Política

EBC tenta ‘bombar’ live de Lula, mas audiência ‘flopa’

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) montou uma estrutura com oito funcionários da EBC (Empresa Brasil de Comunicação) para levar ao ar as “lives” do presidente Lula e criar uma marca na comunicação direta do petista.

Apesar da contratação de nomes de peso como o ex-jornalista da Globo Marcos Uchôa e de novos comissionados (cargos sem concurso público), a iniciativa tem “flopado” – termo usado na internet como sinônimo de “fracassado”.

A audiência simultânea das transmissões, realizadas às terças-feiras, fica na casa dos 6 mil. O PT, a TV Brasil, controlada pela EBC, e sites de apoiadores de Lula retransmitem os vídeos para ampliar o alcance. Em paralelo, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) tem apostado nos “cortes” para tentar viralizar as mensagens de Lula – também sem sucesso.

Baixa audiência comparada ao alcance de Bolsonaro

Apesar do esforço governamental para ampliar a presença de Lula nas redes sociais, arena onde Bolsonaro cresceu e se consolidou, a audiência da “Conversa com o Presidente” é baixa, se comparada ao alcance do antecessor Jair Bolsonaro (PL).

Os vídeos das lives de Bolsonaro, realizadas com uma estrutura menor e sem sistemas de apresentador, câmeras e microfone como os de Lula, chegaram a alcançar 2 milhões de visualizações no Facebook, principal plataforma de divulgação das transmissões que realizava nas noites de quinta-feira. Para efeito ilustrativo, a última transmissão do ex-presidente, em 30 de dezembro, soma 1,1 milhão de visualizações só no YouTube. A primeira de Lula, 185,8 mil.

O entorno de Lula tem afirmado que a comparação de audiências é inadequada. Isso porque mudanças nos algoritmos das principais redes alteraram o alcance. Mesmo assim, segundo avaliações internas, os “cortes” das lives disseminados em várias plataformas estariam cumprindo o objetivo de massificar os discursos do petista.

Medidas incharam a EBC

A criação da live de Lula é parte de um pacote de medidas que incharam a EBC com ampliação de comissionados e criação de novos postos de chefia. Entre eles, quatro novos postos de superintendentes. Um deles foi entregue à jornalista que controlava os perfis do petista no período da prisão dele em Curitiba (PR).

Com a chegada dos petistas no governo federal, a EBC, presidida pelo jornalista Hélio Doyle, aumentou o número de comissionados aliados. Dos 421 cargos comissionados na estrutura da empresa, 130 foram entregues a pessoas de fora do quadro institucional, segundo dados de junho. No mesmo período de 2022, eram 100 comissionados de fora da empresa. É um aumento de 30%.

O que diz a EBC

Em nota, a EBC informou que a contratação de novas pessoas para cargos de livre preenchimento se dá por força da “reestruturação e dos novos projetos em desenvolvimento nesta gestão, como o Canal Gov e a Agência Gov”. A empresa complementou dizendo que “a maior parte dos cargos em comissão, cerca de 68%, segue ocupada por empregados e empregadas do quadro” e informou, ainda, que os novos cargos comissionados não foram criados, mas são resultado de “reorganização” interna.

Com informações de Estadão Conteúdo, por Vinícius Valfré

Opinião dos leitores

  1. Quem é que se ocupa a ouvir um mentiroso desses , só conversa miolo de pote , com certeza a falta de preparo nas fala a baixa escolaridade e as gafes desse sujeito fazem com que as pessoas percam o interesse em ouvi-las, com certeza nada de relevante nas fales desse descondenado, tempo é ouro para ser perder ouvindo alguém que sequer sabe falar , tou fora .

  2. QUAL SERÁ A PRÓXIMA VÍTIMA DO DEDO DELE? JÁ FOI TORNO MECÂNICO E PESCARIA. QUAL SERÁ O PRÓXIMO? O CERTO É QUE ELE SE APOSENTOU. AH LADRÃO!!!

    1. Só se tiver uma ajudinha. O Brasil sabe disso. Inclusive, você. Não sei de onde vem, acho que até dos EUA. Somos proibidos de falar sobre isso.

