidade brasileira, espaço de criatividade, encontro e alegria. Ao mesmo tempo, é preciso que tais manifestações respeitem convicções religiosas profundas e valores que estruturam a vida social e são invioláveis para as pessoas desta cidade.
Reafirmamos nossa proximidade a todas as famílias, acolhendo as diferentes realidades em que se empenham para permanecerem unidas, educar seus filhos no bem e transmitir valores que contribuem para uma sociedade mais justa e fraterna. Quando a família permanece um elemento central e estruturante da vida social, essencial para a convivência e o bem-estar da sociedade.
As religiões, presentes em toda a cidade, desempenham papel particular e relevante na promoção da solidariedade, da educação e do cuidado com os mais vulneráveis. A fé continua ocupando um lugar essencial na vida social, permanecendo viva, influente e fundamental na formação ética e moral da sociedade.
Ataques ou desrespeito a ela atingem não apenas as instituições, mas também a consciência de milhões de cidadãos.
A alegria, vivida de forma saudável e respeitosa, é legítima e enriquece a vida cultural. Situações pontuais de desrespeito não representam a riqueza e a diversidade cultural da cidade, que devem ser sempre espaços de inclusão, diálogo e convivência democrática.
Cabe lembrar que os eventos culturais possuem regulamentos próprios, que estabelecem limites para manifestações públicas. Esses limites existem não para cercear a liberdade de expressão, mas justamente à luz desse valor fundamental em uma sociedade democrática, garantindo o respeito à posição religiosa das pessoas e à dignidade da família.
Reafirmamos nosso compromisso com a defesa da fé, da dignidade da família, da liberdade religiosa, da liberdade de expressão e da construção de uma cultura de diálogo e paz. Direitos fundamentais como a liberdade de expressão caminham lado a lado com responsabilidade e respeito mútuo.
O Rio de Janeiro é maior quando constrói pontes, promove a convivência respeitosa e reconhece que família, fé e cultura podem caminhar juntas na edificação de uma sociedade mais fraterna, madura e verdadeiramente democrática.
Conseguiram unir católicos e evangélicos contra o PT…
.Um verdadeiro tiro no pé! A coisa poderia ter sido pior, se o Lula ou a Janja tivessem desfilado ….
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) comentou com aliados, durante visita recebida na quarta-feira (18), na Papudinha, o desfile de uma escola de samba que homenageou o presidente Lula na Marquês de Sapucaí. A conversa ocorreu com o senador Carlos Portinho (PL-RJ), atual líder do PL no Senado, segundo o Metrópoles.
Segundo relato de Portinho, Bolsonaro afirmou que o tratamento dado pela Justiça Eleitoral seria diferente caso a homenagem tivesse sido feita a ele em um ano eleitoral. Para o ex-presidente, o TSE teria adotado uma postura mais dura se o alvo fosse Bolsonaro. “Imagina se fosse comigo? Ficaria inelegível antes da eleição, vergonha”, disse Bolsonaro, segundo o senador. A fala faz referência às decisões do TSE que resultaram na inelegibilidade do ex-presidente.
Lula foi homenageado pela escola Acadêmicos de Niterói no primeiro dia de desfiles do grupo especial. No enredo, Bolsonaro foi retratado como um palhaço e aparece, ao final do desfile, sendo preso — representação que gerou reação da oposição.
Lideranças bolsonaristas, como o senador Flávio Bolsonaro, acionaram a Justiça Eleitoral sob o argumento de que a homenagem poderia configurar propaganda eleitoral antecipada. Antes do desfile, no entanto, o TSE declarou que a apresentação se enquadra na liberdade de expressão artística, mas ressaltou que o Carnaval não pode servir de pretexto para crimes eleitorais.
Além do Carnaval, Bolsonaro e Portinho também trataram da disputa eleitoral no Rio de Janeiro em 2026. O PL discute a sucessão do governador Cláudio Castro, que não pode disputar a reeleição, e a definição das candidaturas ao Senado.
A Acadêmicos de Niterói terminou na 12ª colocação no Carnaval do Rio de Janeiro e foi rebaixada nesta quarta-feira (18 de fevereiro de 2026). Escola estreante no Grupo Especial, a agremiação levou para a Marquês de Sapucaí um desfile em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com o samba-enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”. Com o resultado, a escola voltará a disputar a Série Ouro em 2027.
