Saúde

Demora aumenta, e Brasil leva 20,8 dias para aplicar vacinas da covid

Os municípios brasileiros levam, em média, 20,8 dias para aplicar vacinas contra a covid-19 já distribuídas aos Estados pelo governo federal. Esse é o tempo que se passa do momento que as doses são entregues aos Estados até a aplicação nos municípios.

O período considerado foi de 1º de março de 2021 até 24 de maio de 2021.

O processo ficou mais lento. Até 15 de abril, a média de tempo do envio das doses até a aplicação da vacina era de 18,8 dias. Houve aumento de 2 dias na média.

O Poder360 compilou as informações de distribuição de doses do painel LocalizaSUS, do governo federal, e da plataforma coronavirusbra1, que reúnem o número de aplicações divulgadas pelas secretarias estaduais.

Primeiro, verificou-se o total de doses distribuídas em cada uma das datas desse período. Depois, foi calculado quanto tempo levou para que o acumulado de doses recebidas em cada dia fosse aplicado. O cálculo de 20,8 dias é uma média.

PODER360

Em 29 de abril, o governo federal tinha distribuído 62,8 milhões de doses aos Estados desde o começo da pandemia. Essas 62,8 milhões de vacinas só foram completamente aplicadas em 24 de maio, segundo os números informados pelas Secretarias estaduais da Saúde. São 25 dias de diferença.

VACINAÇÃO FICOU MAIS LENTA

Em 16 de abril, o Poder360 mostrou que a média nacional era de 17,8 dias do envio até a aplicação dos imunizantes. Só que o governo federal alterou números de distribuição de vacinas na sua base de dados. Por isso, refazendo o levantamento, agora se chega à conclusão de que o tempo médio do momento da distribuição à aplicação passou de 18,8 dias naquela data de abril para os 20,8 dias atuais.

Em 21 de março, o Ministério da Saúde, comandado na época por Eduardo Pazuello, orientou os Estados a não reservar a 2ª dose. Todas as doses deveriam ser para “utilização imediata“.

Em 26 de abril, o ministro Queiroga disse em comissão do Senado que os Estados deveriam guardar parte do estoque para as segundas aplicações. Isso foi reforçado nas notas técnicas que o ministério passa aos governos estaduais ao distribuir as doses. Ou seja, há vacinas enviadas ao interior do país, mas estocadas para quando chegar a hora da 2ª dose, o que pode ter feito a ritmo da vacinação ficar mais lento.

RORAIMA, AMAZONAS E ACRE SÃO OS MAIS LENTOS

Os 3 Estados demoram, em média, mais de 40 dias para aplicar as doses que haviam sido entregues. A média de Roraima e do Amazonas é mais que o dobro da média nacional.

Os governos desses Estados afirmaram ao Poder360 que há obstáculos na logística para enviar vacinas às comunidades de difícil acesso e falta infraestrutura –como acesso à internet– para informar os dados com mais agilidade.

O Mato Grosso do Sul é o único Estado que, em média, levou menos de duas semanas entre a chegada das vacinas e a aplicação total pelos municípios. A média é de 12,9 dias.

70% DAS VACINAS APLICADAS

O governo federal havia entregue até 24 de abril 90,7 milhões de doses de vacinas da covid-19 aos Estados, que ficam responsáveis por repassar as doses para as cidades.

As Secretarias estaduais da Saúde informaram a aplicação de 63,5 milhões de vacinas até a data. O número representa 70% das doses distribuídas. Dessa forma, a cada 10 doses entregues, 3 ainda não foram aplicadas.

O Estado que mais aplicou o total de doses recebidas foi o Mato Grosso do Sul. Foram usadas 88% das doses em estoque.

O Rio de Janeiro é o Estado que menos usou as vacinas que recebeu. Só usou 48% das doses disponíveis.

 

PODER360

Opinião dos leitores

  1. A ação deliberada do governo federal de retardar a compra de vacinas deu nesse caos. Existem países que estão doando. Ainda temos o descontrole da pandemia que está por vir, aumentando ainda mais a tragédia. Ontem na Zona Norte, a Fila para consultas era enorme, sinalizando o aumento de casos para os próximos dias. E a turma do vem pra rua deve estar Feliz. Especialmente o Alvirus.

    1. Pois é. Você fica reclamando do PR, o que dizer de quem passa mais de 20 dias com a vacina e não começa a aplicar? Essa sua narrativa já foi derrubada.

