Polícia

Em primeiro depoimento, Queiroz diz à PF que desconhece vazamento de investigação para Flávio Bolsonaro e que deixou cargo na Alerj para cuidar da saúde

Foto: reprodução

Em seu primeiro depoimento prestado desde que se tornou pivô das investigações envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), o ex-assessor Fabrício Queiroz afirmou nesta segunda-feira à Polícia Federal que desconhece o suposto vazamento de informações de uma investigação que lhe atingiria no caso da “rachadinha”, como relatado anteriormente pelo empresário Paulo Marinho.

Queiroz foi preso preventivamente no último dia 18, a pedido do Ministério Público do Rio, na Operação Anjo. Custodiado no presídio de Bangu 8, o ex-assessor foi ouvido na tarde desta segunda-feira, na condição de testemunha, pelo delegado da PF do Rio Jaime Cândido por meio de videoconferência, para evitar risco de contágio por coronavírus.

De acordo com investigadores, em seu depoimento Queiroz negou ter conhecimento de irregularidades sobre esse assunto e disse que nunca teve informações antecipadas de investigações. Queiroz disse à PF que foi ele próprio quem pediu para ser exonerado do cargo de assessor do gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio, negando a suspeita de que foi demitido por Flávio após ele ter obtido informações confidenciais de que seu então assessor seria alvo de investigações em curso devido a uma movimentação bancária incompatível.

Como justificativa para seu pedido demissão, Queiroz disse à PF que estava “cansado” de trabalhar como assessor político e que iria cuidar de problemas de saúde.

As suspeitas envolvendo o vazamento da investigação surgiram a partir de entrevista do empresário Paulo Marinho, ex-aliado do hoje senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ). Marinho afirmou que um policial federal avisou a Flávio que um assessor seu, Queiroz, estava na mira das investigações da Operação Furna da Onça. Relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) obtido na operação detectou movimentações atípicas na conta de Queiroz e apontou suspeita de um esquema de devolução de salários dos funcionários do gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio, prática conhecida como “rachadinha”.

Em suas declarações, Paulo Marinho havia afirmado que Flávio demitiu Queiroz no dia 15 de outubro de 2018 justamente após ter conhecimento de que o então assessor era alvo de investigações.

O depoimento de Queiroz à PF, entretanto, não confirma o relato de Paulo Marinho, já que ele disse que saiu por vontade própria. Queiroz também acrescentou que não teve conhecimento prévio sobre teor das investigações contra si e disse que ficou sabendo do caso apenas pela imprensa, quando saíram as primeiras reportagens sobre a detecção de movimentação financeira atípica em suas contas.

Como o objeto da investigação da PF é apenas o vazamento de informações da Operação Furna da Onça, o delegado não fez questionamentos sobre o esquema de rachadinha, que é foco de outra investigação, esta do Ministério Público Estadual.

Desde que seu nome ficou sob suspeita, Queiroz passou a se esquivar de apresentar explicações ao Ministério Público do Estado do Rio, que cuida da investigação da rachadinha. Sua defesa apresentou informações por escrito, mas Queiroz nunca chegou a prestar depoimento ao MP do Rio. Agora que está preso, ele deve também ser ouvido pelos investigadores do esquema de rachadinha.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Tem que levar uma surra DE URTIGA…caso contrário…a mamada continua …bando de LADROES…no comando o SATÃ NARO

  2. O cara num já disse que vende carros, é um gênio dos negócios.
    Que preconceito é esse? Nam…

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Filha de procurador que ficou em 2.018º lugar em concurso vira delegada por decisão judicial

Foto: Reprodução

A filha de um procurador de Justiça do Maranhão tomou posse como delegada da Polícia Civil após decisão judicial, apesar de ter sido eliminada na primeira fase do concurso realizado em 2017. Ariana Sampaio Sousa ficou na 2.018ª colocação na prova objetiva, enquanto o edital previa a convocação dos 225 primeiros da ampla concorrência para a etapa seguinte.

O caso tornou-se público na última semana após outro candidato do concurso questionar a nomeação de Ariana, alegando ter obtido nota superior à dela na prova objetiva.

Ariana é filha do atual subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Jurídicos, Francisco Barros Sousa, e sobrinha do desembargador Raimundo Barros. Ela fez apenas a prova objetiva e não realizou etapas como prova discursiva, exames médicos, teste físico, avaliação psicológica e investigação social.

