A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) protocolou na noite desta quarta-feira (1º) um novo pedido ao STF (Supremo Tribunal Federal) para que analise o pedido feito no dia 23 de setembro, que solicita a revisão da prisão domiciliar imposta ao ex-presidente.
O pedido, revelado pela CNN, se fundamenta no fato de a PGR (Procuradoria-Geral da República) não ter incluído Bolsonaro na denúncia que pede a condenação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e do jornalista Paulo Figueiredo por coação.
Também foram incluídas no pedido outras restrições impostas pela Corte em razão dessa investigação, como: o uso de tornozeleira eletrônica; a proibição de manter contato com autoridades ou embaixadores estrangeiros; e a proibição de se aproximar de embaixadas e consulados.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao ministro Alexandre de Moraes (STF) que autorize a progressão de Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como Débora do Batom, para o regime semiaberto.
De acordo com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, Débora já cumpriu 1.287 dias de pena — nove dias além do mínimo exigido para ter direito à mudança de regime. A PGR também defendeu o reconhecimento de 212 dias de redução da pena: 108 por trabalhos realizados na prisão, 100 pela aprovação no Enem de 2023 e quatro pela leitura de um livro.
Gonet afirmou que não há registro de infração disciplinar nem de descumprimento das medidas impostas desde que Débora passou à prisão domiciliar, em março de 2025. “Não há óbice ao reconhecimento do cumprimento do requisito subjetivo”, declarou.
Débora foi condenada a 14 anos de prisão por crimes relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023. Ela ficou conhecida por escrever, com batom vermelho, a frase “Perdeu, mané” na estátua da Justiça, em frente ao prédio do STF. A decisão sobre a progressão de regime caberá a Alexandre de Moraes.
Mossoró será a sede administrativa do Governo do Rio Grande do Norte nos dias 28, 29 e 30 de setembro. Durante o período, a governadora Fátima Bezerra (PT) despachará da Reitoria da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).
A transferência temporária foi oficializada pela Lei nº 12.902, sancionada pela governadora nesta terça-feira (22), após aprovação da Assembleia Legislativa. A agenda prevê reuniões com o setor produtivo, vistorias em obras e compromissos nas áreas de infraestrutura, educação, abastecimento e segurança pública.
A instalação do Governo em Mossoró ocorre durante a Festa da Liberdade, que celebra acontecimentos históricos da cidade, como a abolição da escravidão em 1883, cinco anos antes da Lei Áurea; a resistência ao bando de Lampião; o Motim das Mulheres; e o primeiro voto feminino do Brasil e da América Latina.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil e Saulo Cruz/Agência Senado
O debate presidencial que a Record realizaria neste domingo (27) foi cancelado pela emissora após as campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) informarem que os candidatos não participariam.
Em nota, a Record afirmou que o encontro, realizado a poucos dias do primeiro turno, perderia sua finalidade sem a presença dos dois candidatos que concentram a maior parte das intenções de voto.
Lula ainda não participou de nenhum debate nesta eleição. Flávio, por sua vez, declarou em 11 de agosto que só participaria de debates nos quais Lula também estivesse presente.
Leia a íntegra do comunicado da Record:
“A RECORD comunica o cancelamento do debate entre os candidatos à Presidência da República previsto para o dia 27 de setembro, às 21h. A decisão foi tomada depois que os dois candidatos com mais de 35% das intenções de voto (juntos somam 70%), segundo as pesquisas mais recentes, informaram que não compareceriam ao encontro.
“A emissora entende que um debate a poucos dias do primeiro turno tem a função de colocar frente a frente as principais propostas em disputa. Sem a participação dos candidatos que concentram a maior parte das intenções de voto, o programa não cumpriria esse objetivo e não ofereceria ao eleitor o confronto de ideias que ele espera.
“Nos próximos dias, a RECORD seguirá com a cobertura completa das eleições na TV aberta, no R7.com, RECORD News, RecordPlus e em suas plataformas digitais.
“Em caso de segundo turno, o debate presidencial será no dia 11 de outubro, domingo, às 21h.”
