Diversos

Defesa de Lula pede a Moro absolvição sumária da ex-primeira dama Marisa Letícia

Lula e dona Marisa Letícia em foto de 2008, durante o segundo mandato presidencial – Ricardo Moraes – AP Photo / AP

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu ao juiz Sérgio Moro que absolva sumariamente a ex-primeira-dama Marisa Letícia, que morreu no último dia 3, vítima de aneurisma cerebral. Junto com Lula, dona Marisa respondia a dois processos na Lava-Jato por lavagem de dinheiro – um referente ao tríplex do Guarujá e outro à cobertura vizinha ao apartamento do casal, em São Bernardo do Campo. Com a morte da ex-primeira-dama, os processos são extintos. Os advogados argumentam, porém, que o artigo 397 do Código de Processo Penal determina que o juiz absolva sumariamente o acusado sempre que a punibilidade for extinta.

“Considerando que a reforma da legislação penal promovida pela Lei 11.719, de 2008, teve como objetivo adequar os regramentos processuais penais com os padrões constitucionais e tratados internacionais de proteção dos direitos humanos, é necessária a afirmação de presunção de inocência em sua plenitude, por meio da absolvição sumária”, afirmam na petição, acrescentando que a presunção de inocência é garantida pela Constituição.

Dona Marisa Letícia havia comprado a cota referente a um apartamento padrão da Bancoop, a cooperativa dos bancários, no edifício Solaris, no Guarujá. Com a insolvência da cooperativa, a OAS assumiu a construção do prédio.

O Ministério Público Federal afirma que o casal Lula foi beneficiado por uma melhora da unidade, que passou a ser o tríplex, e pelas reformas feitas no imóvel, assim como a compra de móveis sob medida. O tríplex está em nome da OAS. A defesa de Lula e dona Marisa Letícia afirma que o imóvel não pertencia ao casal, que apenas foi visitar a unidade com vistas a uma possível compra, que não ocorreu.

A segunda ação que envolveu dona Marisa Letícia foi a compra da cobertura vizinha à do casal no prédio onde morava, em São Bernardo do Campo. O apartamento foi alugado pela Presidência da República durante o período que Lula foi presidente. Mesmo depois de ter deixado o Planalto, Lula continuou a usar o apartamento, que foi comprado por Glaucos Costamarques, primo do pecuarista José Carlos Bumlai, amigo de Lula.

A força tarefa da Lava-Jato afirma que a OAS comprou o apartamento para Lula, mas a unidade foi mantida em nome de um terceiro (Costamarques). A defesa de Lula e dona Marisa argumenta que o casal pagava aluguel a Costamarques pelo uso do imóvel.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Se existe divida com o poder publico, tipo sonegação fiscal, passa a divida para os filhos e o cumpanheiro Lula.

  2. Já até imagino o q não existe por trás desse pedido….Ela se foi mas,existe a outra parte q se encontra bem viva….

  3. Piada mesmo foi o tal do Moro deixar uma pessoa já morta na lista de depoimentos da Lava-jato, acredito q ele deva indicia-la e depois condená-la mesmo já falecida, dai ele finda uma parte dessa perseguição e paixão que nutre por Lula e sua família.

    1. Um comentário desses, só vindo de um petista fanático. Vá até Curitiba dar aulas ao Juiz Sérgio Moro, sabidão. É cada um. Kkkkkkkkkkk…..

    2. Neto acho que quem precisa ter aulas é você que não sabe nem apresentar um argumento pra defender sua opinião. O que Marcos Lago disse é fato, ele intimou a Dna Marisa mesmo após a morte dela. É preciso parar de idolatrar pessoas, seja Lula ou Moro e se focar nos fatos!

    3. Para se comentar tem que entender um pouco a legislação vá se informar e depois defenda seu corruPTos de estimação

    4. Acredito eu, que esse rapaz acha que Lula é um homem muito sério, honrado…Pode parecer piada, mas sabe que tem gente que acredita nisso? Verdade, ou se fazem de bestas, como se falassem assim: Ele é ladrão, mas eu votei nele e o defendi sempre, não vou mudar de opinião…Só pode ser, porque saber que ele é ladrão, ah, isso eles sabem!

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Polêmica

[VÍDEO] INTOLERÂNCIA RELIGIOSA: Militantes da UFRN pedem expulsão de professor conservador

Uma polêmica envolvendo a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), grupos internos da instituição e o professor doutor Tassos Lycurgo ganhou repercussão nas redes sociais após a vereadora Camila Araújo denunciar o que classificou como uma campanha de difamação e perseguição motivada por intolerância religiosa.