A nomeação foi determinada pelo juiz Osmar Gomes dos Santos, da 1ª Vara da Fazenda Pública de São Luís. A defesa sustentou que uma lei estadual de 2024 flexibilizou a cláusula de barreira e que Ariana, após conseguir uma liminar, concluiu e foi aprovada no curso de formação da Polícia Civil.

A Procuradoria-Geral do Estado contesta a decisão e afirma que a lei beneficiava apenas candidatos aprovados em todas as fases da primeira etapa. Para a PGE, permitir a posse pode abrir precedente para milhares de candidatos eliminados. O Ministério Público do Maranhão também se manifestou pela reforma da sentença.

Ariana tomou posse em maio de 2025 e atualmente está lotada na Delegacia de Bacabal. O recurso do governo aguarda julgamento no Tribunal de Justiça do Maranhão.

Com informações da coluna de Carlos Madeiro, do UOL

Opinião dos leitores

  1. Pelo jeito o Estado do Maranhão tá igual à Brasília, verdadeira zona onde todo mundo quer mandar.

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CASO MASTER: Vorcaro pagou viagens para servidores do Banco Central que agiam como “empregados” do banqueiro, diz PF

Fotos: Reprodução/Beto Nociti/A Crítica

Daniel Vorcaro ajudou a custear viagens ao exterior de servidores do Banco Central que, segundo a Polícia Federal, defendiam interesses do Banco Master dentro da própria instituição responsável por fiscalizar os bancos do país.

A investigação cita Paulo Sergio Neves de Souza, então chefe-adjunto do Departamento de Supervisão Bancária, e Belline Santana, ex-chefe do departamento. Para a PF, os dois atuavam muitas vezes como verdadeiros “empregados” de Vorcaro.

Em um dos episódios, a PF aponta que o banqueiro pode ter ajudado a custear uma viagem de Paulo Sergio e sua família à Disney. O servidor enviou o roteiro a Vorcaro, que acionou um advogado para providenciar um guia turístico. Durante a viagem, Paulo Sergio agradeceu ao banqueiro e, na mesma conversa, antecipou informações e orientações sobre uma reunião que Vorcaro teria com a direção do BC.

A investigação também identificou que Vorcaro organizou uma viagem de Belline e da mulher dele à França, tratando com prestadores de serviços no exterior sobre reservas de restaurantes, recepção e logística.

As informações constam de investigação da PF sobre o caso Master que teve o sigilo retirado pelo ministro André Mendonça, do STF, nesta quinta-feira (10).

Com informações da coluna Jogo Político, de O Globo

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DARK HORSE: Mendonça inclui Flávio Bolsonaro em inquérito por suspeitas de lavagem, evasão e corrupção, mas caso segue sob sigilo

Fotos: STF e Gabriel Silva/Estadão Conteúdo

O ministro André Mendonça determinou a abertura de inquérito para investigar a atuação de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no financiamento de “Dark Horse”, filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. A investigação apura suspeitas de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção.

Também estão entre os investigados o ex-deputado Eduardo Bolsonaro e o deputado federal Mario Frias (PL-SP).

A existência do inquérito veio à tona após Mendonça retirar o sigilo de 15 procedimentos relacionados ao caso Banco Master, a pedido do presidente do STF, Edson Fachin. Apesar da abertura dos demais documentos, a investigação envolvendo Flávio e o financiamento de “Dark Horse” continua sob sigilo.

Mendonça tornou públicas apurações relacionadas a Alexandre de Moraes, ao BRB-Master, ao vazamento de informações sigilosas e a estruturas suspeitas de ameaças, ataques cibernéticos e atuação de influenciadores em favor de Daniel Vorcaro e do Banco Master.

Além do caso “Dark Horse”, permaneceram sob sigilo outros braços da investigação envolvendo políticos, entre eles procedimentos nos quais aparecem os senadores Ciro Nogueira (PP-PI) e Jaques Wagner (PT-BA).

Com informações do UOL

Opinião dos leitores

  1. Quem tem notícias das investigações no caso de corrupção e desvio de recursos no INSS?
    Parou por ter aparecido algum nome de intocável?
    O que acontece que esse escândalo de corrupção não anda nas investigações?
    Seria medo de alguma delação?
    Cadê os defensores da democracia nesse caso?

