Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
A dívida pública brasileira ultrapassou R$ 10 trilhões em outubro e já alcança 78,6% do PIB, segundo dados do Banco Central. O avanço de 0,6 ponto percentual em apenas um mês reforça a preocupação de economistas, que veem uma trajetória clara de crescimento do endividamento, mesmo com o superávit de R$ 36 bilhões registrado no período.
O cenário fiscal segue pressionado. No acumulado do ano, o déficit primário chegou a R$ 63 bilhões — mais que o dobro da meta oficial, de R$ 30 bilhões. O governo ainda tenta suavizar o impacto ao excluir despesas como precatórios e ressarcimentos do INSS, mas especialistas afirmam que isso não muda a tendência de deterioração das contas.
Apesar da alta de 4,5% na receita líquida, impulsionada principalmente por IR e IOF, as despesas federais cresceram em ritmo ainda maior. Os principais gastos vieram de áreas como saúde e previdência, impactadas pelo aumento real do salário mínimo e pela ampliação do número de beneficiários.
A dívida bruta, que engloba também obrigações de estados e municípios, já subiu 7 pontos percentuais desde janeiro. O indicador, usado como termômetro por investidores, acende alerta sobre a sustentabilidade fiscal do país e a necessidade de mais rigor no controle dos gastos públicos.
Com informações da CNN
Faltou falar do serviço da dívida com os bancos. Faltou falar das renúncias fiscais, faltou falar dos mega salários e dos gastos exorbitantes com as emendas! Mas dos programas de inclusão, isso todo descem o pau!
LULADRAO fazendo o que mais sabe e gosta de fazer, quebrar empresas, roubar e corromper, nem os aposentados esse desgraçado aliviou. Bandido.
A TAL DA MEDIDA POPULISTA CUSTA CARO. UM PAIS NUMA SITUAÇÃO DESSAS E FADADO A BANCAR OS MANOS DA ESQUERDA, COMO TEM CONDIÇÕES DE BANCAR TARIFA DE ÔNIBUS ZERO, ISENTAR IMPOSTO DE RENDA E OUTRAS MENTIRAS A MAIS? O COLAPSO É IMINENTE.