    2. Deve ser com janja também, dizem que ele só cheira, quem manda é ela.

  3. Quem é que vai assistir um mentiroso compulsivo falando bobagens? Acho que nem o (Santos, xicu, faz arminha, minion alienado, que é o mesmo indivíduo, aquele que não sabe falar pocilga), se ocupa assistir. “EU CANSEI DE VIAJAR O MUNDO FALANDO MAL DO BRASIL, GENTE, ERA BONITO A GENTE VIAJAR O MUNDO E FALAR… NO BRASIL TEM 30 MILHÕES DE CRIANÇAS DE RUA, A GENTE NEM SABIA, TEM NÃO SEI QUANTOS MILHÕES DE ABORTO, ERA TUDO CLANDESTINO MAS A GENTE IA CITANDO NÚMEROS, SE O CARA PERGUNTASSE A FONTE A GENTE NÃO TINHA, MAS A GENTE IA CITANDO NÚMERO.”

  4. Sugestão: coloquem Anitta e Débora Secco para darem aulas práticas sobre suas vidas sexuais e vai bombar a audiência….. mesmo às custas dos nossos impostos.

    1. Verdade ! E essas mentiras e enrolação desse senhor não engana mais ninguém . Uma vergonha esse governojudicializado País da vagabundagem

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THE ECONOMIST: Mercado reage mal à vitória inesperada de Lula; revista britânica cita risco de recessão

Foto: Sebastião Moreira/EFE

O Brasil corre o risco de enfrentar uma crise fiscal e uma recessão caso o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não mude a condução da política econômica. O alerta é da revista britânica The Economist, em análise publicada após a vitória do petista nas eleições presidenciais e reproduzida pelo Estadão.

A publicação afirma que o país enfrenta uma combinação de gastos públicos elevados, juros altos, endividamento crescente e baixo ritmo de crescimento. O déficit orçamentário supera 9% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto o Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta que a dívida pública chegará a 97% do PIB neste ano, ante 84% em 2022.

A revista também destaca que a taxa real de juros está em 9%, resultado, entre outros fatores, da pressão fiscal sobre a política monetária. O custo elevado do crédito prejudica investimentos, empresas e famílias, além de limitar o crescimento econômico.

Para a The Economist, Lula precisará demonstrar compromisso com a disciplina fiscal, começando pela escolha de um ministro da Fazenda que transmita confiança ao mercado e pela apresentação de um plano consistente para controlar as contas públicas.

Entre as medidas apontadas estão a criação de limites para os gastos, a revisão de benefícios tributários concedidos a empresas e o controle do crescimento das despesas previdenciárias, especialmente com aposentadorias de servidores públicos e militares.

A The Economist também critica a promessa de ampliação de subsídios e políticas sociais sem uma fonte sustentável de financiamento. Segundo a análise, as novas iniciativas anunciadas pelo governo podem representar despesas equivalentes a cerca de 2% do PIB até o fim de 2027.

Na avaliação da publicação, a capacidade de Lula de reorganizar a política econômica será decisiva para recuperar a confiança dos investidores, estimular os investimentos e evitar o agravamento do endividamento. Caso mantenha a trajetória atual de gastos, o país poderá enfrentar uma crise fiscal com consequências para toda a economia.

The Economist, via Estadão

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Novo imposto sobre consumo no Brasil pode ficar acima de 30% e superar o de países ricos; veja ranking

Alíquotas do imposto sobre o consumo — Imagem: Ranking da Tax Foundation e estimativa de analistas para o Brasil

O Brasil poderá ter uma das maiores alíquotas de impostos sobre o consumo do mundo com a implementação da Reforma Tributária. A taxa padrão do novo sistema pode ultrapassar 30%, superando os percentuais praticados em países ricos, como Hungria, Finlândia e Dinamarca, segundo levantamento divulgado pelo g1.

A projeção coloca o Brasil acima de todos os países da comparação feita com dados da Tax Foundation, uma organização independente fundada em 1937 nos EUA que coleta dados e publica pesquisas de política fiscal.

No ranking, a Hungria aparece na segunda posição, com alíquota de 27%, seguida por Finlândia (25,5%) e Dinamarca, Noruega e Suécia, todas com 25%. Outros países europeus também apresentam taxas elevadas, mas inferiores à projeção brasileira. Estônia, Grécia e Islândia cobram 24%, enquanto Portugal, Irlanda, Polônia e Eslováquia têm alíquota de 23%. Na Itália, o percentual é de 22%.