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CESAR MAIA NÃO BRINCA: Irmãos Maia dividem votos e resolvem apoiar candidatos diferentes em Parnamirim

Foto: Reprodução

A decisão dos irmãos César Maia e Carlos Augusto Maia de apoiar candidatos diferentes a deputado estadual chama atenção para uma questão importante nesta eleição:

Enquanto o presidente da Câmara Municipal, César Maia, apoia Júlio César, seu irmão, o ex-deputado Carlos Augusto Maia, anunciou apoio a Ivanilson Oliveira, que também reúne em Parnamirim os apoios de Kátia Pires.

Além de dividirem os votos estrategicamente, César se aliou a Katia Pires para unificarem votos em Júlio César.

César Maia tenta sufocar a prefeita Nilda com jogadas políticas e a parceria com Katia voltou após ele colocá-la na berlinda como “golpista”.

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CASO MASTER: PF diz que Vorcaro soube com antecedência de operação que iria prendê-lo

Foto: Reprodução

A Polícia Federal afirma que Daniel Vorcaro teve acesso antecipado a informações sigilosas sobre a operação que resultou em sua prisão, em novembro de 2025. Segundo os investigadores, o banqueiro sabia até o nome do juiz responsável pelo caso e de integrantes da equipe de investigação.

As informações constam do inquérito do caso Master, que teve o sigilo retirado pelo ministro André Mendonça, do STF, nesta quinta-feira (10).

No celular de Vorcaro, a PF encontrou nomes de delegados, agentes e procuradores que participaram de reuniões sigilosas no Banco Central. Em 16 de novembro, o banqueiro também perguntou a um interlocutor se ele tinha proximidade com o juiz federal Ricardo Soares Leite, que posteriormente determinaria sua prisão.

“Como se tratava de inquérito sigiloso, a essa altura não haveria nenhuma razão ou meio lícito conhecido para que o alvo da investigação soubesse o nome e jurisdição de atuação do juiz federal responsável pelo caso”, registrou a PF.

Vorcaro foi preso dois dias depois, em 18 de novembro, no Aeroporto de Guarulhos, quando tentava embarcar para o exterior em seu jato particular.

Mendonça retirou o sigilo da investigação após pedido do presidente do STF, Edson Fachin, que também solicitou o compartilhamento das informações com os demais ministros da Corte.

Com informações do Metrópoles

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Eleições 2026

Renan Santos acusa campanha de Flávio Bolsonaro de receber dinheiro de grupo trumpista

Fotos: Reprodução e Evaristo Sá/AFP

O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) acusou a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) de receber apoio financeiro ilegal da Rockbridge Network, rede americana de investidores trumpistas fundada pelo vice-presidente dos Estados Unidos, J.D. Vance, e pelo empresário Chris Buskirk.

A acusação é grave porque a legislação eleitoral brasileira proíbe que partidos e candidatos recebam, direta ou indiretamente, doações de origem estrangeira.

“Esses caras vieram para o Brasil e saíram oferecendo apoio a várias candidaturas: Flávio, antes tentaram o Tarcísio, e fecharam com o Flávio. Esses caras trabalham com muitas coisas, entre elas terras raras. Eles entraram na campanha do Flávio, naturalmente e ilegalmente”, afirmou Renan.

Integrantes do Missão e do MBL apontam o empresário Tallis Gomes, fundador da G4 Educação e membro da Rockbridge nos Estados Unidos, e Pedro Sang como ligados à atuação do grupo no Brasil.

Tallis negou ter levantado recursos para Flávio e disse que mantém diálogo com diferentes campanhas, sem adesão formal. Sang também negou qualquer repasse: “Nunca houve nenhum centavo transacionado”. Segundo ele, os contatos com a Rockbridge tratavam de possíveis investimentos em tecnologia no Brasil.

Gomes e Sang afirmaram que vão processar os responsáveis pelas acusações, incluindo Renan Santos e Arthur do Val.

Com informações da coluna de Guilherme Amado, do Amado Mundo

Opinião dos leitores

  1. Renan,, vc não tem um plano de governo uma proposta pro Brasil?
    Essa tua denúncia não me interessa é problema pra quem deve apurar.