Antes mesmo da apuração, a Acadêmicos de Niterói já havia sido punida por falhas na dispersão do desfile. A Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) aplicou multa de R$ 80 mil, sem perda de pontos. A Portela também foi penalizada pelo mesmo motivo. A campeã do Carnaval do Rio em 2026 foi a Viradouro.
O desfile trouxe referências políticas explícitas. O ex-presidente Jair Bolsonaro foi retratado como um palhaço, com alusões à prisão e ao uso de tornozeleira eletrônica, em referência a um episódio ocorrido em novembro de 2025. Já o impeachment de Dilma Rousseff (PT) apareceu logo no início, com a troca simbólica da faixa presidencial para um personagem que representava Michel Temer (MDB), narrativa defendida por Lula e pelo PT como um “golpe”.
Outro ponto que chamou atenção foi a ausência da primeira-dama Janja, que desistiu de desfilar na última hora. Ela seria destaque do último carro alegórico, mas não entrou na avenida para evitar interpretação de campanha eleitoral antecipada. Segundo a jornalista Monique Arruda, Janja chegou a ficar na área de concentração e depois acompanhou o desfile de um camarote ao lado de Lula.
Foto: Reprodução
A escola também levou à avenida uma ala chamada “neoconservadores em conserva”, representando grupos de oposição a Lula, incluindo pessoas do agronegócio, defensores da ditadura militar e evangélicos. A fantasia gerou reação imediata. A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) criticou a ala e afirmou ser inadmissível ridicularizar um grupo religioso.
Durante o desfile, integrantes fizeram o gesto do “L de Lula”. A escola afirmou que não houve orientação para evitar o gesto, apesar de informações de que a recomendação teria sido feita previamente. Nos ensaios técnicos, os instrumentos da bateria chegaram a exibir o símbolo. O resultado final colocou um ponto final no desfile politizado: rebaixamento logo na estreia.
Parabéns a escola de Niterói. Fez uma justa e bela homenagem ao presidente Lula e conseguiu o principal que foi deixar nosso presidente entre os assuntos mais falados durante e após o Carnaval. Lula reeleito em 2026.
O Palácio do Planalto montou um verdadeiro plantão jurídico durante o Carnaval para tentar proteger o presidente Lula de um possível risco de inelegibilidade após sua ida à Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro. A preocupação era com eventuais questionamentos legais envolvendo a exposição do presidente em um evento de grande visibilidade.
Lula esteve na Sapucaí no domingo (15), primeiro dia dos desfiles do Grupo Especial, para acompanhar a escola Acadêmicos de Niterói, que homenageou o petista em seu samba-enredo. A presença do presidente e todo o conteúdo divulgado nas redes sociais passaram por análise prévia da equipe jurídica ligada ao governo, conforme informações do Metrópoles.
Segundo assessores do Planalto, cada postagem relacionada à passagem de Lula pelo sambódromo foi previamente avaliada. Por orientação jurídica, o presidente publicou apenas imagens assistindo aos desfiles e cumprimentando integrantes das quatro escolas que passaram pela avenida naquele dia: Acadêmicos de Niterói, Imperatriz Leopoldinense, Portela e Mangueira.
A cautela jurídica, no entanto, acabou gerando um incômodo interno no próprio governo. Auxiliares de Lula fizeram um mea-culpa ao avaliar que a preocupação excessiva com possíveis efeitos legais deixou em segundo plano a análise do impacto político do desfile que homenageou o presidente.
Uma das alas da Acadêmicos de Niterói, que retratou a chamada “família tradicional” dentro de uma lata de conservas, provocou reação negativa entre evangélicos. O episódio atingiu justamente um segmento do eleitorado do qual Lula tenta se aproximar com vistas às próximas eleições.
Mesmo assim, parte dos auxiliares tentou minimizar o desgaste. O argumento interno é de que a existência dessa ala no desfile serviria como prova de que o governo não teve qualquer ingerência sobre o conteúdo apresentado pela escola de samba.
Vocês chegam a ser ridículos com essa conversa. Bolsonaro respeita a liberdade de expressão se fizesse ao contrário o chamariam de ditador. .O Brasil está cansado de isentões como vcs … Fomos pras ruas #foramaia….#foraalcolumbre que não estão levando as pautas importantes para o Barasil, estão engavetando tudo e vcs acham isso certo …..os intervencionistas sempre estiveram nas manifestações e agora vocês ficam falando besteira …. bom mesmo viver num pais comunista né!? aff vem ai mais oportunistas nas eleições se preparem !!!!!