Enquanto a Polícia Federal se ocupa de investigar seus negócios e suas relações com integrantes do governo, Roberta Luchsinger parece estar focada em manter a rotina na academia. A lobista publicou um vídeo dos treinos nas redes sociais. Além disso, em postagens recentes, ela ironizou as cobranças externas com mensagens sobre foco e constância, chegando inclusive a marcar o perfil oficial do presidente Lula.
Roberta é investigada em diferentes inquéritos da Polícia Federal por suspeitas de tráfico de influência e intermediação de negócios envolvendo o governo federal e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
Entre as apurações estão pagamentos e negociações envolvendo servidores do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS). Mensagens obtidas pela PF também apontaram que R$ 60 mil em dinheiro foram distribuídos em depósitos para contas ligadas a pessoas relacionadas ao caso.
Outra frente da investigação envolve R$ 217 mil pagos por Roberta em despesas atribuídas ao ex-chefe de gabinete da Presidência Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, além de contratos e negociações envolvendo empresas.
Um recorte do Datafolha divulgado nesta quarta-feira (23) mostra como os eleitores de Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante) se dividiriam em um eventual 2º turno entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT).
Somados, Flávio tem 43%, Lula 30% e branco, nulo ou nenhum, 26%. A margem de erro é de 4 pontos percentuais, levando Flávio a uma faixa de 39% a 47% e Lula de 26% a 34%.
Entre eleitores de Zema, Flávio marca 48%, Lula 25% e branco ou nulo 27%. A margem é de 11 pontos, com Flávio entre 37% e 59% e Lula entre 14% e 36%.
No grupo de Renan Santos, Flávio tem 43%, Lula 22% e branco ou nulo 34%. A margem é de 10 pontos: Flávio varia de 33% a 53% e Lula de 12% a 32%.
Entre apoiadores de Caiado, Flávio registra 43%, Lula 30% e a margem é de 8 pontos. Os intervalos são de 35% a 51% para Flávio e de 22% a 38% para Lula, configurando empate técnico.
Entre os eleitores de Cury, Flávio soma 41%, Lula 35% e branco ou nulo 23%. A margem é de 6 pontos, com Flávio entre 35% e 47% e Lula entre 29% e 41%, também em empate técnico.
No cenário geral de 2º turno, Lula aparece com 46% e Flávio com 44%, além de 8% de brancos ou nulos e 1% de indecisos. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.
A fidelidade às bases também é alta: Lula mantém 98% de seus eleitores e Flávio, 99%. Ambos cedem 1% ao adversário.
Entre quem vota branco, nulo ou em nenhum candidato no 1º turno, 62% mantêm essa opção. Lula recebe 20% e Flávio 17%, com margem de 6 pontos: Lula varia de 14% a 26% e Flávio de 11% a 23%, configurando empate técnico.
Entre os não alinhados a bolsonarismo ou petismo, Flávio tem 39% e Lula 33%. Com margem de 4 pontos, os intervalos são de 35% a 43% e 29% a 37%, respectivamente. Nesse grupo, branco, nulo ou nenhum somam 25% e os indecisos, 2%.
Nos polos, a fidelidade é maior: entre bolsonaristas, Flávio tem 91% e Lula 4%; entre petistas, Lula chega a 92% e Flávio a 5%.
O recorte dos não alinhados ouviu 452 pessoas dentro da pesquisa presencial realizada de 15 a 17 de setembro, que entrevistou 2.002 eleitores em todo o país.
Os números derivam de duas pesquisas feitas pelo Datafolha, entre os dias 8 e 10 de setembro e 15 e 17 de setembro de 2026, com um total de 4.003 entrevistas presenciais com eleitores de 16 anos ou mais de todas as regiões do país. A margem de erro das pesquisas gerais é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. Contratados pela Folha e pela TV Globo, os levantamentos estão registrados no TSE sob os números BR-04029/2026 e BR-01833/2026.
Mensagens extraídas pela Polícia Federal do celular de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, mostram o advogado Walfrido Warde relatando ao banqueiro articulações para aproximá-lo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de integrantes do governo.
