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‘Efeito Trump’: governo se volta para nacionalismo e pauta econômica para reverter reprovação recorde

Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo

Preocupados com as chances de reeleição diante da reprovação recorde ao governo, aliados do presidente Lula estabeleceram o começo de 2026 como prazo limite para reverter a baixa popularidade. No entendimento de petistas próximos a Lula, só com uma avaliação positiva próxima aos 40%, índice distante hoje, Lula poderia assumir claramente a intenção de concorrer a um quarto mandato.

Para reverter o quadro, definido por alguns petistas como preocupante, a aposta está, em especial, na área econômica. Nas últimas semanas, foram dados os primeiros passos com o novo consignado e o envio ao Congresso do projeto que aumenta a faixa de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil por mês.

Além disso, a gestão lançou uma campanha com a marca “Brasil dos brasileiros”, para resgatar os símbolos nacionais e tentar atingir eleitores não simpatizantes do PT. No evento para celebrar os dois anos de mandato, Lula fez críticas ao presidente dos EUA, Donald Trump, estratégia que tem feito outros líderes globais pelo mundo recuperarem popularidade.

Reação global

Desde o início do ano, lideranças globais como a presidente do México, Claudia Sheinbaum, e o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, melhoraram seus índices de aprovação após discordaram publicamente das novas políticas anunciadas pelo governo dos EUA.

— Somos um país que não tolera ameaça à democracia, que não abre mão de sua soberania, que não bate continência para nenhuma outra bandeira que não seja a bandeira verde e amarela, que fala de igual para igual e que respeita todos os países, dos mais pobres aos mais ricos, mas que exige reciprocidade no tratamento — afirmou Lula, no evento organizado pela Secretaria de Comunicação (Secom) na última quinta-feira, em recado ao “tarifaço” anunciado por Trump.

Naquele dia, em tom de campanha, Lula participou de um evento para divulgar as realizações do governo e destacou novas medidas, como a ampliação do Minha Casa Minha Vida para outras faixas de renda. Os aliados de Lula acreditam que se a popularidade da gestão do petista estiver em recuperação, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), considerado o adversário mais forte, optaria por concorrer à reeleição e não se arriscaria ao Planalto.

Nas palavras de um ministro, Lula não irá para uma aventura e só concorrerá se tiver chances de ganhar, o que será determinado pelos índices de aprovação no começo do ano. Assim, caso o plano de recuperação da popularidade não dê certo, será necessário definir uma alternativa. O PT não trabalha hoje com plano B, mas são citados como possíveis saídas os ministros Fernando Haddad (Fazenda), Camilo Santana (Educação), Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), Rui Costa (Casa Civil) e o vice Geraldo Alckmin.

Pessoas próximas a Lula avaliam que as duas iniciativas recentes da área econômica podem ter impacto em breve, o que ainda não foi identificado nos levantamentos que vieram a público. Pesquisa Genial/Quaest de quarta-feira revelou um aumento de sete pontos percentuais, desde janeiro, na parcela da população que desaprova a gestão, 56%. Já a aprovação caiu seis pontos, passando de 47% para 41%.

O alerta já havia aumentado em fevereiro, quando o Datafolha, que calcula os dados a partir de perguntas diferentes das feitas pela Quaest, mostrou que a avaliação positiva do governo havia caído 11 pontos em dois meses, atingindo 24%. Esse é o índice que os aliados de Lula entendem que precisa chegar a 40% até o início de 2026, para torná-lo competitivo eleitoralmente.

O atual patamar de ótimo ou bom é inédito para o petista em todas as suas gestões. A avaliação negativa do governo (ruim ou péssima) também é recorde e subiu, no período, de 34% para 41%. Já o percentual da população que considera a gestão regular variou de 29%, em dezembro de 2024, para 32% em fevereiro.

Auxiliares de Lula argumentam que há tempo para recuperação. Lembram que em dezembro de 2021 Jair Bolsonaro tinha 22% de ótimo e bom e 53% de ruim e péssimo no Datafolha. Mesmo assim, perdeu por muito pouco a eleição para o petista em 2022: 50,9% a 49,1% dos votos válidos.

