Em Fórum Econômico, Bolsonaro diz que reforma administrativa é prioridade e estimou economia de R$ 300 bilhões em 10 anos

Foto: Evaristo Sá/AFP

Durante discurso nesta segunda-feira (19/10) em evento virtual promovido pela Câmara de Comércio dos EUA, o presidente Jair Bolsonaro reforçou a parceria com os Estados Unidos. O chefe do Executivo declarou que pretende avançar em reformas como a administrativa e estimou economia de R$ 300 bilhões ao longo de 10 anos com as mudanças no funcionalismo público.

“O governo brasileiro continuará a colocar em marcha sua ambiciosa agenda de reformas. Já fizemos a reforma da previdência, que muitos consideravam impossível. O próximo passo será a aprovação da reforma administrativa, que tem o objetivo de modernizar a gestão pública e resultará em economia de cerca de R$ 300 bilhões ao Estado nos próximos dez anos”, apontou.

Bolsonaro ainda citou a reforma tributária. “Em paralelo, também trabalhamos no projeto de reforma tributária, que promoverá a unificação de impostos e resultará em um sistema de arrecadação mais simples, justo e racional, atendendo uma antiga demanda da população brasileira e dos investidores internacionais”, destacou.

O presidente acenou aos investidores estrangeiros, convidando-os a conhecer as oportunidades oferecidas pelo país. “Sabemos da enorme importância dos investimentos americanos em vários setores da economia brasileira. Convidamos os investidores a examinar atentamente a carteira do Programa de Parcerias de Investimentos, o PPI, e a conhecer melhor as oportunidades que o Brasil oferece em matéria de concessões e privatizações”.

OCDE

O mandatário ressaltou também a intenção de incluir o grupo da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Ele caracterizou como um passo importante do país no cenário internacional.

“A entrada na Organização é um firme propósito do Estado brasileiro, para o qual temos muito nos empenhado, tanto em nível técnico quanto político. Contamos com o fundamental apoio do Governo dos Estados Unidos nesse processo, que será determinante para que se chegue a um rápido e favorável encaminhamento”.

Ele reforçou que o ingresso do Brasil na OCDE gerará efeitos positivos para a atração de investimentos nacionais e internacionais.

Trump

Bolsonaro citou também a aliança com o presidente americano, Donald Trump e afirmou que a relação entre os países está em seu “melhor momento” .

“A prioridade que o Brasil confere a essa relação é clara e sincera. Desde o início de meu Governo, visitei os EUA em quatro oportunidades, e em todos estive com o Presidente Trump. O balanço dessa relação, mutuamente proveitosa, é bastante concreto e positivo”.

Por fim, o presidente ressaltou o potencial a ser alcançado com o prosseguimento da aliança entre Brasil e EUA. “Nesse cenário complexo, tenho a firme convicção de que há enorme potencial para que o Brasil e os EUA avancem em nossa agenda de cooperação em diversas áreas de interesse comum. Para o futuro, vislumbramos um arrojado acordo tributário, um abrangente acordo comercial e uma ousada parceria entre nossos países para redesenhar as cadeias globais de produção”, concluiu.

Correio Braziliense

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. GCF disse:

    Reforma previdenciária já aconteceu.
    O tempo de serviço dos militares aumentou em cinco anos. Não tem adicional noturno, não recebem por hora extra, sem direito de greve, contribuem na previdência também na inatividade, podem ser reconvocados mesmo estando na reserva, não são promovidos um posto ao ir para a reserva, para os que entram após a reforma, não deixam pensões para filhas, não recebem anuênio, trabalham nos finais de semana e feriados (escala), transferências para qualquer lugar do Brasil e missões no exterior, etc.
    Se o país precisar, devem estar sempre prontos.
    Sem Forças Armadas, qualquer país fica submisso aos outros. Isso se chama soberania e liberdade.
    Só falta os militares trabalharem de graça…

    • Sérgio disse:

      Sou servidor civil.
      Tenho quase todas essas restrições de vcs, e ainda contribuo mais para Previdência, me aposento mais tarde, nem recebo auxílio-transferência de 5 em 5 anos. Não tenho o direito de contribuir para aposentadoria de minha filha (1%), nem ganho acima do teto como muitos de vcs, nem tenho casa paga pela União ou auxílio-fardamento.
      Em caso de guerra (a última foi na década de 40), vou ser convocado do mesmo jeito que vc.
      Resumindo: não dou prejuízo ao Brasil.

    • Jailson disse:

      GCF, vc é um milico marajá q nunca trabalhou de verdade na vida.

    • Walternani disse:

      Ser praça é uma merda, pode ter as benesses que forem, ainda é melhor ser qualquer assistente administrativo civil. Agora, sendo oficial, é só lazer e mamata. Ainda mais com essa dobradinha Capitão/General no poder.

  2. Cidadão pagador de impostos disse:

    Políticos, juízes, promotores e militares todos de fora da reforma administrativa.
    Essa reforma só vai servir p aparelhar ainda mais o Estado C apadrinhados dos políticos vagabundos

  3. Pixuleco disse:

    BLÁ , BLÁ , BLÁ … Eu confesso que gostaria de ficar quieto no meu canto , mas Tonho é um provocador da racionalidade . Nunca na história desse país ( frase dos nove dedo) tivemos um presidente tão fraco . O papangu não consegue formalizar um raciocínio ou concatenar ideias . TICO neurônio 1 , não se comunica com TECI , neurônio 2 , dessa forma são uma miscelânea de barbaridades impressionante . Pelas caridade , a Gadolândia está em pânico . Defendem mas no fundo sabem que a barca tá furada. Vou tomar meu chá de mulungú oara o sono chegar . Ah Papai !

  4. Lucas disse:

    Tem fazer uma reforma na previdência já. Ninguém deve,como aposentado, reservista ou reformado ganha mais que o teto da previdência. Se aposentou entra em outra categoria chamada inativo e tem que se submeter ao teto. Se não fizer agora, vai ser feito lá na frente, pode escrever.

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