Em abril de 2024, Warde disse ter recebido uma solicitação de Marco Aurélio Santana Ribeiro, então chefe de gabinete da Presidência, para que Vorcaro enviasse um e-mail com os assuntos que gostaria de tratar com Lula. “Fala Dani. Acabei de receber uma mensagem do Marcola, secretário pessoal do presidente, cobrando teu email. Manda para mim o email sobre os assuntos que você gostaria de falar, os interesses do grupo, eu ajeito aqui e eu mesmo mando o e-mail”, afirmou o advogado.
Em maio, Warde escreveu: “Saí da sala do presidente. Ele me perguntou do teu e-mail. Vc é doido”. Em outras mensagens, relatou novos contatos com Lula e integrantes do governo. Em setembro de 2024, disse: “Estive com o Presidente Lula longamente ontem. Vc vai gostar. Encontremo-nos hoje. Sem falta”.
Em novembro, afirmou ter “um recado do MJ e do presidente”. A sigla seria uma referência ao então ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, que nega ter tratado com Warde ou Lula sobre Vorcaro.
Registros de acesso mostram que Vorcaro esteve no Palácio do Planalto três vezes entre 2023 e 2024. Em 4 de dezembro de 2024, ele se reuniu com Lula, Guido Mantega, Rui Costa, Alexandre Silveira e Gabriel Galípolo. Após o encontro, Warde escreveu: “Parabéns. Soube que foi muito bom”.
A Secom afirma que Lula se encontrou apenas uma vez com Vorcaro, em 4 de dezembro, e nega ter enviado recados ou recebido presentes do banqueiro. Marcola também negou ter procurado Warde, embora tenha confirmado que, após ser procurado pelo advogado, pediu que o pedido de audiência fosse formalizado por e-mail.
Em março de 2025, Vorcaro ainda escreveu a Warde: “Gleisi e Mercadante atuando muito contra. Alguma sugestão como podemos bloquear?”. O advogado respondeu: “Me liga. Falo com ambos bem. Mas preciso entender”. Mercadante nega ter conversado com Warde, e Gleisi não se manifestou.
As articulações ocorreram antes da prisão de Vorcaro e da liquidação extrajudicial do Banco Master pelo Banco Central, em novembro de 2025. O banqueiro é investigado por suspeitas de fraude bancária.
Confira a nota na íntegra enviada pela Secretaria de Comunicação do governo Lula:
Conforme já amplamente noticiado, o presidente Lula encontrou-se uma única vez com Daniel Vorcaro, em 4 de dezembro de 2024. Vorcaro havia ido ao Palácio do Planalto acompanhado do ex-ministro Guido Mantega e o encontro com o presidente não estava previamente agendado. Da conversa também participaram o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e Gabriel Galípolo, então diretor de Política Monetária e atual presidente do Banco Central.
Na ocasião, Vorcaro afirmou sentir-se alvo de perseguições, e o presidente respondeu que eventuais denúncias deveriam ser analisadas tecnicamente pelo Banco Central.
Não houve nenhum outro contato entre o presidente e Daniel Vorcaro.
O presidente não tem conhecimento da suposta articulação, não recebeu presente e tampouco enviou recado ou comentou festas promovidas pelo banqueiro.
Cabe lembrar ainda que foi durante o atual governo que o Banco Central decretou a liquidação do Banco Master e Daniel Vorcaro foi preso pela Polícia Federal no âmbito das investigações sobre a instituição.
O ministro do STF Luiz Fux deu 10 dias para o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), apresentar informações sobre registros de entrada na Casa de pessoas como o banqueiro Daniel Vorcaro e a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministo Alexandre de Moraes. Depois, a PGR terá o mesmo prazo para se manifestar.
A determinação atende a um mandado de segurança apresentado pelo vereador de Curitiba Guilherme Kilter (Novo), após o Senado negar pedidos feitos por meio da Lei de Acesso à Informação.
O pedido também inclui registros de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, Antônio Carlos Camilo Antunes, o ‘Careca do INSS’, e José Ferreira da Silva, o Frei Chico, irmão do presidente Lula.
O processo foi inicialmente distribuído a Alexandre de Moraes, que se declarou impedido por envolver sua esposa, Viviane Barci. Com isso, Fux foi sorteado como novo relator.