  2. 👺O jornalista Guilherme Amado publicou em 2023 uma reportagem no Metrópoles indicando que o ex-assessor presidencial Filipe Martins havia registrado entrada nos Estados Unidos no final de 2022, informação que posteriormente virou alvo de intensa controvérsia jurídica e política após questionamentos sobre a veracidade do registro migratório.A Reportagem e a PrisãoA publicação: Em outubro de 2023, o jornalista divulgou que o sistema de imigração americano mostrava a entrada de Filipe Martins em Orlando no final de 2022, coincidindo com a viagem do ex-presidente Jair Bolsonaro.O uso pelas autoridades: O registro foi citado no contexto das investigações sobre a tentativa de golpe de Estado, sendo apontado por órgãos de persecução penal como indício de que Martins teria permanecido fora do país.A prisão: Com base em elementos da investigação, a Polícia Federal e o Supremo Tribunal Federal decretaram a prisão de Filipe Martins no início de 2024.A Polêmica e a Contestação Documento questionado: Posteriormente, a defesa de Filipe Martins e órgãos americanos passaram a contestar a validade do registro de entrada no sistema de imigração, gerando debates sobre a precisão do dado inicial.
    👉🏿 Alguém lembra desse caso que esse CANALHA , chamado GUILHERME AMADO causou. Será que ele voltou a agir?

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CASO MASTER: PF suspeita que Toffoli seja beneficiário de fundo que recebeu R$ 35 milhões de Vorcaro e levou dinheiro a paraíso fiscal

Dias Toffoli ao lado do amigo Alberto Leite, citado no relatório da PF sobre o caso Master (Foto: Reprodução)

Um relatório da Polícia Federal levanta a suspeita de que o ministro Dias Toffoli, do STF, seja o “beneficiário final” ou “proprietário de fato” de um fundo de investimentos que recebeu ao menos R$ 35 milhões do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O documento foi revelado pela revista piauí.

O fundo Arleen era sócio do Tayayá, resort ligado a Toffoli e sua família, no Paraná. Depois de passar para o controle do empresário Alberto Leite, amigo do ministro, o fundo teve suas regras alteradas para permitir investimentos no exterior. Segundo a PF, cerca de R$ 34 milhões acabaram transferidos para a Egide I Holding, registrada nas Ilhas Virgens Britânicas, conhecido paraíso fiscal.

A investigação também encontrou mensagens que levantaram suspeitas sobre uma decisão de Toffoli em processo envolvendo precatórios do setor sucroalcooleiro. O Banco Master tinha mais de R$ 10 bilhões em ativos desse segmento e seria beneficiado pela tese que acabou prevalecendo no julgamento.

Antes da análise do caso, executivos do banco discutiram a necessidade de “se movimentar”. Vorcaro afirmou que acompanhava a situação “mais do que imagina” e escreveu: “Tô tratando aqui”. O julgamento foi adiado e, quando retomado, Toffoli votou pela tese favorável à usina. Após o resultado, um operador informou ao banqueiro: “Ganhamos Alcídia”. Vorcaro respondeu com um emoji de aprovação.

A própria PF ressalva que os elementos sobre o julgamento ainda não permitem conclusões definitivas e afirma que o caso precisaria de “aprofundamento analítico”. A reportagem aponta que novas diligências sobre esse episódio e sobre os recursos enviados às Ilhas Virgens Britânicas não foram realizadas.

O relatório também registra encontros, ligações e contatos frequentes entre Toffoli e Vorcaro. A PF identificou reuniões nas residências dos dois e 17 registros de chamadas de WhatsApp entre eles em um dos celulares apreendidos do banqueiro.
Toffoli nega as suspeitas. O gabinete afirma que o ministro jamais manteve recursos no exterior, nunca realizou operações nas Ilhas Virgens Britânicas e não recebeu valores de Vorcaro. Também nega relação de amizade ou intimidade com o banqueiro.

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PSOL e Rede pedem no Conselho de Ética a cassação do deputado Mario Frias após operação da PF

Foto: Pedro Ladeira/Folha Press

As bancadas do PSOL e da Rede na Câmara dos Deputados protocolaram, nesta quinta-feira (10), um pedido de cassação contra o mandato do deputado Mario Frias (PL). A medida ocorre após o parlamentar ser alvo de uma operação da Polícia Federal autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, que investiga um suposto esquema de desvio de emendas parlamentares para o financiamento do filme “Dark Horse”, obra sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da qual Frias atua como roteirista e produtor.

De acordo com a PF, o deputado transferiu R$ 645.400,00 em 2025 para a Go Up, produtora responsável pelo longa, montante apontado como incompatível com seus rendimentos oficiais de R$ 44 mil. Além disso, Frias destinou R$ 2 milhões em emendas parlamentares ao Instituto Conhecer Brasil, ONG administrada por Karina Gama, dona da produtora do filme, sendo metade voltada a letramento digital pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e a outra metade para um projeto de artes marciais.

