Fórum de Segurança Pública do Rio Grande do Norte (Foseg-RN) – entidade que reúne as instituições de segurança pública que atuam no estado – apresentou ao Gabinete Civil do governo a proposta que busca a realização de um censo, uma auditoria a ser feita pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), para que o próprio estado saiba quantos são e onde estão cedidos os agentes de segurança que não estão trabalhando diretamente no combate à criminalidade. O objetivo é acabar com os casos de desvio de função.
ISSO SÓ PODE SER BRINCADEIRA, FÓRUNS, PROMOTORIAS , ASSEMBLÉIA POR QUE LÁ TEM FUNCIONÁRIOS DEMAIS DAÍ PRECISA DE POLICIA PRA ORGANIZAR A FILA DE BATER PONTO… E POR AÍ VAI….!!!!!!
O Governo baixa um Decreto num dia e no outro começa as cessões facilmente observáveis no Diário Oficial do Estado.
Se o MP pegasse os Diários Oficiais desde a edição do último decreto, veria a quantidade de Cessões pra tudo quanto é canto do mundo. Excetuando-se por questão de justiça os casos dos termos de permuta.
Seria ótimo ver policiais de todos os níveis funções e hierarquias trabalhando nas suas instituições de origem e nas suas funções fim. Conheço muitos que nunca puseram os pés nos quartéis ou delegacias. Políciais do AR!(condicionado). Polícia para quem precisa!
Sem sentido… seria apenas realizar no comando geral e na DEGEPOL e estaria resolvido, mas já houve um no ano passado, onde todos os servidores aposentados, pensionistas e ativos, fizeram e relataram se estavam cedidos ou não!!!!
A alta hospitalar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pode ocorrer até sábado (28), segundo informações divulgadas pela equipe médica responsável pelo tratamento no hospital DF Star, em Brasília. De acordo com os profissionais de saúde, a liberação ainda depende do resultado de exames que estão sendo realizados nos próximos dias.
Bolsonaro está internado desde 13 de março para tratamento de um quadro de broncopneumonia. Nesta semana, segundo boletim médico divulgado pelo hospital, o ex-presidente apresentou evolução clínica e deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), passando a seguir tratamento em outra ala da unidade.
De acordo com a equipe médica, Bolsonaro continua recebendo antibioticoterapia endovenosa, além de acompanhamento clínico e sessões de fisioterapia respiratória e motora. Os profissionais avaliam diariamente a evolução do quadro para definir o momento mais seguro para a liberação hospitalar.
Caso receba alta, Bolsonaro deverá seguir diretamente para casa, onde cumprirá prisão domiciliar por 90 dias, conforme decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF. Segundo a determinação, após esse período a Corte poderá reavaliar a medida, inclusive com eventual perícia médica para verificar o estado de saúde do ex-presidente.
O novo uniforme da Seleção Brasileira de Futebol para a Copa do Mundo de 2026 tem gerado uma série de polêmicas antes mesmo do início do torneio. As críticas envolvem desde escolhas estéticas até possíveis influências políticas e culturais no design das peças produzidas pela Nike.
A informação é da colunista Ilca Maria Estevão, do portal Metrópoles. Uma das primeiras controvérsias surgiu com a possibilidade de um uniforme na cor vermelha, o que gerou forte reação negativa nas redes sociais. A cor foi associada a posicionamentos políticos e levantou especulações sobre interferência externa. Diante da repercussão, a Confederação Brasileira de Futebol recuou e confirmou a manutenção das cores tradicionais: amarelo no uniforme principal e azul no secundário.
Outro ponto de debate envolve a parceria com a linha Jordan Brand, ligada ao ícone do basquete Michael Jordan. A presença da silhueta do atleta nos uniformes e peças oficiais desagradou parte dos torcedores, que consideram inadequada a associação com outro esporte em um símbolo tão tradicional do futebol brasileiro — especialmente diante da ausência de referências a ídolos nacionais como Pelé.
Além disso, a adoção de elementos do streetwear e da cultura do basquete norte-americano nas peças também gerou estranhamento. Jaquetas oversized e detalhes estilísticos foram vistos por críticos como um afastamento da identidade clássica da Seleção.