    1. Alagoas vacinou 19 milhões, todos com comorbidades e prioridades, agora começou o grupo de 58 anos. Fatão com quase 23 milhões de vacinados, ainda estão vacinando partes do grupo de comorbidades, e com 60 anos. Como é administração petralhas, devem ter muitos desvios e comorbidades falsas, até amiguinhos dos poderosos sendo vacinados indevidamente, e atrasando os outros grupos. Nem sei a quem apelar, porque é uma governadora fora da lei, e não tem quem fiscalize. Total desmando esse RN dos petralhas.

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Campanha de Flávio Bolsonaro aposta em viagens ao Nordeste e ofensiva contra Lula


Breno Esaki/Metrópoles

A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) pretende ampliar a presença nas ruas e endurecer os ataques ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na última semana antes do segundo turno, marcado para 25 de outubro. O plano estratégico combina viagens intensas pelas regiões Norte e Nordeste, maior participação de aliados de peso e uma preparação rigorosa para os debates, em uma tentativa de recuperar o protagonismo na reta final da disputa.

A orientação central da equipe é dar mais visibilidade às propostas do senador e colocar o adversário sob pressão constante. Integrantes da campanha reconhecem que reações anteriores deixaram o candidato ocupado em responder a acusações, ao mesmo tempo em que os anúncios governamentais e a forte mobilização de apoiadores petistas passaram a preocupar o núcleo bolsonarista.

Agenda de peso e demonstração de força

O domingo (18) concentrará dois compromissos cruciais para a estratégia: um ato político na Avenida Paulista, em São Paulo, seguido pelo debate na Band. A manifestação de rua contará com a presença do governador reeleito Tarcísio de Freitas (Republicanos) e do prefeito paulistano, Ricardo Nunes (MDB), com o objetivo de demonstrar força política no mesmo espaço ocupado pelos petistas semanas antes.

Já na segunda-feira (19), Flávio seguirá para Manaus e Marabá. O roteiro de viagens, ainda em fase de ajustes, também prevê passagens por Aracaju, São Luís, Recife e Fortaleza, com encerramento previsto em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro no sábado (24).

O esforço nas estradas visa reduzir a vantagem de Lula em redutos estratégicos. No Amazonas, por exemplo, o atual presidente obteve 48,23% dos votos válidos no primeiro turno, contra 45% do senador, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Mobilização de aliados no Nordeste e nas redes

Para atrair o eleitorado nordestino, a campanha contará com a atuação do deputado federal Alfredo Gaspar (PL), candidato a vice. Alagoano e ex-secretário de Segurança Pública, Gaspar tem percorrido estados da região para reforçar o discurso focado no combate à violência.

Nos locais onde o presidenciável não puder comparecer, a mobilização popular ficará a cargo de outras lideranças de destaque, como a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).

Além disso, deputados, senadores e governadores com disputas já encerradas receberam orientação estrita para intensificar a divulgação das propostas do candidato, impulsionar materiais de campanha e utilizar suas próprias estruturas políticas para pedir votos ativamente.

Com informações do Metrópoles

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[VÍDEO] Flávio reafirma que patrocínio de Vorcaro a Dark Horse foi “lícito”, assim como o dinheiro que o ex-banqueiro investiu em propaganda na Globo


Vídeo: Reprodução/TV Globo

Ao ser sabatinado na TV Globo, na sexta-feira (16), Flávio Bolsonaro (PL) voltou a destacar que o dinheiro investido pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro na produção do filme Dark Horse, sobre a trajetória política do seu pai e ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foi um recurso “totalmente lícito”.

Ele comparou o patrocínio do filme com os contratos de publicidade firmados pelo ex-dono do extinto Banco Master com a própria TV Globo. “O programa do Luciano Huck recebeu mais de R$ 160 milhões para fazer uma propaganda do banco do Vorcaro. O que tem de errado nisso? Nada”, pontuou.

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RETA FINAL: Campanha de Lula foca em reduzir abstenção e mobilizar eleitores para o segundo turno


Foto: Carolina Curi/Agência Senado

Na reta final da disputa pelo Palácio do Planalto, o candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pretende reforçar o apelo para que os eleitores compareçam às urnas no próximo domingo (25), data do segundo turno. O principal objetivo da campanha petista é reduzir a abstenção, que na primeira etapa do pleito atingiu 33 milhões de pessoas, o equivalente a 21,08% do eleitorado apto a votar.