Na outra ponta, Japão, Coreia do Sul e Austrália têm taxas de 10%. A Suíça cobra 8,1%, e os Estados Unidos aparecem com 7,5% de imposto sobre vendas. Nesse último caso, a comparação exige uma ressalva: os EUA não possuem um IVA nacional, mas impostos sobre vendas definidos em níveis estaduais e locais.

A projeção brasileira considera a alíquota padrão do novo modelo de tributação sobre o consumo, que reunirá tributos federais, estaduais e municipais. O percentual definitivo ainda depende da regulamentação e dos ajustes previstos na transição para o novo sistema.

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[VÍDEO] Marco Rubio nega que os EUA tenham ajudado Flávio Bolsonaro a sair do Brasil

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, negou neste sábado (31) que o governo norte-americano tenha ajudado Flávio Bolsonaro (PL) a deixar o Brasil após a derrota nas eleições presidenciais.

“Nós não facilitamos nada. Quer dizer, soubemos que ele chegou aos EUA. Ele já tinha um visto garantido. E o presidente tomou a decisão de permitir que ele entrasse no país. E nós permitimos. Mas não estávamos envolvidos em nenhum dos arranjos para ele sair do país. Pelo menos o governo dos EUA não estava envolvido diretamente em qualquer um dos movimentos que foram feitos”, declarou.

O secretário também disse que Trump havia garantido a Flávio uma autorização especial de entrada, chamada parole, caso ele chegasse a um posto de imigração dos EUA.

A declaração foi dada após Jason Miller, funcionário da área de comunicação da Casa Branca, admitir que organizou o jato particular utilizado pelo senador para chegar ao território norte-americano.

Flávio deixou o Brasil dois dias após o resultado do segundo turno. Na segunda-feira (26), visitou o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e foi informado de que a Polícia Federal o aguardava para comunicar a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o recolhimento de seus passaportes.

Com informações de Metrópoles

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[VÍDEO] Maquiador é preso em flagrante por aplicar golpe com falso comprovante de Pix em restaurante de Natal

O maquiador e cabeleireiro Pedro Souza foi preso em flagrante na noite desta sexta-feira (30), em Natal, após tentar aplicar novamente um golpe em um restaurante onde já havia causado prejuízo de algumas centenas de reais. Atenta à prática, a equipe do estabelecimento acionou a Polícia Militar, que efetuou a prisão.

O BLOGDOBG confirmou com o restaurante onde Pedro foi preso que além de não ser a primeira vez que ele aplicava o golpe no estabelecimento, era também uma prática constante.

As denúncias contra Pedro são de que ele utilizava comprovantes falsos de Pix para simular pagamentos não realizados. Relatos também dão conta de que ele também reproduziria a prática em lojas de roupas. A possível existência de outras vítimas ainda precisam ser apuradas pelas autoridades.

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[VÍDEO] Após visita a Jair Bolsonaro, Carlos reafirma apoio a Rogério Marinho à Presidência do Senado

A candidatura de Rogério Marinho (PL) à Presidência do Senado voltou a receber o apoio público de Carlos Bolsonaro (PL) neste sábado (31). O senador eleito por Santa Catarina reafirmou a posição após visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena em regime domiciliar.

“A gente tem uma eleição no Senado agora. Nosso candidato é o Rogério Marinho e a gente vai seguir essa linha para que a gente possa defender, minimamente, tudo aquilo que a gente acredita, tudo aquilo que a gente prometeu para vocês. A luta vai continuar”, afirmou.

Durante a visita, Carlos também demonstrou preocupação com a saúde do pai e relatou o retorno das crises de soluço. “Os soluços dele voltaram, é claro que devido às circunstâncias que acabam afetando o psicológico dele, essas coisas acontecem. Me assusta um pouquinho o crescimento da barriga dele. O emagrecimento, aquilo que sempre falei, mas foi um bate-papo bacana com ele”, disse.

O senador eleito contou ainda que Jair Bolsonaro manifestou saudades dos filhos Flávio e Eduardo, que estão nos Estados Unidos. Flávio deixou o Brasil após perder a eleição presidencial no último domingo (25).

