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A defesa de Jair Bolsonaro informou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes que Flávio Bolsonaro (PL) retomará as visitas ao pai após o fim do período de suspensão dos encontros, encerrado neste domingo (11).
Os advogados informaram que agendamentos seguirão as regras anteriores, com comunicação direta ao Núcleo de Custódia da Polícia Militar e respeito às medidas cautelares ainda em vigor.
A proibição foi determinada por Moraes em 13 de julho, por entender que o senador havia atuado como intermediário na divulgação de uma manifestação de teor político-eleitoral escrita pelo ex-presidente. A medida teve duração de 90 dias.
Na semana passada, a defesa pediu autorização para antecipar a retomada das visitas. Consultada por Moraes, a Procuradoria-Geral da República (PGR) afirmou não haver fatos novos que justificassem a prorrogação da restrição e não se opôs ao pedido.
O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) abriu uma investigação contra a deputada federal eleita Ana Elisa (PT-MG) por publicações nas redes sociais que associavam Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, à suposta intenção de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil.
A investigação foi aberta após uma ação da defesa de Flávio Bolsonaro, que acusa a petista de divulgar informações falsas durante a campanha eleitoral. Os advogados apontam possível violação do artigo 323 do Código Eleitoral, que prevê punição para a divulgação de fatos sabidamente inverídicos na propaganda eleitoral.
O juiz eleitoral Orlando Israel de Souza, de Divinópolis (MG), determinou que a plataforma X preserve as publicações feitas por Ana Elisa entre 24 de setembro e 8 de outubro. O magistrado também encaminhou o caso à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral Eleitoral para investigação criminal.
A decisão não estabelece restrições gerais às publicações da deputada eleita, que excluiu sua conta no X na última semana.
Em nota, a assessoria de Ana Elisa afirmou que o processo tramita sob sigilo e acusou Flávio de tentar silenciá-la. A parlamentar informou que ainda não teve acesso ao inquérito e que se manifestará após conhecer seu conteúdo.
A polêmica começou com publicações que atribuíam a Flávio Bolsonaro a intenção de retirar o título de padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida. O candidato negou defender a mudança e afirmou ser alvo de desinformação. A discussão teve origem em um projeto de lei apresentado por outro parlamentar há quase 20 anos, posteriormente arquivado.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que também foi citada na controvérsia, negou ter participado da divulgação das informações e cobrou provas das acusações feitas por Flávio.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro afirmou, nesta quarta-feira (14), que o ministro Alexandre de Moraes deixará o Supremo Tribunal Federal (STF) caso seu irmão, Flávio Bolsonaro (PL), vença a eleição presidencial. A declaração foi dada a jornalistas em Washington, nos Estados Unidos, antes de um evento que contou com a presença do presidente argentino Javier Milei.
“Primeiro a gente vai ter que expurgar esse câncer chamado Alexandre de Moraes da Suprema Corte. Gostei que ele já veio rastejar atrás de um acordo e que o PL rejeitou o acordo”, declarou Eduardo, sem apresentar detalhes sobre a suposta negociação.
O ex-deputado afirmou ainda que a permanência de Moraes no STF seria incompatível com um eventual governo do irmão. “E com o Alexandre de Moraes a questão é muito pessoal. E eu também não vejo o Flávio Bolsonaro presidente conseguindo governar com o Alexandre de Moraes da Suprema Corte”, disse.
Nos últimos dias, decisões do STF e manifestações políticas foram interpretadas em Brasília como possíveis tentativas de aproximação entre a Corte e o grupo bolsonarista. O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio, já rejeitou publicamente qualquer tentativa de acordo.
Eduardo não explicou como ocorreria a saída de Moraes. Pela Constituição, o presidente da República não tem competência para destituir ministros do Supremo. Um eventual impeachment depende de processo no Senado e da aprovação de dois terços dos senadores.
Morando nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025, Eduardo foi condenado a quatro anos e dois meses de prisão por coação no curso do processo. Na semana passada, Moraes determinou a expedição de um mandado de prisão contra o ex-deputado.