Pacote de entregas

Na busca pela reversão do quadro, o governo lançou no fim de março um pacote de campanhas publicitárias para destacar tanto a proposta de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil como programas como o Farmácia Popular e o Pé-de-Meia.

Lula ainda mexeu na Secretaria de Comunicação para dinamizar a pasta, que ganhou o comando de Sidônio Palmeira

— O Lula está fazendo muitas entregas. Temos alguns elementos que caminham para a melhora da popularidade. Para isso, precisamos estar coesos, falando a mesma linguagem, não ficar criticando o Haddad ou outros ministérios. Vai haver um processo de estagnação agora e de um crescimento não muito rápido no segundo semestre. O importante é a gente entrar bem no ano que vem — diz o deputado federal Jilmar Tatto (SP), secretário de Comunicação do PT.

Para o cientista político Carlos Melo, professor do Insper, Lula deve estar pensando num plano B para apresentar caso não recupere a popularidade.

— O plano A do Lula é acreditar que a popularidade pode crescer pela economia, com aumento do gasto público. No começo do ano que vem, o pessoal que ganha até R$ 7 mil já vai estar favorecido pela isenção do IR. Se com isso, a economia voltar a crescer 2,5%, 3%, ele é candidato. Mas se nada disso ocorrer, não vejo possibilidade de ele ser candidato para perder — analisa, ponderando a força do Poder Executivo, especialmente em ano eleitoral. — O Bolsonaro quase ganha a eleição, com todos os erros que ele cometeu na pandemia. Se o Lula estiver com 35% de ótimo e bom, com viés de alta, vai ser um alento para ele disputar.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Não tem jeito.
    O erro brutal desse governo é investir em marketing, mentiras e mídias pagas a peso de ouro.
    Ações concretas, pra resolver os problemas da população é ZERO, não chega nada de bom no povo, chega taxas e inflação.
    Portanto o que o governo faz, é torrar jogar fora o meu e o seu dinheiro, é isso.
    Ninguém esperem melhoras, é só bla bla bla, bla bla bla mesmo e ponto final.
    O governo é sem rumos, fica esse biriteiro pingunço, pra cima e pra baixo dentro de um avião rodeado de puxas sacos, tentando só enganar a população.
    Isso deu certo no passado, hoje com as redes sociais, IMPOSSÍVEL, o povo tá ON.

  2. Não tem jeito.
    O erro brutal desse governo é investir em marketing, mentiras e mídias pagas a peso de ouro.
    Ações concretas, pra resolver os problemas da população é ZERO, não chega nada no povo na população.
    Portanto o que o governo faz, é torrar jogar fora o dinheiro o meu o seu dinheiro.
    Ninguém esperem melhoras, é só bla bla bla, bla bla bla mesmo e ponto final.
    O governo é sem rumos, fica esse biriteiro pingunço, pra cima e pra baixo dentro de um avião rodeado de puxas sacos, tentando enganar a população.
    Isso deu certo no passado, hoje com as redes sociais, IMPOSSÍVEL, o povo tá ON.

  3. O Globo torcendo fervorosamente. Passam pano o tempo todo. Sempre apoiaram ditaduras. Agora não é diferente.

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Lula reúne ministros para discutir afastamento de Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal

Foto: Brenno Carvalho/O Globo

O presidente Lula (PT) reuniu, nesta terça-feira (8), ministros e auxiliares no Palácio da Alvorada para avaliar a decisão do ministro André Mendonça, do STF, que afastou preventivamente o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência, Leandro Almada.

Entre os presentes estão o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, o advogado-geral da União, Jorge Messias, e o titular da Secom, Sidônio Palmeira.

Mendonça determinou ainda que a Corregedoria da PF abra investigações penais e administrativo-disciplinares para apurar suspeitas relacionadas à produção de relatórios de inteligência.

A decisão está ligada às investigações sobre o Banco Master e ocorre em meio a suspeitas de que integrantes da cúpula da PF teriam conhecimento, participado ou se omitido na elaboração de documentos que monitoravam Mendonça e Messias.