“Em relação à política, não quero que façam maldade com ele. Então deixo do jeito que tá. Dizer que ele tá seguindo a vida dele, preocupando a cada dia, a mim, uma coisa pessoal minha, a saúde dele mental e física. E a gente vai tocando. Hoje é sábado, dia 31 de outubro, ele falou que está com muita saudade do Flávio. Ele não é muito de falar isso, mas as coisas vão cada vez pesando mais. Falou do Eduardo também”, relatou.

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REFORMA TRIBUTÁRIA: Senado vai ouvir Fazenda e TCU antes de definir alíquota da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS)

Foto: Saulo Cruz/Agência Senado

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado iniciará em 11 de novembro as discussões sobre a alíquota da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), novo tributo federal criado pela Reforma Tributária.

O presidente do colegiado, Renan Calheiros (MDB-AL), anunciou que convidará o ministro da Fazenda, Dario Durigan, e o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo, para participar das audiências públicas.

O TCU estabeleceu uma alíquota de referência de 11,3%, que servirá de base para a análise dos senadores. O percentual definirá quanto será cobrado para substituir o PIS e a Cofins, tributos federais atualmente aplicados sobre produtos e serviços.

A definição precisa ser votada ainda neste ano. O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator da proposta, também deverá ouvir especialistas em tributação e representantes da sociedade.

A CBS começará a ser cobrada efetivamente em 2027, quando o governo federal estima arrecadar R$ 636 bilhões com o tributo. Ela integrará o novo modelo de impostos sobre o consumo, ao lado do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que substituirá tributos estaduais e municipais. A transição para o sistema será concluída em 2033.

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Fachin devolve investigações sobre fraudes no INSS e Lulinha a Mendonça, e mantém sob sua responsabilidade inquéritos do Master

Foto: Rosinei Coutinho/STF

O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu devolver ao ministro André Mendonça as investigações da Operação Sem Desconto, que apura fraudes em benefícios do INSS e envolve Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. Já os procedimentos da Operação Compliance Zero, sobre suspeitas de irregularidades no Banco Master, permanecerão sob responsabilidade da Presidência do tribunal por até 90 dias.

A decisão foi tomada na quinta-feira (29) após Mendonça pedir uma definição sobre o destino dos processos, que estavam sob a guarda de Fachin desde setembro. No caso do INSS, o presidente do STF avaliou que não existem elementos concretos que justifiquem a permanência da investigação na Presidência e determinou o retorno dos autos ao relator original.

Em relação ao Banco Master, Fachin manteve os procedimentos temporariamente sob sua responsabilidade porque os relatórios policiais mencionam ministros do Supremo. Ele também determinou que a Polícia Federal apresente um levantamento detalhado dessas referências, que servirá de base para uma nova avaliação.

A questão será submetida ao plenário do STF. Fachin poderá propor o desmembramento das investigações, separando eventuais fatos relacionados a integrantes da Corte dos demais procedimentos.

O impasse começou em setembro, quando Fachin determinou que os processos do INSS e do Banco Master fossem transferidos para a guarda da Presidência, sem alterar formalmente a relatoria de Mendonça. Desde então, pedidos das defesas, incluindo solicitações de liberdade e desbloqueio de bens, ficaram sem análise.

Em ofício enviado em 25 de setembro, Mendonça afirmou que, embora continuasse formalmente responsável pelos casos, não conseguia tomar decisões porque os autos estavam na Presidência. O ministro pediu, então, uma definição sobre a condução das investigações.

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Defesa de Flávio Bolsonaro questiona decisão sobre passaportes e pede a Fachin que Mendonça assuma caso relatado por Moraes

Foto: Andressa Anholete/Agência Senado e Antonio Augusto/STF

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apresentou três petições ao Supremo Tribunal Federal (STF) para contestar decisões do ministro Alexandre de Moraes. A defesa pede a devolução de seu passaporte, a suspensão da proibição de deixar o país e a transferência da investigação para o ministro André Mendonça.

Em uma das solicitações, encaminhada ao presidente do STF, Edson Fachin, os advogados argumentam que Mendonça deve assumir o caso por já relatar investigações relacionadas à Operação Sem Desconto e à suposta estrutura de lavagem de dinheiro atribuída ao advogado Willer Thomaz, amigo de Flávio.