Segundo a parlamentar, estaria em curso um movimento articulado para pedir a expulsão do professor, que é pastor evangélico e conhecido por suas posições conservadoras e críticas à esquerda ideológica.

Em publicação nas redes sociais, Camila Araújo afirmou:

“A esquerda dentro da UFRN está fazendo uma campanha de difamação e perseguição ao professor doutor Tassos Lycurgo, motivada por pura intolerância religiosa. Querem expulsar um professor altamente capacitado, aprovado em concurso público, com mestrado, doutorado e pós-doutorado, apenas por causa da sua fé e das posições conservadoras que defende.”

Veja o vídeo:

Campanha nas redes e acusações de perseguição

Após a repercussão da fala da vereadora, o próprio professor Tassos Lycurgo se manifestou publicamente, divulgando prints de mensagens e publicações que, segundo ele, estariam circulando em grupos internos da UFRN e em redes sociais, defendendo sua retirada da universidade.

Em um dos textos publicados, o docente afirma que não se trata de um movimento estudantil espontâneo, mas de uma articulação política mais ampla. Segundo ele:

“Militantes comunistas da UFRN se somam a grupo político nacional para exigir a minha expulsão. Estão publicando notas em todos os grupos de WhatsApp da universidade. O motivo? Não toleram uma opinião divergente.”

O professor afirma que a reação não estaria relacionada à sua atuação acadêmica, mas à sua posição pública em temas políticos, filosóficos e religiosos.

Confira o post:

 

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Uma publicação partilhada por Tassos Lycurgo (@tassoslycurgo)

Quem é Tassos Lycurgo

Tassos Lycurgo é professor concursado da UFRN, com doutorado, mestrado e pós-doutorado, além de formação em filosofia, direito e atuação como advogado. Também é pastor evangélico e conhecido nacionalmente por sua atuação como apologista cristão, participando de debates públicos, palestras e produções acadêmicas que envolvem filosofia, lógica, fé e razão.

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Saúde

Raí Saia Rodada apresenta melhora, mas continua internado

Foto: Reprodução

O cantor Raí, da banda Saia Rodada, internado na quinta-feira (15) no Hospital Wilson Rosado em Mossoró (RN), teve uma melhora significativa dos sintomas iniciais, compatíveis com quadro clínico de ansiedade. As informações foram divulgadas em comunicado oficial pelo escritórito responsável pelo gerenciamento da carreira dele.

De acordo com o comunicado, o cantor vem apresentando boa evolução, mas por precaução, e seguindo orientação da equipe médica, o artista permanece sob cuidados e acompanhamento hospitalar, para a plena recuperação.

Sobre a agenda do cantor, o escritório Modo Full informou que foram cancelados os shows previstos para acontecer entre os dias 16 e 21 de janeiro.

Raí foi internado às pressas na manhã de quinta-feira (15). O artista deu entrada na unidade de saúde em uma ambulância, após um mal estar.

Nas redes sociais do cantor, as últimas postagens de stories mostram que ele estava fazendo show durante a madrugada na cidade de Caraúbas, também da Região Oeste do estado.

Novo Notícias 

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Geral

Crime vira maior fantasma de Lula e encurrala governo às vésperas da eleição

Foto: Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva entra no ano eleitoral pressionado por um tema que hoje lidera a angústia do brasileiro: a criminalidade. Pesquisas recentes mostram que quase metade da população avalia como ruim ou péssima a atuação do governo no combate ao crime, enquanto 31% apontam a violência como o principal problema do país, superando economia e corrupção. A troca no comando do Ministério da Justiça, com a saída de Ricardo Lewandowski e a nomeação de Wellington César Lima e Silva, escancara a instabilidade da área, que já teve três ministros em apenas três anos.

A gestão Lewandowski deixou como herança projetos travados no Congresso, como a PEC da Segurança Pública e o PL Antifacção, além de críticas pela falta de articulação política e de ações práticas contra o avanço de facções como PCC e Comando Vermelho. O desgaste interno no governo, sobretudo com a Casa Civil, também minou a condução da pasta. Agora, Lula aposta em um nome de confiança do núcleo do Planalto, mas assume o risco de reforçar a percepção de improviso em um tema decisivo para a eleição.

O cenário se agrava porque estados governados pelo PT, como Bahia e Ceará, lideram rankings negativos de violência, enquanto unidades comandadas por possíveis adversários de Lula exibem indicadores melhores e usam isso como munição política. Mesmo com queda gradual em alguns índices criminais, crimes como furtos, golpes virtuais e violência contra a mulher seguem em alta e alimentam a sensação de insegurança, que pesa mais do que estatísticas frias.

