Política

“DESTRUIÇÃO DE REPUTAÇÕES. Busca-se a incriminação sem provas e sem a possibilidade de fazê-las. Só ilações e suposições”, por Michel Temer para o Estadão

Foto: AFP

Por MICHEL TEMER, para O Estado de S.Paulo

Destroem-se reputações com a maior tranquilidade. E irresponsabilidade. Tenho uma longa e honesta carreira política, que terminou por me levar à Presidência da República, após ter sido vice-presidente e presidente da Câmara de Deputados por três vezes. Escrevo para me dirigir a todos os cidadãos de meu país, a quem sempre procurei honrar com meu trabalho e dedicação. O respeito pessoal e institucional deveria ser um valor máximo, porém o que temos visto em termos de excessos termina por desrespeitar a dignidade mesma da pessoa.

Faço depoimento de um homem que está sentindo na carne e na alma os seus direitos serem violados.

Uma das ignomínias reside em ser eu considerado perigoso chefe de quadrilha, tendo amealhado em 40 anos mais de R$ 1,8 bilhão. Dediquei, isso sim, 40 anos da minha vida a contribuir para o bem deste país e eis que, agora, jogam a minha reputação na sarjeta. Nem julgado fui e, no entanto, sou vítima de arbitrariedades.

Tenho 58 anos de trabalho duro, cotidiano, sem hora para começar ou terminar. Fiz a Faculdade de Direito com imenso esforço. Em 1964 trabalhei no gabinete do secretário de Educação de São Paulo. Advogado no Sindicato dos Vendedores Viajantes e Pracistas, em 1966 dediquei-me à advocacia do trabalho. Em 1968, fui docente na PUC-SP e na Faculdade de Direito de Itu. Em 1970 ingressei na Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo, com liberdade para advogar. Daí por que, concomitante, procurador parte do dia, advogado com escritório próprio e professor universitário, quando pude amealhar patrimônio próprio, de vez que exerci a advocacia até 1984. Foram 21 anos de profissão! Na carreira universitária, doutorei-me pela PUC com a tese Territórios Federais na Constituição Brasileira. Depois, publiquei o livro Elementos de Direito Constitucional, com 25 edições. Depois, Constituição e Política e, ainda, Democracia e Cidadania e Anônima Intimidade.

Chegando à Presidência, iniciou-se o meu martírio. E isso apesar de ter conseguido tirar o País de uma sufocante recessão. O PIB, em maio de 2016, era negativo em 5,4%. Em dezembro de 2017 era positivo em 1,1%. Inflação e juros caíram substancialmente. As estatais foram recuperadas. Seguiram-se as reformas trabalhista, do ensino médio, do teto dos gastos públicos e outras tantas.

Apesar disso, os destruidores de reputação não atentam para o Texto Constitucional. Este é uma pauta de valores. O constituinte, ao criar o Estado brasileiro, define quais são as matérias de maior importância. Para dimensionar esses valores impõe-se verificar a forma de produção legislativa, tanto das normas infraconstitucionais como das alteradoras da Constituição. Veja-se que a lei ordinária é aprovável pela chamada maioria simples, que significa: presente a maioria absoluta na sessão, a aprovação se dá pela maioria dos presentes. Já as matérias versáveis por lei complementar devem ser aprovadas por maioria absoluta, o que dá a elas um valor mais elevado conferido pela Carta Magna.

Vamos ao caso da emenda à Constituição. Esta passa por um processo bastante dificultoso para sua apresentação e aprovação, que só se dará pela maioria qualificada de três quintos dos votos da Casa Legislativa. Significa que as matérias encartadas na Constituição são as de maior valor institucional. Mais do que as da lei ordinária ou da lei complementar. São valores que deverão ser levados em conta em toda interpretação de casos concretos.

Agora, os valores maiores atribuídos pelo constituinte estão nas chamadas cláusulas “pétreas”, que são as imodificáveis e previstas no artigo 60, parágrafo 4.º, da Constituição federal. Entre elas , “os direitos e garantias individuais”. E nestes ganha relevo o tema da liberdade: liberdade de pensamento, de consciência e de crença, atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, de trabalho, de locomoção, de associação e a física – todas previstas no artigo 5.º e em seus incisos da Constituição federal. O tema da liberdade é enaltecido pelo constituinte originário como decorrência da adoção do Estado Democrático de Direito. No caso da liberdade física, elevou à condição de princípio fundamental “a dignidade da pessoa humana”. É tão importante que foi criado um instrumento especial para garantir a liberdade de locomoção, que é o habeas corpus.

