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Defesa de Allyson rebate reportagem sem citar a condenação unânime no TRE — e não explica o que o e-mail da Secom faz no cadastro do perfil

Imagem: reprodução/Blog do Dina

Por Dinarte Assunção – Blog do Dina

A defesa de Allyson Bezerra respondeu à reportagem do Blog do Dina sobre a rede de perfis pró-Allyson com uma nota de oito pontos, assinada por três advogados. É um texto bem construído — e é por isso que vale lê-lo com os documentos do lado. A nota explica com desenvoltura o que a reportagem não perguntou, concede o que não pesa e silencia, do primeiro ao último parágrafo, sobre o fato mais incômodo para a sua tese central.

A tese central da nota é jurídica: cidadão pode manifestar apoio a pré-candidato, e responsabilizar o beneficiário por conteúdo de terceiros “exige prova de autoria ou de prévio conhecimento”, nos termos do artigo 40-B da Lei das Eleições — não havendo, cita a nota, “dever geral de vigilância” sobre o que terceiros publicam. O que a nota não conta é que, para essa mesma rede de perfis, o TRE-RN já considerou o requisito do prévio conhecimento preenchido. Em 9 de julho, ao julgar representação sobre um jingle veiculado por quatro dos cinco perfis, o tribunal condenou Allyson, por unanimidade, a multa de R$ 10 mil por propaganda antecipada — fixando a tese de que o prévio conhecimento do beneficiário “pode ser extraído de elementos contextuais da internet”, como as biografias dos perfis apontando para a conta oficial dele e as marcações diretas. Some-se o placar da rede: cinco liminares deferidas e três perfis suspensos por ordem judicial até 15 de agosto. As palavras “condenação” e “multa” não aparecem na nota.

O registro completo pede a outra ponta do placar: em 5 de agosto, o TRE negou pedidos apresentados contra o perfil oficial de Allyson. O placar acima é o da rede “espontânea” — não o da conta dele.

O documento define o próprio campo

O ponto mais técnico da nota é a releitura do Business Record da Meta. Diz a defesa que o campo onde aparece o e-mail da Secom de Mossoró “não informa quando o endereço foi vinculado àquele perfil, e sim o histórico daquele endereço dentro da plataforma”.

O documento discorda. O mesmo Business Record que registra o e-mail traz, impressa, a definição da Meta para o campo: “Registered Email Addresses” exibe “a lista de endereços de e-mail registrados pelo titular da conta” (“registered by the account holder”); e-mail “Verified” é aquele “que foi adicionado a uma conta”, com data e hora. Registrado pelo titular. Adicionado à conta. Não há, na definição, “histórico do endereço dentro da plataforma” — e a preposição pesa: o campo descreve, por definição, um ato de quem controla a conta.

E o ponto que a releitura da defesa não alcança: seja qual for o significado exato da data de 2019 — anomalia que a reportagem registrou desde a primeira versão —, no retrato que a Meta gerou em junho de 2026 o e-mail institucional da prefeitura está listado entre os endereços registrados do perfil. A nota explica a data. Não explica a presença.

A cronologia que piora o quadro

A defesa argumenta que dezembro de 2019 é anterior ao mandato: Allyson era deputado estadual, e a comunicação de Mossoró “era conduzida por administração adversária”. A cronologia está correta — e devolve duas perguntas piores do que a que pretendia responder.

Como um endereço de uso interno da prefeitura — sob qualquer gestão — aparece vinculado a um perfil dedicado a promover Allyson?

E por que o endereço — de uma caixa administrada, segundo o Google, pelo setor de TI da própria prefeitura — ainda constava no cadastro no retrato de junho de 2026, depois dos cinco anos, de janeiro de 2021 a março de 2026, em que a Secom respondeu a Allyson? A nota não toca em nenhuma das duas. E não vale responder que os dados estavam congelados por ordem judicial: a ordem de preservação, de 22 de junho, obriga a Meta a guardar os registros — não impede o dono da conta de mexer no cadastro. Prova disso está nos próprios autos: no mesmo dia da ordem, um e-mail novo foi adicionado ao perfil.

