O dono de um espetinho foi morto a tiros após pagar um valor abaixo do exigido por membros da facção criminosa Comando Vermelho (CV), referente ao aluguel e à manutenção do ponto comercial. O crime ocorreu no domingo passado (17/8), no município de Itapajé, no interior do Ceará.
A vítima, Alexandre Roger Lopes, 23 anos, teria enviado apenas R$ 400 dos R$ 1 mil cobrados pelos criminosos.
Após a execução, a Polícia Civil do Ceará prendeu, na sexta-feira (22/8), um jovem de 19 anos, identificado como Lucas Mateus dos Santos. Durante a detenção, ele confessou o crime.
Alexandre mantinha o espetinho em frente à própria residência e estava trabalhando quando foi abordado por Lucas, que na abordagem disse a Alexandre que havia uma ligação para ele. Ao pegar o celular e se virar para atender, Alexandre foi atingido por dois tiros. A vítima foi socorrida por um funcionário do estabelecimento e levada ao hospital municipal, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na terça-feira (19/8).
Lucas Mateus foi reconhecido por testemunhas e identificado por imagens de câmeras de segurança deixando o local do crime. No sábado (23/8), ele passou por audiência de custódia e teve a prisão convertida em preventiva.
Metrópoles

o Lei correta seria: matou alguém, matem cinco da facção, inclusive os presos!!!
O problema é que nem Lula nem Bolsonaro têm vontade de enfrentar isso.
As facções criminosas já deixaram de ser só organizações criminosas, já se tornaram um poder paralelo que “invadiu”. Precisa enfrentamento de guerra declarada e pena de morte por pelotão de fuzilamento.
Enquanto continuarem votando em candidatos celebrados em presídios a situação só deve piorar. Essa qualidade de eleitor sai da votação com sangue nas mãos.
É o narcoestado se institucionalizando cada vez mais, onde tem desgoverno ptista eles se sentem a vontade, será mera coincidência?
26% da população brasileira vive sob domínio de facções criminosas.
Há áreas que só entram ONGs e políticos de poucos partidos (adivinha de qual espectro político?).
Não há como se surpreender, infelizmente, com esse tipo de notícia. Hoje, para as mais altas autoridades do judiciário, a maior preocupação é censurar e criminalizar opiniões.
Faz o L. O amor venceu!