
Foto: Reprodução
O Datafolha à Prefeitura da capital paulista desta quinta-feira (26/9) mostra cenário de estabilidade, com o prefeito Ricardo Nunes (MDB) e o deputado federal Guilherme Boulos (PSol) tecnicamente empatados em 1º lugar. Em 3º, aparece o influenciador Pablo Marçal (PRTB).
Nunes apresenta os mesmos 27% do Datafolha da semana passada, enquanto Boulos, com 25%, oscilou um ponto para baixo e Marçal, com 21%, oscilou dois para cima. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
A pesquisa desta quinta foi a primeira do Datafolha após o s0co dado por um assessor de Marçal no marqueteiro da campanha de Nunes, Duda Lima.
O Datafolha entrevistou 1.610 eleitores presencialmente entre os dias 24 e 26 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral com o número SP-06090/2024.
Fonte: Metrópoles
As urnas seguem as pesquisas do Datafolha ou tudo é mera coincidência? Apenas uma pergunta, sem qualquer acusação ou suposição.
Só o Datafolha, instituto de pesquisa predileto da esquerda, aponta esses números, em todos os demais institutos de pesquisas Marçal está a frente e tem em alguns, uma liderança que pode dar a eleição no primeiro turno a Marçal.
O fato é que o povo paulista sabe votar é só ver os protestos na paulista e sabem que não existe nada pior para eles que um Boules ou Nunes na prefeitura.
As urnas seguem as pesquisas do Datafolha ou tudo é mera coincidência? Apenas uma pergunta, sem qualquer acusação ou suposição.
Só o Datafolha, instituto de pesquisa predileto da esquerda, aponta esses números, em todos os demais institutos de pesquisas Marçal está a frente e tem alguns, tem uma liderança que pode dar a eleição no primeiro turno a Marçal.
O fato é que o povo paulista sabe votar é só ver os protestos na paulista e sabem que não existe nada pior para eles que um Boules ou Nunes na prefeitura.
Marçal é o primeiro colocado alguém tem duvidas??
É melhor o data foice e logo fazendo os ajustes pra não ficarem de cara lambida e descredenciado outra vez.
Na última eleição presidencial, passaram vergonha.
Informações erradas durante a campanha inteira.