Com pouco tempo até o início da campanha, Lula enfrenta um Congresso disposto a endurecer o discurso e a pauta da segurança. A votação da PEC promete embates duros e o risco de projetos de apelo eleitoral. Sem resultados concretos para mostrar, o governo chega à disputa presidencial fragilizado em uma área sensível, onde a percepção pública aponta que o tempo foi perdido e a resposta, insuficiente.

Com informações da VEJA

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Geral

Fundo ligado a cunhado de Vorcaro comprou fatia de R$ 6,6 milhões da família de Toffoli em resort

Foto: @podcastdobalaio via Youtube

O pastor e empresário Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, está por trás dos fundos de investimento que compraram parte da participação dos irmãos do ministro do STF Dias Toffoli no resort Tayayá, no interior do Paraná. À época, a fatia adquirida da família Toffoli foi avaliada em R$ 6,6 milhões, dentro de um aporte total de R$ 20 milhões no empreendimento.

Documentos obtidos pelo Estadão mostram que Zettel foi o único cotista do fundo Leal entre 2021 e 2025, que, por sua vez, era o único cotista de outro fundo, o Arleen, ambos administrados pela Reag Investimentos. Foi por meio dessa estrutura que o fundo Arleen se tornou sócio das empresas responsáveis pelo resort, então controladas por irmãos e primo de Toffoli. Procurados, o ministro, seus familiares, a administração do Tayayá e a Reag não se manifestaram.

Toffoli não tem participação direta no resort, mas frequenta o local. O ministro é relator no STF do inquérito do caso Master, que envolve a Reag Investimentos e o banqueiro Daniel Vorcaro. O processo chegou ao Supremo após pedido da defesa de Vorcaro. Zettel chegou a ser preso e posteriormente solto no âmbito da mesma investigação. Ao Estadão, ele confirmou que foi cotista do fundo, disse ter deixado o investimento em 2022 e afirmou que o fundo foi liquidado em 2025.

A sociedade entre o fundo e a família Toffoli durou até 2025, quando as participações foram vendidas ao advogado Paulo Humberto Barbosa, hoje único dono do resort. Barbosa já atuou para a JBS em causas tributárias e tem ligações empresariais com nomes ligados ao grupo. Em dezembro de 2023, Dias Toffoli suspendeu o pagamento de parcelas da multa de R$ 10,3 bilhões da J&F, e, em março de 2025, passou a relatar no STF a investigação sobre a compra do Banco Master pelo BRB, apurada pela Polícia Federal na Operação Compliance Zero.

Com informações do Estadão

Opinião dos leitores

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Geral

Fila do INSS dispara sob Lula e se aproxima de 3 milhões de pedidos em espera

Foto: Governo Federal

A fila de espera do INSS voltou a crescer e atingiu um novo recorde na gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em novembro de 2025, o instituto acumulava 2,96 milhões de requerimentos pendentes de análise. Do total, cerca de 933 mil pedidos são do Benefício de Prestação Continuada (BPC), destinado a idosos a partir de 65 anos e pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade.

O volume atual supera em 45,5% o maior patamar registrado no governo anterior, quando a fila chegou a 2,03 milhões de pedidos, em janeiro de 2020. Já em 2022, último ano da gestão Jair Bolsonaro (PL), o número havia sido reduzido para 1,09 milhão. Na prática, a fila cresceu cerca de 172% desde o início do atual governo, indo na contramão da promessa de campanha de zerar as análises de benefícios.

Para tentar conter o avanço da fila, o INSS publicou nesta terça-feira (13) uma portaria que retoma o pagamento de bônus a servidores que ampliarem a produtividade. Cada análise extra concluída renderá R$ 68 aos funcionários que aderirem ao programa, como forma de acelerar a liberação dos benefícios represados.

Segundo o presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior, a estratégia também prevê uma cooperação entre regiões. Enquanto Sul e São Paulo registram prazos médios de até 45 dias, o Nordeste chega a 188 dias de espera. Além disso, o instituto vai criar filas extraordinárias focadas em benefícios com maior atraso, como salário-maternidade, aposentadoria por idade e revisões do BPC.

Com informações da Jovem Pan News

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Geral

Senador acusa Toffoli e Moraes de “abuso de poder” contra PF e Receita

Foto: Carlos Moura/Agência Senado

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) afirmou nesta quinta-feira (15) que os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), estariam cometendo um “abuso de poder escancarado” ao, segundo ele, tentar constranger e intimidar a Polícia Federal e a Receita Federal. A declaração foi feita em publicação nas redes sociais, na qual o parlamentar criticou a postura dos magistrados diante das investigações envolvendo o Banco Master.