“Pertence” não era a pergunta

A nota abre afirmando que nenhum e-mail, telefone ou IP dos perfis “pertence a Allyson Bezerra ou a ele remete”. Pertencer, é verdade, nenhum pertence — a reportagem nunca disse o contrário. Remeter é outro verbo. Uma conta da rede foi criada sob o nome “Allysson Prefeito”, com a data de nascimento dele. A chave de recuperação dessa conta bate com a de uma ex-assessora do Gabinete do Prefeito — e o telefone que ela declarou como seu em petição de 2022 é o número verificado no perfil que usa essa conta, embora, na operadora, a linha conste em nome de outra pessoa. O e-mail pessoal da mulher que ele nomeou secretária de Comunicação está verificado no perfil mais antigo. A nota responde ao verbo fácil e deixa o difícil intacto.

Há ainda o item em que a defesa afirma que “todos os responsáveis” pelos perfis comparecem “espontaneamente” à Justiça e “afirmam atuar por iniciativa própria”. A nota não diz quem são os todos. Se incluem a ex-secretária e a ex-assessora que os registros ligam à rede — e que nunca se pronunciaram publicamente —, quem afirma por elas é a defesa do político beneficiado. Se não incluem, os vínculos das duas seguem exatamente onde estavam: sem resposta. Em julho, o administrador confesso de um dos perfis disse ao Diário do RN que estava “aguardando ser intimado”; na nota, o comparecimento de todos é espontâneo.

Onde a nota tem razão

Em dois pontos, o registro é devido. A nota diz que “não há uma única credencial comum a dois perfis” — e a reportagem não afirmou que houvesse. O que os documentos mostram é outra coisa: o e-mail verificado de um perfil em 2023 é o nome exato de outro perfil que só nasceria em 2026, e uma mesma pessoa aparece ligada a dois perfis por contatos distintos. E a nota lembra que data de nascimento é pública e cadastro de e-mail é declaratório — verdade, e por isso a reportagem não afirmou autoria. Mas “admiração”, a explicação que a nota oferece, não explica por que a chave que recupera a conta está com uma ex-assessora do gabinete.

O extrato que vem aí

Há uma parte deste caso que nenhuma nota alcança. A Justiça Eleitoral já determinou que a Meta entregue os dados de impulsionamento dos cinco perfis: contas publicitárias, valores gastos, formas de pagamento. Quando esses dados chegarem aos autos, a discussão sobre espontaneidade deixa de ser um debate de teses. Vira extrato.

Leia a íntegra da nota da defesa de Allyson Bezerra:

NOTA DA DEFESA

Em razão da matéria publicada em 8 de agosto de 2026, e diante do espaço de manifestação aberto pela própria publicação, a defesa de ALLYSON LEANDRO BEZERRA SILVA vem esclarecer o seguinte.

1. Os documentos citados na reportagem foram produzidos por determinação da Justiça Eleitoral, no âmbito de processo movido contra o pré-candidato, e o seu resultado é exatamente o oposto do que a matéria sugere. Nenhum endereço de e-mail, nenhum número de telefone e nenhum endereço de IP dos cinco perfis pertence a Allyson Bezerra ou a ele remete.

2. Os registros mostram cinco perfis criados ao longo de quase seis anos, em datas distintas, com credenciais próprias e endereços de conexão diferentes entre si, parte deles indicando inclusive operadoras diversas. Não há uma única credencial comum a dois perfis. Não se trata de estrutura montada para a eleição de 2026, e sim do acúmulo, ao longo dos anos, de perfis de apoiadores e de humor em torno de figura pública com projeção estadual, fenômeno ordinário das redes sociais.