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Namorada de Andrei Rodrigues fez lobby para Ambipar, grupo alvo da PF em operação que apura suspeitas de fraudes envolvendo o Banco Master

Foto: Reprodução

A jornalista Renata Varandas, namorada do diretor-geral afastado da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, participou de ao menos quatro reuniões com autoridades federais em 2026 representando empresas do grupo Ambipar, alvo de investigações relacionadas à Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de fraudes envolvendo o Banco Master.

Em três dos encontros, registros oficiais da CGU identificam Renata como diretora de Relações Governamentais da Ambipar. As reuniões envolveram autoridades como os ministros Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos) e Alexandre Silveira (Minas e Energia), além do então presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, e um representante do Banco Central.

A atuação de Renata para a empresa ocorre no momento em que a PF e a CVM investigam negócios envolvendo a Ambipar e o grupo ligado ao Banco Master.

Nesta terça-feira (8), o ministro André Mendonça, do STF, determinou o afastamento de Andrei Rodrigues do comando da PF e do diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada. A decisão não cita Renata Varandas nem sua atuação para a Ambipar.

Procurada pela reportagem do Poder 360, Renata não respondeu aos questionamentos sobre seu vínculo com a empresa e se Andrei tinha conhecimento da atuação.

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Acusações contra chefe da PF de Lula são mais graves do que as que levaram à condenação e prisão de Silvinei Vasques, ex-chefe da PRF no governo Bolsonaro

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

As acusações que pesam contra o diretor-geral da Polícia Federal do governo Lula (PT), Andrei Rodrigues, alvo de uma determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, nesta terça-feira (8), para ser afastado do cargo por espionagem, elaboração de relatório apócrifo e vazamento de informações, são muito mais graves do que os fatos que levaram à condenação e à exoneração do ex-diretor geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Silvinei Vasques.

No fim de 2025, Silvinei foi condenado a uma pena de 24 anos e 6 meses de prisão pela Primeira Turma do STF. Ele foi acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de ordenar o bloqueio de estradas e blitzes no segundo turno das eleições de 2022, principalmente na região Nordeste, para supostamente dificultar o acesso de eleitores do então candidato Luiz Inácio Lula da Silva, adversário de Jair Bolsonaro, aos locais de votação.

No dia 21 de agosto de 2026, o ministro Alexandre de Moraes determinou a cassação da aposentadoria de Silvinei Vasques no cargo de Policial Rodoviário Federal. Ele cumpre pena na ala especial do Complexo Penitenciário da Papuda, conhecida como “Papudinha”, localizada em Brasília (DF).

Já Andrei Rodrigues, atual diretor-geral da PF, segundo a decisão do ministro André Mendonça, encaminhou ao ministro Alexandre de Moraes, no âmbito do Inquérito das Fake News, ao menos seis “relatórios de inteligência” produzidos de forma sigilosa entre 3 e 31 de agosto de 2026.

André Mendonça também cita que foi alvo de um “monitoramento sistemático e ilegal” da Polícia Federal durante mais de 30 dias. Além de Mendonça, o advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, também foi alvo de monitoramento e de “coleta dirigida” de informações.

Mendonça cita também o “relatório apócrifo” que teria sido produzido pela PF e usado pelo ministro Alexandre de Moraes para questionar sua atuação no caso do Banco Master. Na decisão, o magistrado afirma que o documento contém “elevadas abstrações, elucubrações estapafúrdias e juízos subjetivos de toda ordem”.

Outro ponto considerado de extrema gravidade pelo relator foi o vazamento de informações sigilosas decorrente da publicização desses relatórios. O material continha detalhes sobre investigações em andamento e pendentes de decisão judicial envolvendo o presidente Nacional do União Brasil Antônio Rueda e o candidato ao Governo da Bahia ACM Neto. Mendonça enfatizou que a divulgação prévia revelou as potenciais medidas cautelares aos alvos, “frustrando completamente a sua eficácia e prejudicando efetivamente as investigações”.