Impulsionada por um novo fôlego nas pesquisas de intenção de voto, a estratégia da campanha também aposta em uma agenda positiva para tentar reverter o resultado registrado no primeiro turno. Na ocasião, o senador Flávio Bolsonaro (PL), adversário de Lula na corrida pelo Palácio do Planalto, terminou a etapa anterior à frente, com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% do atual presidente.

De acordo com auxiliares do governo, o programa eleitoral de Lula dará forte destaque à importância do voto ao longo da semana, buscando conscientizar e estimular o comparecimento maciço dos eleitores às urnas.

O foco na abstenção é respaldado por dados recentes: uma pesquisa da Quaest divulgada na última quarta-feira (14) aponta que 43% dos eleitores que deixaram de votar no primeiro turno declaram agora a intenção de votar em Lula.

Com informações do Metrópoles

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[VÍDEO] Flávio defende reforma do Judiciário e diz que Alexandre de Moraes atua como “articulador político de Lula em Brasília”


Vídeo: Reprodução/TV Globo

Flávio Bolsonaro (PL) defendeu uma reforma no Judiciário, voltou a criticar a atuação do ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal (STF) e afirmou que o magistrado atua como “articulador político de Lula em Brasília”.

Ele citou que a atuação político-partidária é uma das hipóteses previstas em lei para abertura de um processo de impeachment contra ministros do STF. “É o que nós vemos com alguns ministros do STF, por exemplo, tomar decisões quando obviamente deveria se tornar suspeito. Foi o que mais Alexandre de Moraes fez”, declarou.

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ESCALADA DA GUERRA: Rússia atinge maior siderúrgica ucraniana após Trump suspender sanções


Foto: Reprodução/@SESU_UA

O Ministério da Defesa da Rússia informou que realizou um ataque de grande escala contra a maior siderúrgica da Ucrânia, situada em Kryvyi Rih, na madrugada deste sábado (17). De acordo com Moscou, a planta industrial era utilizada para fornecer produtos de aço ao complexo militar-industrial ucraniano.

Paralelamente à ofensiva na siderúrgica, autoridades ucranianas relataram bombardeios em diversas regiões do país, incluindo Kharkiv, Zaporizhzhia e Rivne.

Na cidade de Kherson, a situação foi particularmente crítica: a Rússia lançou oito bombas aéreas guiadas contra um bairro residencial, danificando 10 edifícios. O Serviço de Emergência da Ucrânia informou que várias pessoas ficaram soterradas, das quais sete foram resgatadas com vida. O balanço oficial aponta uma morte e 21 feridos no local, entre eles duas crianças.

Os ataques também deixaram feridos em outras localidades: 15 pessoas em Kharkiv (incluindo três crianças), cinco em Zaporizhzhia (incluindo uma criança) e duas em Rivne.

Contexto diplomático

A nova onda de bombardeios ocorre um dia após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, suspender um pacote de sanções contra a Rússia que havia sido aprovado pelo Congresso norte-americano e sancionado por ele próprio no mês passado. A medida tinha como objetivo principal pressionar o governo russo a encerrar o conflito armado contra a Ucrânia.

Com informações do Metrópoles

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[VÍDEO] FIM DA REELEIÇÃO “Eu só preciso de um mandato para começar a consertar o Brasil”, disse Flávio Bolsonaro na sabatina na Globo


Vídeo: Reprodução/TV Globo

Flávio Bolsonaro (PL) reafirmou que não será candidato à reeleição, caso vença a disputa presidencial de 2026. “Eu só preciso de um mandato para começar a consertar o nosso país de verdade”, disse ele, na sexta-feira (16), na sabatina da TV Globo.

“Eu não estou disputado o poder. Eu estou disputando o futuro da nossa nação. Estou aqui me comprometendo: eu só preciso de um mandato, porque eu não quero começar um mandato já pensando na reeleição”, declarou.

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PORQUE?: PT pede ao TSE para desvincular “Exército do Lula” da campanha


Foto: Reprodução/Estadão

A coligação que apoia a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta sexta-feira (16), para solicitar que o canal de WhatsApp “Exército do Lula” deixe de ser considerado parte integrante da estrutura oficial de sua campanha. O espaço é administrado pelo deputado federal André Janones (Rede).

O pedido baseia-se nas novas regras aprovadas pela própria Corte Eleitoral no mesmo dia, que definem os critérios para determinar quando canais mantidos por apoiadores integram formalmente a estrutura de uma candidatura.