Na representação enviada ao Conselho de Ética, os partidos argumentam que a alocação de recursos públicos para uma iniciativa de interesse particular do parlamentar configura “conflito de interesses insanável”. Para as legendas, houve subversão da finalidade do orçamento público e abuso de prerrogativas, defendendo que o colegiado não precisa aguardar o desfecho da esfera criminal para iniciar a apuração por quebra de decoro.

Em sua defesa nas redes sociais, Frias classificou a ofensiva policial como uma “cortina de fumaça”, destacou a ausência de mandados de prisão e falou que o processo é infundado. No âmbito judicial, o ministro Flávio Dino determinou a proibição da saída do país do parlamentar, que é candidato à reeleição, apontando atrasos na prestação de informações à investigação em decorrência de viagens internacionais.

Com informações da Folha de São Paulo

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Gustavo Carvalho faz história na Arena das Dunas com mais de 3 mil pessoas e representação de mais de 80 municípios


Foto: Divulgação / Campanha

Grande encontro reuniu 14 prefeitos, mais de 15 ex-prefeitos, grandes lideranças políticas e caravanas de todas as regiões do Rio Grande do Norte em uma demonstração histórica de força e união

O deputado estadual Gustavo Carvalho fez história na noite desta quinta-feira (10), ao reunir mais de 3 mil pessoas na Arena das Dunas, em Natal, em um dos maiores eventos políticos de sua trajetória. Com representantes de mais de 80 municípios, o encontro mostrou a dimensão estadual de sua candidatura à reeleição e reuniu, em um mesmo espaço, lideranças e apoiadores vindos de todas as regiões potiguares.

O Rio Grande do Norte estava presente e representado. Do Litoral ao Oeste, passando pelo Potengi, Mato Grande, Agreste, Trairi, Região Central, Seridó, Vale do Açu, Alto Oeste e Grande Natal, caravanas chegaram à Arena das Dunas para participar de uma noite marcada pela emoção, pela mobilização e pela força política construída por Gustavo ao longo de sua vida pública.

Entre as grandes lideranças presentes estiveram Álvaro Dias, Coronel Hélio, o senador Rogério Marinho, o prefeito de Natal Paulinho Freire e a deputada federal Nina Souza, além de vereadores, vice-prefeitos, lideranças comunitárias e políticas de dezenas de municípios.

14 prefeitos e mais de 15 ex-prefeitos reforçam força municipalista

Um dos principais símbolos da força demonstrada no encontro foi a participação dos 14 prefeitos que apoiam Gustavo Carvalho, representando diferentes regiões do estado.

Estiveram presentes Paulinho Freire, de Natal; Felipe Menezes, de Lajes; Joca Basílio, de Riachuelo; Pacelli Souto, de São Paulo do Potengi; Gá, de São Tomé; Fabiano de Vavá, de Barcelona; Raniere, de Ruy Barbosa; Horison, de Bodó; Thales Farias, de Coronel Ezequiel; Pilola, de Caiçara do Norte; Ceiça Lisboa, de Caiçara do Rio do Vento; Jr. Evaristo, de Paraú; Juninho de Kerginaldo, de Senador Elói de Souza; e Serrinha, de São Pedro.

Além dos atuais gestores, mais de 15 ex-prefeitos participaram da mobilização, ampliando ainda mais a representação política e municipalista do encontro.

A presença conjunta de prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, lideranças locais e caravanas de mais de 80 municípios evidenciou uma das marcas da trajetória de Gustavo Carvalho: a capacidade de manter uma relação próxima com o interior e construir parcerias duradouras com os municípios.

Uma Arena das Dunas tomada por amigos de todo o RN

O cenário escolhido para o encontro tornou a noite ainda mais simbólica. A Arena das Dunas, um dos espaços mais emblemáticos do Rio Grande do Norte, recebeu milhares de pessoas para uma mobilização que entrou para a história da caminhada de Gustavo Carvalho.

Mais do que o tamanho do público, o que chamou atenção foi a amplitude da representação política e territorial.

Eram prefeitos e ex-prefeitos, vereadores, lideranças comunitárias, amigos de décadas, familiares, jovens, militantes e apoiadores que percorreram centenas de quilômetros para participar da mobilização.

Em seu discurso, Gustavo agradeceu a demonstração de confiança e destacou que a grandiosidade do encontro aumenta ainda mais sua responsabilidade.

