O Rio Grande do Norte não reabriu as seções eleitorais que encerraram a votação às 17h, apesar da decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF, de estender o horário do pleito até as 19h. Segundo o TRE-RN, as urnas já fechadas permanecerão definitivamente encerradas.
As seções que ainda tinham eleitores na fila às 17h, porém, devem concluir o atendimento até que todos votem. Os dados das urnas encerradas já foram extraídos e seguem para a totalização dos votos.
O governo brasileiro está lutando para não prejudicar as negociações comerciais com os Estados Unidos. A ordem no Palácio do Planalto e no Itamaraty é não esticar a corda nem transformar a ida do senador Flávio Bolsonaro para Miami em um incidente diplomático com a gestão de Donald Trump, mantendo as conversas econômicas e os acordos bilaterais em ritmo normal.
A avaliação de diplomatas e técnicos da área econômica é de que o episódio envolvendo o parlamentar é um assunto estritamente judicial e não deve interferir na pauta de exportações e investimentos do país. O próprio ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, cumpre agenda nos Estados Unidos para encontros de trabalho, sinalizando que a prioridade do Brasil é garantir a estabilidade do comércio exterior e o canal aberto com Washington.
O grupo terrorista libanês Hezbollah, financiado pelo regime do Irã, divulgou nesta quinta-feira (29) um comunicado oficial para parabenizar o presidente Lula pela reeleição no segundo turno das eleições presidenciais. A mensagem de felicitação foi veiculada pelo portal Al-Manar, braço oficial de comunicação e propaganda da organização extremista, enviando saudações ao petista pelo resultado das urnas e por aquilo que classificaram como uma renovação da confiança do eleitorado no governo.
No manifesto publicado no Líbano, o grupo extremista fez questão de rasgar elogios às diretrizes diplomáticas adotadas por Lula em relação ao conflito no Oriente Médio, destacando de forma especial suas declarações em defesa da causa palestina e as pesadas críticas proferidas contra as operações militares de Israel na Faixa de Gaza. A organização terrorista concluiu a nota celebrando a postura de oposição do presidente brasileiro à influência histórica dos Estados Unidos na política e na geopolítica internacional.
Uma comissão internacional de bispos vinculada ao movimento religioso Apostolic Confluence Movement divulgou uma declaração oficial em que afirma não reconhecer a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno das eleições e levanta suspeitas sobre a legitimidade do pleito brasileiro. O documento, foi assinado na segunda-feira (26) e divulgado nas redes sociais pelo bispo Leo Assis.
Embora o texto intitule a manifestação como uma denúncia sobre possível fraude eleitoral, o grupo não apresentou qualquer dado técnico, auditagem ou prova concreta que sustente as alegações de inconsistência no processo de votação.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia nomear uma mulher para comandar o Ministério da Defesa, o que representaria um fato inédito desde a criação da pasta, em 1999. A mudança é discutida diante da saída prevista do atual ministro, José Múcio Monteiro, que já manifestou o desejo de deixar o cargo.
Segundo a CNN Brasil, três nomes são cogitados: Cinara Wagner Fredo, atual secretária-geral do Ministério da Defesa e favorita de Múcio; Maria Elizabeth Rocha, presidente do Superior Tribunal Militar (STM); e Simone Tebet, ex-ministra do Planejamento.
Cinara é considerada uma opção por já conhecer a estrutura da pasta e manter diálogo com a cúpula militar. Maria Elizabeth, primeira mulher a presidir o STM, também está entre as possibilidades. Já Tebet é vista como um nome de perfil moderado e com trânsito em setores conservadores.
Lula pretende evitar uma indicação que enfrente forte resistência nas Forças Armadas e deve conversar com os comandantes militares antes de tomar uma decisão. A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, é apontada como uma das principais defensoras da escolha de uma mulher.
A possível mudança também se insere na estratégia do governo de ampliar a presença feminina nas instituições militares. Lula tem defendido investimentos na modernização das Forças Armadas e sancionou uma lei que prevê uma exceção de R$ 30 bilhões para a compra de equipamentos militares até 2031.
A Câmara Municipal de Natal instalou, nesta quinta-feira (29), a Comissão Especial de Inquérito (CEI) da Caern para apurar a qualidade dos serviços prestados pela companhia e a responsabilidade dos órgãos municipais na fiscalização da abertura, manutenção e recuperação de buracos, valas e escavações nas ruas da capital.
Autor da proposta e relator da comissão, o vereador Matheus Faustino (União Brasil) criticou a atuação da companhia. “O descaso está instaurado e a Caern nunca deu satisfação a nada aqui no município”, afirmou. Segundo o parlamentar, representantes da empresa poderão ser convocados coercitivamente, se necessário.
A investigação também prevê convites e convocações a representantes da gestão municipal, incluindo as secretarias de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) e de Infraestrutura (Seinfra), além da Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico do Município de Natal (Arsban).
Presidente da CEI, a vereadora Anne Lagartixa (PL) apontou a falta de recuperação das vias após intervenções da companhia como uma das motivações da investigação. “A prefeitura vem, faz o recapeamento da via, daqui a pouco a Caern quebra tudo, deixa tudo do jeito que ficou e não conserta”, declarou.