Questionado sobre a possibilidade de retornar ao Brasil, Eduardo condicionou a volta à extinção da pena. “Não vou puxar cadeia sendo inocente”, afirmou.
Segundo a reportagem, aliados de Flávio discutem a possibilidade de aprovar uma anistia para condenados por atos relacionados ao bolsonarismo, incluindo Eduardo e o ex-presidente Jair Bolsonaro, caso o senador seja eleito.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o senador Rogério Marinho (PL-RN) apresentaram uma proposta para reduzir a maioridade penal no Brasil. A medida foi incluída em uma emenda à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, em discussão no Senado.
A emenda, apresentada por Rogério Marinho, coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, prevê a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos na maioria dos crimes e para 14 anos em casos de crimes hediondos, tortura, tráfico de drogas, terrorismo e participação em organizações criminosas, entre outros delitos.
Segundo Marinho, a mudança é necessária para evitar que adolescentes sejam cooptados pelo crime organizado. Flávio Bolsonaro também defendeu a medida nas redes sociais e afirmou que a emenda busca aprimorar a proposta de segurança pública.
A PEC original, apresentada pelo governo Lula, não prevê alterações na maioridade penal. O texto estabelece mecanismos de integração entre as forças de segurança da União, estados e municípios, além de medidas para combater facções criminosas.
Entre os pontos da proposta estão regras mais rígidas para integrantes de organizações criminosas, restrições à progressão de regime e à saída temporária de presos, além da possibilidade de expropriação de bens vinculados a atividades criminosas.
A redução da maioridade penal também é discutida em uma PEC específica que tramita na Câmara dos Deputados. A oposição no Senado pretende incluir a mudança diretamente na PEC da Segurança Pública.
A Força Aérea Brasileira (FAB) impôs sigilo de 100 anos sobre informações relacionadas aos passageiros de uma aeronave de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. A decisão foi revelada pelo Metrópoles nesta quinta-feira (15).
A restrição foi aplicada após um pedido feito por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI). A FAB alegou a necessidade de proteger a intimidade e a vida privada dos passageiros, com base no artigo 31 da legislação.
O pedido solicitava informações sobre o plano de voo do jato Falcon 7X, de prefixo PS-FST, entre 10 e 20 de novembro de 2025. Nesse período, Vorcaro foi preso no Aeroporto de Guarulhos quando se preparava para embarcar na aeronave com destino a Malta, na Europa. O avião, avaliado em R$ 200 milhões, foi apreendido pela Polícia Federal.
A decisão ocorre durante o governo Lula, que prometeu, na campanha presidencial de 2022, acabar com o sigilo de 100 anos. A promessa não foi cumprida.
Segundo levantamento do Metrópoles, outros órgãos federais também recorreram ao dispositivo para restringir informações. O Exército negou acesso a listas de promoção de oficiais-generais e a eventuais comunicações com a empresa Palantir. O Banco do Brasil impediu a divulgação dos nomes de visitantes da presidência da estatal.
A Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) também utilizou a regra para negar informações sobre autoridades e servidores que participaram de treinamentos de comunicação financiados por contrato público. O Ministério da Pesca restringiu dados sobre beneficiários de subsídios ao óleo diesel para embarcações pesqueiras.
Dados da Controladoria-Geral da União (CGU) mostram que, desde 2023, aproximadamente 5,6 mil pedidos de informação foram negados pelo governo federal sob a justificativa de proteção de dados pessoais. No governo Bolsonaro, foram 7,1 mil negativas pelo mesmo motivo.
A maior parte dessas solicitações, entretanto, envolve dados pessoais de cidadãos comuns, sem relevância pública.
A nova pesquisa Palver, divulgada nesta quinta-feira (15) sobre o segundo turno da disputa presidencial aponta um cenário de acirramento e empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL).
