O primeiro lote da vacina Coronavac recebido pelo Governo do Rio Grande do Norte nesta terça-feira (19) é suficiente para vacinar apenas 16,8% do grupo prioritário da primeira fase da vacinação contra a covid-19. As 82.440 doses recebidas serão aplicadas em 39.258 pessoas de um contingente de 239 mil usuários inicialmente previstos pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap/RN), composto por trabalhadores da saúde, indígenas, pessoas com 75 anos ou mais e pessoas com 60 anos abrigadas em instituições de longa permanência (abrigos). Considerando o restante dos grupos prioritários, incluídos na segunda e terceira fases de imunização, apenas 5,3% de 730 mil pessoas serão vacinadas neste primeiro momento.
O Governo do Estado não tem a data de envio de novas doses pelo Ministério da Saúde e, por isso, não sabe quando o restante do público incluído na primeira fase da vacinação será, efetivamente, imunizado. Nesta terça-feira (19), a governadora Fátima Bezerra afirmou que os governadores dos Estados brasileiros se reunirão, ainda esta semana, com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, para exigir o calendário do envio de mais doses.
“A pressão continua sobre o governo federal para sabermos quando novas doses serão enviadas. O Brasil está muito atrasado com relação a outros países e não podemos ficar assim. Ainda esta semana, o Fórum de Governadores irá se reunir com o ministro da Saúde para termos um calendário de vacinação”, disse a governadora após o ato solene que marcou o início da vacinação contra o coronavírus no Rio Grande do Norte, quando oito profissionais da Saúde foram vacinados.
Por causa da insuficiência de doses, a Sesap priorizou, neste primeiro momento, a vacinação dos trabalhadores da Saúde e pessoas idosas residentes em instituições de longa permanência. Apesar de estarem incluídos na primeira fase, a população idosa acima de 75 anos e as populações indígenas e de comunidades ribeirinhas não serão vacinadas até que novas doses sejam enviadas. Cada pessoa precisa de duas doses do imunizante, aplicadas num intervalo de duas a quatro semanas.
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Para quê tanto estardalhaço com uma vacina emergencial, com apenas 50,38% de eficácia e que só surtirá seus parcos efeitos após a 2a. dose? E nem vou falar da baixíssima letalidade do vírus nem dos tratamentos que vêm sendo adotados e que levaram o Brasil à 24a. (isso mesmo!) posição mundial em mortalidade pelo COVID.
Isso graças ao Doria, pois, pelo governo genocida federal nem começaria; começaria com qual vacina? A da Índia? Do avião adesivado?
É basicamente uma fachada que o Governo Federal está querendo fazer para dar a impressão de resolução do problema. Quando na verdade o Brasil está na lanterna da disputa da imunização.
O total desrespeito alheio e a falta de compromisso do Governo Federal estão nos levando a ficarmos ilhados na pandemia. Sem solução por um bom tempo.
Se acalme criatura a França q tanto idolatram não vacinou nem 50 mil pessoas, o Brasil vai vacinar de início 3 milhões