Os engomadinhos querem ser os donos dos movimentos como o MBL não tem juvenil neste jogo!
BG, deixa lhe atualizar, o "Vem Pra Rua" é da ala dos isentões, quando houver manifestação de rua siga o "Nas Ruas". Ok.
O bolsonarismo tá cada vez mais parecido com uma seita satanista
Movimento a favor da Democracia e jamais a Ditadura! Infiltrados da esquerda para sabotar o movimento que quer o bem do povo brasileiro.
Embala que esse menino é teu…
Só penso e fico muito preocupado quando daqui ha uns 10,15 esse povo que estava na rua ontem precisar de internação hospitalar e não ter leitos e UTIs suficientes.Só lembro aquelas imagens dos hospitais de Manaus multiplicadas.
Este movimento não faz parte da direita, são formado de petista e comunista infiltrado nos movimentos direita. Que eles pensam ou faz nada tem de ver com outros movimentos.
Qualquer pessoa responsável ficaria contra.
O que todos querem é trabalhar com segurança e não uma birra política.
O nosso presidente defende o isolamento vertical, com a devidas medidas de segurança, ao mesmo tempo que ele próprio descumpre essas medidas de segurança .
Não dá para ficar a favor
Esse PRESIDENTE, quer suicídio COLETIVO .
Importante agora é VIDA, VIDA e VIDA. O depois é reorganização da ECONOMIA , significa dizer computar prejuízo.
Também estou indignado, como pode esse absurdo, depois de 16 meses de governo, não tem 01 escândalo de corrupção, quem esse Bolsonaro pensa que é, quer descobrir o Brasil?
Para deixar as coisas ainda piores, não molha a mão de quem vai votar os projetos do governo?
Quem Bolsonaro pensa que é que não contrata as redes de televisão para falar bem dele?
Certo esta Rodrigo Mais que ENGAVETOU a MP das carteiras estudantis GRÁTIS e a UNE não reclamou, não teve 01 diretório que defendesse o aluno, todos vão voltar a pagar.
Certo esta Rodrigo Mais que ENGAVETOU a MP que permitia as empresas economizar dinheiro não publicando seu balança em jornais de circulação.
Pronto, agora esse movimento vai ser tachado de comunista.
Já não chegam as tormentas inerentes a saúde física que ameaça a nação brasileira, agora vem os poderes constituídos bagunçar o ambiente com comportamentos esdrúxulos e politiqueiros, e o pior, encabeçado por um louco bipolar a quem a maioria dos brasileiros (inclusive eu) entregou sua confiança o elegendo pra ser presidente.
Liberdade de expressão e manifestação! Antes de ser presidente ele e' também um CIDADÃO BRASILEIRO E DEVERIA TER SEUS DIREITOS CONSTITUCIONAIS GARANTIDOS. a POPULACAO FOI PARA RUA DE FORMA TOTALMENTE INDEPENDENTE. E o presidente foi ate la porque gosta de estar junto com o povo que o elegeu. Ele tem esse direito.
Deixa de besteira rapaz. Bolsola nunca parou de fazer campanha. Esses movimentos são gerados e incentivados a partir de uma sala no palácio do planalto, vizinha à dele. Através de redes sociais eles conseguem convencer de absurdos pessoas de juízo fraco como você. A liberdade do presidente tem limites na segurança pessoal do povo, e ele tem extrapolado qualquer limite. Vejamos se tem cabra macho nas forças armadas para parar esse doido.
Concordo com as palavras do MVPR na parte que eles pregam que o Presidente não deveria apoiar atos contra órgãos dos poderes, ou em apoia ao AI-5, porém, esses protestantes foram minoria ou seja, não foi esse o objetivo do protesto e sim em apoio ao Presidente, seja por isolamento horizontal (Jovens Trabalhar) seja para não ceder aos pedidos de propinas e tratativas do Congresso…Só isso, porque se for pra voltar a isto, vou gritar Volta Lula.
O que nos tornamos!?
Que movimento é este?
Esse movimento é do gabinete do ÓDIO. Expondo o POVO sujeito alta contaminação pelo inimigo invisível .
Mas, quem ia mesmo tornar esse país uma Venezuela?