3. Quanto ao endereço de e-mail institucional mencionado na reportagem, é preciso corrigir a leitura do documento. A própria matéria registra que a data ali indicada, 22 de dezembro de 2019, é anterior à criação da conta, ocorrida em 19 de setembro de 2020. Uma conta não pode ter recebido um endereço de e-mail antes de existir. O campo, portanto, não informa quando o endereço foi vinculado àquele perfil, e sim o histórico daquele endereço dentro da plataforma.

4. Ainda que assim não fosse, a data de dezembro de 2019 é anterior ao mandato. Allyson Bezerra tomou posse como prefeito de Mossoró em 1º de janeiro de 2021. Em dezembro de 2019 ele exercia mandato de deputado estadual, e a comunicação da Prefeitura de Mossoró era conduzida por administração adversária. A insinuação de uso de estrutura pública se desfaz na própria cronologia apresentada pela reportagem.

5. Sobre a data de nascimento mencionada em cadastro de correio eletrônico, trata-se de informação pública, constante dos registros de candidatura e acessível a qualquer pessoa. Cadastro de e-mail é declaratório e não passa por validação documental de espécie alguma. O dado indica, no máximo, a admiração de quem o preencheu. Não indica autoria, não indica gestão e não indica conhecimento por parte de quem é homenageado.

6. Todos os responsáveis pelos perfis estão comparecendo espontaneamente à Justiça Eleitoral para prestar os seus esclarecimentos. Nenhum deles foi convocado por Allyson Bezerra e todos afirmam atuar por iniciativa própria. Comparecem porque entendem que a melhor resposta à suspeita é a identificação voluntária e o exame aberto daquilo que fizeram. É precisamente o contrário do anonimato que se lhes imputa, e a defesa considera que a transparência, aqui, presta serviço ao debate público.

7. O direito de cidadãos manifestarem apoio a um pré-candidato é assegurado pela legislação eleitoral, no art. 36-A da Lei nº 9.504/97, e pela Constituição da República. A responsabilização do beneficiário por conteúdo produzido por terceiros exige prova de autoria ou de prévio conhecimento, nos termos do art. 40-B da mesma lei, e não existe no ordenamento brasileiro dever geral de vigilância sobre o que terceiros publicam na internet, como reconheceu o Supremo Tribunal Federal ao julgar o Tema 987 da repercussão geral. Marcar um perfil e convidar colaboradores para uma publicação são funcionalidades acionadas exclusivamente por quem publica, sem qualquer participação de quem é mencionado

8. Allyson Bezerra não criou os perfis, não os gerencia, não elaborou as artes e não realizou as publicações. As questões relativas ao tema estão sendo discutidas no foro próprio, com absoluto respeito às decisões da Justiça Eleitoral, e é nele que a defesa seguirá apresentando os esclarecimentos devidos, como tem feito.

A defesa permanece à disposição da imprensa para os esclarecimentos adicionais que se façam necessários.

Natal, 8 de agosto de 2026.

CAIO VITOR R. BARBOSA
OAB/RN 7.719
FELIPE A. CORTEZ M. DE MEDEIROS
OAB/RN 3.640
THIAGO CORTEZ M. DE MEDEIROS
OAB/RN 4.650

Por Dinarte Assunção – Blog do Dina

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Eleições 2026

ELEIÇÕES 2026 – SENADO: Styvenson Valentim (PODE) e Samanda de Lula (PT) são os senadores eleitos no RN com 29,24% e 17,64 %

Reprodução

Styvenson Valentim foi reeleito para o Senado com 29,24 %. A segunda vaga no RN ficou com Samanda de Lula com 17,64 % dos votos válidos.

Veja a votação dos demais candidatos:

Zenaide Maia (PSD) — 17,43%
Coronel Hélio (PL) — 17,20%
Rafael Motta (PDT) — 14,16%
Tércio Tinôco (UNIÃO) — 2,85%
Sandro Pimentel (PSOL) — 0,62%
Sonia Godeiro (PSOL) — 0,40%
Professor Guilherme (UP) — 0,15%
Rosália Fernandes (PSTU) — 0,11%
Luciana Mandu (PSTU) — 0,07%
Clóvis Costa do Coletivo Nós (AGIR) — 0,05%
Gari Wendell Batista (AGIR) — 0,05%

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Geral

ELEIÇÕES 2026: Veja quem são os deputados federais eleitos no RN; Natália Bonavides (PT) bate recorde de votos

Foto: Leonardo Sá/Agência Senado

Confira quem são os deputados federais eleitos para representarem o RN em Brasília.

