Cezar Bitencourt, novo advogado do tenente-coronel do Exército e ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), Mauro Cesar Cid, disse que o cliente era apenas um assessor e estava cumprindo ordens.
“Não sei se Jair Bolsonaro tinha, por exemplo, um vice-presidente, um secretário, um ministro que dava essas ordens. Temos que verificar de quem vinham essas ordens que eram dadas a Mauro Cid”, disse Bitencourt.
Ao ser questionado sobre a inocência de Mauro Cid, Bitencourt afirmou em entrevista à CNN que o tenente-coronel “era um assessor, um ajudante, e é da formação militar respeitar a hierarquia”. Para o advogado, “Mauro é uma vítima das circunstâncias. Ele está sendo injustiçado com certeza”.
Durante a entrevista, Bitencourt afirmou que ainda não teve acesso aos autos dos processos e nem conversou com o próprio cliente. Mesmo assim, ele acredita na inocência do tenente-coronel.
A defesa também descartou uma possível delação premiada de Mauro Cid. “Não está no nosso horizonte”, disse. No entanto, caso seja necessário para a defesa do cliente, Bitencourt disse que “vamos conversar”.
Cezar Bitencourt é o terceiro advogado contratado pela família de Mauro Cid nos últimos meses. Na última sexta-feira (11/8), Bernardo Fenelon, deixou a defesa do tenente-coronel antes da operação da Polícia Federal (PF), que tinha entre os alvos o pai dele, o general Lourena Cid.
Mauro Cid é investigado pela PF nos inquérito do caso das joias e presentes sauditas enviados ao Brasil, enquanto Bolsonaro era presidente da República. O tenente-coronel tentou vender os presentes oficiais enquanto estava nos Estados Unidos (EUA).
Metrópoles

Os agentes públicos de forma geral não têm a liberdade de agir, devendo a sua conduta, além de estar pautada na lei, ser respeitadora dos diversos princípios que regem as atividades administrativas.
De acordo com o art. 5º, inciso II, da Constituição Federal, “ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei”.
art. 37, caput do texto constitucional “a Administração Pública Direta e Indireta de qualquer dos poderes da União, dos Estados e Distrito Federal e dos Municípios, obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência (…)”.
Será que ele vai delatar o chefe bandido?
A defesa disse o óbvio. Cid com essa carinha de fantoche não teria capacidade de fazer as coisas por conta própria.
Basta dizer de quem foram as ordens. Ficar com conjecturas, é tentar jogar cortina de fumaça.
O Bozo deve estar com o ** piscando.
Tic tac…
Chora gado cloroquinado.
Faz arminha.
Ou chora.
Kkkkkk
5º, inciso II, da Constituição Federal, “ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei”.
Cumprir uma ordem de um superior, sabidamente ilícita, não exime o cumpridor da culpa.