Por fim, a expressão “Vai, Brasa”, estampada em itens do enxoval, também entrou na mira das críticas. Embora usada por públicos mais jovens como apelido para o Brasil, muitos torcedores consideram o termo pouco representativo e distante da linguagem popular mais ampla, ampliando a lista de questionamentos sobre o novo uniforme.
O senador Flávio Bolsonaro aparece à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um cenário de segundo turno para as eleições presidenciais de 2026, segundo nova pesquisa da AtlasIntel em parceria com a Bloomberg News.
De acordo com o levantamento, Flávio tem 47,6% das intenções de voto, contra 46,6% de Lula. A diferença é de um ponto percentual, dentro da margem de erro da pesquisa, que também é de um ponto, indicando um cenário de empate técnico, mas com vantagem numérica para o senador.
O estudo foi realizado entre os dias 18 e 23 de março, com 5 mil eleitores em todo o país, e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral. O resultado marca a primeira vez em que Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente de Lula em um cenário de segundo turno.
Além dos votos válidos, a pesquisa aponta ainda 5,8% de eleitores indecisos ou que não responderam. O dado reforça que a disputa segue aberta e com margem para mudanças ao longo da campanha.
O resultado surge em meio a um cenário de maior competitividade eleitoral, com crescimento da oposição e desgaste do atual governo. A tendência indica uma disputa acirrada até outubro, com equilíbrio entre os principais nomes na corrida presidencial.
A desaprovação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva alcançou 61% dos brasileiros, segundo pesquisa do PoderData realizada entre os dias 21 e 23 de março de 2026. É o pior índice registrado desde o início da série histórica, em março de 2024, a pouco mais de seis meses da eleição presidencial.
O levantamento mostra que a avaliação pessoal do presidente é mais negativa do que a do governo. Enquanto 61% desaprovam Lula, 57% dizem desaprovar a administração federal como um todo, com 37% de aprovação. A diferença entre quem aprova e desaprova o presidente chegou a 30 pontos percentuais, quase o triplo do registrado há dois anos.
Os dados indicam uma deterioração contínua na percepção da população. Desde setembro de 2025, a desaprovação do governo subiu seis pontos, enquanto a aprovação caiu para o menor patamar do mandato. O distanciamento entre a imagem do presidente e a avaliação da gestão também tem se mantido nos últimos meses.
Outro ponto destacado pela pesquisa é a comparação com o governo anterior. Atualmente, 42% dos entrevistados afirmam preferir a gestão de Jair Bolsonaro, enquanto 32% consideram o governo atual melhor — diferença que aumentou em relação a levantamentos anteriores.
Com alta rejeição, piora recente nos indicadores e perda de vantagem na comparação com o antecessor, o cenário eleitoral se torna mais competitivo. Os números indicam maior pressão sobre Lula na corrida pela reeleição e ampliam o espaço político para a oposição.
A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. Os dados foram coletados de 21 a 23 de março de 2026, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 132 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%.
Documentos enviados à CPI do Crime Organizado revelam que Fabiano Zettel, cunhado do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, recebeu quase R$ 200 milhões de um fundo investigado por suspeitas de lavagem de dinheiro. Ambos estão presos desde o início de março.
De acordo com as declarações de Imposto de Renda, o patrimônio de Zettel saltou de R$ 67 milhões em 2021 para mais de R$ 200 milhões em 2024. No mesmo período, os valores declarados em itens de luxo, como joias e relógios, cresceram significativamente, chegando a quase R$ 51 milhões.
A Polícia Federal do Brasil aponta Zettel como operador financeiro do esquema, responsável por executar estratégias e acompanhar a movimentação dos recursos. Parte dos valores teria origem no Fundo de Investimento em Participações Kairós, administrado por uma gestora ligada ao Banco Master.
As investigações também apuram a ligação do fundo com a empresa Super Empreendimentos, onde Zettel atuou como diretor. Segundo decisão do ministro André Mendonça, a empresa teria sido utilizada para contratos fictícios e movimentações financeiras suspeitas, levando à suspensão de suas atividades.
Enquanto Zettel permanece preso em São Paulo, Vorcaro foi transferido para a Superintendência da Polícia Federal e iniciou conversas com advogados, em meio a sinais de possível acordo de delação. A defesa de Zettel não se pronunciou sobre as acusações.