A deputada federal Natália Bonavides (PT) foi reeleita com mais de 214 mil votos, alcançando a maior votação já registrada para a Câmara dos Deputados na história política do RN, superando a marca de 157.565 votos dela própria em 2022.

Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) · 3 vagas

* Natália Bonavides (PT)

* Dr. Bernardo (PV)

* Thabatta Pimenta (PV)

PL · 3 vagas

* Nina

* Sargento Gonçalves

* General Girão

União Progressista (União Brasil e PP) · 2 vagas

* Benes Leocádio (UNIÃO)

* João Maia (PP)

96 FM

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Geral

ELEIÇÕES 2026: Confira os deputados estaduais eleitos no RN; Coronel Azevedo se torna o mais votado da história

Foto: Reprodução/ALRN

Confira os deputados estaduais eleitos no Rio Grande do Norte na noite deste domingo (4).

Coronel Azevedo (PL) foi o mais votado no pleito e superou o recorde de Wendell Lagartixa.

Azevedo teve mais de 104 mil votos.

Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) · 7 vagas

* Francisco do Pt (PT)

* Kaline de Dr. Bernardo (PV)

* Isolda Dantas (PT)

* Divaneide Basílio (PT)

* Daniel Valença (PT)

* Eudiane Macedo (PV)

*  Ivanilson Oliveira (PV)

PL · 7 vagas

* Coronel Azevedo

* Dr. Kerginaldo

* Tomba Farias

* Gustavo Carvalho

* Adjuto Dias

* Luíz Eduardo

* Camila Araújo

União Progressista (União Brasil e PP) · 6 vagas

* Robson Carvalho (UNIÃO)

* Julio Cesar (PP)

* Cinthia de Allyson (UNIÃO)

* Kleber Rodrigues (PP)

* Neilton Diógenes (PP)

* Nelter Queiroz (PP)

PSDB Cidadania · 3 vagas

* Ezequiel

* Dr Gustavo Soares

* Cristiane Dantas

MDB · 1 vaga

* Bibiano

96 FM

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Geral

ELEIÇÕES 2026: Elmano de Freitas (PT) supera Ciro Gomes (PSDB) e é reeleito em 1º turno no Ceará

Foto: Divulgação

Após 96,06% das urnas apuradas, o governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), foi reeleito neste domingo para um segundo mandato com 52,83% dos votos.

O petista superou Ciro Gomes (PSDB), que teve a preferência de 46,58% dos cearenses e foi derrotado mesmo tendo iniciado o ciclo eleitoral com ampla vantagem nas pesquisas de intenção de voto.

Com o resultado, o grupo político do qual o PT faz parte conquistou a sexta vitória consecutiva no estado.

O Globo

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Geral

ELEIÇÕES 2026: Jerônimo Rodrigues (PT) é reeleito governador da Bahia no 1º turno

Foto: Tarsila Alvarindo/TV Bahia

Jerônimo Rodrigues (PT) foi reeleito governador da Bahia neste domingo (4).

Às 21h03, com 91,6% das seções apuradas, o candidato tinha 55% dos votos válidos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O vice-governador eleito é Geraldo Júnior (MDB).

Segundo colocado, ACM Neto (União Brasil) tinha 44%. Ao todo, foram 8.380.339 votos válidos até esta publicação.

g1

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Geral

ELEIÇÕES 2026: Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes (PSD) disputam 2º turno no Rio de Janeiro

Fotos: Reprodução/Redes Sociais

A eleição para o governo do Rio de Janeiro será definida em segundo turno, marcado para 25 de outubro. Com 99,62% das urnas apuradas neste domingo (4), Douglas Ruas (PL) conseguiu 49,29% dos votos, enquanto Eduardo Paes (PSD) obteve 42,74%.