Mesmo diante de uma Arena tomada por milhares de pessoas, o deputado fez questão de reforçar uma das características que considera essenciais em sua trajetória: a humildade.

“Eu sempre procurei fazer política com humildade, com os pés no chão, respeitando cada pessoa e sabendo que ninguém chega a lugar nenhum sozinho. Uma noite como esta não pertence a uma pessoa. Ela pertence a todos os amigos que construíram essa caminhada conosco”, afirmou.

“Campanha tem começo, meio e fim”

Em um dos momentos centrais de sua fala, Gustavo Carvalho também fez uma convocação direta aos milhares de apoiadores presentes.

O deputado lembrou que uma campanha eleitoral é formada por três momentos: início, meio e fim. Recordou que a caminhada começou com os adesivaços, as primeiras mobilizações de rua, reuniões, visitas e encontros nos municípios e destacou que a campanha agora chega a uma nova etapa.

“Começamos com os adesivaços, fomos às ruas, percorremos os municípios, apertamos mãos e reencontramos tantos amigos. Chegamos ao meio da campanha fortes, mas conscientes de que ainda temos um caminho importante pela frente”, destacou.

A partir de agora, segundo Gustavo, cada apoiador passa a ter um papel ainda mais decisivo na construção do resultado.

O deputado convocou os amigos presentes a se tornarem multiplicadores, levando a mensagem da campanha às suas famílias, aos vizinhos, amigos e comunidades.

“Precisamos que cada um consiga mais um. E que esse mais um consiga outro. É dessa forma, de pessoa em pessoa, de amigo em amigo, que vamos ampliar essa corrente e construir a vitória que tanto desejamos”, afirmou.

Um retrato do Rio Grande do Norte

O grande encontro na Arena das Dunas apresentou uma fotografia da base estadual construída por Gustavo Carvalho.

Com mais de 80 municípios representados, 14 prefeitos, mais de 15 ex-prefeitos e algumas das maiores lideranças políticas do estado, o evento reuniu diferentes gerações e regiões em torno da candidatura do parlamentar.

Para Gustavo, essa capilaridade é resultado de uma trajetória marcada pelo municipalismo, pela destinação de recursos, pela defesa dos interesses das cidades e, sobretudo, pela manutenção do contato permanente com aqueles que constroem os municípios diariamente.

Ao longo de seus mandatos na Assembleia Legislativa, Gustavo consolidou relações políticas e pessoais que atravessaram eleições e se transformaram em parcerias de longo prazo. Na Arena das Dunas, essas diferentes histórias se encontraram.

Uma noite que entra para a história

Ao final do encontro, Gustavo Carvalho agradeceu especialmente à família, aos amigos, aos 14 prefeitos, aos mais de 15 ex-prefeitos, aos vereadores, às lideranças políticas e comunitárias e às mais de 3 mil pessoas que transformaram a Arena das Dunas em uma grande celebração.

Com representação de mais de 80 municípios, o evento demonstrou que a caminhada de Gustavo ultrapassa fronteiras regionais e está presente em praticamente todos os cantos do estado.

O Rio Grande do Norte esteve inteiro na Arena das Dunas: representado por suas cidades, suas lideranças e, principalmente, por seu povo.

Uma noite histórica para Gustavo Carvalho e um marco de uma campanha que agora entra em uma fase decisiva, com uma orientação clara para os milhares de apoiadores: multiplicar, conquistar mais um e seguir unidos até a vitória.

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Geral

Augusto Cury diz ser professor de pós-graduação da USP, mas universidade nega vínculo


Foto: Reprodução / CNN

O candidato à Presidência pelo Avante, Augusto Cury, tem apresentado em seu site oficial e no plano de governo registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a credencial de professor de pós-graduação da Universidade de São Paulo (USP). No entanto, a instituição de ensino desmente a vinculação permanente divulgada.

Enquanto o material de campanha aponta Cury como professor convidado em programas de mestrado e doutorado e o maior especialista em “Gestão da Emoção” do mundo, a USP esclarece que a atuação do candidato ocorreu de forma pontual. Segundo a universidade, ele participou apenas como docente convidado nos anos de 2020, 2021 e 2022, ministrando a disciplina “Gestão da Emoção na Formação de Professores do Ensino Universitário” vinculada à área de Reabilitação Oral da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto.

Procurada pela reportagem para se posicionar sobre a divergência, a assessoria de imprensa de Augusto Cury não retornou aos contatos. O espaço permanece aberto para manifestações.

Com informações do UOL

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