A Praia de Pipa, um dos principais destinos turísticos do país, passará a ter regras mais rígidas para passeios de barco após acordo firmado entre o Ministério Público Federal, a prefeitura de Tibau do Sul e operadores turísticos da região.
O termo de ajustamento de conduta estabelece medidas para proteger a fauna marinha da Reserva Faunística Costeira de Tibau do Sul, com foco nos golfinhos da espécie boto-cinza e nas tartarugas marinhas. Entre as mudanças, está a redução do tempo de observação dos animais, que passa de 20 para 10 minutos por grupo.
O acordo também limita a quantidade de passeios por embarcação: serão até quatro por dia, podendo chegar a seis em períodos de maior demanda. Além disso, os operadores deverão manter distância mínima de 100 metros dos animais e reduzir a velocidade nas áreas de avistamento.
Segundo o MPF, práticas como excesso de embarcações, superlotação e até perseguição aos animais vinham sendo registradas, o que pode causar impactos como alteração no comportamento dos golfinhos, redução do tempo de descanso e até abandono da área.
A prefeitura ficará responsável por reforçar a fiscalização, limitar o número de barcos simultaneamente na água e suspender novos alvarás. A reserva é a única unidade de conservação do estado criada especificamente para proteger o boto-cinza, espécie ameaçada de extinção.
A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que autorizou a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, também trouxe impactos diretos no cenário político. A medida restringe a articulação do líder do PL justamente no início do período pré-eleitoral.
Entre as determinações, Moraes estabeleceu a suspensão, por 90 dias, de visitas ao ex-presidente, com exceção de familiares, advogados e médicos. A justificativa apresentada é de ordem médica, visando garantir um ambiente controlado durante a recuperação de problemas de saúde, incluindo um quadro recente de pneumonia.
Na prática, a decisão impede Bolsonaro de manter contato direto com aliados políticos em um momento considerado estratégico. O período coincide com etapas importantes do calendário eleitoral, como a janela partidária e a desincompatibilização de pré-candidatos.
Desde que foi preso preventivamente em 2025, o ex-presidente vinha recebendo visitas frequentes de parlamentares e lideranças políticas, com quem articulava filiações e estratégias eleitorais. Nesse contexto, também foi definida a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República.
Com as novas restrições, a interlocução política deverá ser feita principalmente por familiares, como Flávio e Carlos Bolsonaro, além de Jair Renan Bolsonaro, que seguem autorizados a realizar visitas periódicas.
O Tribunal Superior Eleitoral decidiu, nesta terça-feira (24), tornar o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, inelegível por oito anos por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. Mesmo após a renúncia ao cargo anunciada na véspera, o julgamento foi mantido pela Corte.
A decisão foi tomada por maioria, com placar de 5 votos a 2. Além de Castro, também foram considerados inelegíveis o deputado estadual Rodrigo Bacellar e o ex-presidente da Ceperj, Gabriel Rodrigues Lopes. Já o vice-governador à época, Thiago Pampolha, não teve a mesma penalidade aplicada.
O processo teve origem em ações movidas pelo Ministério Público Eleitoral e pela coligação do então candidato Marcelo Freixo, que apontaram irregularidades no uso de estruturas públicas durante o período eleitoral. Entre as acusações estão o uso indevido da Ceperj e da Uerj, além da criação de programas e contratações consideradas irregulares.
No julgamento, prevaleceu o entendimento de que houve uso da máquina pública com finalidade eleitoral, o que comprometeu a igualdade de condições na disputa. A relatora do caso, ministra Isabel Gallotti, votou pela cassação e inelegibilidade, sendo acompanhada pela maioria dos ministros.
Após a decisão, Cláudio Castro afirmou que recebeu o resultado com “grande inconformismo” e disse confiar que poderá reverter a condenação nas instâncias superiores. A defesa sustenta que não houve impacto das ações administrativas no resultado eleitoral e promete recorrer.
Entre os milhares de arquivos extraídos do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, investigadores identificaram uma minuta de despacho do Tribunal de Contas da União que determinaria ao Banco Central do Brasil a suspensão de decisões envolvendo o Banco Master. O documento, sem assinatura ou autoria identificada, foi criado em agosto de 2025 e não chegou a se tornar uma decisão oficial.
