Acusado de matar, por estrangulamento, a própria mulher, a fisiculturista paulista Fabiana Caggiano, de 36 anos, em dezembro de 2012 dentro de um hotel, em Natal, onde a atleta e a família passavam férias, o empresário Alexandre Furtado Paes, dono de uma academia de musculação na cidade de Osasco, em São Paulo, vai sentar no banco dos réus.
A decisão de mandar o réu a júri popular foi tomada pela 3ª Vara Criminal de Natal. A data do julgamento ainda não foi definida. Se a defesa do acusado não recorrer, o julgamento pode acontecer ainda neste semestre.
A Casa Branca publicou nesta sexta-feira (7) montagem do super-herói Homem-Aranha, personagem de quadrinhos e filmes da Marvel, acompanhada da mensagem: “Criminosos estrangeiros serão pegos e deportados”. A publicação foi compartilhada nas redes sociais oficiais do governo dos Estados Unidos. O post tinha mais de 260 mil curtidas no perfil do Instagram e ultrapassava 680 mil visualizações no X até esta publicação.
Na legenda da postagem no Instagram, a Casa Branca escreveu: “Seus agentes da ICE amigáveis do bairro”, em referência ao principal slogan do super-herói. Nos comentários, há quem aprove a publicação: “Adorei isso!”, escreveu um, e quem condene: “O Homem-Aranha não é um assassino!””. Até a última atualização desta reportagem, a Marvel não havia se pronunciado sobre o uso da imagem do personagem na publicação.
Memes da Casa Branca
Esta não é a primeira vez que a Casa Branca utiliza a imagem de um super-herói para divulgar mensagens relacionadas à política de imigração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Em 2025, a conta oficial da Casa Branca na rede social X publicou um meme que retratava Trump como Superman. Na ocasião, a publicação também gerou repercussão nas redes sociais.
Após a divulgação do meme, a Casa Branca afirmou: “Em nenhum lugar da Constituição diz que não podemos postar memes legais”, em resposta às críticas sobre a publicação.
Vazada por aliados de Lula nesta quinta, a conversa de ministros do governo com o ministro André Mendonça tem, na avaliação de integrantes do STF, a intenção de arrastar para a arena política — desqualificando futuras decisões — o relator das investigações do caso Master, das fraudes do INSS e do escândalo de lobby envolvendo Lulinha no STF. As informações são da coluna Radar – Veja.
Antes de Lula e seus aliados entrarem em cena, a suposta crise envolvendo Mendonça e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, era tratada na esfera técnica — até porque não há fatos a comprovar que ele atue politicamente no cargo. Havia uma constatação básica: todas as investigações na corporação andavam, menos a que envolvia o filho de Lula.
As trocas de investigadores no curso da apuração contra Lulinha, a ausência de estrutura para garantir o andamento da apuração e a relutância em atender decisões judiciais são questões objetivas e procedimentais.
Nos últimos dias, aliados de Lula criaram um verdadeiro caos em torno do tema, espalhando suspeitas sobre a atuação de Mendonça no caso Lulinha. Também lançaram novas narrativas, como a investigação de supostos vazamentos no caso do filho do presidente. E conseguiram algo raro no STF: mudar uma jurisprudência do tribunal, ao estabelecer que Lulinha seja investigado por dois relatores por um mesmo suposto esquema.
Mendonça já havia sido sorteado e era o relator prevento. Mas a multiplicação de inquéritos contra Lulinha — divididos pelos clientes desse balcão de tráfico de influência e não pela conduta supostamente criminosa do filho do chefe do Planalto –, fez com que Flávio Dino fosse também sorteado relator no STF.
Com o tumulto estabelecido nas investigações contra Lulinha, foi a vez de uma carta de superintendentes da PF lançar em cena o suposto atrito institucional. Como se a questão em discussão não fosse a série de ações incomuns nas investigações contra petistas, os ministros de Lula atraíram Mendonça para uma espécie de “conciliação” com o governo, algo raro na postura do ministro, que sempre evitou concertações políticas sobre investigações.
A reunião mediada por Jorge Messias, entre Wellington Silva e Mendonça, no TSE, serviu para alimentar rumores de “pacificação” entre Lula e o relator do caso Lulinha. Deu ao presidente ainda a narrativa de que ele é o maior interessado no andamento regular das investigações da PF.
Fosse isso verdade, Lula usaria seu poder para punir quem impede a PF de fazer seu papel e dificulta as investigações dos escândalos relatados pelo ministro Mendonça, e não o oposto.