A defesa também pediu o impedimento e a declaração de suspeição de Moraes. Alega que a investigação envolve uma aeronave cujas cotas teriam sido destinadas ao escritório de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro.

Em outro pedido, dirigido diretamente a Moraes, os advogados solicitam a revisão da decisão que determinou a apreensão dos passaportes do senador e o proibiu de sair do Brasil.

Flávio afirma que está disposto a colaborar com as investigações. Sobre os elementos citados na decisão, a defesa atribui a relação com Willer Thomaz à amizade entre os dois e contesta a existência de uma conta bancária conjunta.

Opinião dos leitores

  1. Com a “dignidade e o brio” de um homem criado por Jair Bolsonaro, o 01 arrumou as malas, juntou a família e fugiu do país da maneira mais vergonhosa possível.

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Mauro Vieira e Marco Rubio conversam durante cúpula do G20 e acertam reunião bilateral entre Brasil e EUA

Foto: Reprodução/cedida ao Metrópoles

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, combinaram agendar uma reunião para discutir a agenda bilateral entre os dois países. A conversa ocorreu nesta sexta-feira (30), durante um coquetel da cúpula de chanceleres do G20, nos Estados Unidos.

Segundo interlocutores do Itamaraty, o encontro foi breve e não abordou temas específicos. A nova reunião deverá ocorrer antes da cúpula de chefes de Estado do G20, prevista para dezembro, mas ainda não tem data definida.

A aproximação acontece em meio a um novo momento de tensão entre Brasília e Washington. O presidente Donald Trump ainda não reconheceu a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições deste ano. Além disso, um funcionário da Casa Branca teria ajudado o senador Flávio Bolsonaro (PL), derrotado pelo petista, a deixar o Brasil em direção aos Estados Unidos.

Flávio chegou a Miami na quarta-feira (28), após sair do país pela fronteira com a Argentina em um voo privado. A viagem ocorreu apesar de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou a apreensão de seus passaportes e o proibiu de deixar o Brasil. A medida atendeu a um pedido da Polícia Federal, que apontou risco de fuga no contexto de investigações sobre suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

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CLÁUSULA DE BARREIRA: MP defende soma de votos de partidos que se unirem após eleição para garantir acesso ao Fundo Partidário

Foto: Isadora Pereira/g1

A Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) defendeu que o Avante e a Federação Renovação Solidária, formada por Solidariedade e PRD, possam somar os votos obtidos separadamente nas eleições de 2026 para atingir a cláusula de barreira. O parecer foi encaminhado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quinta-feira (29) e gerou questionamentos de especialistas.

A soma dos votos permitiria ao grupo cumprir a cláusula de desempenho e ter acesso a recursos do Fundo Partidário e ao tempo de propaganda gratuita no rádio e na televisão. Separadamente, tanto o Avante quanto a federação ficaram abaixo dos critérios exigidos em 2026.

O Avante já aprovou seu ingresso na federação, que também autorizou a entrada do partido. As legendas aguardam agora a decisão do TSE e pedem uma autorização provisória antes de 1º de janeiro de 2027, quando começa a próxima legislatura.

A PGE argumenta que, embora os votos não possam ser somados para alterar o quociente eleitoral ou a distribuição de cadeiras, não há impedimento para que sejam considerados conjuntamente no cálculo da cláusula de barreira.

O entendimento foi criticado pelo professor de Direito Constitucional Gustavo Sampaio, da Universidade Federal Fluminense (UFF). Para ele, como as legendas disputaram as eleições separadamente, não deveriam ter direito a somar os resultados posteriormente para obter acesso aos recursos públicos.

“Se o partido concorreu isoladamente, se a federação concorreu isoladamente, eu quero acreditar que ela não tendo superado a cláusula de barreira perde acesso ao Fundo Partidário”, afirmou.

A federação, por sua vez, sustenta que a união não altera o resultado eleitoral, a lista de eleitos ou a distribuição de vagas. A PGE também citou uma decisão anterior do presidente do TSE, Nunes Marques, sobre o cálculo da cláusula de barreira, para reforçar o entendimento de que mudanças posteriores podem afetar apenas o acesso aos recursos e à propaganda eleitoral.

Opinião dos leitores

  1. Um absurdo esssas “providencias” em confronto com a Lei. Uma desmoralização, agora pode tudo.

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