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GUERRA DECLARADA: Alexandre de Moraes chama André Mendonça de “inimigo” e escala crise no STF

Foto: Nelson Jr./STF

O ministro Alexandre de Moraes se referiu ao colega do STF, André Mendonça, como “inimigo” durante uma conversa com aliados, segundo apurou a coluna de Paulo Cappelli no jornal Correio da Manhã.

De acordo com o relato de interlocutores que participaram da conversa, a referência a Mendonça foi feita na presença dos ministros Luiz Fux e Kassio Nunes Marques. A fala escancara a guerra declarada entre Alexandre de Moraes e André Mendonça após o ministro-relator do caso do Banco Master levantar o siligo do relatório da PF que revelou a troca de mensagens entre Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

O embate, segundo o colunista, extrapolou do campo jurídico e político para a esfera pessoal. No domingo (6), André Mendonça enviou ao presidente do STF, Edson Fachin, o processo em que pede que o Plenário da Corte analise as suspeitas da Polícia Federal envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes.

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“MEDIDA ME CHEIRA COMO ELEITORAL”: Ministro das Relações Institucionais do Governo Lula reage a decisão de Mendonça de afastar diretor-geral da PF

Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

O ministro das Relações Institucionais do governo Lula, José Guimarães, reagiu nesta terça-feira (8) à decisão do ministro André Mendonça, do STF, que determinou o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

Em publicação no X, Guimarães classificou a decisão como “descabida” e afirmou que a medida representa uma “intromissão onde não lhe cabe”.

“Ninguém está acima da lei. Com base nessa referência, a decisão do ministro André Mendonça no que tange o pedido de afastamento do delegado da Polícia Federal é descabida e uma intromissão onde não lhe cabe”, escreveu.

O ministro do governo Lula disse considerar correta a apuração de eventuais crimes, mas levantou suspeitas sobre a motivação do afastamento. “Apurar eventuais indícios de delitos está correto. Mas essa medida me cheira como eleitoral. Isso não pode! O STF precisa tomar providências”, afirmou.

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[VÍDEO] Suspeita de abuso contra filhos teria motivado mulher a decepar órgão genital do companheiro na PB

Vídeo: Reprodução Instagram @reporterbetinho

A suspeita de que um homem de 33 anos teria abusado sexualmente dos filhos da companheira teria motivado uma agressão em Campina Grande, na Paraíba. A vítima foi encontrada com as mãos e os pés amarrados e o órgão genital decepado na noite do domingo (6), no bairro da Catingueira.

Segundo a Polícia Militar, o próprio homem apontou a companheira como autora da agressão e relatou que ela desconfiava que ele havia praticado atos sexuais contra as crianças, de 9 e 10 anos de idade. A denúncia de abuso ainda não foi confirmada pela polícia.

O homem contou ainda que a mulher, que fazia curso de bombeiro civil, teria pedido para testar tipos de nós antes de amarrá-lo.

A vítima foi encontrada em frente à própria casa e socorrida pelo Samu para o Hospital de Trauma de Campina Grande. Ele permanece internado, consciente e orientado. O órgão decepado não foi localizado.

A mulher e as crianças não foram encontradas pela Polícia Militar. O caso será investigado pela Polícia Civil.

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GRANDE IRMÃO: Mendonça cita livro ‘1984’, de George Orwell, em decisão que afastou diretor-geral da PF

Foto: Gustavo Moreno/STF

O ministro André Mendonça, do STF, citou o livro “1984”, de George Orwell, na decisão desta terça-feira (8) que afastou Andrei Rodrigues do comando da Polícia Federal e Leandro Almada da Costa da Diretoria de Inteligência Policial.

Ao tratar de relatórios de inteligência produzidos pela PF, Mendonça comparou a situação ao universo do livro, marcado pela vigilância do “Grande Irmão”.

“Diante do quadro ora apresentado, que mais se assemelha ao cenário concebido por George Orwell em sua célebre distopia, intitulada ‘1984’”, escreveu o ministro.

Publicado há 77 anos, o livro retrata uma sociedade submetida à vigilância permanente do “Grande Irmão”, que acompanha o que as pessoas fazem e dizem. Na obra, o “Ministério da Verdade” controla a circulação de informações e a propaganda oficial do regime.