Vieira reagiu à decisão de Moraes de instaurar um inquérito para apurar um suposto vazamento de dados sigilosos de ministros do STF. A investigação mira possíveis acessos irregulares a informações bancárias e fiscais no âmbito da Receita Federal e do Coaf, envolvendo o próprio Moraes e o ministro Dias Toffoli. No caso de Moraes, os dados estariam relacionados ao escritório de advocacia de sua esposa, Viviane Barci de Moraes; já em relação a Toffoli, as informações dizem respeito a negócios de familiares ligados ao Banco Master.

Para o senador, a abertura do inquérito seria uma reação às revelações que causaram constrangimento à Corte. “Não conseguem explicar relações com investigados e transações milionárias, então partem para a intimidação”, escreveu Vieira, sugerindo que a iniciativa busca deslocar o foco do conteúdo revelado para a apuração do vazamento.

No mesmo contexto, Toffoli criticou publicamente a Polícia Federal pela demora na deflagração da segunda fase da Operação Compliance Zero, que investiga o Banco Master. O ministro chegou a responsabilizar a PF por eventuais prejuízos à apuração e, inicialmente, determinou que os materiais apreendidos ficassem lacrados e sob custódia do STF. Horas depois, porém, recuou da decisão e autorizou o envio direto dos itens à Procuradoria-Geral da República.

Com informações de O Antagonista

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Geral

VÍDEO: Waack vê inquérito do STF como blindagem a interesses de ministros

 

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Vídeo: Reprodução/CNN

O jornalista William Waack avaliou que o novo inquérito sigiloso aberto pelo Supremo Tribunal Federal serve, na prática, para proteger ministros da própria Corte. A investigação foi instaurada de ofício pelo ministro Alexandre de Moraes, sem provocação da Polícia Federal ou da Procuradoria-Geral da República, para apurar suposto vazamento de dados sigilosos da Receita Federal e do Coaf envolvendo Moraes, Dias Toffoli e familiares.

Para Waack, o procedimento repete um método já adotado pelo STF. Em 2019, o tribunal abriu outro inquérito sigiloso, também de ofício, para investigar a disseminação de notícias consideradas falsas contra a Corte. À época, Toffoli presidia o Supremo e Moraes foi designado relator. A apuração segue em andamento até hoje, sem prazo definido para conclusão.

O jornalista aponta que o foco da nova investigação não seria o vazamento em si, mas o constrangimento causado pelo conteúdo revelado. Entre os episódios estão informações sobre um contrato milionário entre o escritório de advocacia da esposa de Moraes e o dono do Banco Master, além de negócios envolvendo parentes de Toffoli ligados a investimentos em um resort de luxo.

Na avaliação de Waack, ao agir sem provocação dos órgãos competentes, o Supremo estaria atuando para resguardar interesses pessoais de seus integrantes, o que comprometeria a legitimidade da instituição. Segundo ele, esse tipo de postura tende a ocorrer quando autoridades passam a se comportar como se fossem donas das instituições que deveriam apenas representar.

Com informações da CNN

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Geral

Morre Galbê Maia, ex-prefeito de Jardim de Piranhas e irmão de Zenaide e João Maia

Foto: TSE

Morreu no fim da noite desta quinta-feira (15), em Natal, o ex-prefeito de Jardim de Piranhas, Galbê Maia, aos 82 anos. Ele estava internado, apresentava bom estado de saúde e chegou a caminhar pelos corredores do hospital, mas passou mal repentinamente e sofreu uma parada cardíaca.

Natural do Sítio Bom Lugar, no município de Brejo do Cruz (PB), Galbê nasceu em 2 de outubro de 1943 e construiu sua trajetória política e pessoal em Jardim de Piranhas, cidade onde exerceu o cargo de prefeito e manteve forte ligação ao longo da vida.

Galbê Maia era irmão da senadora Zenaide Maia (PSD-RN), do deputado federal João Maia (PP-RN) e do deputado distrital Agaciel Maia. Era casado com Josidete Maia, que também já ocupou o cargo de prefeita do município.

A família ainda providencia informações sobre velório e sepultamento, mas há o desejo de que as cerimônias ocorram em Jardim de Piranhas, cidade onde Galbê construiu sua história política e familiar.

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Política

Posse marcada por ruído: novo ministro da Justiça se contradiz sobre reunião com Lula e caso Master

Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República

O primeiro dia de Wellington César Lima e Silva à frente do Ministério da Justiça e Segurança Pública foi marcado por um desencontro público de versões envolvendo uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Após o encontro, o novo ministro afirmou que o caso envolvendo o Banco Master teria sido o “eixo” da conversa. Horas depois, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) negou que o tema tenha sido tratado.