“Também não é preciso que o ministro do Supremo receba ministros do governo para registrar que a PF deve fazer sua obrigação: atuar de forma independente, sem servir ao político de turno. Um absurdo”, diz um ministro do Supremo, sob reserva.
A prefeita de Pedro Avelino, Marina Trindade, comemorou os novos resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). A rede municipal avançou de 3,8, em 2023, para 5,1, em 2025, alcançando a maior nota já registrada pelo município.
Com um crescimento de 1,3 ponto, Pedro Avelino foi o terceiro município que mais evoluiu no Rio Grande do Norte. A cidade também subiu 80 posições no ranking estadual. Em 2023, ocupava a 156ª colocação entre os 167 municípios potiguares.
O Ideb é o principal indicador utilizado pelo Ministério da Educação para medir a qualidade do ensino básico. A nota considera o aprendizado dos estudantes em Língua Portuguesa e Matemática, além da aprovação e do avanço dos alunos na escola. Quanto maior o índice, melhor é o desempenho da educação.
Para Marina Trindade, o resultado representa uma virada histórica e comprova os efeitos do trabalho iniciado em seu primeiro ano à frente da Prefeitura.
“É uma conquista que enche Pedro Avelino de orgulho. Conseguimos interromper uma trajetória de queda e alcançar, já no primeiro ano da nossa gestão, a maior nota da história do município. Foi um salto extraordinário, que colocou Pedro Avelino entre os maiores destaques da educação no Rio Grande do Norte”, comemorou a prefeita.
Marina atribuiu o avanço a uma verdadeira “cruzada” promovida pela gestão para recuperar as escolas, melhorar o ensino e oferecer melhores condições de trabalho aos profissionais da educação.
“Desde o início da nossa gestão, colocamos a educação como prioridade. Iniciamos uma verdadeira cruzada para recuperar as escolas, cuidar dos estudantes, melhorar o transporte e a alimentação escolar e tratar os professores e servidores com o respeito que merecem. Esse resultado mostra que estamos no caminho certo”, afirmou.
De 2005 a 2015, Pedro Avelino havia registrado uma evolução discreta, porém constante, no Ideb. Nos anos seguintes, entretanto, o município passou a enfrentar sucessivas quedas. O resultado de 2025 interrompe essa trajetória e recoloca a educação municipal em uma curva de crescimento.
O senador Flávio Bolsonaro (RJ), candidato do PL à presidência da República, afirmou em entrevista a podcast na quinta-feira (6) que, se eleito, dará fim ao imposto de 12% instituído pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no mês de março sobre as exportações de petróleo bruto e óleo diesel.
A tributação, de caráter emergencial e temporário, é parte do pacote de medidas implementadas pelo Executivo para conter os impactos econômicos da guerra entre Estados Unidos e Irã. O epicentro do confronto é o Estreito de Hormuz, rota obrigatória de saída de navios do Golfo Pérsico, por onde é transportado cerca de um quinto do petróleo no mundo.
O imposto foi instituído com o objetivo de manter conter parte da produção nacional de petróleo dentro do país, bem como de custear subsídios para reduzir o custo ao consumidor final.
A estratégia enfrenta resistência das empresas do setor, que obtiveram, em abril, a suspensão do tributo junto à Justiça Federal, alegando que o governo estaria utilizando o pacote de emergência para fins arrecadatórios. A medida foi renovada em julho pelo Comitê de Gestão da Câmara de Comércio Exterior.
Segundo Flávio Bolsonaro, a medida adotada tende a provocar o desabastecimento no Brasil. “Foi o que a Argentina fez, meteu imposto de exportação sobre a carne e qual a consequência? Pararam de produzir, desabastecimento, preço alto, todo mundo passou fome”, disse ao Market Makers.
O congressista também reafirmou o plano de rever a regulamentação da reforma tributária, que este ano se encontra em fase de testes contábeis para, a partir de 2027, iniciar sua implementação. “Temos que ver os mecanismos, onde ela pode ser cortada, exceções possam ser diminuídas ou possam ter previsibilidade que vão acabar em algum momento”, defendeu.
O Brasil figura entre as nações com a tarifa de energia elétrica mais pesada do mundo em relação à renda da população, superando 77 países. O dado vem de um estudo do economista Daniel Duque, do Centro de Liderança Pública (CLP), que analisou o custo da eletricidade residencial em 138 nações.