Mendonça afirmou que a produção dos relatórios, a ciência prévia dada ao ministro Alexandre de Moraes e a posterior divulgação dos documentos revelam fatos de “extrema gravidade”.

Além dos afastamentos, o ministro determinou a suspensão da produção ou compartilhamento de relatórios de inteligência da PF destinados a analisar atos praticados no exercício das funções de ministros do STF, da advocacia pública e da polícia judiciária.

Na decisão, Mendonça também afirmou ter sido alvo de monitoramento da PF por pelo menos 30 dias e classificou os relatórios como um “nada jurídico”.

Com informações do g1

Opinião dos leitores

  1. Para livrar a pele de Morais e Gonet no caso so Master e Lulinha no esquema do INSS, a meta do STF será engavetar as 2 investigações, anulando tudo e devolvendo todo o $ que já foi recuperado…A corrupção vai vencer o trabalhador de novo, aguardem!!!

  2. Eita mexeu na PFL (PF do Lule) é isso aí bota prá torar em quem não cumpre com suas obrigações institucionais.

  3. A ciência prévia das informações eram passadas ao ministro Alexandre de Moraes e a posterior divulgação dos documentos revelam fatos de “extrema gravidade”, ou seja, esse Alexandre de Morais espionava todo mundo que se levantasse contra ele. UMA VERGONHA. E ainda tentou inverter dizendo que o ministro André Mendonça está vigiando os colegas da corte. Será que quem fazia isso era só o Alexandre de Morais ? Ele passava as informações para os do grupo dele ?

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AGORA VAI: Janja quer mulher no comando da PF; delegada é cotada para substituir Andrei Rodrigues

Foto: Igo Estrela/Metrópoles

Um dos nomes cotados para substituir Andrei Rodrigues no comando da Polícia Federal é o da delegada Helena de Rezende. Segundo a coluna de Andreza Matais, do Metrópoles, a indicação atenderia a um pedido da primeira-dama Janja para que uma mulher assumisse a direção da corporação. Se escolhida, Helena seria a primeira mulher a comandar a PF.

O afastamento de Andrei pode antecipar uma mudança que já estava prevista para um eventual terceiro mandato de Lula. A ideia era levar o atual diretor-geral para o novo Ministério da Segurança Pública, uma das promessas de campanha do presidente.

No cenário imediato, porém, o substituto natural de Andrei é o delegado William Murada, atual diretor-executivo e número dois da PF.

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STF tem maioria para manter Andrei Rodrigues afastado da direção-geral da PF

Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo

A Segunda Turma do STF formou maioria para manter o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, determinado pelo ministro André Mendonça.

O julgamento aconteceu no Plenário Virtual, na manhã desta terça-feira (8), após o ministro André Mendonça remeter ao colegiado a análise sobre sua decisão. Ele foi acompanhado pelos ministros Luiz Fux e Kássio Nunes Marques. O ministro Gilmar Mendes, no entanto, pediu vistas.

Mendonça também mandou afastar o diretor de Inteligência da PF, Leandro Almada da Costa. O ministro determinou ainda que a Corregedoria da Polícia Federal abra investigações criminais e administrativas para apurar a produção de relatórios de inteligência que teriam monitorado autoridades.

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“VIOLAÇÃO DE COMPETÊNCIA”: AGU vai recorrer ao STF contra decisão de Mendonça que afastou diretor-geral da PF

Fotos: Edilson Rodrigues/Agência Senado e Mateus Bonomi/AGIF

A Advocacia-Geral da União (AGU) vai recorrer ao STF contra a decisão do ministro André Mendonça que afastou Andrei Rodrigues do cargo de diretor-geral da Polícia Federal.

Segundo a coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles, a AGU argumentará que Mendonça cometeu uma “violação de competência privativa da Presidência da República” ao determinar monocraticamente o afastamento.

A decisão de Mendonça foi tomada nesta terça-feira (8) e também afastou o diretor de Inteligência Policial da PF, Leandro Almada.

Com o recurso, o governo federal se posiciona contra a decisão do ministro e buscará reverter no Supremo o afastamento do comando da PF.

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