Por outro lado, no devido processo legal se incluem a ampla defesa e o contraditório, que são as garantias de um processo justo e equilibrado, no qual se devem formar as provas e contraprovas, para só depois, nas questões penais, absolver ou condenar. O rigoroso cumprimento da lei já vinha da dicção latina nullum crimen , nulla poena sine praevia lege. Hoje, no artigo 5.º , inciso XXXIX.

Já escrevi, em artigo anterior (Estado, 4/4/2019), sobre a trama que se montou em vários casos para denegrir a minha reputação. Vários exemplos foram mencionados naquele artigo. Eis aqui mais um: suposto “campeão nacional” produtor de proteína animal, autor de gravação criminosa com frase falsa, em matéria da Veja (10/4/2019, pág. 57) aspeou: “Eu fiz um negócio com o Estado brasileiro, com a maior autoridade do Ministério Público do país. Eu vendi um produto. Eles me pagaram”. O “produto” era eu. Ele fez “negócio” com o procurador-geral da República. “O Miller pediu a cabeça do Temer”, disse um dos participantes de gravação equivocadamente encaminhada à PGR. “E nós demos”, diz o outro. Menciono esse fato porque foi aí que se iniciou uma tentativa frustrada de me derrubar do governo. E, agora, a busca de incriminação sem provas e sem possibilidade de fazê-las. Só ilações e suposições.

Tenho sido vítima de medidas incompatíveis com as disposições constitucionais que expus acima. Sou vitorioso na vida profissional, acadêmica e pública. Juízes que defendem as garantias individuais e o Estado de Direito não permitirão o arbítrio. Confio no Judiciário.

ADVOGADO, PROFESSOR DE DIREITO CONSTITUCIONAL, FOI PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Opinião dos leitores

  1. É gópi! Temer Livre! Esse homem é a segunda alma mais honesta do Brasil! A mais honesta já está presa!

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Mundo

Advogado da Trump Media rebate fala de Lula no debate e classifica como “recado mafioso”

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Uma declaração dada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o debate da TV Band repercutiu internacionalmente e gerou dura reação do advogado americano Martin De Luca, que atua na defesa de empresas ligadas ao grupo Trump Media & Technology Group e à plataforma Rumble.

No confronto de domingo (18), Lula afirmou que as investigações envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL) poderiam avançar logo após o término do segundo turno, condicionando o andamento das apurações ao resultado das urnas.

De Luca reagiu publicamente e contestou a retórica petista. O jurista apontou que o mandato de Flávio no Senado Federal vai até 2027 independentemente do desfecho eleitoral e lembrou que procedimentos investigativos devem seguir rigorosamente critérios legais e técnicos, sem interferência ou conveniência do Palácio do Planalto.

Em tom irônico e incisivo, o advogado criticou o uso da maquina pública e da Justiça para perseguir opositores: “Entendemos. Prenda seus oponentes se não conseguir vencê-los nas urnas. Prenda os filhos deles também, por via das dúvidas”. De Luca acrescentou ainda que declarações do gênero soam para o mercado e a comunidade internacional como um verdadeiro “recado mafioso”.

Com informações do Metrópoles 

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Brasil

[VÍDEO] Economista detona fake news petista sobre Bolsa Família e Flávio desmente corte no programa


Após a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) veicular acusações de que o candidato Flávio Bolsonaro (PL) pretendia “acabar com o Bolsa Família em dois anos”, o senador do PL e analistas econômicos foram a público para rebater a desinformação.

Em declaração gravada nesta segunda-feira (19), Flávio Bolsonaro negou categoricamente as alegações da chapa adversária e explicou o real funcionamento da proposta elaborada por sua coordenadora econômica, Daniella Marques.

Durante o programa Os Pingos nos Is, o economista Bruno Musa criticou a insistência de parte da imprensa e da oposição em alimentar boatos eleitorais sem checar os fatos.

” Está extremamente cansativo as pessoas adultas continuarem caindo na mesma mentira de que vai acabar o Bolsa Família (…). É infantil, é patético”, afirmou o economista.

Musa reforçou que o plano de governo é público e de fácil acesso para qualquer eleitor e criticou a cobertura midiática tendenciosa.