A informação é da colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo. O conteúdo previa, além da paralisação de deliberações do BC, a convocação de técnicos da autoridade monetária para prestar esclarecimentos. A existência da minuta chamou atenção por coincidir com o período em que o Banco Central analisava a operação entre o Master e o BRB, já sob suspeitas de irregularidades e problemas de liquidez na instituição financeira.
Naquele momento, o processo no TCU estava sob relatoria do ministro Jhonatan de Jesus, que posteriormente decidiu suspender apurações relacionadas ao caso até o avanço das investigações. A movimentação ocorre em meio a pressões políticas e divergências internas sobre a condução do tema.
Auditorias do próprio TCU apontaram indícios de irregularidades graves nas operações do banco, incluindo possíveis inconsistências em carteiras de crédito e práticas contábeis questionáveis. O Banco Central, por sua vez, já vinha alertando desde 2024 sobre riscos financeiros da instituição e chegou a vetar a operação com o BRB.
A defesa de Vorcaro afirmou que não comentará conteúdos oriundos de material sigiloso. O episódio reforça suspeitas de tentativas de influenciar decisões regulatórias e amplia a pressão sobre os órgãos de controle, que seguem investigando o caso e suas possíveis ramificações políticas e institucionais.
A decisão do ministro Alexandre de Moraes de conceder prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro não resolve a crise institucional enfrentada pelo Supremo Tribunal Federal. A avaliação é de que, mesmo com a mudança no regime de cumprimento da pena, o foco dos problemas agora está dentro da própria Corte.
A informação é do jornalista William Waack, da CNN. A medida levou em conta o estado de saúde do ex-presidente, mas também envolve riscos políticos. Nos bastidores, há o entendimento de que a imagem de Bolsonaro fora da prisão pode ter impactos diferentes no cenário político, especialmente diante da possibilidade de ele ser visto como vítima.
Apesar disso, o principal desafio do STF deixou de ser o destino do ex-presidente e passou a ser a condução de temas internos sensíveis. Um dos pontos centrais é o julgamento sobre a manutenção da decisão do ministro André Mendonça que prorrogou os trabalhos da CPMI do INSS.
Caso a prorrogação seja confirmada, o efeito político pode atingir diretamente o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, considerado aliado de parte dos ministros. Isso porque investigações podem avançar sobre pessoas próximas ao parlamentar, ampliando o desgaste político.
O cenário evidencia divisões internas no Supremo, entre ministros que defendem aprofundar apurações como forma de preservar a credibilidade da instituição e outros que adotam postura mais cautelosa. Nesse contexto, a crise do STF tende a ser definida menos pelas decisões envolvendo Bolsonaro e mais pelos caminhos que o próprio tribunal escolher seguir.
Deveriam fazer isso com os professores também. Há inúmeros casos de cedidos, quando deveriam estar em sala de aula
ISSO SÓ PODE SER BRINCADEIRA, FÓRUNS, PROMOTORIAS , ASSEMBLÉIA POR QUE LÁ TEM FUNCIONÁRIOS DEMAIS DAÍ PRECISA DE POLICIA PRA ORGANIZAR A FILA DE BATER PONTO… E POR AÍ VAI….!!!!!!
O Governo baixa um Decreto num dia e no outro começa as cessões facilmente observáveis no Diário Oficial do Estado.
Se o MP pegasse os Diários Oficiais desde a edição do último decreto, veria a quantidade de Cessões pra tudo quanto é canto do mundo. Excetuando-se por questão de justiça os casos dos termos de permuta.
Seria ótimo ver policiais de todos os níveis funções e hierarquias trabalhando nas suas instituições de origem e nas suas funções fim. Conheço muitos que nunca puseram os pés nos quartéis ou delegacias. Políciais do AR!(condicionado). Polícia para quem precisa!
Desde o começo do Governo atual que se fala nisso e ninguém toma uma providência. É muita falta de proatividade, verdadeira palhaçada !
Só o Judiciário tem um verdadeiro batalhão a sua disposição, em seguida vem a Assembleia
Sem sentido… seria apenas realizar no comando geral e na DEGEPOL e estaria resolvido, mas já houve um no ano passado, onde todos os servidores aposentados, pensionistas e ativos, fizeram e relataram se estavam cedidos ou não!!!!