Foto: Pablo Jacob/Agência O Globo
O desembargador Paulo Espirito Santo, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, concedeu, no sábado, habeas corpus que suspende a investigação sobre o advogado Victor Granado Alves, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), no caso do vazamento de informações da Operação Furna da Onça, denunciado pelo empresário e pré-candidato à Prefeitura do Rio Paulo Marinho (PSDB).
Entre os documentos que embasaram a Furna da Onça, estava um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que revelou movimentações financeiras suspeitas de Fabrício Queiroz. O vazamento da operação teria provocado, em outrubro de 2018, a exoneração de Queiroz do gabinete de Flávio e a filha dele, que era lotada no gabinete de Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados.
Segundo Paulo Marinho, foi o próprio senador que o procurou para contar sobre o episódio do vazamento depois que o caso veio à tona em dezembro de 2018. Na ocasião, ele estava acompanhado de Victor Granado Alves, então assessor de Flávio. O advogado também teria, segundo o empresário, se encontrado com o delegado da PF que passou as informações da operação para Flávio Bolsonaro.
Ao suspender a investigação, o desembargador citou o artigo 133 da Constituição da República, o Estatuto da OAB e o artigo 154 do Código Penal, que asseguram a inviolabilidade do sigilo profissional dos advogados.
Após o advogado se recusar a prestar depoimento no Ministério Público Federal (MPF) do Rio de Janeiro, a Procuradoria da República converteu a condição dele de testemunha para a de investigado. Por conta disso, a seção fluminense da OAB apresentou pedido de habeas corpus no TRF2, em favor do advogado. O mérito do pedido ainda será julgado pela Primeira Turma Especializada, que o desembargador Paulo Espirito Santo integra.
No entendimento do desembargador, Victor Granado participou do encontro na condição de advogado. “Está claro que, em razão das informações que chegaram ao conhecimento do senador, este confiou ao paciente a participação nos encontros na qualidade de advogado”, esclareceu o magistrado.
Investigado
Reportagem de ‘O Globo’ revelou que, em dois anos, uma loja de chocolates do advogado Victor Granado Alves e sua mulher, a advogada Mariana Frassetto Granado, teve um aumento de capital social de quase nove vezes segundo dados solicitados pelo GLOBO à Junta Comercial do Rio. Eles são os donos da franquia da Kopenhagen, com valor de R$ 480,6 mil, que fica ao lado da sede do Ministério Público Federal do Rio, na Avenida Nilo Peçanha, no Centro.
Granado Alves foi assessor de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio entre 2017 e 2019 e é investigado pelo MP estadual no caso da “rachadinha” junto com o senador e Fabrício Queiroz. Aumentos no capital social de empresas refletem aportes dos sócios naquela pessoa jurídica.
O povo brasileiro confunde política com futebol. Isso é um fator de atraso. No futebol você pode ser apaixonado por um time. Desde que dentro dos limites da civilidade, pode até ser fanático. Mas na política não é civilizado ter adoração por pessoas ou partidos.
Com essa mentalidade não teremos futuro como nação.
Deve ser o Desembargador de Santos que desrespeitou o guarda.
"Conhecerás a verdade e esta vos libertará."
Deixa Moro chegar…..O MITO,o verdadeiro né…..!
Vamos chamar os patriotas com as camisas da seleção e a bandeira do Brasil pra protestarmos contra esse absurdo do judiciário.
Os comunistas derrotados, que fizeram de tudo para Lula, condenado em terceira instância, fazem de tudo para tentar queimar Bolsonaro.
Enquanto isso, o assessor do presidente da Alerj, deputado do PT, movimentou 50 vezes mais dinheiro do que Queiroz e ninguém ouve falar.
A turma do mensalão e do petrolao quer voltar e ficam arranjando desculpas.
A turma do Maduro querendo implantar o comunismo no Brasil…
Ficam arranjando de tudo…
O meu político roubou menos, é o q não para de gritar os apoiadores do genocida. Estão sempre tentando justificar os roubos da familicia com o argumento de q os outros roubaram mais.
A ladainha é lutar contra a corrupção… dos outros, pq os meus podem tudo q tá valendo.
Com essa turma surgiu a figura do honesto pq roubou menos.
Raça de hipócritas q estão sempre a usar os "erros" dos outros para encobertar os seus.
Eh vida de gado, povo bandido eh, povo feliz.