“Ficou muito claro o que ele falou: mesmo depois de conseguir emprego, você continua com o Bolsa Família por dois anos. A leitura é muito simples “, concluiu.

 

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Brasil

TAPETÃO ELEITORAL: Campanha de Lula pede cassação da chapa de Flávio por suposto favorecimento da Meta

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A campanha do presidente Lula (PT) decidiu acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para pedir a cassação da chapa de Flávio Bolsonaro (PL), sob a alegação de que a Meta teria favorecido o senador por meio de seus algoritmos e prejudicado a divulgação de conteúdos petistas.

Segundo a Folha, a ação aponta supostas falhas na distribuição de anúncios, recomendações de perfis e canais ligados a Flávio e diferenças de alcance entre as contas dos dois candidatos. A campanha alega abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação social.

O caso ocorre após decisões liminares do ministro Marco Bellizze determinarem que a Meta assegure tratamento isonômico aos candidatos e corrija problemas nas contas de anúncios de Lula. A campanha petista também pede acesso a informações sobre o funcionamento dos algoritmos e a mensagens internas da empresa.

A Meta nega favorecer candidatos ou interferir no processo eleitoral.

Com informações da Folha de São Paulo

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Brasil

QG de Lula espalha fake sobre Bolsa Família, mas esconde que Flávio dobra prazo de proteção ao trabalhador

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Na tentativa de criar pânico eleitoral na reta final do segundo turno, a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a distorcer declarações da coordenadora econômica de Flávio Bolsonaro (PL), Daniella Marques, acusando o adversário de planejar “cortes” no Bolsa Família.

Nesta segunda-feira (19), o porta-voz do QG petista, senador Camilo Santana (PT), foi a público atacar a proposta de revisão de gastos. Camilo usou a fala de Daniella para alimentar a narrativa de que o programa social estaria sob ameaça.

A realidade das propostas, no entanto, desmente o discurso místico do PT. A medida desenhada pela equipe de Flávio Bolsonaro estabelece uma regra de transição de 2 anos para quem conseguir um emprego formal ou abrir o próprio negócio. Na prática, trata-se de um modelo de mais proteção ao beneficiário, que mantém o auxílio por até 24 meses enquanto busca a independência financeira — com retorno automático ao programa caso o empreendimento ou emprego não dê certo.

Enquanto o modelo atual mantido pelo governo Lula oferece proteção por apenas 1 ano, a proposta de Flávio estende essa garantia pelo dobro do tempo (2 anos) e desburocratiza a volta ao benefício.

 

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Política

Oposição reúne assinaturas para CPMI sobre Lulinha e Roberta Luchsinger

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A oposição já reuniu 83 assinaturas para criar uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) destinada a investigar suspeitas envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT), e a empresária Roberta Luchsinger. A iniciativa é da deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT), com apoio da senadora Damares Alves (Republicanos-DF).

O mínimo necessário para a instalação da comissão é de 198 assinaturas, sendo 171 de deputados federais e 27 de senadores.

A mobilização ganhou força após entrevista de Luchsinger à CNN, no sábado (17), quando a empresária afirmou que pretende negociar uma delação premiada e acusou Lula de proteger o próprio filho. A Polícia Federal investiga Luchsinger e Lulinha desde julho por suspeitas de favorecimento de empresas em órgãos do governo federal.

Com informações do Metrópoles

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Brasil

[VÍDEO] JOGADA: Lula anuncia ida ao TSE para entregar autorização de quebra de sigilos bancário e telefônico dele e da família


O presidente Lula (PT) afirmou que pretende entregar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um documento autorizando a quebra de seus sigilos bancário e telefônico e os de familiares. A declaração foi feita após o confronto com Flávio Bolsonaro (PL) durante o debate da TV Bandeirantes, no domingo (18).

Em agenda de campanha no Rio Grande do Sul, Lula chamou o adversário de “miliciano” e acusou a família Bolsonaro de corrupção. O presidente desafiou Flávio a autorizar a abertura de suas contas bancárias e de sigilos telefônicos, incluindo os de familiares e empresas.

A proposta, segundo Lula, é que os documentos sejam entregues à Justiça para avaliação antes do segundo turno, marcado para 25 de outubro.