No levantamento em votos totais, Flávio Bolsonaro aparece com 50%, enquanto Lula registra 49%. O grupo de eleitores que declarou voto em branco ou nulo soma 1%, e a pesquisa não registrou indecisos para este cenário. Como a variação está dentro da margem de erro, estimada em 2,3 pontos percentuais para mais ou para menos, os candidatos encontram-se tecnicamente empatados.
A coleta de dados foi realizada por meio de questionário online entre os dias 10 e 13 de outubro, ouvindo um total de 5.000 eleitores. A sondagem possui nível de confiança de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número de identificação BR-08028/2026.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, determinou nesta quarta-feira (14) o restabelecimento imediato do canal “Exército do Lula” no WhatsApp. A decisão autorizou a retomada integral das atividades da comunidade digital, permitindo a publicação de novos conteúdos, a entrada de novos seguidores e o resgate do histórico de mensagens, que voltou a ficar visível por volta das 22h.
Ao reconsiderar parcialmente um despacho anterior, o magistrado afastou de forma excepcional a exigência de aguardar o prazo regimental de 48 horas para a reativação. A ordem foi emitida diretamente à Facebook Serviços Online do Brasil, representante da plataforma no país, para cumprimento com efeito imediato.
A determinação atende a um pedido de reconsideração apresentado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), idealizador do canal e articulador da estratégia digital de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Janones esteve em reunião presencial com o ministro mais cedo para pleitear a antecipação da liberação.
Além de reabrir o acesso e as ferramentas de engajamento, o despacho autorizou que a própria equipe de campanha de Lula supervisione o funcionamento do canal até nova deliberação judicial. Utilizada para a mobilização de apoiadores na corrida pela reeleição, a página vinha sendo centro de uma intensa disputa jurídica no âmbito eleitoral, com uma sequência de decisões divergentes até a deliberação desta quarta-feira.
As propostas de última hora do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda não têm se mostrado capazes de converter votos de forma expressiva. A avaliação foi feita pelo cientista político Felipe Nunes, no Jornal da Globo, ao analisar as recentes movimentações do governo para acelerar pautas de grande apelo social, como os pacotes para MEIs e o fim da escala 6×1, aprovado no Senado nesta quarta-feira (14).
De acordo com Felipe Nunes, a análise da dinâmica eleitoral passa por diversos paradigmas, entre eles o conceito de fundamentos políticos. A teoria demonstra que a probabilidade de um presidente ser reeleito aumenta proporcionalmente à aprovação de seu governo, especialmente quando a parcela da população que aprova a gestão supera a dos que desaprovam.
“Ao longo dessa campanha, o Lula não conseguiu melhorar o desempenhodo seu governo de maneira significativa, a ponto de passar a ter saldo positivo de avaliação.Isso é um entrave enorme”, comenta o cientista político.
Com o governo Lula mantendo esse saldo negativo de avaliação, Felipe Nunes afirma que dados históricos de mais de 140 eleições analisadas em 18 países nos últimos 30 anos mostram que presidentes com esses números negativo registram probabilidades de reeleição inferiores a 50%, oscilando na faixa de 46% a 47%.
Para tentar alterar esse quadro, a gestão federal abriu sua caixa de ferramentas políticas e legislativas, apostando em medidas recentes como a tramitação do fim da escala 6×1. Embora essas propostas costumem ser bem aceitas e compreendidas pelo eleitorado que conhece o teor das pautas, a análise aponta que tal receptividade não se traduz automaticamente em mudança efetiva no voto dos eleitores.
A divulgação da pesquisa Quaest nessa quarta-feira (14) acendeu o sinal de alerta entre a cúpula do Partido dos Trabalhadores (PT). A expectativa de dirigentes petistas era que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já assumisse a liderança isolada sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa da eleição presidencial.
O levantamento, contudo, apontou um cenário de empate técnico com o adversário numericamente à frente: Flávio registra 46% das intenções de voto no segundo turno, contra 44% de Lula, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
De acordo com informações obtidas pela coluna do jornalista Edilson Salgueiro, da Revista Oeste, o estresse nos bastidores petistas decorre da percepção de que a combinação de medidas econômicas populistas com a forte mobilização digital liderada pelo deputado André Janones (Rede-MG) ainda não produziu o crescimento esperado nas urnas.