Votos em branco atingiram 5,09% e nulos, 6,86%. A abstenção registrou 23,33%.

Veja os percentuais com 99,62% das urnas apuradas:

  • Douglas Ruas (PL): 49,29%
  • Eduardo Paes (PSD): 42,74%
  • Garotinho (Republicanos): 3,17% (anulado sub judice)
  • William Siri (PSOL): 2,72%
  • Coronel Busnello (Missão): 0,98%
  • André Marinho (Novo): 0,52%
  • Juliete Pantoja (UP): 0,39%
  • Cyro Garcia (PSTU): 0,17%
  • Luan Monteiro (PCO): 0,03%

SBT News

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Eleições 2026

PL concentra maior número de governadores, senadores e deputados federais eleitos

Reprodução

O PL, partido do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, aparece com o maior número de governadores, senadores e deputados federais eleitos até as 20h40 deste domingo (4), segundo levantamento divulgado durante a apuração das eleições.

Compare abaixo o número de eleitos de PL e PT, até as 20h40:

Governadores:

PL: 4

PT: 1

Senadores:

PL: 16

PT: 1

Com os 16 eleitos até o momento, o PL passa a ter 25 senadores, contando as cadeiras que o partido já ocupa. O PT, por sua vez, passa a ter 4 senadores.

Deputados federais:

PL: 3

PT: 1

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Eleições 2026

ELEIÇÕES 2026 – PRESIDENTE: Flávio Bolsonaro vai ao segundo turno na frente de Lula

Está definido o segundo turno da eleição para presidente entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT).

Na atualização mais recente, com 97,97% das urnas apuradas, Flávio aparece com 47,48% dos votos válidos, enquanto Lula tem 44,63%.

A apuração segue em andamento, mas os dois candidatos que avançam ao segundo turno já estão matematicamente definidos.

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ELEIÇÕES 2026: Sérgio Moro é eleito governador do Paraná no 1º turno

Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

O senador e ex-juiz federal Sérgio Moro (PL) foi eleito no primeiro turno para assumir o governo do Paraná a partir de 2027 com 50,18% dos votos.

Moro foi ministro da Justiça e Segurança Pública de Jair Bolsonaro e se elegeu senador da República em 2022 pelo União Brasil, após cogitar a migração para outras siglas. Este ano, ele mudou para o PL e se tornou um palanque para Flávio Bolsonaro no estado do Paraná.

Veja quantos votos cada candidato teve no Paraná:

  • Sergio Moro (PL): 50,18% (3.106.644)
  • Sandro Alex (PSD): 25,29% (1.565.324)
  • Requião Filho (PDT): 23,46% (1.452.389)
  • Luiz França (Missão): 0,72% (44.355)
  • Tayná Miessa (UP): 0,23% (14.158)
  • Alexandre Salomão (Mobiliza): 0,07% (4.123)
  • Samuel de Mattos (PSTU): 0,03% (2.069)
  • Adriano Funileiro (PCO): 0,02% (1.515)

Veja

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ELEIÇÕES 2026: Raquel Lyra (PSD) vence João Campos (PSB) e é reeleita governadora em Pernambuco no 1º turno

Foto: Brenda Alcântara/TV Globo

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), foi reeleita no primeiro turno na noite deste domingo (4).

Ela recebeu 52,9% dos votos válidos, superando a soma da votação de todos os adversários.

O ex-prefeito recifense João Campos (PSB) teve 45% dos votos, o ex-vereador Ivan Moraes (Psol) obteve 1,7%.

Também disputaram o Palácio do Campo das Princesas os candidatos Renan Hallais (Missão), 0,35%; Camila Falcão (UP), 0,07%; Guilherme Fonseca (PSTU), 0,02%; e Victor Assis (PC), 0,01%.

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