Com informações do Metrópoles 

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Brasil

Vorcaro aponta Kassab como destinatário de comissões por investimentos de fundos públicos no Master

Arte Metrópoles

Em tentativa de delação premiada, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro afirmou à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República que Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, seria o destinatário final de parte das comissões pagas pelo Banco Master por captações de recursos de fundos previdenciários municipais e estaduais.

Segundo o relato, Kassab teria se comprometido a incentivar administrações ligadas ao PSD a investir nos produtos financeiros do banco em troca de comissões. Vorcaro afirmou que os pagamentos eram feitos em espécie a consultores e agentes públicos. Kassab negou as acusações, classificando o relato como “absolutamente fantasioso”.

De acordo com dados citados na reportagem do Metrópoles, regimes próprios de previdência de 21 estados e municípios investiram R$ 1,88 bilhão em letras financeiras do Master entre 2023 e 2024. O maior aporte foi do Rio de Janeiro, com R$ 970 milhões.

As letras financeiras não contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), o que expõe os investidores a riscos em caso de liquidação da instituição financeira.

Com informações do Metrópoles 

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Judiciário

PGR não vê improbidade de Mendonça apontada por Moraes e recomenda ao STF fim da representação

Reprodução

A Procuradoria-Geral da República (PGR) concluiu não haver elementos suficientes para caracterizar abuso de autoridade nas ações do ministro André Mendonça na condução dos casos Banco Master e INSS. Em parecer encaminhado ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, o órgão se manifestou contra o prosseguimento da representação apresentada pelo ministro Alexandre de Moraes.

Moraes havia acusado o colega de possível improbidade administrativa, abuso de autoridade, crime de responsabilidade e favorecimento a grupos políticos. Para sustentar as acusações, apresentou relatórios de inteligência que, segundo a PGR, não possuem valor probatório.

O órgão também ressaltou que eventuais crimes de responsabilidade envolvendo ministros do STF são competência do Senado Federal. Ao final, recomendou que a representação não prossiga, observando que cabe ao plenário do Supremo decidir sobre a autorização de investigações contra integrantes da Corte.

Com informações do Metrópoles 

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Brasil

A CASA DA TURMA: Ministro da educação frequentava mansão de Lulinha e Luchsinger no Lago Sul

Reprodução

O Ministro da Educação, Leonardo Barchini, frequentava a casa da lobista Roberta Luchsinger, em Brasília, segundo mensagens extraídas do celular dela e divulgadas pelo Metrópoles. As conversas registram convites para almoços e churrascos no imóvel localizado no Lago Sul, onde também se reuniam Roberta e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula.

Em setembro de 2024, quando ocupava o cargo de secretário-executivo do Ministério da Educação, Barchini teve um almoço combinado na residência da lobista. Uma assessora perguntou se o encontro com “Léo” estava confirmado, e Roberta respondeu que sim, acrescentando que seria realizado na própria casa.

As mensagens também mostram que, em 1º de janeiro de 2025, Roberta convidou Barchini e sua mulher, Alessandra, para um churrasco no imóvel. A residência, situada na QI 26 do Lago Sul, tinha aluguel anual de R$ 560 mil, segundo a reportagem. O local também foi usado por Roberta e Lulinha para encontros em Brasília, incluindo o Réveillon de 2024 para 2025.

Nesta segunda-feira (19), Roberta publicou uma mensagem nas redes sociais questionando autoridades que, segundo ela, frequentavam sua casa e agora demonstram receio de admitir a proximidade. “Não consigo entender por que algumas pessoas, entre elas ministros, assessores e secretários, demonstram tanto receio de admitir que frequentavam semanalmente minha casa em Brasília”, declarou.

Com informações do Metrópoles 

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Brasil

[VÍDEO] General Girão tentou manter ato pacífico, mas apoiadores da esquerda não respeitaram e manifestação acabou em violência


O deputado federal General Girão tentou manter a manifestação de apoiadores de Flávio Bolsonaro pacífica na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), mas, segundo as imagens recebidas pelo Blog do BG, os apoiadores da esquerda não respeitaram e invadiram o ato, partindo para a violência.

Durante sua fala, Girão pediu respeito à liberdade de manifestação e ressaltou que o espaço público pertence a todos os grupos políticos. “Esse ambiente aqui é tanto da direita quanto da esquerda. Vocês não podem se apossar dele”, afirmou.

O parlamentar também destacou que a democracia pressupõe o direito de defender posições diferentes. Apesar do apelo, a pancadaria se instaurou na universidade.

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