Dentro do Planalto e do PT, a avaliação é de que Lula encontra sérias barreiras para romper o atual teto eleitoral e consolidar uma virada. O descontentamento se intensifica diante do alto volume de recursos públicos já empenhados: desde o término do primeiro turno, o governo anunciou um pacote de medidas com impacto fiscal estimado em R$ 25,8 bilhões até 2027, com o objetivo claro de atrair o eleitorado de baixa renda e pequenos empreendedores.
A Quaest ouviu 2.154 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 10 e 13 de outubro. O nível de confiança é de 95%, e o levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-08729/2026.
[VÍDEO] WAACK: Congresso acelera pautas cruciais para Lula e mostra que o Brasil vive o ciclo de “um populismo combatido por outro” https://t.co/aAu7DR3MhM https://t.co/fbygvuiYp3
Em uma verdadeira corrida contra o tempo nesta quarta-feira (14), a Câmara dos Deputados e o Senado Federal aceleraram a votação de pautas estratégicas consideradas cruciais para os planos de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
No Senado, os esforços concentraram-se na tramitação da proposta pelo fim da escala de trabalho 6×1, um movimento que contou, inclusive, com o apoio surpreendente da oposição, representada pelo candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
“O Brasil é prisioneiro da ideia de que um populismo de Lula só se consegue combater com outro populismo. Seja como for, a lista eleitoreira desta quarta-feira, além do fim da 6×1,incluiu aumento para o faturamento do MEI, o microempreendedor individual.Incluiu perdão de dívidas com a União para esse mesmo segmento, aumento da contratação de funcionários e transferência de R$ 5 mil para novos negócios”, comentou o jornalista.
William Waack disse ainda que cenário evidencia um traço marcante da política nacional: o país segue refém da dinâmica de que um populismo, neste caso, o governista só encontra contraponto e enfrentamento através de outro populismo.
👺👺👺Eu cansei de viajar o mundo falando mal do Brasil. Era bonito a gente viajar o mundo e falar: “No Brasil tem 30 milhões de crianças de rua”. A gente ia citando números, sabe. Se um cara perguntasse a fonte, a gente não tinha”, disse.
👉🏿👉🏿👉🏿Observem essa frase e pense na questão dos MEIs! Vamos prometer melhoras para os MEIs, assim como prometemos a picanha, se o cara perguntar a fonte do dinheiro, a gente não tem.
👺👺👺AS PROMESSAS FORAM CUMPRIDAS👺👺👺👇🏿
👉🏿Voa Brasil: mais um voo frustrado da política de subsídios
Com apenas 1,5% das passagens ofertadas reservadas em um ano, programa do governo Lula escancara os limites das soluções populistas para um setor aéreo
👉🏿Fracasso do Move Brasil e extensão do Desenrola expõem interesse eleitoreiro
Financiamento de veículos fica aquém do esperado, enquanto alívio a dívidas agrava problema que diz resolver.
💩💩💩Cai na conversa da esquerda que m é 🫏🫏🫏🫏🫏
Logo após a aprovação em primeiro turno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1, o líder da bancada do PT, senador Camilo Santana (CE), dirigiu-se à mesa diretora para cumprimentar o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP) e comemorar a aprovação da proposta na noite dessa quarta-feira (14).
Em um diálogo captado pelos microfones do plenário após a consolidação do resultado, Alcolumbre parabenizou o parlamentar cearense pelo resultado. Em resposta, Camilo atribuiu o mérito da articulação ao presidente da Casa legislativa: “Você é responsável por isso aqui”. Alcolumbre, por sua vez, reagiu com um sorriso: “Não te disse que ia dar certo?”.
A matéria foi aprovada por margem expressiva no plenário, somando 75 votos favoráveis e apenas um contrário, registrado pelo senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS).
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