Na petição encaminhada à Justiça Eleitoral, a coligação Brasil Pronto pra Mais argumenta que o canal não recebe verbas, equipamentos, serviços ou suporte técnico de profissionais contratados pela campanha. A defesa também nega a existência de qualquer coordenação editorial sobre as publicações ou o direcionamento de usuários a partir dos perfis oficiais do candidato.

“O canal não recebe recursos, bens ou serviços da campanha, da coligação ou dos partidos que a integram”, afirmam os advogados, reforçando que não há diretrizes sobre o conteúdo divulgado, a frequência do envio de mensagens ou metas a serem cumpridas.

Novas regras e histórico do caso

A nova regulamentação do TSE inseriu os artigos 33-E a 33-G na resolução sobre propaganda eleitoral, estabelecendo que fatores como compartilhamento de estrutura, repasse financeiro, divulgação em perfis oficiais e coordenação de conteúdo podem indicar vínculo formal. A comprovação de apenas um desses critérios já é suficiente para enquadrar a rede na estrutura do candidato.

No entanto, a equipe jurídica do PT defende que o “Exército do Lula” é uma iniciativa espontânea de pessoa física, o que, isoladamente, não caracteriza vínculo com a campanha.

Com informações da CNN Brasil

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[VÍDEO] FIM DA ESCALA 6X1: Flávio Bolsonaro disse que “ouviu os trabalhadores” e votou conforme o que viu nas ruas


Vídeo: Reprodução/TV Globo

Flávio Bolsonaro (PL) justificou sua mudança de posição a respeito do fim da escala de trabalho 6×1, aprovada na última quarta-feira (14) no Senado e promulgada nesta sexta-feira (16) no Congresso Nacional, afirmando que votou conforme o que viu nas ruas.

“Eu rodei o Brasil inteiro, eu ouvi muitos trabalhadores e eu votei conforme o que eu ouvi nas ruas. Como eu ouvi da grande maioria dos trabalhadores que eles estavam favoráveis ao fim da escala 6×1, eu resolvi seguir a maioria dos trabalhadores”, disse, ao participar da sabatina na TV Globo.

O candidato também assegurou que, se for eleito presidente, não vai se empenhar para reverter o fim da escala 6×1, como defendem alguns aliados dele do PL.

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[VÍDEO] Merval Pereira diz que Flávio Bolsonaro foi muito bem na sabatina da Globo


Vídeo: Reprodução/TV Globo

O comentarista da Globo News, Merval Pereira avaliou que o Flávio Bolsonaro foi muito bem na sabatina da Globo nesta sexta-feira (16). A avaliação do jornalista foi realizada durante a exibição do programa Central das Eleições, onde ele e outros analistas políticos debateram o desempenho dos candidatos após as rodadas de entrevistas da TV Globo.

Ao ser questionado sobre o impacto e o saldo das entrevistas, o jornalista e comentarista Merval Pereira destacou que, na sua avaliação, o cenário segue empatado entre as principais candidaturas. “Acho que continua empatado. O Lula foi muito bem ontem [quinta-feira], o Flávio foi muito bem hoje [sexta]. Embora eu discorde do ponto de vista dos dois, os dois foram muito bem como candidatos”, pontuou Merval Pereira. 

A discussão faz parte da repercussão promovida pela Globo News para analisar o cenário eleitoral e o discurso de Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Sabatina. 

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[VÍDEO] “O maior ajuste fiscal é tirar o Lula”, diz Flávio Bolsonaro na sabatina da Globo ao desmentir fake news usadas pela campanha de Lula


Vídeo: Reprodução/TV Globo

Em sabatina na TV Globo, na sexta-feira (16), Flávio Bolsonaro (PL) desmentiu uma série de fake news que vêm sendo disseminadas pela campanha do presidente Lula (PT). Ele assegurou que manterá a política de reajuste do salário mínimo acima da inflação, disse que não vão desvincular a correção das aposentadorias do reajuste do salário mínimo e reafirmou que não acabará com os pisos mínimos da saúde e da educação.

“O meu concorrente está promovendo um verdadeiro terrorismo em cima de servidores públicos, em cima de estatais, dizendo que eu acabaria com as aposentadorias, que eu acabaria com os servidores públicos e que eu privatizaria o Banco do Brasil, Caixa e Petrobras”, disse Flávio Bolsonaro.

O candidato do PL afirmou ainda que “o maior ajuste fiscal que o Brasil pode fazer é tirar o Lula”. “Ele hoje é o maior problema para esse desencontro de contas”, declarou.

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