Uma nova data passa a integrar oficialmente o calendário de eventos de Natal. O prefeito Paulinho Freire (União Brasil) sancionou a Lei nº 8.209, que cria a Semana da Família Cristã Conservadora, com realização anual prevista para a terceira semana de outubro.
A proposta considera como “família cristã conservadora” aquela que adere voluntariamente a princípios cristãos e conservadores, incluindo posições contrárias ao consumo de drogas ilícitas e ao aborto, entre outros temas.
A lei foi publicada no Diário Oficial do Município desta terça-feira (22) e prevê a realização de eventos, campanhas de conscientização e parcerias com instituições públicas e privadas.
A proposta teve origem no Projeto de Lei nº 288/2025, apresentado pela vereadora Camila Araújo (PL) em maio do ano passado. O texto foi aprovado por unanimidade pela Câmara Municipal nos dias 25 e 26 de agosto. A iniciativa busca reforçar a importância da família na formação de crianças e adolescentes e promover princípios ligados ao cristianismo e a ideais conservadores, de acordo com a propositura da vereadora.
Durante entrevista após participar da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, o presidente da Argentina, Javier Milei, afirmou nesta quarta-feira (23) esperar que o Brasil rompa o que classificou como um “curso socialista decadente” e retome as “ideias da liberdade”.
“O Brasil participar do Escudo das Américas é uma questão brasileira, mas tenho esperança de que o Brasil possa quebrar este curso socialista decadente que tomou nos últimos tempos e possa abraçar novamente as ideias da liberdade e fazer parte do grupo de países livres”, declarou.
Aliado de Flávio Bolsonaro (PL), Milei participou em julho do lançamento da candidatura do senador à Presidência. Na ocasião, afirmou esperar que o Brasil também se tornasse “liberal” e declarou apoio ao filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Eu creio que somente Flávio pode parar Lula e trazer uma verdadeira mudança para todos os brasileiros. Creio firmemente que não há outro capaz de parar o efeito de Lula sobre o país. E não há outro para fazer frente às organizações criminosas e narcotraficantes, e nisso eu confio plenamente em Flávio Bolsonaro”, falou o presidente do país vizinho.
Milei também voltou a criticar a esquerda, associando o socialismo ao autoritarismo e defendendo ideias liberais. O argentino ainda afirmou que a direita deve enfrentar os problemas deixados por governos anteriores e pediu que os eleitores se preparem para uma eleição “suja”.
O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) responsabilizou o presidente Lula (PT) pelo endividamento de brasileiros com apostas online e cassinos virtuais. A declaração ocorreu nesta quarta-feira (23), durante uma transmissão ao vivo com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, o prefeito Ricardo Nunes e candidatos ao Senado.
Ao criticar a política do governo para o setor, Flávio afirmou que “o problema é o cassino online, que esse governo liberou. No governo Bolsonaro, fomos contra. Votei contra a liberação dos jogos no Congresso. A bancada do PT inteira votou a favor. Regulamentou. Lula fica fingindo de besta. O Lula fez dois males: o Lulinha e o Tigrinho. Dois filhos dele. E é o Tigrinho que está deixando todo mundo endividado. Lula não combate e não fiscaliza. Deixou correr frouxo. A dívida sua com o Tigrinho é culpa do Lula”, declarou.
As apostas esportivas de quota fixa foram legalizadas em 2018, durante o governo Michel Temer, mas a regulamentação só foi concluída em 2023, já no governo Lula. A Lei nº 14.790 incluiu os jogos online no mercado regulado e atribuiu ao Ministério da Fazenda a fiscalização do setor.
Em setembro de 2026, o governo federal avalia uma medida provisória para proibir os cassinos online, diante dos impactos sobre a arrecadação e do risco de questionamentos judiciais por empresas autorizadas a operar no país.
a candidatura desse pinóquio já era pra ter sido indeferida pela quantidade de mentiras que ele profere. o que ele tem a dizer do fato da regulamentação ter vindo apenas no governo de lula? passou o governo bolsonaro inteiro correndo frouxo e esse sem vergonha nao deu um pio
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