A alta taxa decorre do acúmulo de impostos, custos de transmissão e subsídios embutidos na fatura mensal. Para mudar esse cenário, propostas de modernização do setor elétrico e a reforma tributária preveem cortar encargos da tarifa e apontam para uma redução de até 32% no valor pago pelos consumidores.
Segundo o estudo do CLP, o custo real da geração de eletricidade representa apenas 30,4% do valor total da fatura. O restante do boleto é dividido entre:
Distribuição: 26,1%
Tributos: 18,1%
Encargos setoriais e subsídios: 15,2%
Transmissão: 10,1%
Com essa soma de taxas, o preço do quilowatt-hora (kWh) no Brasil consome uma parcela do salário médio superior à registrada em países como China e Canadá.
O que muda com a reforma e o Mercado Livre de Energia
A proposta de reforma do setor elétrico prevê a eliminação gradual dos subsídios bancados pela conta de luz e a liberação do Mercado Livre de Energia para o consumidor comum.
Atualmente, o consumidor é obrigado a comprar energia exclusivamente de concessionária regional. Com a mudança, residências e pequenos comércios poderão escolher livremente de qual empresa querem comprar eletricidade.
A entrada de novos concorrentes no mercado, somada ao enxugamento de encargos como a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), é o fator apontado pelas projeções do setor para garantir o desconto de até 32% no valor final da conta.
Em meio ao aumento das tensões diplomáticas entre Brasília e Washington, o governo dos Estados Unidos garantiu que respeitará a escolha da população brasileira em “eleições livres e justas”. Em posicionamento enviado ao Metrópoles, um alto funcionário do Departamento de Estado disse que os EUA respeitam o “povo brasileiro e qualquer governo que ele escolha livremente”.
O posicionamento ocorre duas semanas após Itamaraty barrar o visto de três oficiais norte-americanos que pretendiam fazer uma missão no Brasil para questionar o sistema eleitoral brasileiro.
Ao Metrópoles, o Departamento de Estado endureceu as críticas ao governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas sinalizou que não pretende romper a relação com o Brasil.
“(O rompimento das relações) não é a situação que nos interessa. Atribuímos grande importância às relações com o Brasil. Respeitamos o povo brasileiro e qualquer governo que ele escolha livremente por meio de eleições livres e justas no Brasil; e temos respeitado e lidado com governos de ambos os lados do espectro político no Brasil, mantendo relações muito bem-sucedidas com eles”, afirmou o funcionário.
Escolha de embaixador
A declaração ocorre em um momento de forte pressão de Washington sobre Brasília, com disputas comerciais, divergências políticas e episódios envolvendo diplomatas dos dois países.
O governo de Donald Trump revogou, na terça-feira (4/8), o visto da embaixadora brasileira nos Estados Unidos, Maria Luiza Ribeiro Viotti.
Cuba recebeu, no primeiro semestre deste ano, 387.591 turistas internacionais, 60,7% a menos do que no mesmo período do ano anterior, após um mês de junho com apenas 28.100 visitantes, informou nesta sexta-feira (7) o Escritório Nacional de Estatística e Informação (ONEI).
O turismo, uma das três maiores receitas de Cuba, já estava em crise desde o início da Covid-19, mas a pressão dos Estados Unidos desde janeiro acabou por destruir o setor, paralisando a chegada de voos desde janeiro devido à falta de combustível e levando à saída de redes hoteleiras estrangeiras da ilha por causa das sanções secundárias.
O governo de Cuba reconheceu em julho que as pressões dos EUA provocaram a saída do país de sete redes hoteleiras internacionais que administravam 46% do total de quartos do país (mais de 80.000, segundo dados oficiais), entre elas as redes espanholas Meliá, Iberostar e Barceló, a canadense Blue Diamond, a indonésia Archipiélago International e a turca ATG.
De acordo com os números divulgados nesta sexta pelo ONEI, por país de origem, o Canadá contribuiu, entre janeiro e junho, com 126.937 visitantes, seguido pelos Estados Unidos, com 31.001, e pela Rússia, com apenas 21.235, o que representa quedas em relação ao mesmo período do ano anterior de 70,3%, 53,8% e 66,8%, respectivamente.
Outros mercados emissores, como México, Argentina e China, registram quedas consideráveis de mais de 30% em comparação com o mesmo período do ano anterior.
Por sua vez, as visitas da comunidade cubana no exterior, um dos pilares do setor, também caíram significativamente nos primeiros seis meses do ano, com uma redução de 38,2%, totalizando 74.068 pessoas, segundo a ONEI.
