Entregadores de aplicativos fazem segunda paralisação nacional


Foto: Agência O Globo

Os entregadores de aplicativos promovem hoje (25) a 2ª paralisação nacional da categoria. A primeira foi realizada no dia 1º de julho. Eles reivindicam melhores condições de trabalho, fim de bloqueios indevidos, maior remuneração e apoio para prevenção contra a contaminação durante a pandemia do novo coronavírus.

Os trabalhadores requerem das empresas elevação da taxa mínima e da taxa por quilômetro. Atualmente, eles recebem um valor fixo por corrida e um variável por distância percorrida. Eles argumentam que os dois valores são insuficientes para custear as despesas básicas.

Outro pleito é o fim dos bloqueios indevidos. Entregadores afirmam que são impedidos de continuar prestando o serviço sem explicações. Outra crítica é o fato de que os envolvidos nas paralisações são punidos com esta medida. “Defendemos o fim dos bloqueios. Os caras bloqueia mesmo, aí não quero correr o risco”, relatou um entregador.

O chamado “breque” traz entre suas pautas a adoção de medidas efetivas pelas empresas de proteção no cenário de pandemia. Enquanto algumas empresas forneceram equipamentos e insumos como álcool em gel, outras ainda não tomaram medidas. Eles pedem também um seguro saúde em caso de contaminação ou de acidentes.

Publicações nas redes sociais de grupos de entregadores registravam paralisações marcadas em pelo menos seis unidades da Federação: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Paraná.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Queiroz disse:

    Empreendedores invisíveis. Criaturas da Guedesolândia. A Terra do f😈da-se!

  2. Marcos Benício disse:

    Os empreendedores, segundo a Globo, vendo que não são tão empreendedores como pensavam.

  3. Soraya disse:

    É a mesma coisa que Taxista fazer greve.

  4. Wingrete disse:

    Dilermando, hipócrita foi vc com seu comentary,tentando justificar o injustificável.

  5. Pedro disse:

    Sem entrar no mérito da questão, ser entregador, motorista de uber, medico, enfermeiro, policial, diretor de hospital, varredor de rua, coletor de lixo, ASGV, motorista ou cobrador de ônibus, ou qualquer outra opção , muitas e na maioria das vezes é uma opção pessoal ou necessidade, e todos estão expostos a contrair o vírus e Hipócrita é vc.

  6. Lula Hoje e Sempre disse:

    O Brasil, é campeão em hipocrisia. Nessa pandemia, enquanto a tradicional família ficava em casa, com seu armário abastecido, internet de 250 MB, Netflix, Prime Vídeo, Globoplay, o diabo a 7, os entregadores podiam e podem ficar expostos ao vírus… Afinal, algum subalterno tem que servir essa classe de pessoas tão patriotas….

    • Dilermando disse:

      Já parou pra pensar que muitas das pessoas que você criticam que estão em casa estão justamente porque a empresa onde trabalham se preocupa e tem planejamento para lidar com esse tipo de acontecimento? Não generalize, a maioria dos que estão em casa, estão trabalhando tanto quanto estavam presencialmente. Hipócrita foi seu comentário.

    • Lemos disse:

      Hipocrisia é o seu pensamento. Quem mais defendeu o distanciamento foi o PT que de trabalhador não tem nada. Muitos médicos adoeceram trabalhando para dar assistência a pessoas mal agradecidas e mal amadas feito vc . Qdo a coisa aperta, vai pro hospital atrás das “ profissionais. E deixar os motoboy morrerem de fome… com certeza vc deve ser p funcionário público que está ganhando sem trabalhar e querendo sugar mais do Governo Federal que deu SHOW de assistência à todos .

    • Dilermando disse:

      Não amigão. Sou da iniciativa privada e não questionei quem tá na linha de frente não (entre eles, os entregadores). Hipocrita é esse pensamento raso de que quem está em casa é funcionário publico e tá "vagabundando" e assistindo "Netflix". Preferia estar todo dia indo ao escritório, mas a empresa, por enquanto quer que fiquemos em casa. E, afinal de contas, trabalhando em casa todo "custo" é meu, porque quem está pagando a "internet" e a energia sou eu e não a empresa… Mas a interpretação de texto passou longe… E ainda tô procurando onde foi que eu mencionei o "petê" no meu texto anterior.. Mas enfim…

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