A reunião ocorreu um dia depois de o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), abrir um procedimento para apurar possível vazamento de informações sigilosas de ministros da Corte e de familiares, envolvendo dados da Receita Federal e do Coaf. Moraes esteve presente no encontro, assim como outras autoridades do alto escalão do governo.

Questionado por jornalistas, Lima e Silva disse inicialmente que o caso Master havia sido central na discussão, sem detalhar os termos. Diante da repercussão, a Secom afirmou que o ministro se referia, na verdade, ao combate ao crime organizado de forma ampla, e não a um caso específico.

Após o esclarecimento oficial, o próprio ministro recuou e passou a minimizar a menção ao Banco Master. Em nova conversa com a imprensa, afirmou que o assunto pode ter sido citado de forma pontual por algum participante, mas garantiu que não houve debate direcionado ou tratamento específico sobre o banco.

Segundo Lima e Silva, o foco do encontro foi discutir medidas estruturantes de enfrentamento ao crime organizado, incluindo temas como apostas online, fintechs e crimes financeiros. Ele disse que eventuais referências a casos concretos teriam servido apenas como ilustração dentro de um debate mais amplo.

Além de Lula, Moraes e do novo ministro da Justiça, participaram da reunião o vice-presidente Geraldo Alckmin, o ministro da Secom Sidônio Palmeira, o procurador-geral da República Paulo Gonet, o diretor-geral da Polícia Federal Andrei Rodrigues, representantes da Fazenda, da Receita Federal e o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.

Nos bastidores, integrantes do encontro afirmaram que o tema que mais preocupou as autoridades foi o avanço das bets e o impacto do vício em jogos, apontado como um problema crescente e associado a esquemas de crime organizado.

Paralelamente, segue em curso no STF a apuração determinada por Moraes para investigar se houve acesso indevido a dados fiscais e bancários de ministros da Corte. O procedimento busca identificar responsáveis, datas e justificativas para eventuais consultas irregulares aos sistemas oficiais.

O episódio reacende um histórico de tensões entre o Supremo e a Receita Federal. Em 2019, o próprio Moraes suspendeu investigações fiscais que atingiam ministros do STF, alegando desvio de finalidade, e afastou servidores suspeitos de quebra de sigilo.

Mais recentemente, em dezembro, veio à tona um contrato entre o Banco Master e um escritório de advocacia ligado à esposa de Moraes, prevendo pagamentos milionários ao longo de três anos para atuação estratégica junto aos Três Poderes — informação que ampliou o escrutínio sobre o caso e o ambiente político em torno das investigações.

Com informações do O Globo

Opinião dos leitores

  1. Membro novo da quadrilha tem dessas coisas. Kkkkkk
    Já já , depois de conseguir seus primeiros milhões, vai está tinindo na mentira, nas enrolaçoes e outros crimes, mas sempre jurando toda “onestidade”. Se tornou um PTralhas, agora é um CRIMINOSO com C maiusculo.

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Geral

Moraes libera leitura na prisão e Bolsonaro poderá reduzir pena com livros

Foto: Divulgação/STF via AFP

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a participar do programa de remição de pena por leitura enquanto cumpre condenação no Complexo da Papuda, no Distrito Federal. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (15), no mesmo despacho que determinou a transferência do ex-mandatário para a Sala de Estado-Maior do 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecida como Papudinha.

Condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por participação na tentativa de golpe de Estado de 8 de janeiro de 2023, Bolsonaro poderá abater até quatro dias da pena por cada livro lido e resenhado, com um limite anual de 48 dias. A autorização segue regras previstas na Lei de Execução Penal e regulamentadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

No Distrito Federal, o programa é executado pelo sistema penitenciário local, responsável por definir os títulos disponíveis, acompanhar as leituras e avaliar as resenhas produzidas. Entre as obras que integram a lista autorizada está “Ainda estou aqui”, de Marcelo Rubens Paiva, que aborda o desaparecimento do ex-deputado Rubens Paiva durante a ditadura militar, além de clássicos como “Crime e Castigo”, de Dostoiévski, e “A Revolução dos Bichos”, de George Orwell.

O pedido partiu da defesa do ex-presidente no início de janeiro e se soma a autorizações semelhantes concedidas a outros condenados pelos atos golpistas. Bolsonaro seguirá custodiado na Papuda enquanto aguarda a definição operacional do acesso ao acervo e o início formal das atividades de leitura.

Com informações do Poder360

Opinião dos leitores

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