O país insular registrou, em 2025, pouco mais de 1,8 milhão de visitantes estrangeiros, contra a meta do governo de 2,6 milhões. Em 2024, o número chegou a 2,2 milhões e, em 2023, a 2,4 milhões, segundo dados oficiais.
Os números estão longe dos recordes associados ao “descongelamento” das relações diplomáticas entre os Estados Unidos e Cuba, que permitiram a chegada de 4,6 milhões de turistas em 2018 e de 4,2 milhões em 2019, devido à eliminação das restrições impostas por Washington às viagens à ilha.
Diante dessa situação, o governo cubano aprovou em junho — como parte do pacote de 176 reformas econômicas que visam descentralizar e liberalizar a economia da ilha — várias medidas para dinamizar o setor turístico, entre elas a aprovação de novas modalidades de negócios para o setor privado, incluindo a gestão de hotéis, o aluguel de automóveis e os serviços de transporte de passageiros.
O governo também permitirá que o setor privado atue como agentes de turismo, guias e corretores. Está prevista a implementação de uma taxa de 1% sobre esses negócios para promover a sustentabilidade e a imagem dessa atividade econômica.
Ao registrar sua candidatura a deputado federal por São Paulo, o presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Edinho Silva, declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) possuir um patrimônio de R$ 1,9 milhão.
Trata-se de uma quantia superior em R$ 900 mil à declarada por ele no pleito de 2020, quando foi eleito prefeito de Araraquara, em São Paulo.
O principal argumento do dirigente partidário para justificar a mudança é a valorização de sua casa no bairro Jardim Residencial Maggiore. Edinho afirma que o imóvel estava avaliado em R$ 806,6 mil, e hoje vale R$ 1,4 milhão.
Além disso, ele adquiriu dois Chevrolet Tracker LTZ no valor de R$ 134 mil e R$ 160 mil. Também registrou uma nova empresa, a Morada do Sol Gestão Empresarial, cuja as cotas valem R$ 1 mil.
O Brasil tinha 17 candidatos registrados com o sobrenome Bolsonaro no nome de urna para as Eleições de 2026 até as 16h desta 6ª feira (7.ago.2026). Desse total, 15 são candidatos ao PL. Os dados são preliminares porque os cadastros podem ser enviados até 15 de agosto.
O número de registros com o sobrenome do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) até agora está empatado entre os cargos de deputado estadual e deputado federal, com 7 candidatos em cada. O cargo de senador conta com 2 registros, e o de deputado distrital 1.
Embora as candidaturas de Flávio, ao Planalto, e de Michelle Bolsonaro (PL) e Carlos Bolsonaro (PL-SC), ao Senado, tenham sido oficializadas na última semana, ainda não foram cadastradas no sistema do TSE e devem surgir nos últimos dias.
Leia os nomes dos candidatos abaixo:
Alessandro Bolsonaro
Bruno Bolsonaro Scheid
Capitão Mosart Bolsonaro
Clodoaldo Bolsonaro
Fabiana Bolsonaro
Helio Bolsonaro
Jair Renan Bolsonaro
Jean Bolsonaro
Joel Bolsonaro
Marcelo Bolsonaro
Negona do Bolsonaro
Renato Araújo Bolsonaro
Renato Bolsonaro
Rogéria Bolsonaro
Samanta Bolsonaro
Thiago Neves – Enéas Bolsonaro
Valéria Bolsonaro
Da lista, somente 2 candidatos registrados têm ligação direta com o ex-presidente: Jair Renan, filho do ex-presidente; e Rogéria Bolsonaro, 1ª mulher de Bolsonaro e mãe do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).
O Senado dos Estados Unidos aprovou, nesta sexta-feira (7), a indicação do político republicano Daniel Perez para ser embaixador do país no Brasil.
No entanto, o deputado estadual da Flórida ainda depende do aval do governo Lula para que possa assumir o cargo diplomático em Brasília.
Conforme antecipado pela CNN Brasil, a indicação do potencial novo embaixador americano no Brasil foi votada em um bloco com outras nomeações do governo Trump.
A lista é composta por 74 indicações, incluindo cargos da diplomacia americana no Departamento de Estado e em 17 embaixadas, como Brasil, Noruega, Austrália, Jamaica, Eslováquia, Camboja e Gâmbia, por exemplo.
O bloco foi aprovado por 51 votos a favor e 47 contrários.
A votação deveria ter acontecido na quinta-feira (6), mas foi atrasada por conta de um impasse no Senado americano sobre quais pautas serão votadas antes dos senadores deixarem Washington para um recesso de cinco semanas.
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