Tribunal Supremo da Venezuela declara Nicolás Maduro vencedor das eleições após auditoria das atas eleitorais. — Foto: REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria
Estados Unidos, União Europeia e mais dez países da América Latina, além da OEA (Organização dos Estados Americanos), rejeitaram nesta sexta-feira (23) a decisão do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) da Venezuela de respaldar a vitória do presidente do país, Nicolás Maduro, nas eleições venezuelanas realizadas em junho.
Na quinta-feira (22), o TSJ, a mais alta corte da Venezuela e aliada de Maduro, disse em uma sentença reconhecer a vitória do presidente venezuelano no pleito de julho, respaldando o Conselho Nacional Eleitoral (CNE, a Justiça eleitoral do país), também comandada por um partidário de Maduro.
No entanto, o TSJ também não apresentou a contagem de votos, o que vem sendo pedido pela oposição e pela comunidade internacional.
Em um comunicado conjunto divulgado nesta sexta, EUA, Argentina, Costa Rica, Chile, Equador, Guatemala, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana e Uruguai disseram que não reconhecem a decisão do Supremo venezuelano. Os signatários também pedem uma “auditoria imparcial” dos votos.
“Nossos países já haviam manifestado o desconhecimento da validez da declaração do CNE (de que Maduro venceu as eleições), logo depois de que o aesso dos representantes da oposição à contagem de votos foi impedida, da não publicação das atas (eleitorais, que contabilizam os votos) e da recusa posterior em que se fizesse uma auditoria imparcial e independente”, disse o comunicado.
O Brasil ainda não se manifestou após a a sentença do TSJ, e deve fazer um comunicado conjunto com a Colômbia sobre a decisão.
A OEA, em nota, afirma que “rechaça completamente” a decisão do TSJ: “Esta Secretaria Geral reitera que o CNE proclamou Maduro [reeleito] de maneira apressada, com base em um boletim parcial emitido de forma oral, com números que evidenciavam impossibilidades matemáticas”.
Já a União Europeia indicou que não reconhecerá um novo governo do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, antes de ver provas de que ele venceu as eleições, segundo disse o alto representante da União Europeia para Assuntos Exteriores, Josep Borrell.
O TSJ, a mais alta corte da Venezuela, disse ter feito uma auditoria das elieções a pedido do próprio Nicolás Maduro. O TSJ é considerado um braço do chavismo no Poder Judiciário. A maioria dos juízes da corte é aliada de Maduro.
Com informações de g1
vai acontecer na Venezuela o mesmo que o Bozo queria fazer no Brasil? Ganhar na mentira e golpe?
Vc se enganou, entendo é burrice, mais vamos lá, teve alguém que se elegeu dessa mesma forma. Nao tendo votos suficientes, se aliou a um certo tribunal.
só isso? o que acontece agora? Maduro vai continuar governando, prendendo e matando? vai ser preso? acontecerá novas eleições ou vão permitir equipes e observadores internacionais, com liberdade de acesso e trabalho, para pesquisar todas as atas da Venezuela? todos queremos saber….
só resolve quando os EUA detonar igual fizeram com cuba.
À justiça eleitoral da Venezuela e o pior cabaré bordel de fim de rua tem a mesma referência, o intrigante nisso tudo é ver o pau mandado aqui do Brasil o ex presidiário descondenado não ter pulso de não reconhecer esse absurdo essa fraude essa sabotagem vergonhosa, enquanto o mundo inteiro não reconheceu a eleição desse criminoso o seu colega do crime aqui do Brasil se faz de cego , surdo e mudo e não toma uma posição de vergonha até porque todo o mundo sabe-se que esse elemento daqui é um desmoralizado.