Além de Faustino e Anne Lagartixa, a comissão é composta pelo vereador Subtenente Eliabe (PL), vice-presidente, e pelos vereadores Daniell Rendall (Republicanos) e Cláudio Custódio (PP), membros. A CEI terá prazo inicial de 120 dias para concluir os trabalhos, prorrogável por mais 120 dias.
Av. do Sol, em Candelária, a prefeitura asfaltou toda a avenida, não deu um mês e a CAERN chegou quebrando, até parece que eles perseguem asfaltos recém construídos “Olha, asfalto novo na área! vamos lá quebrar”.
Asfaltou? Caern chegou!
É incrível, parece perseguição mesmo!
As denúncias de assédio eleitoral no ambiente de trabalho chegaram a 3.396 em 2026, até as 10h desta quinta-feira (29), superando o total registrado nas eleições de 2022, quando o Ministério Público do Trabalho (MPT) recebeu 3.373 relatos.
Somente em outubro, foram cerca de 2,6 mil denúncias, um aumento de aproximadamente 371% em relação a setembro, quando houve 552 registros. A média no mês chegou a 90 denúncias por dia.
São Paulo lidera o número de casos, com 620 registros, seguido por Minas Gerais, com 351, e Rio de Janeiro, com 252. Segundo o MPT, 991 denúncias foram feitas antes do primeiro turno, 946 entre os dois turnos e outras 1.459 após a votação de 25 de outubro.
O que é assédio eleitoral
A prática ocorre quando empregadores ou gestores tentam influenciar a escolha política dos trabalhadores por meio de ameaças, constrangimentos ou vantagens. Entre os exemplos estão ameaças de demissão, redução salarial, rebaixamento de cargo, exigência de participação em campanhas e pressão para votar em determinado candidato.
O assédio também pode ocorrer por mensagens e redes sociais. Uma pesquisa da Justiça do Trabalho identificou o WhatsApp em 37% dos processos analisados e outras redes sociais em 14,5%.
Como denunciar
Trabalhadores podem apresentar denúncias ao Ministério Público do Trabalho pelo portal assedioeleitoral.trabalho.gov.br. Mensagens, e-mails, áudios, vídeos, fotografias e testemunhos podem ajudar a comprovar as situações relatadas.
O registro de uma denúncia não significa que a prática tenha sido comprovada. Os casos são analisados pelas autoridades, e as consequências podem incluir indenizações, termos de ajustamento de conduta e ações judiciais, conforme a gravidade e as circunstâncias.
O Ministério do Trabalho e Emprego também passou a enviar alertas pela Carteira de Trabalho Digital para orientar trabalhadores sobre seus direitos e incentivar denúncias.
Em um país, onde o governo acabou com a pobreza, não faz sentido que continuemos ajudando, os que, antes eram necessitados, hoje não existe mais pobre, além de que, cada empresa tem o direito de empregar pessoas que se identifiquem com os objetivos dessa empresa. Para toda causa, deve existir uma consequência.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (29) que não tomou partido nas eleições brasileiras a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Não tomei partido. Deixei como estava. Fui orientado a não tomar partido pelo presidente, o atual presidente”, declarou Trump a jornalistas.
Em setembro, Lula afirmou, em entrevista à CNN, que havia pedido ao presidente americano que não interferisse nas eleições do Brasil, para preservar as relações diplomáticas entre os dois países.
Uma briga entre deputados governistas e oposicionistas provocou a suspensão de uma sessão do Parlamento da Armênia nesta quinta-feira (29), em Yerevan. Durante o confronto, parlamentares trocaram socos e chutes, e o vice-presidente da Casa chegou a arremessar uma cadeira contra integrantes da oposição.
A confusão começou durante um debate sobre a escolha de um integrante da Câmara de Contas, órgão responsável pela auditoria das finanças públicas. O deputado oposicionista Andranik Gevorgyan ficou com o nariz sangrando, enquanto outro parlamentar teve as roupas rasgadas. A segurança do Parlamento foi acionada para conter a briga, e a sessão acabou suspensa.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu por unanimidade, nesta quinta-feira (29), que condenações por lesão corporal contra a mulher podem tornar o condenado inelegível, por se enquadrarem na categoria de crimes contra a vida. A Corte também cobrou do Congresso Nacional uma mudança na legislação para incluir expressamente essa restrição.
O entendimento foi firmado no julgamento do recurso de João Francisco de Assis Neto, conhecido como Dr. João Neto, que pretendia disputar uma vaga de deputado federal por Alagoas nas eleições de 2026. Os ministros negaram o recurso e mantiveram o indeferimento da candidatura.
Relator do caso, o ministro Dias Toffoli afirmou que a decisão não cria uma nova regra, mas interpreta a legislação já existente. Outros ministros destacaram a relação entre agressões físicas contra mulheres e o risco de feminicídio.
Durante o julgamento, Ricardo Villas Bôas Cueva propôs que o TSE encaminhe um apelo à Câmara e ao Senado para atualizar a Lei de Inelegibilidades. A proposta busca tornar explícita na legislação a proibição de candidaturas de pessoas condenadas por violência contra a mulher.
Um projeto com esse objetivo já tramita no Senado, mas está parado na Comissão de Constituição e Justiça desde maio de 2025. O ministro Kassio Nunes Marques ressaltou que a decisão representa um marco para a Justiça Eleitoral, ao aplicar a legislação vigente antes de uma eventual atualização pelo Congresso.
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